Posts tagged ‘Militância Gay’

07/12/2012

Desrespeito da militância gay marcou o discurso do Pr. Silas em Brasília


A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados promoveu nesta terça-feira (27) uma Audiência Pública para discutir o Projeto de Decreto Legislativo 234/2011 proposto pelo deputado João Campos (PSDB-GO). Apelidado de “projeto da cura gay”, o mesmo tenta sustar partes da Resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que falam sobre a relação do profissional de psicologia em prestar atendimento quanto à orientação sexual de seus pacientes.

Os convidados para a audiência foram: o pastor Silas Malafaia, Humberto Cota Verona, presidente do CFP; Marisa Lobo, psicóloga com especialização em psicologia da sexualidade; e Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

O pastor Abner Ferreira, presidente da Assembleia de Deus de Madureira, e vice-presidente do Conselho dos Ministros Evangélicos do estado do Rio de Janeiro (COMERJ), também esteve presente e abrilhantou o debate. Recentemente, ele foi condecorado com a Medalha da União Evangélica.

O tom de desrespeito e as violências verbais, por parte de ativistas gays, marcaram o discurso do pastor Silas Malafaia. Em todas as vezes que o pastor tentava concluir o raciocínio, era interrompido.

O clima esquentou diversas vezes, principalmente quando o pastor Silas Malafaia proferia seu ponto de vista. Ativistas gays chegaram a estender uma faixa com o nome do pastor acompanhado de um símbolo nazista. O presidente da Comissão, deputado Mandetta (DEM-MS), encaminhou a denúncia do ocorrido para que haja punição ao desrespeitoso ato nas dependências do Congresso Nacional. “Quem são os intolerantes?”, questionou Malafaia.

Manifestantes da causa gay pareciam não se importar com o debate em pauta, mas em evidenciar sua aversão, de maneira indecorosa, ao pastor Silas Malafaia. Veja as imagens:

Ativista estende seu desrespeito no cartaz: “Silas, se liberta!”

Cartaz fixado na parede debocha da fé cristã: “Jesus, seu fã clube enlouqueceu!”.

VEJA MAIS IMAGENS DA DESRESPEITOSA MANIFESTAÇÃO DE ATIVISTAS GAYS NA AUDIÊNCIA PÚBLICA: 

Nome do pastor Silas Malafaia iniciado com a suástica nazista.

Assista ao pronunciamento do pastor Silas Malafaia:

08/05/2012

Reportagem do CQC questiona a oferta de tratamento aos homossexuais


O programa “CQC”, da Rede Bandeirantes desta segunda-feira (8) abordou o projeto do deputado, líder da Bancada Evangélica na Câmara, João Campos (PSDB-GO). O projeto encaminhado pelo parlamentar quer legalizar o tratamento a homossexuais.

A questão passou a ser discutida após a psicóloga Marisa Lobo, ter recebido intimação do Conselho Regional de Psicologia do Paraná para que retirasse de suas redes sociais e sites pessoais todas as frases religiosas, pois de acordo com o Conselho, não pode haver vinculo entre a religião e a profissão. Além disso, ativistas gays acusam a psicóloga de oferecer cura ao homossexualismo.

Marisa que participou do programa CQC disse durante a entrevista que não mudará sua orientação de fé. O entrevistador também perguntou à psicóloga se o mundo ideal para ela é um mundo sem homossexuais. Marisa respondeu que isso é utópico e que o mundo ideal para ela é aquele sem ladrões, estupradores, assassinos, referindo-se aos mandamentos expostos na Bíblia Sagrada.

A ex-conferencista Lanna Holder também concedeu entrevista ao programa e afirmou ter feito de tudo para se livrar do homossexualismo, mas mesmo quando era casada tinha que relutar contra seus desejos. Hoje pastora de uma igreja inclusiva, a primeira igreja homossexual do Brasil, chamada Cidade Refúgio, Lanna vive com Rosania Rocha. Ao final da entrevista com um tom de sarcasmo ela questiona: “Tem coisa melhor que mulher?”.

Além de Marisa e Lanna Holder o deputado homossexual, Jean Wyllys (Psol-RJ) também participou do programa e mostrou-se indignado com o projeto da Bancada Evangélica, Jean afirmou que as clinicas de terapêuticas usam métodos violentos contra os homossexuais, que “implicam em violência física”, disse o parlamentar.

Pastor Robson, ex-homossexual, também foi entrevistado durante a reportagem e afirmou ser possível um homossexual tornar-se heterossexual pois aconteceu com ele, que hoje tem uma família com mulher e filhos.

No final da matéria o apresentador Marcelo Tas criticou a postura da psicóloga Marisa Lobo afirmando ser um absurdo até uma psicóloga ser a favor da cura de homossexuais.

Fonte: Gospel Prime

25/06/2011

Google Esconde Doodle do Orgulho Gay por Temor a Grupos Anti-Gay, Críticos


No mês do Orgulho Gay, a companhia decidiu adotar um enfoque muito menos visível despertando a polêmica.

O Google, até agora não criou um Doodle em honra do Orgulho Gay e durante o mês de junho, mês do orgulho gay, um pequeno arco-íris aparece junto à barra de busca do Google somente quando os usuários buscam certas palavras “relacionadas com orgulho”, os termos, incluindo, “gay”, “lésbica”, “homossexualidade”, “LGBT”, “igualdade no matrimônio”, “bissexual” e “transexual”.

“Durante o mês de junho, o Google está celebrando lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) do Orgulho”, disse a companhia em um email. “Para algumas consultas de busca relacionadas com orgulho-, estamos mostrando um arco-íris no final da barra de busca”.

Os críticos acusaram o Google de ocultar o doodle para evitar as críticas de grupos anti-gays, cujos membros podem ser menos propensos de buscar as palavras “relacionadas ao orgulho”.

No começo do mês, o presidente declarado “evangélico” Obama declarou junho como o “Mês do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transexual”, tornando-se o primeiro presidente dos EUA a incluir bissexuais e transexuais no título da proclamação recebendo várias críticas.

Como no Google, em uma situação difícil, na declaração publicada no site da Casa Branca em 1° de junho, Obama elogiou os americanos LGBT por suas contínuas “contribuições e duradouras” que “fortalecem o tecido da sociedade norte-americana”.

Vários líderes cristãos criticaram o anúncio, incluindo Bob Stith da Convenção Batista do Sul. Stith disse à Baptist Press que o anúncio incentiva o “o orgulho do que Deus diz claramente que vivem em pecado”.

“O resultado final”, disse Stith, que é o representante da SBC para o Grupo de Trabalho sobre o Ministério aos homossexuais, “é que se Deus define algo como pecado, não fazemos nenhum favor a alguém, tentando apagar as linhas. Também não vamos estar fazendo às gerações futuras nenhum favor eliminando as barreiras que Deus colocou para nossa proteção”.

Junho é tradicionalmente reconhecido pela comunidade homossexual como “Mês do Orgulho Gay”, em comemoração ao incidente de Stonewall Inn, em junho de 1969. Em 28 de junho de 1969, os gays e lésbicas lutaram contra uma operação policial que teve lugar no Stonewall Inn, em Nova York. O incidente é amplamente considerado como a primeira vez que a comunidade gay lutou contra uma entidade do governo na história americana, e é considerado o ponto de partida do movimento dos direitos gays na América e em todo o mundo.

Fonte: Christian Post

18/06/2011

Pesquisa: Maioria é contra casamento gay nos EUA


Pesquisa: Maioria é contra casamento gay nos EUAUma pesquisa nacional encomendada pela união de um grupo jurídico conservador descobriu que 62 por cento dos americanos acreditam que o casamento deve ser definido somente como a união entre um homem e uma mulher. Segundo o diretor de pesquisa, os números são espelhos dos milhões de americanos em 31 estados que votaram a favor da Constituição sobre casamento, sem alterações.

Apesar de várias outras pesquisas mostrarem que a opinião nacional está tendendo para favorecer a legalização do casamento gay, este estudo patrocinado pelo Fundo de Defesa da Aliança mostra exatamente o oposto – os americanos ainda apóiam fortemente o casamento tradicional, como Deus concebeu.

A pesquisa simplesmente perguntou aos entrevistados se eles concordavam fortemente ou não com a declaração: “Acredito que o casamento deve ser definido apenas como uma união entre um homem e uma mulher.” A enquete foi feita a 1.500 adultos com idades a partir dos 18 anos em diferentes estados.

O resumo do inquérito afirma que 62 por cento concordam com a afirmação e apóiam uma definição tradicional do casamento. Apenas 38 por cento dos entrevistados discordaram.

Gene Ulm, diretor da pesquisa, disse que o apoio esmagador nacional para o casamento tradicional “não é surpreendente.” Ao contrário das outras pesquisas nacionais, Ulm disse que esta pesquisa reflete os próprios eleitores.

“Mais de 63 milhões de americanos em 31 eleições estaduais votaram para decidir sobre fazer, ou não, alterações na Constituição com relação ao casamento. Quarenta milhões de americanos votaram em todas para afirmar o casamento como uma união somente entre um homem e uma mulher”, disse ele em um comunicado.

Outras pesquisas mostram uma mudança no apoio ao casamento gay surgiu depois que o presidente Barack Obama anunciou em fevereiro que seu governo deixará de afirmar a constitucionalidade da Lei de Defesa do Casamento

A lei federal 1.996, promulgada sob a administração Clinton, define o casamento como uma união legal entre um homem e uma mulher para fins de todas as leis federais, e prevê que os estados não são obrigados a reconhecer “casamentos” entre pessoas do mesmo sexo.

O Dr. Albert Mohler, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul disse: “Eu acho, infelizmente, que o casamento homossexual vai acabar sendo legalizado… É hora de os cristãos começarem a pensar sobre como lidar com isso, à luz da Bíblia.”

Esta última pesquisa dá esperança, porque os líderes conservadores da ADF disseram que os eleitores acreditam realmente no casamento.

“Os americanos afirmam fortemente que a vida fiel entre um homem e uma mulher é a pedra fundamental da civilização”, disseram.

Dentre os entrevistados, 43 por cento tinham menos de 45 anos. Setenta e oito por cento dos entrevistados eram brancos, 11 por cento são afro-americanos e 11 por cento eram hispânicos ou de origem espanhola de fundo.

Fonte: Christian Post / CPAD News

15/06/2011

Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122


Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122A Frente Parlamentar Evangélica anunciou essa semana que vai apoiar o projeto de lei 6418/2005, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que criminaliza a homofobia, mas sem interferir no discurso religioso que a condena.

É possível fazer com que a senadora Marta Suplicy, relatora do PL 122 e ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais) desistam do polêmico projeto e passam a apoiar esse novo texto que aguarda o parecer da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara sob relatoria da deputada federal Janete Rocha Pietá (PT-SP).

O texto do PL 6418 pune discriminação por orientação sexual no ambiente de trabalho, repartições públicas e comerciais ou quem incentiva práticas discriminatórias e, ainda, tipifica violência motivada por orientação sexual (entre outras) e criminaliza associações de pessoas que incitem violência – como os grupos neonazistas. Além de proibir qualquer referência ao nazismo – lei parecida com essa existe na França.

Leia o projeto 6418/2005:

PL 6418

CAPÍTULO I

DA DISPOSIÇÃO PRELIMINAR

Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação e preconceito de RAÇA, COR, RELIGIÃO, ORIENTAÇÃO SEXUAL, descendência ou origem nacional ou étnica.

Parágrafo único: Para efeito desta Lei, entende-se por discriminação toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha por objeto ou resultado anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício em igualdade de condições de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro campo da vida pública.

CAPÍTULO II

DOS CRIMES EM ESPÉCIE

Discriminação resultante de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Art. 2º. Negar, impedir, interromper, restringir ou dificultar por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica o reconhecimento, gozo ou exercício de direito assegurado a outra pessoa.

Pena – reclusão, de um a três anos.

§ 1° No mesmo crime incorre quem pratica, difunde, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica ou injuria alguém, ofendendo-lhe dignidade e o decoro, com a utilização de elementos referentes à raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Aumento da pena

§ 2º. A PENA AUMENTA-SE DE UM TERÇO SE A DISCRIMINAÇÃO É PRATICADA:

I – contra menor de dezoito anos;

II – por funcionário público no exercício de suas funções ou a pretexto de exercê-las;

III – através da fabricação, comercialização, distribuição, veiculação de símbolo, emblema, ornamento, propaganda ou publicação de qualquer natureza que negue o holocausto ou utilize a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo;

IV – ATRAVÉS DE MEIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, PUBLICAÇÕES DE QUALQUER NATUREZA E REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES – INTERNET;

IV – contra o direito ao lazer, à cultura, à moradia, à educação e à saúde;

V – contra a liberdade do consumo de bens e serviços;

VI – contra o direito de imagem;

VII – contra o direito de locomoção;

VIII – com a articulação de discriminação, baseada em gênero, contra a mulher.

Violência resultante de discriminação raça, cor, religião, orientação

sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

§3°. A pena aumenta-se da metade se a discriminação consiste na prática de:

I – lesões corporais (art. 129, caput, do Código Penal);

II – maus tratos (art. 136, caput, do Código Penal);

III – ameaça (art. 147 do Código Penal);

IV – abuso de autoridade (arts. 3º e 4º da Lei nº 4.898, de 09 de dezembro de 1965).

Homicídio qualificado, tortura, lesões corporais de natureza grave e lesão corporal seguida de morte

§4º Se o homicídio é praticado por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica aplica-se a pena prevista no art. 121, §2º do Código Penal, sem prejuízo da competência do tribunal do júri.

§ 5° Se a tortura é praticada pelos motivos descritos no parágrafo anterior, aplica-se a pena prevista no artigo 1° da Lei nº9.455/97.

§ 6° Em caso de lesão corporal de natureza grave, gravíssima e lesão corporal seguida de morte, motivadas pelas razões descritas no parágrafo 3° aplicam-se, respectivamente, as penas previstas no art. 129, §§ 1º, 2º e 3º do Código Penal, aumentadas de um terço.

Discriminação no mercado de trabalho

Art. 3° Deixar de contratar alguém ou dificultar sua contratação por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

§ 1º A pena aumenta-se de um terço se a discriminação se dá no acesso a cargos, funções e contratos da Administração Pública.

§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Atentado contra a identidade étnica, religiosa ou regional

Art. 4º Atentar contra as manifestações culturais de reconhecido valor étnico, religioso ou regional, por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Associação criminosa

Art. 5º Associarem-se 3 (três) ou mais pessoas, sob denominação própria ou não, com o fim de cometer algum dos crimes previstos nesta Lei:

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem financia ou de qualquer modo presta assistência à associação criminosa.

Discriminação Culposa

Art. 6° Se a discriminação é culposa:

Pena- detenção de seis meses a um ano.

Parágrafo único: Na discriminação culposa a pena é aumentada da metade se o agente não procura diminuir as conseqüências do seu ato.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 7º Os crimes previstos nesta Lei são inafiançáveis e imprescritíveis, na forma do art. 5º, XLII, da Constituição Federal.

Art. 8°. A concorrência de motivos diversos ao preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica, não exclui a ilicitude dos crimes previstos nesta Lei.

Art. 9°. Nas hipóteses dos artigos 2º e 5º, o juiz pode determinar, ouvido o Ministério Público ou a pedido deste, ainda antes do inquérito policial, sob pena de desobediência:

I – o recolhimento imediato ou a busca e apreensão dos exemplares do material respectivo;

II – a cessação das respectivas transmissões radiofônicas ou televisivas;

III – a suspensão das atividades da pessoa jurídica que servir de auxílio à associação criminosa.

Parágrafo único. Constitui efeito da condenação, após o trânsito em julgado da decisão, a destruição do material apreendido e a dissolução da pessoa jurídica que servir de auxílio à associação criminosa.

Art. 11. São revogadas a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 e o artigo 140, § 3°, do Decreto-Lei n° 2.848, de 7 de dezembro de 1940 –Código Penal .

Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala da Comissão, em 10 de julho de 2007.

Deputada JANETE ROCHA PIETÁ

Relatora

Fonte: Gospel Prime / Mix Brasil

08/06/2011

Jean Wyllys irá propor uma moção de aplausos para o pastor Ricardo Gondin


Jean Wyllys irá propor uma moção de aplausos para o pastor Ricardo GondinO deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) escreveu em seu Twitter que irá propor uma moção de aplausos para o pastor Ricardo Gondin.

A conversa surgiu quando ele elogiava o texto do Frei Betto, um representante de Igreja Católica que saiu em defesa dos direitos civis para homossexuais e em defesa do Estado Laico.

Por causa dessa luta em favor do grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), Jean Wyllys estava propondo aprovar na Câmara uma moção de aplausos para o religioso.

Uma de suas seguidoras pediu para ele incluir o pastor da Igreja Betesda nesta moção já que ele vem sofrendo uma série de “retaliações” da comunidade evangélica por também defender a causa LGBT.

Fonte: Gospel Prime

06/06/2011

A IMPRENSA BRASILEIRA A SERVIÇO DA CAUSA GAY


“Art. 1º O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros tem como base o direito fundamental do cidadão à informação, que abrange direito de informar, de ser informado e de ter acesso à informação. Art. 2º Como o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental, os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse, razão por que: I – a divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários e/ou diretores ou da natureza econômica de suas empresas; II – a produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público; III – a liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo, implica compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão; IV – a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não-governamentais, deve ser considerada uma obrigação social; V – a obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantido o sigilo do denunciante. Capítulo II – Da conduta profissional do jornalista. Art. 3º O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social, estando sempre subordinado ao presente Código de Ética. Art. 4º O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, deve pautar seu trabalho na precisa apuração dos acontecimentos e na sua correta divulgação. Art. 6º É dever do jornalista: I – opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos; II – divulgar os fatos e as informações de interesse público; III – lutar pela liberdade de pensamento e de expressão”.

O texto acima faz parte do Código de Ética dos jornalistas brasileiros, um documento que está em vigor desde 1987 e que serve para fixar “as normas a que deverá subordinar-se a atuação do profissional, nas suas relações com a comunidade, com as fontes de informação, e entre jornalistas”, e se refere à conduta que se espera dos profissionais da área.Uma imprensa isenta é o sonho de qualquer sociedade, a fim de se conhecer a verdade e de se formar uma opinião própria sobre os acontecimentos à sua volta. Infelizmente, em certos casos, jornalismo e manipulação têm caminhado de mãos dadas, quando determinados interesses estão em jogo, contrariando completamente o Código de Ética da profissão. É o que se pôde observar nesta semana no Brasil.

Na quarta-feira, 01 de junho, uma multidão de mais de trinta mil pessoas foi a Brasília, capital Federal, para protestar contra a aprovação de leis que criminalizam a chamada “homofobia”. A manifestação contou com representantes de igrejas evangélicas e católicas que buscavam pressionar as autoridades a não aprovar o Projeto de Lei Complementar 122/2006 que torna crime qualquer manifestação contrária à prática homossexual no país, sujeitando os críticos dessa prática, inclusive, a penas de reclusão.
O dito Projeto de Lei é um assalto à democracia e à liberdade de expressão, além de uma afronta à Constituição Federal. Reclamar contra a sua aprovação é um dever, não só dos movimentos religiosos, mas de todos os cidadãos brasileiros, que podem ser tolhidos do bem mais precioso da democracia que é a liberdade.
Pois bem, a manifestação ocorreu conforme planejada. Eu não estava lá, mas creio que foi um grande marco nessa luta contra a aprovação de um Projeto de Lei descaradamente inconstitucional. Mas a tristeza que senti foi que, ao procurar nos principais sites de notícias do país, informações sobre o evento, não encontrei praticamente nada, quase nenhuma cobertura da mídia sobre o evento.
Jornal Nacional da Rede Globo divulgou uma pequena reportagem de pouco mais de 2min30seg. Mesmo assim, ocupou boa parte da reportagem com informações sobre o que prevê o PLC-122/2006, e deu considerável espaço para uma declaração do deputado federal Jean Wyllys, homossexual e grande defensor da causa gay no país. A Band dedicou míseros 49 segundos de um de seus telejornais para falar sobre o evento, tratado como uma manifestação meramente religiosa, desconsiderando completamente o aspecto político-social do evento.
Aquela não foi apenas uma passeata religiosa. Foi um movimento em defesa da Constituição, da liberdade e dos rumos da própria sociedade brasileira. Não se tratava apenas de uma defesa de padrões religiosos, mas de se abrir os olhos das autoridades para o respeito à Carta Magna e aos direitos fundamentais da democracia nacional.
Nos principais sites de notícias do país a manifestação não recebeu nenhuma cobertura. Globo.com, G1, UOL, IG, Terra, Folha.com, O Globo não publicaram absolutamente nada a respeito da passeata. Nem mesmo o R7.com, portal de noticias da Rede Record, emissora ligada à Igreja Universal fez qualquer menção da manifestação. Todos esses veículos de informação preferiram silenciar sobre o assunto, e gastar tempo com trivialidades e futilidades. Além de coincidirem em notícias sobre o assassinato de um ex-participante de reality show, a convocação de Palocci para dar explicações na Câmara Federal e sobre o futebol, as notícias variavam do inútil ao sem importância nenhuma. Bife seco e duro? Veja como resolver erros comuns na cozinha”, era uma das matérias do Terra; Sombra marrom é a grande dica para uma maquiagem chique; veja passo a passo”, anunciava o Globo.com. O UOL dedicou tempo para noticiar queValeska Popozuda será uma das participantes de ‘A Fazenda 4’”. O portal IG dedicou um longo espaço para ensinar “Como preparar e oferecer a papinha para o bebê corretamente”. No R7.com, portal ligado à Rede Record, uma das notícias era que Fiuk divulga vídeo de Sou Eu e diz que está louco para lançar CD”. Como se vê, a grande imprensa nacional está mesmo interessada é naquilo que não faz ninguém pensar.
É uma vergonha a maneira como a imprensa brasileira se comporta diante de um tema tão sério. Há uma declarada manifestação da imprensa a favor da causa gay. Não há isenção nas informações. Marcelo Salles escreveu no site Observatório da Imprensa no ano 2007 que “Jornalista tem lado”, afirmando que a imparcialidade jornalística é uma falácia. Guilherme Scalzilli, escrevendo no mesmo site em 2006 disse que “Já não persistem dúvidas de que a imprensa brasileira vive uma crise inédita de credibilidade”. E esta crise fica nitidamente estampada neste episódio em particular.
Não há como confiar em uma imprensa que está a serviço de uma minoria da sociedade, como se suas reivindicações fossem absolutas e inquestionáveis. Não há como aceitar que a imprensa se curve com tamanha submissão à causa gay e não dê aos críticos do comportamento homossexual o mesmo espaço para exposição de suas idéias. Por que quando se trata de manifestações em favor da causa gay há intensa cobertura da imprensa como se isto interessasse a toda a sociedade mais do que a crítica a esse comportamento? Por que a imprensa deu ampla cobertura quando míseros 150 ativistasgays que promoveram um ato desrespeitoso na escadaria de uma Igreja Católica em Florianópolis, e vergonhosa e covardemente, ignorou o protesto de mais de trinta mil pessoas na capital do país em defesa da liberdade e do direito? Por que a notícia de que um marmanjo homossexual chamado Leonardo (vulgo Léa T) desfilando de biquiniem um evento de moda do Rio de Janeiro chama mais atenção da imprensa do que 30 mil vozes pedindo respeito à Constituição Federal e à liberdade de expressão? Por quanto será que a imprensa brasileira se vendeu a esta causa gay?
Pelo visto, as palavras do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros são só um enfeite hipócrita para uma classe subalternizada aos interesses de quem paga mais ou de quem não quer levar a sociedade a pensar. A imprensa brasileira está a serviço da mentira, do engodo e da manipulação. Confesso que sempre admirei o Jornalismo, não apenas como profissão, mas também como missão. Não sou jornalista, mas se pudesse escolher, seria uma das minhas profissões. Mas sinto profunda alegria neste momento por não fazer parte de uma categoria tão comprometida com a parcialidade, com a hipocrisia e com a manipulação, como se vê em nossos dias. Que as exceções se manifestem, se é que elas existem.
Fonte: Creio e Confesso
04/06/2011

Silas Malafaia promete “descer o bambu” em Sérgio Cabral na Marcha para Jesus no Rio


Silas Malafaia promete “descer o bambu” em Sérgio Cabral na Marcha para Jesus no RioNeste sábado, 4 de junho, acontece a Marcha para Jesus do Rio de Janeiro. O evento que promete reunir cerca de 100 mil pessoas terá o pastor Silas Malafaia como preletor.

Em entrevista ao SRZD o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo disse que fará muitas críticas às atitudes do governador do Rio, Sérgio Cabral.

O governador tem feito uma série de campanhas para a aceitação da união entre pessoas do mesmo sexo. Sobre isso o pastor da Advec disse: “Isso que ele (Sérgio Cabral) está fazendo é um absurdo. Por que não pega esse dinheiro dessas propagandas e faz uma campanha em favor da família? hoje (no evento gospel) eu vou descer o bambu nele. Vai tomar uma varada. Eu vou bater com vontade. Eu estou esperando por essa (oportunidade) há muito tempo. Amanhã eu vou dar uma resposta ao governador”.

Mas não é só sobre as campanhas sobre homossexualidade que Malafaia tem criticado o governador, ele também se mostrou indignado com as declarações que Cabral deu sobre o aborto.

“Ele falou claramente: Quem é que nunca teve uma namoradinha que fez um aborto?”.

Para o pastor Malafaia o governo do Rio de Janeiro está dando apoio “descarado” à causa gay.

Sobre a Marcha para Jesus o líder religioso disse que esse evento será uma grande oportunidade de fazer uma “declaração profética que o Brasil é de Jesus”.

A Marcha para Jesus do Rio de Janeiro acontece neste sábado às 13h na Central do Brasil e segue até a Cinelândia onde um palco foi montado para receber vários cantores evangélicos.

Entre eles Pregador Luo, Renascer Praise, Fernandinho, Jozyane, Marquinhos Gomes, Ministério Gospel Night, Adriano Gospel Funk, Comunidade Evangélica da Zona Sul, William nascimento, Waguinho, Kainón e muito mais.

Fonte: Gospel Prime

03/06/2011

Estrela cristã, Miley Cyrus apoia casamento gay e afirma “Deus é Amor”


A ex-estrela da Disney Miley CyrusA ex-estrela da Disney Miley Cyrus expressou recentemente seu apoio ao casamento homossexual e atacou Rick Santorum e seus apoiantes corporativos por defenderem o casamento tradicional.

Cyrus, em esforço de atacar a loja Urban Outfitters, por supostamente copiar designs de jóias, ligou a empresa à Santorum e ironizou as declarações de oposição ao casamento sexual em uma mensagem no Twitter na semana passada.

Santorum, um ex-senador da Pensilvênia nos EUA, tem sido um defensor da família e do conservadorismo social. Ele escreveu um livro “It Takes a Family: Conservatism and the Common Good” que fala que o casamento entre um homem e uma mulher é importante para a criação das crianças, não somente companheirismo ou gratificação sexual.

Legalizar o casamento gay, diz Santorum, significa “a sociedade irá ensinar à próxima geração que o casamento é um esforço egoísta primariamente para a satisfação adulta, não para o bem estar da criança.”

A posição de Santorum vem de sua fé católica e se alinha com os valores cristãos. Cyrus professa que ela é cristã, mas diz que apoia o casamento gay.

A fotógrafa cristã Tammy Hudson tuitou, “O que aconteceu com aquela garota cristã de [Tennessee] com decentes valores morais e grande coração?” em resposta aos comentários de Miley sobre Santorum.

Cyrus respondeu, “Que declaração ignorante. Eu não tenho grande coração proque eu vou ser uma mente fechada e hipócrita? AMOR é AMOR. DEUS é AMOR.”

Randy Thomasson, presidente do grupo de defesa pró-família Save California, disse que Cyrus e outras cristãs mau direcionadas estão exibindo uma verdade “algodão-doce” disfarçadas de “Cristãs.”

Santorum que lançou seu comitê exploratório para a candidatura para a corrida republicana de 2012, não reagiu publicamente às observações de Cyrus.

Fonte: The Christian Post

27/05/2011

Deputados da frente evangélica e católica pretendem anular decisão do STF sobre união gay


Deputados da frente evangélica e católica pretendem anular decisão do STF sobre união gayDeputados evangélicos e católicos protocolam documento para sustar a decisão do Supremo Tribunal Federal que reconheceu como entidade familiar a união entre pessoas do mesmo sexo.

Os parlamentares se reuniram na noite desta quarta-feira, 25, juntamente com o presidente da Câmara, deputado Marco Maia, para protocolar um Projeto de Decreto Legislativo que tem o objetivo de anular a decisão do STF e todos os atos decorrentes dessa decisão.

O texto do documento declara que o Supremo agiu contra sua principal função que é julgar os casos em cima da Constituição Federal e do Código Civil. Citando trechos dessas cartas os deputados caracterizavam a decisão como inconstitucional e por isso tem que ser suspensa.

O PDL tem cinco páginas e é assinado pelo deputado João Campos, presidente da FPE, que conseguiu o apoio de outros deputados para levar esse projeto à diante.

Clique aqui ter acesso ao documento na íntegra

Fonte: Gospel Prime

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