Posts tagged ‘Mulheres’

22/09/2013

IstoÉ destaca a “força das pastoras” no Brasil


sharaApós ouvir várias mulheres em posição de liderança e compilar dados, veio a conclusão: quase metade do corpo pastoral é feminino.

 Embora nem todas assumam o púlpito, sua influência é cada vez maior. Cristiane Cardoso, filha do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus vendeu mais de um milhão de cópias do seu livro “Casamento Blindado”. Um feito histórico num Brasil hoje governado por uma mulher.

 “Entendemos que a liderança da mulher é uma necessidade da igreja e vai muito além do título ou cargo que ela exerce. Temos pastoras consagradas no Brasil e ao redor do mundo”, explica Cristiane que é casada com Renato, pastor da IURD, com quem também divide a apresentação do programa “Escola do Amor”, da Rede Record.

 Uma das mais antigas e conhecidas pastoras do Brasil é Sônia Hernandes, hoje bispa da Igreja Renascer em Cristo. Pregadora, cantora, autora e apresentadora de TV, ela abriu caminho para milhares de outras em várias denominações. “Sem o viés feminino que Sônia trouxe à igreja, por certo a denominação não teria tido tanto avanço como houve no Brasil”, explica Rogério Rodrigues da Silva, pesquisador da Universidade de Brasília.

 Possivelmente a mais influente pastora dessa nova geração é Ana Paula Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, fundada pelo pai dela. Com sede em Belo Horizonte, 44,6% do corpo pastoral da Lagoinha é do sexo feminino. Aos 37, Ana Paula é uma das mais famosas cantoras do movimento gospel. Ela explica que estudou em um seminário para poder ser consagrada. “Algumas cantoras começaram a se destacar nos grupos de louvor e um dos desdobramentos disso foi o reconhecimento da capacidade que a mulher tem para exercer a função de liderança, inclusive em outras frentes”, conclui.

 Inegavelmente, as mulheres conquistaram seu espaço mesmo nas denominações mais tradicionais. Entre os metodistas e os anglicanos elas ocupam aproximadamente 30% dos cargos de liderança na igreja. No mês passado, a Assembleia de Deus, maior denominação do Brasil, pela primeira vez permitiu que mulheres fossem consagradas evangelistas. Samuel Ferreira, um dos principais líderes da Assembleia admite: “Já não dá mais para negar a importância da mulher dentro das nossas igrejas. Eu não tenho o direito de negar a elas a prerrogativa de exercerem essa liderança.”

Segundo a IstoÉ, ainda é bem maior o contingente de religiosas escaladas para tarefas como limpar e ornamentar a igreja, cozinhar e assessorar pastores em visitas externas. Contudo, cresce o número de mulheres pregando em púlpitos, batizando, realizando casamentos e celebrando a ceia em muitos templos.

Sarah Sheeva é outro bom exemplo da influência das pastoras cantoras. Assim como Sônia Hernandes e Ana Paula Valadão, ela também se tornou conhecida primeiramente pela música. Filha da também pastora Baby do Brasil, dedicou 16 anos à denominação. Aos 40, mudou-se do Rio de Janeiro para Goiânia. Agora prefere ser uma pastora missionária e viajar pelo Brasil para pregar. Conhecida por realizar o “Culto das princesas” seu canal no YouTube já foi visto por mais de dois milhões de pessoas. “Pessoas ficam com um pé atrás quando chego. Pensam: ‘Mas é essa jovem que vai trazer a palavra, ministrar um congresso” Temos de nos esforçar duas vezes mais para ganhar a confiança”, explica.

 Aos que questionam a ordenação delas, a pastora Simone Saiter, 40, da Igreja Viva Praia da Costa explica que a passagem de 1 Coríntios 14:34 não deveria mais ser usada como impeditivo. Para ela, o silêncio exigido naquela época era parte de um contexto cultural. Como os cristãos se reuniam em sinagogas, as mulheres não podiam se manifestar. Dois mil anos depois, a realidade é outra.

 Veja alguns números apresentados pela revista ISTOÉ:

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26/11/2012

Mulheres da Arábia Saudita são controladas eletronicamente pelo governo


Mulheres da Arábia Saudita são controladas eletronicamente pelo governoAlém de não terem o direito de viajar sem o consentimento de seus responsáveis masculinos e proibidas de dirigir, as mulheres da Arábia Saudita são agora monitoradas por um sistema eletrônico que controla os movimentos se elas atravessarem as fronteiras.

Desde a semana passada, os responsáveis masculinos pelas mulheres da Arábia começaram a receber mensagens de texto em seus celulares informando quando as mulheres sob sua custódia deixam o país, mesmo que estejam viajando juntos.

Manal al-Sherif, a ativista que se tornou símbolo de uma campanha lançada no ano passado, exortando as mulheres sauditas a desafiarem a proibição de dirigir, começou a espalhar a informação no Twitter, depois que foi alertada por um casal.

O marido, que estava viajando com sua esposa, recebeu uma mensagem de texto das autoridades de imigração informando-o que sua mulher havia deixado o aeroporto internacional de Riad.

“As autoridades estão usando a tecnologia para monitorar as mulheres”, disse o colunista Badriya al-Bishr, que criticou o “estado de escravidão em que as mulheres são mantidas” no pais muçulmanos ultraconservador. “Esta é uma tecnologia usada para o atraso, e assim manter ae mulheres presas”, disse Bishr.

Para que uma mulher saia da Arábia Saudita sem permissão de seu guardião masculino, ele deve dar o seu consentimento ao assinar o que é conhecido como a “folha amarela” no aeroporto ou no posto de fronteira. A nova tecnologia emite o alerta após a leitura de um chip instalado no passaporte que se comunica com a internet. Há rumores para a futura implantação de chips similares sob a pele, algo não confirmado pelo governo saudita.

A medida das autoridades sauditas foi rapidamente condenada nas redes sociais, embora o acesso do mundo árabe a esses meios ainda seja bem restrito.

A Arábia Saudita, onde fica Meca, vive sob uma interpretação radical da sharia, ou lei islâmica. É o único país do mundo onde as mulheres não têm permissão para dirigir. O reino impõe regras rígidas que restringem a convivência entre os sexos. Pela lei, as mulheres são obrigadas a usar um véu e um manto preto, ou abaya, que as cobre da cabeça aos pés, exceto para as mãos e o rosto.

Fonte: Gospel Prime

23/11/2012

Igreja Anglicana se vê em crise após rejeitar mulheres como bispas


O Sínodo Geral rejeitou a ordenação de mulheres como bispas, apesar das sacerdotisas representarem um terço do clero da igreja. O arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, disse que a Igreja “perdeu certa credibilidade”.

Em um sinal do aprofundamento da crise na Igreja Anglicana após sua rejeição da nomeação de mulheres como bispas, seu líder espiritual disse na quarta-feira (21) que a Igreja “sem dúvida perdeu certa credibilidade” e tinha “muitas explicações a dar” às pessoas que consideram suas deliberações opacas.

O arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, falou após uma reunião de emergência dos bispos, convocada para debater o resultado por pequena margem da votação de terça-feira (20) do Sínodo Geral, que rejeitou a ordenação de mulheres como bispas, apesar das sacerdotisas representarem um terço do clero da Igreja Anglicana. As sacerdotisas ocupam altas posições como cônegas e arquidiáconas, e algumas esperavam garantir a nomeação como bispas em 2014 se a mudança fosse aprovada.

A votação pareceu representar uma rejeição direta aos esforços reformistas de Williams durante seus 10 anos como chefe da Igreja e um enorme revés para uma campanha pela mudança, que tem sido debatida de modo intenso e frequentemente amargo ao longo da última década.

Mais de 70% dos 446 votos do sínodo foram favoráveis à abertura do episcopado da Igreja para as mulheres. Mas os procedimentos de votação do sínodo exigem uma maioria de dois terços em cada uma das três “casas”: bispos, clero e leigos. Apesar dos bispos e o clero terem atendido esse critério, a votação entre os leigos ficou seis votos aquém da maioria de dois terços.

A Igreja Anglicana é considerada uma Igreja estabelecida, o que significa que é reconhecida pela lei como representante da religião oficial, desfruta de privilégios especiais e é apoiada pelas autoridades civis.

Alguns parlamentares sugeriram na quarta-feira que a votação no sínodo criaria uma crise nas relações entre a Igreja e o Estado, já que a rejeição de mulheres como bispas contradiz as leis nacionais de igualdade de gênero. O primeiro-ministro David Cameron, já em atrito com a Igreja em torno dos planos do governo para legalizar o casamento de mesmo sexo no ano que vem, pediu às autoridades da Igreja na quarta-feira para encontrarem uma saída para o impasse.

“Está muito claro que é o momento certo para mulheres serem ordenadas bispas, como já é há muitos anos. Eles precisam seguir em frente com isso e implantar o programa”, ele disse ao Parlamento na quarta-feira. “Mas é preciso respeitar as instituições individuais e a forma como funcionam, e ao mesmo tempo lhes dar uma forte cutucada.”

Falando na quarta-feira sobre o sínodo de modo incomumente ambíguo, Williams declarou: “Nós temos, para colocar de modo bem claro, muitas explicações a dar”.

“Quaisquer que sejam os motivos para a votação de ontem, qualquer que seja o princípio teológico com base no qual as pessoas agiram e falaram, permanece o fato de que grande parte dessa discussão não é inteligível para a sociedade como um todo.”

“Pior do que isso, faz parecer que estamos intencionalmente cegos a algumas das tendências e prioridades da sociedade”, ele disse, parecendo reconhecer as críticas de dentro de suas fileiras de que a Igreja –que já enfrenta um encolhimento das congregações– está perdendo ou já perdeu relevância na sociedade moderna.

“Em consequência de ontem, a Igreja sem dúvida perdeu certa credibilidade em nossa sociedade”, disse.

“A cada dia que fracassamos em resolver esta questão de modo que nos agrade à Igreja Anglicana, é mais um dia em que perdemos credibilidade aos olhos da população.” “Nós não podemos, como eu disse ontem em meus comentários, conviver teologicamente por tempo indeterminado com a anomalia de termos sacerdotisas que não podem ser consideradas bispas.”

O arcebispo deverá se aposentar no mês que vem, após passar grande parte do seu tempo como líder da Igreja da Inglaterra e líder simbólico da Comunhão Anglicana, elaborando acordos complexos visando impedir um cisma entre os reformistas e os tradicionalistas.

“Ontem não produziu nada para reduzir a polarização em nossa Igreja”, disse Williams na quarta-feira.

O arcebispo já tinha reconhecido o fracasso em conseguir uma reconciliação duradoura, mas a votação de terça-feira pareceu lhe roubar uma oportunidade final de salvar algo de seu legado.

“Um dia muito triste”, disse o reverendíssimo Justin Welby, o sucessor recém-nomeado do arcebispo, em uma mensagem pelo Twitter. “Acima de tudo para as sacerdotisas e apoiadores, é preciso cercar todos com oração, amor e cooperação com nosso Deus salvador.”

Tanto Williams quanto Welby apoiam as bispas. A votação de terça-feira deixou Welby na posição de assumir uma Igreja aparentemente incapaz de resolver uma questão que é apenas um dos debates contenciosos ligador a gênero e sexualidade.

Desde que a Igreja Anglicana se separou de Roma sob Henrique 8º há quase 500 anos, apenas homens são nomeados bispos, e o resultado do sínodo de dois dias foi visto por ambos os lados como um divisor de águas na luta maior pelo futuro da Igreja Anglicana.

No encerramento do debate no sínodo, uma importante ministra da Igreja Anglicana, a cônega Rosie Harper, disse que uma rejeição “seria vista inevitavelmente como o ato de uma Igreja moribunda, mais casada ao passado do que comprometida com a esperança pelo futuro”.

Mas em uma entrevista de rádio na quarta-feira, John Sentamu, o arcebispo de York que é o segundo na hierarquia da Igreja, disse que esta permanece “bem” viva.

“Nesta manhã as pessoas estão dizendo que a Igreja cometeu suicídio, que a Igreja está morta”, ele disse ao entrevistador da BBC. “Bem, pessoas mortas não conversam. Nós estamos conversando, nós não cometemos suicídio, nós estamos bem vivos.”

Fonte: The New York Times

08/11/2012

Cura e avivamento em seminário feminino na AD Belo Horizonte


Cura e avivamento em seminário feminino na AD Belo HorizonteSob o tema Os dons naturais da mulher, beleza que vem da alma, baseado no livro de Provérbios 24.5, cerca de quatro mil mulheres ouviram a Palavra entre os dias 25 a 28 de outubro, nos horários da tarde e noite. O 5º Seminário de Mulheres de Belo Horizonte aconteceu no Templo Central e comemoraram os 50 anos do Círculo de Oração, 5 das Mulheres Intercessoras e dois anos e meio do Departamento Feminino.

Para a superintendente geral do Departamento Ester Leal a Palavra pregada trouxe cura para alma e renovou as forças. “Os desafios são grandes e a resposta de Deus tem sido imediata, apesar das tempestades. Meu lema é sempre avançar em jejum e oração. Pedindo a Deus unidade para ver o trabalho crescer e frutificar”, alegra-se Ester.

Pastor Moisés Silvestre Leal, líder da AD mineira, disse que a festividade deste ano foi um marco para a igreja. “Tivemos a igreja totalmente lotada nas reuniões. E Deus usou poderosamente os palestrantes. Renovou a comunhão ,restaurou ,curou e derramou de seu bálsamo sobre todos nós. Temos muito prazer em investir nas mulheres de nossa igreja afinal elas são guerreiras de oração, são colunas de oração, creio que este seminário vem ao encontro à necessidade de retribuir ao maior publico da nossa igreja, e tudo que elas têm feito para o Senhor”.

As palestrantes foram Helena Raquel (RJ), Sônia Pires Ramos (SP) e Gila Júlio (RJ). O louvor ficou os cantores Ezequiel Cortes, Denise Nascimento, Joabe Soares e o grande coral feminino com a participação do grupo de pagode Caminho da Fé.

Fonte: CPADNEWS

03/11/2012

Pastores barrigudos precisam jejuar mais, afirma Ana Paula Valadão


Pastores barrigudos precisam jejuar mais, afirma Ana Paula ValadãoNo início do ano, a pastora e cantora Ana Paula Valadão decidiu que iria dirigir um culto mensal com foco nas mulheres. Desde então, ela tem visto a igreja da Lagoinha ficar lotada de fieis ávidas por ouvir uma palavra especialmente designada para elas.

Embora a Lagoinha já tivesse um trabalho voltado para o público feminino, chamado “Mulheres em Ação”, liderado pela pastora Ana Lúcia, tudo o que Ana Paula faz atrai multidões. Ela explicou que a ideia desse novo projeto surgiu quando ainda morava nos Estados Unidos.

Em grande parte, é uma consequência do “Congresso Mulheres Diante do Trono” que discutiu além de questões espirituais, temas relacionados ao universo feminino, como relacionamento conjugal, criação de filhos, moda e saúde.

No culto mais recente, realizado dia 31 de outubro, a pastora Ana Paula Valadão pregou sobre o tema “Lembrem-se da mulher de Ló” e usou como texto de referência Lucas 17:32.

Durante mais de uma hora ela trouxe o que chamou de “palavras de amor com alerta e repreensão”. Iniciou criticando os cristãos que assistem as novelas da rede Globo e pediu que fosse feito uma boicote a tudo que é indecente. Mas o foco de seu sermão era a necessidade de as mulheres saírem de sua “zona de conforto” e praticarem os chamados “exercícios espirituais”, como oração, estudo das Escrituras e jejum.

Sobre esse último tema, Ana Paula acabou enfatizando que na igreja primitiva o costume era jejuar duas vezes por semana. Disse também que as mulheres cristãs ‘mais cheinhas’ deveriam jejuar, pois além de crescer espiritualmente poderiam emagrecer como um benefício secundário da prática. Acrescentou que não gostava de ver “pastores barrigudos”.

Para ela, viver muito acima do peso é um excesso, algo que “não combina com uma liderança”, pois indicaria que “está sobrando banquete de comunhão e faltando retiro de jejum e oração”.

Embora tenha feito uma ressalva que em alguns casos, ser gordo pode ser resultado de alguma doença.  Curiosamente, o pastor Rick Warren da Igreja Saddleback criou um movimento em sua megaigreja, e que repercutiu em vários ministérios, onde pediu que as pessoas fizessem juntamente com ele a dieta de Daniel. O pastor contou que teve a ideia depois de admitir para si mesmo que estava muito acima do peso.

A líder do Diante do Trono afirmou ainda que não desejava ver as mulheres cristãs andando “mediocremente” em termos espirituais e que todas deveriam “subir as montanhas do mundo espiritual”. Por fim, destacou que a unção que possui não foi à toa, pois era “necessário pagar o preço” e se sentia incomodada quando alguém pedia que ela orasse para “compartilhar a unção”.

O assunto jejum tem sido comum nas falas de Ana Paula. Ela já escreveu várias vezes sobre o assunto nas redes sociais e em seu blog pessoal, enquanto convocava as pessoas a um jejum coletivo de 40 dias. O motivo era interceder pela gravação do 14º CD do Diante do Trono, em Natal, ano passado.

Na ocasião, postou no blog sua opinião sobre os vários tipos de jejum existentes:

1) O jejum integral, que demanda um retiro, uma separação das atividades comuns, para que a pessoa poupe as energias corporais. Geralmente aconselha-se que a pessoa não deixe de beber água. O jejum de 40 dias que Jesus fez, sem água, foi sobrenatural!

2) O jejum de líquidos, em que a pessoa ingere água, sucos, caldos. Esse também é bastante intenso, e também demanda uma certa renúncia de outras atividades, pois a pessoa pode sentir-se mais fraca fisicamente (ainda que espiritualmente forte!).

3) O jejum de Daniel, comendo apenas legumes, verduras, frutas. É bastante utilizado pelos cristãos em todo o mundo.

4) O jejum de delícias, que possibilita às pessoas a manutenção das atividades normais, mas que também sensibiliza espiritualmente. Esse jejum também é muito utilizado pela dificuldade que muitas pessoas têm de jejuar e continuar com suas rotinas no trabalho e na escola. Consiste em que cada um tire o que mais gosta, em geral as pessoas se abstém de pães, refrigerantes, doces, carnes, e fazem a ingestão apenas do essencial.

Veja o Video:

02/10/2012

Devi Titus fala sobre o papel da mulher cristã no Brasil


Devi Titus fala sobre o papel da mulher cristã no BrasilEntre as grandes presenças internacionais que estiveram na Expocristã 2012 estava a conferencista Devi Titus que conversou com a correspondente do Gospel Prime, Carla Stracke sobre o ministério feminino e o papel da mulher cristã no Brasil.

Devi ficou ainda mais conhecida em nosso país depois de ministrar do Congresso Diante do Trono, despertando a participação das mulheres na igreja, tema que ela pretende transformar em um comitê para que essas ministras brasileiras possam se conhecer e trocar experiências entre si.

Autora de grande relevância nos Estados Unidos, Devi Titus também fala sobre os livros que são lançados no Brasil, dizendo que é importante oferecer para as mulheres livros que falem sobre atitudes práticas do dia a dia, para ajudá-las a transformarem suas vidas e suas casas.

Leia a entrevista completa:

Gospel Prime – Devi, o Brasil está passando por um boom na área ministerial feminina nos últimos anos e desde 2011 você tem sido parte disso com suas ministrações práticas para mulheres, além de seus livros. O que você acha disso tudo e quais são os planos para o futuro?

Devi Titus – Acho isso maravilhoso. O Brasil está cheio de mulheres de Deus maravilhosas e espalhadas em cada canto, só que elas ainda não se conhecem. Nossa idéia é fazer algo como um comitê nacional para que elas se conheçam e ministrem por todo o país. Devo auxiliá-las para iniciar esse processo.

GP – De uns tempos para cá, livros específicos para a ala feminina têm sido lançados, porém a maioria deles está muito similar e focam somente em temas em como uma mulher deve orar, formatos de oração etc. O que você acha disso?

Devi – Livros sobre oração são importantes, mas já está mais que na hora das mulheres colocarem toda essa teoria em prática e também o Brasil ter livros sobre atitudes práticas para mulheres cristãs. Elas precisam ser transformadas e transformarem suas casas.

GP – Vivemos em uma era onde a maioria das mulheres já foram criadas para serem autossuficientes – estudar, trabalhar, viajar, ter seu próprio sustento, tudo isso de preferência até os 30 anos e então depois procurar por um parceiro para casar se acharem necessário. Já ouvi algumas ministrações suas e muitas das coisas que você diz minha avó dizia para mim que era o molde de uma mulher antigamente. O que você acha disso?

Devi – Tudo o que falo sobre comportamento feminino é 100% baseado na palavra e provavelmente essas coisas que sua avó te dizia e eram encaradas como algo cultural, também eram posturas cristãs de uma mulher que foi se perdendo com o tempo. Resumindo, tudo que uma mulher deve ser muitas vezes não foi ensinado a ela e é praticamente o oposto do que dizem por aí sobre como uma mulher brasileira deve ser culturalmente falando. Tudo está na palavra de Deus, é só elas a seguirem e coloca-la em prática.

Fonte: Gospel Prime

25/08/2012

Mulheres cristãs têm mais problemas com desorganização do que luxúria ou inveja


Uma nova pesquisa do Grupo Barna revela que as mulheres cristãs nos Estados Unidos reivindicam lutar menos com pecados “tradicionais” que do que com maus comportamentos mais modernos.

Na terça-feira, o grupo de pesquisa revelou a terceira parte de seu estudo “Mulheres Cristãs Hoje “, que concluiu que as mulheres mais frequentemente indicaram desorganização (50 por cento) e ineficiência (42 por cento) como suas maiores lutas.

Mulheres cristãs eram muito menos propensas a citar pecados “tradicionais” como a inveja (13 por cento) e luxúria (8 por cento), como lutas em suas vidas. Outras questões que diziam enfrentar incluem raiva (36 por cento), o egoísmo (25 por cento), discutir excessivamente (19 por cento) e arrogância (16 por cento).

No que diz respeito às suas vidas espirituais, 73 por cento das mulheres disseram que são caracterizadas pela alegria. Uma percentagem semelhante (72 por cento) disseram que são caracterizadas por liberdade espiritual, e 67 por cento disseram que sentem muita realização espiritual. Em contraste, apenas três por cento afirmaram sentir-se com “muito” medo, dúvida ou confusão.

David Kinnaman, presidente do Barna Group, pergunta se uma auto-avaliação ou não de suas lutas é realmente precisa.

“Tão poucas mulheres realmente lutam com medo, dúvida e confusão? Elas realmente pensam que desorganização é o seu maior pecado? Ou as mulheres relutam em admitir suas falhas? Mesmo em uma pesquisa anônima?” Kinnaman disse, de acordo com o estudo.

Uma luta que poderia ter sido sub-relatada neste estudo é o da luxúria. Enquanto que menos de uma em cada dez mulheres disseram aos pesquisadores que lutam com a luxúria, estimados 25 por cento das mulheres cristãs são viciadas em pornografia e 70 por cento delas nunca vão confessar isso, de acordo com a fundadora do Dirty Girls Ministries, Crystal Renaud, no seu livro, Dirty Girls Come Clean.

Embora os inquéritos telefônicos usados para coletar os dados fossem anônimos, Kinnaman acredita que “há uma forte sensação de que a desejabilidade social afete os resultados.”

“Por exemplo, talvez as mulheres cristãs são relutantes em admitir suas lutas porque podem experimentam vergonha e culpa, dando uma resposta mais honesta”, acrescentou. “Talvez as mulheres precisam aprender a ter graça e compaixão por si mesmas e umas às outras.”

Outra possível explicação para as respostas dadas por mulheres, disse ele, é que os cristãos, em geral, sentem que são mais maduros espiritualmente do que provavelmente realmente são. Portanto, homens e mulheres cristãs ambos precisam aprender a avaliar melhor a sua própria espiritualidade.

O estudo, que foi realizado através do levantamento de 603 mulheres adultas cristãs nos EUA que foram a um culto da igreja regularmente nos últimos seis meses, e também examinou as coisas que mais provocaram decepção em suas vidas.

As mulheres disseram que as maiores decepções de suas vidas se relacionam com: a morte de um ente querido (29 por cento), a sua família ou crianças (20 por cento) ou um divórcio ou casamento ruim (nove por cento). Apenas nove por cento das mulheres disseram que não têm decepções.

Fonte: The Christian Post

21/08/2012

Estudo mostra que 75% das mulheres são felizes na igreja


Infográfico: Estudo mostra que 75% das mulheres são felizes na igrejaAs mulheres são a espinha dorsal de um número crescente de igrejas evangélicas. Elas são mais propensas que os homens a serem vistas nos bancos, servindo como voluntárias e professoras de diferentes grupos, incluindo na escola dominical. No entanto, o que elas pensam sobre ocupar esses papéis na igreja? Será que elas se sentem valorizadas? Elas estão satisfeitas com seu nível de envolvimento e oportunidades para liderar?

O fato é que as mulheres evangélicas de hoje em dia podem fazer nas suas igrejas quase tudo o que os “líderes” homens fazem. A pesquisa recém-divulgada do Grupo Barna, especializado em coletar dados junto aos cristãos evangélicos, tenta responder algumas das perguntas propostas acima.

O Instituto Barna de Pesquisas aponta em um novo estudo que apenas 24% das entrevistadas dizem que sua igreja não permite mulheres na equipe pastoral, enquanto 62% dizem que todas as funções pastorais estão disponíveis para as mulheres.

Quatro em cada cinco mulheres entrevistadas concordam que a sua igreja “valoriza a liderança de mulheres, tanto quanto a dos homens”. Mais de 70% disseram que estão “realizando um ministério significativo” em sua igreja, e 55% “espera que sua influência aumente”.

No entanto, mais de 30% das mulheres sentem-se “conformadas” com suas baixas expectativas em relação à igreja e 20% se sentem “subutilizadas”.

O dado mais intrigante é que quase 75% das mulheres entrevistadas acreditam que “podem e devem fazer mais para servir a Deus”.

O presidente do Grupo Barna, David Kinnaman, diz que este estudo ajuda a gerar um debate mais profundo sobre o papel das mulheres nas igrejas. Enquanto muitas mulheres estão satisfeitas com suas igrejas, um número crescente evita a igreja, disse ele.

“A pesquisa mostra que há uma enorme pluralidade de experiências para as mulheres nas igrejas de hoje, desde as que estão muito satisfeitas até as que acreditam que a igreja é um dos lugares menos agradáveis para elas estarem”, disse Kinnaman.

O estudo constituiu de uma série de perguntas feitas por telefone, com mulheres acima dos 18 anos que se identificaram como evangélicas e assistiram a pelo menos um culto em igreja cristã nos últimos meses. A margem de erro é estimada em +/- 4,1 pontos percentuais.

O portal Gospel Prime produziu um infográfico com os resultados da pesquisa. Também disponibilizamos um código para você copiar o infográfico em seu site ou blog.

Fonte: Infográfico

 

08/06/2011

Muçulmanos da Malásia criam o ‘clube de esposas obedientes’


Ummu Atirah tem 22 anos, é recém-casada e acredita que conhece o segredo de um casamento feliz: obedecer a seu marido e assegurar a satisfação sexual dele.

Ummu e cerca de 800 outras muçulmanas na Malásia fazem parte do “Clube das Esposas Obedientes”, que gera controvérsia em um dos países de maioria muçulmana mais modernos e progressistas, onde muitas muçulmanas ocupam altos cargos no governo e em empresas.

Lançado no sábado, o clube diz que pode sanar males como a prostituição e o divórcio, ensinando as mulheres a ser submissas e manter seus maridos felizes na cama. O índice de divórcios na Malásia dobrou de 2002 a 2009 e é mais alto entre muçulmanos.

“O islã nos impõe ser obedientes a nossos maridos. O que meu marido disser devo fazer. Se eu não o fizer feliz, será pecado”, afirma Ummu.

Fundado por um grupo islâmico conhecido como Ikhwan Global, o clube foi tachado por políticos e ativistas de retrocesso aos tempos medievais e insulto às mulheres modernas da Malásia.

“Lamentavelmente, ainda hoje há muitas muçulmanas que desconhecem seus direitos ou são demasiado inibidas culturalmente para exercê-los plenamente”, afirmou Shahrizat Abdul Jalil, ministra de Política Familiar da Malásia e muçulmana.

Rohayah Mohamad, uma das fundadoras do clube, rebate: “O sexo é tabu na sociedade asiática. Nós o temos ignorado em nossos casamentos, mas tudo depende do sexo. Uma boa esposa é uma boa trabalhadora sexual. O que há de errado em ser uma prostituta para seu marido?”.

Fonte: Paulo Lopes

03/05/2011

Bispo australiano acusa Vaticano de aposentá-lo devido a opiniões polêmicas


O bispo William Morris denuncia em carta que para o papa Bento XVI seus fiéis estariam melhor “sob a liderança de um novo bispo”.

Um bispo australiano acusa o Vaticano de sua separação da Igreja Católica por defender a ordenação de mulheres e homens casados como sacerdotes, informa nesta segunda-feira (horário local) a imprensa local.

O prelado de Toowoomba (Queensland), William Morris, denuncia em carta que sua aposentadoria antecipada se deve a que o papa Bento XVI decidiu que seus fiéis estariam melhor “sob a liderança de um novo bispo”, segundo o jornal “The Australian”.

Os bispos se aposentam, geralmente, aos 75 anos, mas Morris – que esteve à frente desta diocese a quase 900 quilômetros ao norte de Sydney durante quase duas décadas – só tem 67.

Em sua carta, lida este fim de semana nos serviços religiosos de Toowoomba, o prelado disse que a decisão do Vaticano responde a uma mensagem pastoral que publicou em 2006 e provocou uma investigação interna dentro da Igreja.

Morris se pronunciou nesse polêmico texto a favor de ordenar como sacerdotes mulheres e homens casados, assim como reconhecer a validade das ordens anglicanas e luteranas, entre outras propostas, embora acredite que sua opinião tenha sido mal interpretada.

A saída de Morris ocorrerá dois anos depois que a Igreja tomou a mesma medida com Peter Kennedy, ex-sacerdote da cidade australiana de Brisbane, que se mostrou a favor de ordenar mulheres e das uniões homossexuais.

Está previsto que o Vaticano emita um comunicado oficial sobre o assunto.

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