Posts tagged ‘Mulher no Ministerio’

23/11/2012

Igreja Anglicana se vê em crise após rejeitar mulheres como bispas


O Sínodo Geral rejeitou a ordenação de mulheres como bispas, apesar das sacerdotisas representarem um terço do clero da igreja. O arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, disse que a Igreja “perdeu certa credibilidade”.

Em um sinal do aprofundamento da crise na Igreja Anglicana após sua rejeição da nomeação de mulheres como bispas, seu líder espiritual disse na quarta-feira (21) que a Igreja “sem dúvida perdeu certa credibilidade” e tinha “muitas explicações a dar” às pessoas que consideram suas deliberações opacas.

O arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, falou após uma reunião de emergência dos bispos, convocada para debater o resultado por pequena margem da votação de terça-feira (20) do Sínodo Geral, que rejeitou a ordenação de mulheres como bispas, apesar das sacerdotisas representarem um terço do clero da Igreja Anglicana. As sacerdotisas ocupam altas posições como cônegas e arquidiáconas, e algumas esperavam garantir a nomeação como bispas em 2014 se a mudança fosse aprovada.

A votação pareceu representar uma rejeição direta aos esforços reformistas de Williams durante seus 10 anos como chefe da Igreja e um enorme revés para uma campanha pela mudança, que tem sido debatida de modo intenso e frequentemente amargo ao longo da última década.

Mais de 70% dos 446 votos do sínodo foram favoráveis à abertura do episcopado da Igreja para as mulheres. Mas os procedimentos de votação do sínodo exigem uma maioria de dois terços em cada uma das três “casas”: bispos, clero e leigos. Apesar dos bispos e o clero terem atendido esse critério, a votação entre os leigos ficou seis votos aquém da maioria de dois terços.

A Igreja Anglicana é considerada uma Igreja estabelecida, o que significa que é reconhecida pela lei como representante da religião oficial, desfruta de privilégios especiais e é apoiada pelas autoridades civis.

Alguns parlamentares sugeriram na quarta-feira que a votação no sínodo criaria uma crise nas relações entre a Igreja e o Estado, já que a rejeição de mulheres como bispas contradiz as leis nacionais de igualdade de gênero. O primeiro-ministro David Cameron, já em atrito com a Igreja em torno dos planos do governo para legalizar o casamento de mesmo sexo no ano que vem, pediu às autoridades da Igreja na quarta-feira para encontrarem uma saída para o impasse.

“Está muito claro que é o momento certo para mulheres serem ordenadas bispas, como já é há muitos anos. Eles precisam seguir em frente com isso e implantar o programa”, ele disse ao Parlamento na quarta-feira. “Mas é preciso respeitar as instituições individuais e a forma como funcionam, e ao mesmo tempo lhes dar uma forte cutucada.”

Falando na quarta-feira sobre o sínodo de modo incomumente ambíguo, Williams declarou: “Nós temos, para colocar de modo bem claro, muitas explicações a dar”.

“Quaisquer que sejam os motivos para a votação de ontem, qualquer que seja o princípio teológico com base no qual as pessoas agiram e falaram, permanece o fato de que grande parte dessa discussão não é inteligível para a sociedade como um todo.”

“Pior do que isso, faz parecer que estamos intencionalmente cegos a algumas das tendências e prioridades da sociedade”, ele disse, parecendo reconhecer as críticas de dentro de suas fileiras de que a Igreja –que já enfrenta um encolhimento das congregações– está perdendo ou já perdeu relevância na sociedade moderna.

“Em consequência de ontem, a Igreja sem dúvida perdeu certa credibilidade em nossa sociedade”, disse.

“A cada dia que fracassamos em resolver esta questão de modo que nos agrade à Igreja Anglicana, é mais um dia em que perdemos credibilidade aos olhos da população.” “Nós não podemos, como eu disse ontem em meus comentários, conviver teologicamente por tempo indeterminado com a anomalia de termos sacerdotisas que não podem ser consideradas bispas.”

O arcebispo deverá se aposentar no mês que vem, após passar grande parte do seu tempo como líder da Igreja da Inglaterra e líder simbólico da Comunhão Anglicana, elaborando acordos complexos visando impedir um cisma entre os reformistas e os tradicionalistas.

“Ontem não produziu nada para reduzir a polarização em nossa Igreja”, disse Williams na quarta-feira.

O arcebispo já tinha reconhecido o fracasso em conseguir uma reconciliação duradoura, mas a votação de terça-feira pareceu lhe roubar uma oportunidade final de salvar algo de seu legado.

“Um dia muito triste”, disse o reverendíssimo Justin Welby, o sucessor recém-nomeado do arcebispo, em uma mensagem pelo Twitter. “Acima de tudo para as sacerdotisas e apoiadores, é preciso cercar todos com oração, amor e cooperação com nosso Deus salvador.”

Tanto Williams quanto Welby apoiam as bispas. A votação de terça-feira deixou Welby na posição de assumir uma Igreja aparentemente incapaz de resolver uma questão que é apenas um dos debates contenciosos ligador a gênero e sexualidade.

Desde que a Igreja Anglicana se separou de Roma sob Henrique 8º há quase 500 anos, apenas homens são nomeados bispos, e o resultado do sínodo de dois dias foi visto por ambos os lados como um divisor de águas na luta maior pelo futuro da Igreja Anglicana.

No encerramento do debate no sínodo, uma importante ministra da Igreja Anglicana, a cônega Rosie Harper, disse que uma rejeição “seria vista inevitavelmente como o ato de uma Igreja moribunda, mais casada ao passado do que comprometida com a esperança pelo futuro”.

Mas em uma entrevista de rádio na quarta-feira, John Sentamu, o arcebispo de York que é o segundo na hierarquia da Igreja, disse que esta permanece “bem” viva.

“Nesta manhã as pessoas estão dizendo que a Igreja cometeu suicídio, que a Igreja está morta”, ele disse ao entrevistador da BBC. “Bem, pessoas mortas não conversam. Nós estamos conversando, nós não cometemos suicídio, nós estamos bem vivos.”

Fonte: The New York Times

22/11/2012

Igreja Anglicana não aprova ordenação de mulheres bispos


Igreja Anglicana não aprova ordenação de mulheres bisposO Sínodo da Igreja Anglicana votou e a ordenação de mulheres bispos não foi aprovada. O encontro reuniu bispos, clérigos e leigos na Church House, no total eram 470 pessoas que definiriam se as mulheres poderiam ou não ser reconhecidas como bispos.

Para que a nova lei fosse aceita era preciso ter dois terços dos votos favoráveis, o que não aconteceu. Entre os bispos e clérigos a proposta foi aceita, mas os leigos se votaram contra como contou o arcebispo de York, John Sentamu, aos jornais locais.

Entre os bispos que aprovavam a ordenação de mulheres estava o líder espiritual da Igreja Anglicana, Rowan Williams, o arcebispo de Canterbury, mas muitos outros representantes da igreja inglesa eram contra a nova medida.

Religiosos tradicionalistas e reformistas divergem a respeito deste tema, antes mesmo da decisão já era possível perceber que os membros da igreja não tinham uma opinião definida, já que mil deles enviaram uma carta para o jornal The Independent pedindo a aceitação de mulheres como bispos. Outros 325, porém entraram em contato com o The Times condenando a ordenação.

Há apenas 20 anos que a Igreja Anglicana aceita mulheres como pastoras e desde então o tema sobre ungi-las como bispos vem sendo discutido.

Fonte: Gospel Prime

02/10/2012

Devi Titus fala sobre o papel da mulher cristã no Brasil


Devi Titus fala sobre o papel da mulher cristã no BrasilEntre as grandes presenças internacionais que estiveram na Expocristã 2012 estava a conferencista Devi Titus que conversou com a correspondente do Gospel Prime, Carla Stracke sobre o ministério feminino e o papel da mulher cristã no Brasil.

Devi ficou ainda mais conhecida em nosso país depois de ministrar do Congresso Diante do Trono, despertando a participação das mulheres na igreja, tema que ela pretende transformar em um comitê para que essas ministras brasileiras possam se conhecer e trocar experiências entre si.

Autora de grande relevância nos Estados Unidos, Devi Titus também fala sobre os livros que são lançados no Brasil, dizendo que é importante oferecer para as mulheres livros que falem sobre atitudes práticas do dia a dia, para ajudá-las a transformarem suas vidas e suas casas.

Leia a entrevista completa:

Gospel Prime – Devi, o Brasil está passando por um boom na área ministerial feminina nos últimos anos e desde 2011 você tem sido parte disso com suas ministrações práticas para mulheres, além de seus livros. O que você acha disso tudo e quais são os planos para o futuro?

Devi Titus – Acho isso maravilhoso. O Brasil está cheio de mulheres de Deus maravilhosas e espalhadas em cada canto, só que elas ainda não se conhecem. Nossa idéia é fazer algo como um comitê nacional para que elas se conheçam e ministrem por todo o país. Devo auxiliá-las para iniciar esse processo.

GP – De uns tempos para cá, livros específicos para a ala feminina têm sido lançados, porém a maioria deles está muito similar e focam somente em temas em como uma mulher deve orar, formatos de oração etc. O que você acha disso?

Devi – Livros sobre oração são importantes, mas já está mais que na hora das mulheres colocarem toda essa teoria em prática e também o Brasil ter livros sobre atitudes práticas para mulheres cristãs. Elas precisam ser transformadas e transformarem suas casas.

GP – Vivemos em uma era onde a maioria das mulheres já foram criadas para serem autossuficientes – estudar, trabalhar, viajar, ter seu próprio sustento, tudo isso de preferência até os 30 anos e então depois procurar por um parceiro para casar se acharem necessário. Já ouvi algumas ministrações suas e muitas das coisas que você diz minha avó dizia para mim que era o molde de uma mulher antigamente. O que você acha disso?

Devi – Tudo o que falo sobre comportamento feminino é 100% baseado na palavra e provavelmente essas coisas que sua avó te dizia e eram encaradas como algo cultural, também eram posturas cristãs de uma mulher que foi se perdendo com o tempo. Resumindo, tudo que uma mulher deve ser muitas vezes não foi ensinado a ela e é praticamente o oposto do que dizem por aí sobre como uma mulher brasileira deve ser culturalmente falando. Tudo está na palavra de Deus, é só elas a seguirem e coloca-la em prática.

Fonte: Gospel Prime

21/08/2012

Estudo mostra que 75% das mulheres são felizes na igreja


Infográfico: Estudo mostra que 75% das mulheres são felizes na igrejaAs mulheres são a espinha dorsal de um número crescente de igrejas evangélicas. Elas são mais propensas que os homens a serem vistas nos bancos, servindo como voluntárias e professoras de diferentes grupos, incluindo na escola dominical. No entanto, o que elas pensam sobre ocupar esses papéis na igreja? Será que elas se sentem valorizadas? Elas estão satisfeitas com seu nível de envolvimento e oportunidades para liderar?

O fato é que as mulheres evangélicas de hoje em dia podem fazer nas suas igrejas quase tudo o que os “líderes” homens fazem. A pesquisa recém-divulgada do Grupo Barna, especializado em coletar dados junto aos cristãos evangélicos, tenta responder algumas das perguntas propostas acima.

O Instituto Barna de Pesquisas aponta em um novo estudo que apenas 24% das entrevistadas dizem que sua igreja não permite mulheres na equipe pastoral, enquanto 62% dizem que todas as funções pastorais estão disponíveis para as mulheres.

Quatro em cada cinco mulheres entrevistadas concordam que a sua igreja “valoriza a liderança de mulheres, tanto quanto a dos homens”. Mais de 70% disseram que estão “realizando um ministério significativo” em sua igreja, e 55% “espera que sua influência aumente”.

No entanto, mais de 30% das mulheres sentem-se “conformadas” com suas baixas expectativas em relação à igreja e 20% se sentem “subutilizadas”.

O dado mais intrigante é que quase 75% das mulheres entrevistadas acreditam que “podem e devem fazer mais para servir a Deus”.

O presidente do Grupo Barna, David Kinnaman, diz que este estudo ajuda a gerar um debate mais profundo sobre o papel das mulheres nas igrejas. Enquanto muitas mulheres estão satisfeitas com suas igrejas, um número crescente evita a igreja, disse ele.

“A pesquisa mostra que há uma enorme pluralidade de experiências para as mulheres nas igrejas de hoje, desde as que estão muito satisfeitas até as que acreditam que a igreja é um dos lugares menos agradáveis para elas estarem”, disse Kinnaman.

O estudo constituiu de uma série de perguntas feitas por telefone, com mulheres acima dos 18 anos que se identificaram como evangélicas e assistiram a pelo menos um culto em igreja cristã nos últimos meses. A margem de erro é estimada em +/- 4,1 pontos percentuais.

O portal Gospel Prime produziu um infográfico com os resultados da pesquisa. Também disponibilizamos um código para você copiar o infográfico em seu site ou blog.

Fonte: Infográfico

 

19/04/2011

Culto de encerramento da Unemad destaca serviço social na igreja


Culto de encerramento da Unemad destaca serviço social na igrejaA importância e os despertamento para o serviço social da igreja, principalmente por meio da vida das esposas de pastores foi abordagem principal no culto de encerramento da União Nacional Esposas de Ministros da Assembleia de Deus (Unemad). O tema foi ministrado pela irmã Wanda Freire Costa, líder da Unemad. Ela se baseou no livro de Atos 6.1-7 e destacou a vida de Dorcas como referência.

A última reunião foi no mesmo local das anteriores e não foi diferente das outras. O quebrantamento, renovo espiritual, regozijo na alma foram mo momentos ímpar vivenciado pelas participantes.

A Unemad em Cuiabá contou com presença de 600 irmãs de várias partes do Brasil e exterior. Como por exemplo, a cantora Mari Hoffmann, da AD em Munique (Alemanha). É a segunda vez que ela vem ao Brasil especialmente para fazer parte dos encontros. “É evento foi magnífico com todas as experiências pessoais compartilhada pela irmã Wanda Freire edificou minha fé. E me fez entender que aqueles que esperam no Senhor e estão livres para fazer a sua vontade é mais que vencedor”, diz.

O entrosamento entre as mulheres também foi outro resultado positivo da Unemad. “Achei as irmãs mais unidas e abertas a troca de experiências. Houve um estreitamento entre esposas de pastores do país todo que possibilitou uma união maior entre nós”, a declaração é da irmã Helena Claudino do Rio de Janeiro.

A conscientização de temas que abordam a vinda de Jesus também estava na pauta. Para a irmã Suzan Moreira da AD Natal (RN), o evento foi uma bênção. “Deus tem nos convocado para essa última hora desta batalha de pregar o evangelho. Ele tem nos falado para sermos triunfante como Débora e perseverante e confiante porque Ele está voltando”, afirma.

Finalizando a Unemad em Cuiabá, irmã Wanda Freire agradeceu  as preletoras, a equipe que cooperou e principalmente as participantes. “Fechamos esta a nossa reunião com chave de ouro. Houve um derramar do Espírito Santo e podemos adquirir crescimento espiritual e estamos saindo daqui edificadas e mais fortalecidas na fé em Jesus”, declara líder da Unemad.


Fonte: Gilda Julio

27/03/2011

Missionários da Assembléia de Deus em Honduras batizam 18 novos convertidos


Trabalho em Honduras segue em crescimento

No último dia 20 de março os missionários alagoanos, pastor Ivaldo e irmã Fátima Cruz, batizaram 18 novos membros

da Assembleia de Deus em Comayagua, em Honduras. A maioria dos que desceram as águas é jovem.

O casal também informou que a igreja foi oficializada como pessoa jurídica respeitando todos os trâmites legais exigido pelo país.

Segue abaixo um registro fotográfico do batismo e de dois casamentos celebrados pela Assembléia de Deus na região.

Com inofrmações da AD de Alagoas
Redação CPAD News

17/03/2011

Ester Bezerra, esposa do Bispo Edir Macedo, recebe homenagem de mulheres africanas


A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) mantém, desde 2009, um grupo chamado Sisterhood, que tem como integrantes jovens entre 14 e 30 anos. Elas recebem ensinamentos espirituais, com o objetivo de formar meninas e mulheres de Deus exemplares.

Recentemente, em Joanesburgo, na África, integrantes do grupo realizaram a premiação anual das jovens que se destacaram durante todo o ano. O evento foi marcado por uma homenagem à escritora Ester Bezerra , pelo exemplo e trajetória de esposa, mãe e mulher, que desempenha ao lado do marido e fundador da IURD, bispo Edir Macedo.

A responsável pelo grupo Sisterhood no país, a big sister Donna Onwubiko, em discurso, agradeceu pela diferença que a escritora faz na vida de tantas mulheres, através do seu exemplo de vida.

A filha, Cristiane Cardoso, reconheceu a importância da mãe na vida dela e das outras pessoas, por meio de uma homenagem em seu blog:

“Minha mãe é o tipo de mulher que adora apreciar. Ela aprecia o meu pai, minha irmã, meu irmão e eu, seus filhos de lei, o neto, nossos amigos, nosso trabalho, nosso tempo, nossos olhares, nossas casas, nossas agendas, nossos sonhos e nossa fé. Ela ama comprar nossas roupas e dizer ‘eu te amo, você é linda’”.

Cristiane Cardoso, idealizadora do projeto Sisterhood, tem desempenhado um papel importante na vida de muitas meninas em todo o mundo, resgatando a essência feminina em cada uma delas.

A jovem Rebeca Rocha recebeu ensinamentos e orientações, alcançando a mudança de vida. “Quando olho para trás e lembro-me de como eu era, fico chocada. Eu tinha fé e boa intenção no meu coração, mas me faltava a instrução e a disciplina. Hoje me sinto diferente e abençoada”, relata.

O projeto também visa formar crianças de 3 a 12 anos em meninas de Deus exemplares. No Pré-sisterhood (foto abaixo), as pequenas aprendem a realizar tarefas diárias, como ajudar os pais nos afazeres domésticos e estudar, sempre colocando Deus como prioridade na vida delas.

Cristiane explica o motivo pelo qual decidiu criar o grupo: “Diante de tantas mensagens conflitantes que as crianças recebem no dia a dia, principalmente através de programas de tevê, o grupo Pré-sisterhood ensina como essas meninas podem se tornar mulheres de fé, de uma maneira divertida, por meio de tarefas simples, que proporcionam disciplina, educação, respeito e espiritualidade.”

Fonte: Arca universal

 

18/02/2011

IBAD realiza o II Encontro de Esposas de Pastor


IBAD realiza o II Encontro de Esposas de Pastor Entre os dias 4 e 6 de fevereiro deste ano, o IBAD (Instituto Bíblico da Assembléia de Deus) recebeu mulheres de diversas partes do Brasil e exterior para o II Encontro de Esposas de Pastor, coordenado pela Missionária Helba Lemos. O evento teve com tema “A mulher sem nome” e contou com a presença de 60 mulheres que nesses três dias foram abençoadas.

Na sexta-feira, no Culto de Abertura e adoração, a Palavra de Deus foi ministrada pela Conferencista Lídia Fernandes, Recife (PE). Sábado nos workshops as palestrantes foram à psicóloga Ana Cláudia, Taubaté (SP) sob o tema: Dependente ou co-dependente X Relacionamento saudável, e a Pra Elizabeth Inácio, Rio de Janeiro (RJ) com o tema: Sem identidade, sem amizade e sem Pastor.

À noite, reunidas no refeitório do IBAD para o Chá, todas as mulheres usaram chapéus, adereço usado como referencial para a ministração da mensagem pela professora Ana Cláudia.

No domingo, a ex-aluna, missionária Ivonete Zabot de Curitiba – PR compartilhou seu testemunho no qual, muitas mulheres foram desafiadas. Logo após o momento de louvor a irmã Lídia Fernandes trouxe a ministração da palavra de Deus e, com a benção apostólica, o Pr.Mark Jonathan Lemos fez o encerramento.

Fonte: CPAD News

01/02/2011

Exibir Gospel traz Regis Danese para Encontro de Mulheres


A segunda edição do Encontro de Mulheres Cristãs, promovido pela revista Exibir Gospel, terá este ano um convidado especial: o cantor Regis Danese, que alcançou sucesso nacional, no meio gospel e secular, com a música “Faz um milagre em mim”. Ele se apresentará com a banda, dia 22 de março, na sede da Assembleia de Deus Madureira Campo de Mogi das Cruzes, no Mogilar. Os convites para participar do encontro custarão R$ 25 e já podem ser reservados pelo telefone 2312-0523 ou pelo atendimento on-line do site http://www.exibirgospel.com.br. Além do show, as mulheres serão prestigiadas com um coquetel na recepção.

O objetivo do encontro é promover, no mês das mulheres, uma noite de confraternização entre cristãs de diferentes denominações. Na ocasião, a revista prestará uma homenagem às lideranças evangélicas do Alto Tietê. “Neste encontro queremos nos alegrar com as mulheres que, assim como nós da Exibir Gospel, fazem da fé em Cristo sua razão de viver. Vamos presenteá-las com o show do Regis Danese e festejar juntas pelas conquistas e vitórias”, afirma a diretora-presidente da publicação, Sentileusa de Moraes.
O ministro de louvor – que foi capa da primeira edição da revista em outubro de 2009 – relembrará ao vivo algumas músicas do seu CD Compromisso, que inclui a canção mais conhecida do cantor, e do seu último trabalho, “Família”, que também já é um sucesso de vendas.

Fonte: Exibir Gospel / Cepavi

20/01/2011

Música – ‘Passei pelo deserto e vi Deus me moldando’, diz ex-Fat Family


A cantora Celinha Batista, conhecida por ter participado do grupo Fat Family, se prepara para lançar seu primeiro CD solo gospel.

Celinha se converteu e hoje é comprometida em levar a Palavra de Deus por onde for. Uma das ferramentas da cantora, além de canções, é seu próprio testemunho.

Em entrevista exclusiva ao GUIA-ME, ela conta do chamado de Deus, das renúncias que fez e das barreiras que enfrentou. Confira.

Guia-me: Como foi o seu chamado para o ministério?

Celinha Batista: Tem quatro anos que Deus me chamou para dirigir sozinha um ministério. Ele perguntou se eu estava disposta a renunciar a tudo e eu aceitei mais que depressa, porque eu soube que Ele me amou primeiro e que antes da fundação do mundo Ele tinha planos e sonhos para a minha vida. E essa renúncia foi a planos e sonhos de homens para cumprir os planos do Senhor na minha vida, e foi a melhor decisão.

Guia-me: Essa também foi sua conversão?

CB: Na verdade, em 2003 eu aceitei a Cristo, mas eu digo que a conversão mesmo foi em 2006 quando renunciei a tudo, porque não é só aceitar a Jesus. Você tem toda uma transformação e precisa deixar que o Espírito Santo te molde. Depois de três eu anos eu falei: ‘aceitar a Jesus não é só isso, nova criatura não é só isso’, aí falei: ‘Deus, me ensina, porque eu sabia fazer show e agora eu quero te adorar’. Eu estudei a Palavra no Centro de Treinamento Rhema, me formei em 2008, paralelo a isso eu ministrava em igrejas, fui para congressos de louvor e adoração, fui ministrada por Asaph Borba, Adhemar de Campos, Massao, Ronaldo Bezerra, então eu estou recheada de grandes unções. Nesses quatro anos eu desci na olaria de Deus, porque era necessário, passei pelo deserto e vi Deus me moldando. Luz chega e trevas saem, eu passei por esse processo.

Guia-me: Você sempre pertenceu à mesma igreja?

CB: Hoje eu sou membro da Igreja Batista do Povo, na Vila Mariana, São Paulo. De 2003 a 2006 eu era apenas visitante em uma igreja. Eu chegava e o culto já tinha começado, mas tinha um primeiro lugar para mim e eu vi que não era isso, porque aceitar a Cristo não é ser artista evangélico, aí eu fui servir, ser verdadeiro discípulo de Cristo.

Guia-me: Como nasceu o projeto do CD?

CB: Conheci a IVC [gravadora] em maio, porque eles me convidaram para participar da gravação de um DVD e no final a pastora me procurou e falou para começarmos a orar por algo que o Senhor tinha colocado no coração dela. O Senhor que levantou esse ministério e essa gravadora porque a Bíblia diz que Ele abre portas onde não há porta e a porta que Ele abre ninguém fecha. Eu estava em campanha, orando às madrugadas, e eu estava declarando e chamando à existência o que eu não estava vendo, e em 21 dias a pastora meligou e disse: ‘Celinha, vamos conversar sobre seu CD’, mas eu disse para Deus: ‘Pai, eu não quero, porque a pastora quer ou porque tenho uma voz bonita. Não é uma voz bonita que vai despedaçar o jugo da vida de outra pessoa, é a tua unção’, e agora é a concretização da promessa D’Ele, porque Ele é fiel.

Guia-me: Se tivesse se precipitado e gravado o CD logo que se converteu, acredita que não estaria vivendo essa boa fase que relatou?

CB: Não seria perfeito, porque eu teria feito com a força do meu braço. Eu ia simplesmente cantar, mas não ia estar recheada da unção de Deus. Vidas não seriam impactadas, porque em mim havia um vazio. Quando eu me converti o Espírito Santo estava em mim, mas precisava de liberdade para trabalhar e não tinha tido tempo. Se eu saísse do secular e já fosse para o gospel, ia ser mais um CD sem fazer diferença e sem impactar as vidas das pessoas.

Guia-me: As pessoas costumam rotular e dizer que quando algum artista perde espaço na mídia secular, migra para o meio gospel. Por que você acha que elas dizem isso? Você enfrentou essa rotulação?

CB: Sabe o que é você querer fazer as coisas no tempo certo, do jeito certo, e as pessoas vendo os testemunhos que não são tão bons assim e colocando tudo em um mesmo pacote? Sofri muito com isso. Até teve uma época em que pensei ‘acho que meu tempo acabou aqui na minha igreja’, porque coisas se levantaram de tal forma que estavam me sufocando, mas Deus foi acalmando e colocou intercessores para orar por mim. Aprendi muito com essas pessoas que estavam há mais tempo na igreja e aprendi com Deus que para o Senhornão tem tempo de crente. Não é o tempo de crente que o Senhor não despreza, é o coração contrito e quebrantado, e isso foi confortando o meu coração. O Senhor foi muito misericordioso comigo e me mostrou que eu sou preciosa para Ele.

Eu não queria e não podia ser um mau testemunho. É fácil você apontar e falar ‘olha o artista, agora não tem espaço na Globo e vai para a igreja. Uma vez eu fui em uma igreja em Brasília e o pastor falou ‘artista quando não tem espaço na Globo vem para Cristo’, ele acabou comigo, mas eu disse para Deus que Ele sabia que não foi para isso, porque não fui eu que escolhi, mas o Senhor que me escolheu. Por conta dos maus testemunhos que não são acompanhados, não são discipulados, todo mundo é rotulado, mas a Palavra de Deus me fez perseverar.

Guia-me: O processo de renúncias na sua vida foi demorado?

CB: Queria que Deus tivesse prazer em mim e fui renunciando a tudo, não canto mais as músicas que eu cantava. Uma das últimas vezes que eu cantei com os meus irmãos foi em uma igreja e eu tive a oportunidade de cantar um louvor da pastora Ludmila Ferber: ‘Como oleiro, com tuas mãos transforma o vaso. Como barro quero sentir tuas mãos moldando o meu ser. Vem agora e quebra em mim o que não serve. Me faz de novo, pois só com o Teu tocar minha vida, eu sei, vai mudar. Toca em mim, Jesus’, foi tremendo e quando tocou a música do Fat Family eu não conseguia cantar, não saía nenhuma palavra e foi ali que o Senhor falou ‘é isso que Eu quero’. Quatro meses depois, no dia do meu aniversário o Senhor falou ‘é agora, você quer renunciar?’ que foi em 2006, no dia seguinte tinha ensaio com os meus irmãos e eu fui só para comunicar. Ninguém entendeu nada e até hoje eles não entendem.

Guia-me: Sua carreira no Fat Family foi um aprendizado para o seu ministério?

CB: Toda referência é válida. Não foi em vão. Sei que o Senhor permitiu e nos deu muitos livramentos enquanto estávamos no mundo, mas depois que consagrei a minha voz ao Senhor, Ele se apossou daquilo era d’Ele e mudou para muito melhor.

Por Juliana Simioni

Fonte: GUIA-ME

%d blogueiros gostam disto: