Posts tagged ‘nas ruas’

25/09/2013

Policiais Militares são liberados do trabalho para estudar a Bíblia


pm-do-distrito-federal-300x200A “tropa de eleitos” da Polícia Militar de Brasília terá uma oportunidade rara no país. Os policiais irão aprender sobre como deve ser o casamento e como criar seus filhos seguindo os princípios bíblicos.

A oportunidade tem o nome oficial de “Programa de Educação Moral” e pretende ensinar a todos os policiais militares interessados sobre finanças e relacionamento familiar. Eles serão liberados do trabalho durante as aulas. As reuniões serão nas dependências da PM, em horário de expediente. Cada aula dura duas horas, uma vez por semana. Os cursos duram cerca de três meses.

A PM de Brasília tem à disposição cinco capelães: três católicos e dois evangélicos. Os cursos são conhecidos de muitas igrejas evangélicas e seguem o currículo da “Universidade da Família”, parceira do projeto. São eles: Como criar seus filhos, Homem ao Máximo, Mulher Única, Aliança e Como chegar ao fim do mês (educação financeira).

Segundo comunicado oficial, o programa é institucional, não é de uma religião. Por enquanto, a PM oferecerá somente cursos para cristãos. Até o momento, mais de 150 PMs se inscreveram no curso, mas apenas 70 poderão participar este ano. Os demais terão aulas nas turmas de 2014. Cada um dos “líderes” formados poderá reproduzir os ensinamentos nos quartéis, se houver interesse da tropa.

A PM não revela o custo do projeto, mas afirma que arcará com o material didático. No entendimento da Polícia Militar, a iniciativa tem respaldo na lei e não ferirá o Estado laico. Para eles, o curso servirá de apoio aos militares, ajudando a minimizar o “grande estresse físico e emocional” de sua atividade.

O capelão Gisleno de Farias afirma que “é comum problemas no casamento interferirem no trabalho dos policiais. A gente viu que essa ferramenta pode auxiliar nosso policial”.

Explica ainda que não irá interferir no trabalho dos militares nas ruas. “Nenhum policial militar está liberado de trabalhar durante o curso. Em regra, as reuniões terão duas horas de duração com frequência de uma vez por semana, interferindo o mínimo possível nos serviços ordinários”. Com informações de PM e Folha de SP.

25/09/2013


domingos-263x200Evangélico há dois anos e morando na Arábia desde janeiro, Domingos, zagueiro que passou pelo Santos, Portuguesa e Guarani, conta que “ouviu chamado de Deus” em 2009.

Domingos diz ter encontrado no Qatar o lugar ideal para viver. Atleta do Al-Kharitiyath, time local, o zagueiro conta que o país oferece tranquilidade para residir com a família e ótima educação para os filhos. Evangélico há dois anos e morando na Arábia desde janeiro, ele se distanciou das tentações que o atormentaram durante a carreira: comidas gordurosas, carteado e bebidas.

Em entrevista por telefone ao UOL Esporte, Domingos, que teve passagens marcantes por Santos, Portuguesa e Guarani, reconheceu que levou uma vida desregrada. Ele relata fatos do passado que, segundo ele, não combinam mais com seu comportamento atual.

Os carteados e churrascos promovidos em casa, misturados com noitadas com cerveja, resultavam em constantes atrasos a treinos.

“Sempre depois dos jogos de sábado eu saía para beber ‘umazinha’ à noite. Mas essa umazinha virava duas, três, quatro, cinco…Hoje eu tenho consciência da importância do meu corpo e agradeço a Deus por ter me dado saúde. Se eu continuasse bebendo ainda hoje, estaria 10kg acima do meu peso”, relembra Domingos.

No Qatar, há forte restrição a bebidas alcoólicas. É proibido o consumo nas ruas, e a venda é controlada a turistas. O rigoroso sistema árabe não foi o que determinou mudança no estilo de vida, enfatiza Domingos.

O jogador de 27 anos conta que “ouviu chamado de Deus” em 2009, defendendo o Santos, quando Roberto Brum apresentou mensagens bíblicas. Anos mais tarde ele se converteria evangélico. Desde então, Domingos riscou excessos fora de campo e passou a dar mais valor à família.

“Eu não dava tanta importância para minha família como agora. Não tem coisa melhor do que estar ao lado de sua mulher e ver sua filha crescendo com educação em um país tranquilo. Bebida agora posso dizer que é vinho no jantar com minha mulher. Esse é o máximo”, afirmou.

A manutenção do peso ideal (85kg) era algo difícil anos atrás. Domingos deixava de lado as recomendações alimentares feitas pelos clubes para matar a fome à noite.

“Eu costumava ganhar peso. O [Emerson] Leão disse uma vez que eu cheguei sete quilos a mais. Ele falou uma verdade. A nutricionista do Santos fazia o cardápio certinho, mas aí eu passava no McDonald´s à noite e comia muito. Eu gostava bastante de fazer churrasco com cervejinha em casa. Isso tudo engorda”.

Aos 27 anos, Domingos afirma ter atingido a plenitude física e mental.

Em 21 jogos pelo Al-Kharitiyath, não levou nenhum vermelho. Seu time chegou à final do torneio qatari na semana passada, feito inédito e celebrado pelos donos do clube. Mas o time de Domingos perdeu.

Em alta com os xeques do clube, Domingos teve seu contrato renovado por mais dois anos.

“Eu sempre tive muita força, mas não tinha tanta experiência. Hoje me sinto com corpo de 18 anos, mas muito mais maduro”.

Satisfeito no Qatar, Domingos descarta retornar ao Brasil tão cedo. Ele planeja encerrar a carreira daqui oito anos, se possível no Grêmio.

“Não quero voltar tão cedo. Mas quero um dia voltar ao Grêmio. Lá eu joguei uma partida inexplicável, inesquecível, que ficou conhecida como Batalha dos Aflitos [vitória do Grêmio contra o Náutico, em 2005, que assegurou o título da Série B]”, orgulha-se Domingos.

Time de policiais no Qatar

Domingos fez fama de jogador rude. Ele leva com bom humor o rótulo e ressalta que zagueiro tem que ser sério.

No Qatar, é comum jogadores possuírem outras profissões. No time de Domingos vários atletas são policiais. O zagueiro ironiza o fato.

“Os jogadores trabalham de dia e jogam à noite aqui no Qatar. No meu time a maioria é policial. Se eu der porrada no treino eu vou preso”, diverte-se.

Fonte: UOL

16/11/2012

Magno Malta se pronuncia em favor de missionários presos no Senegal


Magno Malta se pronuncia em favor de missionários presos no Senegal Magno Malta se pronuncia em favor de missionários presos no Senegal

Durante seu discurso no Senado na tarde desta terça-feira (13) o senador Magno Malta falou sobre os missionários presos no Senegal sob acusação de tráfico de crianças, desvio de menores e formação de quadrilha, isso porque os brasileiros José Dilson e Zenaide Moreira Novaes estavam evangelizando crianças muçulmanas.

Malta defende o trabalho dos missionários e entrou em contato com o embaixador do Senegal no Brasil que lhe garantiu que em seu país não há perseguição religiosa, mesmo tendo maioria da população muçulmana.

José Dilson e Zenaide Moreira foram presos na semana passada por trabalharem no projeto Obadias, que tem como objetivo resgatar crianças que vivem nas ruas e compartilhar o evangelho com estas.

Para tentar ajudar os missionários, Magno Malta estará viajando até o país africano na próxima semana acompanhado por uma comitiva parlamentar para pressionar as autoridades e acompanhar de perto este caso.

“Eu conheço esta família”, disse Malta que conhece o pai da missionária Zenaide, que são moradores da cidade de Nova Itapetinga, na Bahia, cidade onde o senador nasceu e cresceu.

Veja o vídeo com a declaração do senador:

07/08/2012

Ramadã é a melhor época para evangelizar, diz cristão egípcio


Enquanto os muçulmanos festejam o Ramadã (20 de julho a 18 de agosto) os cristãos que moram em países de maioria islâmica sofrem ainda mais por não terem as mesmas práticas religiosas desse período de jejum.

E para falar um pouco sobre o que acontece durante esses 29 dias, um cristão egípcio relatou como as relações são afetadas já que os muçulmanos mais vulneráveis por ficar mais de 16 horas por dia sem comer absolutamente nada, o cansaço físico, segundo o relato, faz com que eles fiquem “mais hostis e agressivos”.

“No trabalho, não podemos comer ou beber na frente dos nossos colegas muçulmanos, se quisermos evitar olhares de desprezo e reprovação! Ter uma xícara de café em nossa mesa, já seria considerado um grande pecado! Cozinhar um almoço saboroso é certamente um crime!”, diz trecho do relato que não foi assinado.

Até mesmo as crianças que convivem com muçulmanos são alvos da incompreensão. “Muitas crianças cristãs são desprezadas e ridicularizadas por seus amigos muçulmanos, porque não jejuam durante o Ramadã”, revela o autor do texto.

Mas apesar de tudo isso o período é indicado para construir ligações com esses religiosos, mostrando amor e respeito por eles e assim ganhar a confiança. “De todos os meses do ano, o Ramadã é o momento em que nós, cristãos egípcios, devemos nos dedicar mais à oração por nossos amigos e vizinhos muçulmanos. Este é o melhor momento para mostrar-lhes o verdadeiro amor de Cristo, em vez de se isolar em uma sala vazia e escura!”

Leia o relato do site Portas Abertas:

Muitas lanternas decorativas do Ramadã são intaladas nas janelas e varandas. As crianças brincam nas ruas desde a festa do pôr do sol, que encerra o jujum do dia, até as primeiras horas da manhã seguinte.

A vida noturna é muito vibrante, alegre e autêntica. Os ruídos da rua parecem não ter fim! A vida diurna no Ramadã, porém, é muito diferente – e de muitas maneiras desafiadora! Os muçulmanos estão sempre cansados, exaustos e impacientes. Sem nada para comer ou até mesmo água para beber por 16 horas ou mais durante o dia. Dessa forma, dominados pela exaustão física, eles tendem a ser mais hostis e agressivos do que o habitual.

Agora, pare e pense, o que as famílias cristãs têm de enfrentar durante esse mês. Para os muçulmanos, nós somos as pessoas que “não-jejuam”! Somos vistos como estranhos, incrédulos, uma vez que não jejuamos com eles durante o “mês sagrado”. No trabalho, não podemos comer ou beber na frente dos nossos colegas muçulmanos, se quisermos evitar olhares de desprezo e reprovação! Ter uma xícara de café em nossa mesa, já seria considerado um grande pecado! Cozinhar um almoço saboroso é certamente um crime!

De muitas maneiras, vemos um ambiente triste e deprimente, durante o jejum. Se você deseja obter documentos legais em qualquer agência governamental, esqueça: as pessoas não demonstrarão o minimo interesse em você, sentem-se cansadas e fracas, quando não estão do lado de fora, estão orando em um canto reservado do escritório!

As crianças cristãs são por vezes confrontadas por seus amigos muçulmanos com perguntas difíceis, como: “Por que vocês cristãos não festejam como os muçulmanos? O jejum é um dever religioso … o jejum é ordenada por Deus …! “Muitas crianças cristãs são desprezadas e ridicularizadas por seus amigos muçulmanos, porque não jejuam durante o Ramadã!

Nas mesquitas em todo o Egito, muitos imãs usam o “mês sagrado” do ramadã, para fazer discursos fortes, para intimidar os cristãos que vivem em suas comunidades, declarando que “o Islã é a resposta”. Eles deixam claro que, de acordo as crenças islâmicas, a fé cristã em muitos aspectos, não é aceitável.

Como cristãos, podemos seguir um dos dois padrões de comportamento para lidar com este tipo de situação entre os nossos vizinhos muçulmanos, durante o Ramadã. Muitos cristãos egípcios escolhem se esconder. “Nós vamos ficar fora do seu caminho, até o mês do jejum acabar!” Eles decidem.
Mas há outra opção, escolher ficar perto de nossos amigos muçulmanos, usando este mês especial para construir pontes, mostrando-lhes amor e respeito. O amor nunca falha. O amor é o caminho que nos faz brilhar, para trazer a luz de Jesus e vencer as trevas em muitos corações.

De todos os meses do ano, o Ramadã é o momento em que nós, cristãos egípcios, devemos nos dedicar mais à oração por nossos amigos e vizinhos muçulmanos. Este é o melhor momento para mostrar-lhes o verdadeiro amor de Cristo, em vez de se isolar em uma sala vazia e escura!

Foonte: Gospel Prime

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