Posts tagged ‘Padre Pedofilia’

04/10/2015

CUIDADO: Milhões de imagens retiradas de redes sociais são encontradas em sites pedófilos


rede sociais1Uma foto na praia com os pais, um registo da primeira festa de aniversário com primos e irmãos a celebrar, um vídeo de uma tarde de divertimento no parque infantil. Imagens inocentes como estas são partilhadas por vários milhares de pais nas redes sociais ou em blogues. Recebem “gosto” e algumas vezes acabam por ser partilhadas por familiares e amigos. São vistas por várias pessoas e facilmente passam pelos olhos de pedófilos. Um relatório de uma instituição australiana concluiu que dezenas de milhões de fotografias publicadas em páginas como o Facebook ou Instagram foram encontradas em sites de partilhas de cariz pedófilo.

A inocência da fotografia da criança mantém-se, mas os comentários que a acompanham quando são publicadas nestes sites são fortemente sexuais e perturbadores. Toby Dagg, investigador do Children’s eSafety Commissioner, instituição australiana que se dedica à observação da segurança dos menores online, atira um número imponente para mostrar a gravidade desta realidade.

Num dos sites de partilha de material pedófilo detectado pelas autoridades foram encontradas 45 milhões de imagens e “cerca de metade desse material parecia ter como fonte directa uma rede social”. Algumas das fotografias encontradas estavam armazenadas em pastas com títulos como os amigos do Instagram da minha filha, miúdos na praia ou ginastas, por exemplo.

Ao Sydney Morning Herald, o comissário da instituição, Alastair MacGibbon, explicou que “muitos utilizadores identificam claramente que obtiveram os conteúdos através de contas em redes sociais”. “As imagens são quase na maioria acompanhadas por comentários muito explícitos e perturbadores”, acrescentou o responsável, sublinhando que a inocência de uma imagem é completamente distorcida pelos predadores sexuais infantis.

Alastair MacGibbon dá como exemplo um site descoberto há dois anos que alojava 100 fotografias. Entre estas havia imagens de crianças em férias, a fazer os trabalhos de casa ou a abrir os presentes de Natal, fotografias que tinham sido catalogadas pelos próprios pais com a descrição do que os seus filhos faziam e publicadas de forma inocente nas redes sociais ou em blogues. Segundo o comissário, cerca de dez dias após o site ter ficado activo, as fotografias tinham sido vistas 1,7 milhões de vezes e comentadas com frases sexualmente explícitas.

“Quando publicamos qualquer coisa online, não importa onde seja, perdemos o controlo sobre ela. Pais que partilham muito são uma peocupação, porque não têm qualquer ideia sobre onde essas imagens vão parar e muitos pais não bloqueiam as suas contas da mesma forma que os jovens fazem.” A observação é da especialista em cibersegurança Susan McLean, que ao Sydney Morning Herald afirmou que os pais são muitas vezes menos conhecedores dos perigos online do que os seus filhos.

Susan McLean deixou o alerta: “Se é um utilizador voraz das redes socias, se vive a sua vida vorazmente através dos seus filhos online e usa sites de partilha de fotos e hashtags, tem de compreender que essa foto vale alguma coisa para alguém e pode ser para um propósito de que não vai gostar.”

Recentemente, o Tribunal da Relação de Évora centrou uma decisão na questão da insegurança e privacidade online de uma menor, cuja custódia estava a ser disputada pelos pais. O tribunal impôs que os pais da criança de 12 anos não divulgassem “fotografias ou informações que permitam identificar a filha nas redes sociais”.

Além de a Relação sublinhar que “os filhos não são coisas ou objectos pertencentes aos pais e de que estes podem dispor a seu belo prazer” e que os “pais devem proteger os filhos” e “têm o dever de garantir e respeitar os seus direitos”, alertou para os perigos da exposição de menores em redes sociais representados por “muitos predadores sexuais e pedófilos”.

“O exponencial crescimento das redes sociais nos últimos anos e a partilha de informação pessoal aí disponibilizada” permite que os que “desejam explorar sexualmente as crianças recolham grandes quantidades de informação disponível e seleccionem os seus alvos para realização de crimes”, conclui a Relação no acórdão de Junho deste ano.

O alerta para os perigos online da partilha de fotografias que identifiquem menores e os coloquem numa situação de fragilidade perante estranhos foi alvo de uma campanha lançada em Agosto pela PSP. “A melhor forma de o proteger é evitar que apareça aqui para sempre. Não publique caras de crianças, não mencione nomes e locais, não arrisque aqui: a decisão é sua”, apelou a polícia no âmbito da iniciativa.

Questionando se “será mesmo necessário publicar fotos com as caras das suas crianças de forma ostensiva”, a PSP apelou ao “bom senso e ao conhecimento que deve prevalecer na hora de publicar uma foto”. “A escolha é sua: sugerimos apenas que não o faça de forma ostensiva e que verifique bem as suas definições de segurança e privacidade.”

Fonte: Publico – UOL

14/11/2012

Arcebispo católico diz que imprensa “exagera” em casos de pedofilia


Arcebispo católico diz que imprensa “exagera” em casos de pedofiliaO Cardeal George Pell, da Arquidiocese de Sydney, é a autoridade máxima da Igreja Católica na Austrália. Ele deu uma entrevista nesta terça-feira onde defendeu os padres das acusações de abuso sexual a crianças.

George acredita que imprensa está fazendo uma “campanha” contra os católicos no país, divulgando fatos “exagerados”.

Empunhando um volumoso dossiê, o religioso quer ter uma oportunidade de provar que não tentou encobrir casos de pedofilia envolvendo padres australianos.

“A Igreja Católica se esforça para apurar os casos e considera importante a investigação da polícia. Ficará provado que as denúncias são exageradas. Há uma campanha persistente da imprensa para atacar a Igreja nesse caso. Uma pergunta a ser feita é se é positivo para as vítimas esse furor da imprensa. A busca por justiça é um direito de todos. Estou pronto para cooperar totalmente. É uma grande oportunidade de ajudar as vítimas e desfazer exageros, separando fatos da ficção”, declarou.

Sua reação veio após a polícia divulgar denúncias de abuso sexual de menores em uma escola católica em Sydney. Com isso, a premiê australiana Julia Gillard anunciar a formação de uma comissão especial para investigar a pedofilia cometida por religiosos no país.

A principal acusação contra a Igreja Católica em várias partes do mundo é justamente a falta de punição. Os líderes abafam os casos e acabam deixando os abusadores livres da Justiça comum. Um estudo nacional encomendado pela Conferência Americana de Bispos Católicos à Universidade John Jay de Justiça Criminal, nos EUA alguns anos atrás, mostrou que dos 4.392 padres acusados, apenas 14,1% foram denunciados à polícia. O resto das acusações ficou dentro das dioceses, acobertado por líderes como o cardeal Bernard Law. As informações são do portal Terra.

Em março de 2010, o Papa Bento XVI divulgou uma carta pastoral condenando a pedofilia, algo que já era condenada pela doutrina católica. No documento, o Papa, mesmo tendo sido acusado de encobrir vários casos de padres pedófilos no passado, expressou a sua profunda “vergonha” pelos crimes de pedofilia cometidos pelos clérigos católicos, “pediu desculpa às vítimas” e disse ainda “que os culpados devem responder “diante de Deus e dos tribunais””.

Fonte: Gospel Prime

03/06/2011

Vítimas de pedofilia do clero processam Igreja Católica


Cerca de 80 vítimas de pedofilia por parte de elementos do clero na Bélgica apresentaram uma acusação contra a Santa Sé e altos responsáveis da Igreja Católica belga num tribunal de primeira instância em Gand, para exigirem indemnizações. As primeiras audiências deverão ser marcadas para Setembro.

Walter Van Steenbrugge, advogado das vítimas, salientou que o processo visa a «Santa Sé, sacerdotes belgas e outros religiosos», não sendo contra o Papa Bento XVI directamente dada a sua imunidade enquanto chefe de Estado do Vaticano.
No entanto, o sumo pontífice não foi esquecido: O Papa «nomeia os bispos que estão sob a sua autoridade, o que o torna responsável pelos seus erros», para além de que «não interveio pessoalmente nem deu instruções, o que permitiu que os abusos continuassem e se agravassem», disse Walter Van Steenbrugge em conferência de imprensa.
Recorde-se que em 2010, a Igreja Católica viveu um escândalo, quando o bispo de Bruges, Roger Vangheluwe, reconheceu ter cometido abusos sexuais e se demitiu em Abril de 2010. Neste processo são ainda visados o arcebispo André-Joseph Léonard e o cardeal Godfried Dannels por «não terem impedido os abusos».

Notícias Cristãs / Abola

26/05/2011

Bispos da Itália defendem apoio para vítimas de pedofilia


O secretário-geral da CEI (Conferência Episcopal Italiana), monsenhor Mariano Crociata, ressaltou hoje a necessidade de oferecer suporte às vítimas de pedofilia.

“Que as vítimas sejam prontamente ajudadas e escutadas, e o responsável pelos abusos possa ser afastado e perseguido”, disse o religioso, em entrevista sobre a 63ª Assembleia Geral da CEI.

Ele apresentou as diretrizes formuladas por um grupo de especialistas que trabalha há cerca de um ano para estabelecer medidas contra abusos sexuais.

Segundo Crociata, o “responsável” por reportar as denúncias “é sempre o bispo diocesano, que age prontamente na comunicação constante com a Congregação para a Doutrina da Fé”.

O secretário-geral, no entanto, negou que haja divergências entre a posição da CEI e a de outras Conferências Episcopais, como a alemã e a britânica.

De acordo com ele, há apenas diferenças no modo como cada entidade enfrenta as situações, pois as Conferências Episcopais são “organismos pastorais de coordenação entre os bispos, e não instituições autoritárias sobre os bispos”.

“Por exemplo, a Conferência Episcopal francesa não instituiu nenhuma comissão contra os abusos, referindo-se diretamente à Congregação para a Doutrina da Fé”, explicou.

Ontem o presidente da CEI, cardeal Angelo Bagnasco, repudiou os crimes de pedofilia, definindo-os como “uma infame emergência que ainda não foi superada, que causa danos incalculáveis aos jovens e às suas famílias, aos quais não paramos de apresentar a nossa dor e nossa incondicional solidariedade”.

Fonte: Folha Online

24/05/2011

Austríaco coloca placa de aviso contra padres pedófilos em floresta


De acordo com a placa, os clérigos são impedidos de entrar na floresta com crianças.

Um austríaco que é dono de terras que ficam em um bosque no sul do país decidiu colocar placas de aviso contra padres pedófilos, avisando que sacerdotes não podem entrar em sua propriedade acompanhados de crianças.

Sepp Rothwangl, 60, –que afirma ter sido vítima de abusos na infância– diz que a medida é uma tentativa de impedir a ocorrência de tais crimes por parte de religiosos. Segundo ele, o ato é um “protesto como simples cidadão”, já que a Igreja Católica parece ser incapaz de expulsar tais padres da instituição.

“Área de Proteção a Crianças”, diz o aviso que ele colocou na entrada de seus 160 hectares de terras na província de Styria. “Violações serão denunciadas. Somos forçados a tomar essa medida em defesa dos interesses das crianças”.

De acordo com a placa, os clérigos são impedidos de entrar na floresta com crianças, a não ser que estejam na companhia de pais ou outros adultos responsáveis.

O aviso está causando polêmica porque fica no trajeto para uma basílica do século 16 que atrai milhares de peregrinos católicos todos os anos.

A TV austríaca tem mostrado a placa nos principais jornais, e causado debate no país de 8,4 milhões de habitantes. A história também já repercute na Alemanha e na França.

Georg Plank, porta-voz da arquidiocese de Graz, capital da Styria, diz que a placa é um “ato bizarro que visa atrair atenção”. No entanto, ele diz que a igreja pretende ignorar a medida, sem entrar com medidas legais ou qualquer outro tipo de ação.

“Isso me lembra uma placa que foi colocada na época do nazismo, que dizia que judeus eram proibidos de entrar na floresta da Alemanha”, diz Gerhard Gross, chefe do partido político BZO, que detém 16 dos 186 assentos do Parlamento.

Gross acusa Rothwangl de espalhar uma “guerra religiosa contra o cristianismo” e entrou com pedido judicial contra ele por “incitar o ódio à igreja”.

No entanto, o dono das terras rejeita as acusações.

“Eu me recuso a ser comparado com os nazistas. Apenas quis chamar a atenção para esse problema”, diz.

Fonte: Folha Online / Folha Gospel

21/05/2011

Igreja dos EUA atribui culpa de abusos por padres à revolução sexual


Um estudo oficial encomendado pela Conferência Episcopal dos Estados Unidos, que acaba de ser publicado, atribui os casos de abuso sexual e de pedofilia dentro da Igreja às mudanças sociais que dizem ter confundido o clero.

As conclusões deixaram indignadas algumas associações que representam as vítimas de abusos

De acordo com o estudo, citado pelo diário espanhol El Mundo, o problema não está nem na homossexualidade nem na pedofilia ou em outras coisas singulares. A culpa é mesmo da revolução sexual dos anos 60 e 70 e do efeito que esta teve nos padres que estavam pouco preparados para a situação – o que se traduziu em abusos e violações de crianças em paróquias e colégios católicos norte-americanos.
O documento agora terminado foi encomendado em 2006 e custou mais de 1,2 milhões de euros, suportados na sua maioria pela Conferência Episcopal, por organizações católicas e numa proporção menor pelo Governo.
“O aumento dos casos de abuso entre os anos 60 e 70 foram influenciados por factores da sociedade em geral”, diz o estudo, elaborado pelo Colégio de Justiça Criminal John Jay da Universidade da Cidade de Nova Iorque. “Outros factores que se mantiveram invariáveis ao longo do período de tempo analisado, como o celibato, não são responsáveis pelo aumento ou redução dos casos de abuso nesse espaço de tempo”, acrescenta o documento, que salienta que “o estado de confusão facilitou os abusos”, assim como a reacção da hierarquia eclesiástica que não os soube resolver.
O estudo contraria, assim, algumas das desculpas que foram sendo utilizadas pelo clero, que dizia que a Igreja tinha sido infiltrada por homossexuais e pedófilos. “A conclusão mais significativa desta informação é que não há uma mudança psicológica, de desenvolvimento ou comportamento, que diferencie os padres que abusaram de menores dos que não o fizeram.”

Vítimas indignadas
Conclusões que deixaram indignadas algumas associações que representam as vítimas de abusos que ocorreram no seio da Igreja. “Se há alguém a quem culpar é às dioceses e aos bispos que sabendo dos casos desses depravados os mandavam para outros colégios onde podiam continuar a cometer abusos. Nunca durante esses anos os entregaram à polícia ou aos tribunais. Esse estudo de Colégio de John Jay foi feito com informação autorizada pelos bispos. Não deram aos investigadores autoridade legal para entrevistar os abusadores e por isso chegaram a este tipo de conclusões ridículas. É um relatório pago pelos bispos, com informação dos bispos e que chega às conclusões que querem os bispos”, afirmou ao El Mundo Barbara Blaine, fundadora da Rede de Sobreviventes de Abusos por parte do Clero.
De acordo com um estudo feito pela mesma instituição em 2004, entre 1950 e 2002 foram registadas nos Estados Unidos quase 11 mil denúncias de abusos sexuais contra o clero, sendo consideradas credíveis quase 7000. Só entre 2004 e 2008 a Igreja gastou quase 1500 milhões de euros em acordos extrajudiciais de indemnização às vítimas, serviços psiquiátricos para as vítimas e em litigação.

Novas orientações do Vaticano
A publicação do documento coincide com uma posição avançada esta semana pelo Vaticano, que ordenou aos bispos que levem à Justiça os membros do clero suspeitos de pedofilia e os impeçam de exercer funções que possam representar perigo para os menores.
“O abuso sexual de menores não é apenas um delito no plano canónico. É também um crime que deve ser processado no plano civil”, referiu, numa carta circular, o prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal William Levada. O cardeal sublinhou a necessidade de “procedimentos claros e coordenados” contra “o abuso sexual de menores” e pediu aos bispos para os completarem. “A obrigação de dar uma resposta adequada aos casos de eventuais abusos sexuais cometidos sobre menores por clérigos na sua diocese está entre as importantes responsabilidades de um bispo diocesano”, sublinhou o cardeal, que deste modo confere aos bispos um papel central na luta contra a pedofilia.
O cardeal lembrou que o Papa Bento XVI promulgou em Maio de 2010 uma instrução sobre o modo de lidar com a pedofilia no seio do clero. Os bispos têm até ao fim de Maio de 2012 para fazerem chegar à Congregação contributos que permitam estabelecer “directivas completas”. A denúncia de casos de pedofilia, principalmente nos Estados Unidos, Austrália, Irlanda, Bélgica e Alemanha, mergulhou a Igreja Católica na sua maior crise dos últimos anos.

Notícias Cristãs / Publico

12/05/2011

Home Escândalo Pornografia infantil: ex-bispo se declara culpado Pornografia infantil: ex-bispo se declara culpado.


Um ex-bispo canadense de 70 anos acusado de importação e posse de pornografia infantil declarou-se culpado nesta quarta-feira em Ottawa, informou uma rede de TV pública do Canadá.

ex-bispo se declara culpadoRaymond Lahey, que renunciou em setembro de 2009 ao seu cargo de bispo da diocese de Antigonish na Nova Escócia (no leste canadense), foi traído pelo material encontrado em seu computador.

Uma investigação detalhada permitiu descobrir na memória de seu computador pessoal e em outras unidades de armazenamento um grande número de fotografias de garotos, alguns dos quais teriam entre oito e dez anos, segundo estimativas da polícia.
Pouco antes de sua detenção no aeroporto, Lahey havia negociado um acordo amistoso de 15 milhões de dólares em perdas e danos para as vítimas de abuso sexual cometidos por seus sacerdotes. A Igreja Católica não cobriu seus gastos jurídicos.
O bispo também enfrenta acusações por abusar de um residente de um orfanato em princípios dos anos 80. O orfanato Mount Cashel em Saint John, Newfoundland (leste), foi fechado nos anos 90 assim que foi revelado que o então bispo abusou sistematicamente de cerca de 300 residentes ao longo de várias décadas.

Notícias Cristãs / AFP

03/05/2011

Bispo australiano acusa Vaticano de aposentá-lo devido a opiniões polêmicas


O bispo William Morris denuncia em carta que para o papa Bento XVI seus fiéis estariam melhor “sob a liderança de um novo bispo”.

Um bispo australiano acusa o Vaticano de sua separação da Igreja Católica por defender a ordenação de mulheres e homens casados como sacerdotes, informa nesta segunda-feira (horário local) a imprensa local.

O prelado de Toowoomba (Queensland), William Morris, denuncia em carta que sua aposentadoria antecipada se deve a que o papa Bento XVI decidiu que seus fiéis estariam melhor “sob a liderança de um novo bispo”, segundo o jornal “The Australian”.

Os bispos se aposentam, geralmente, aos 75 anos, mas Morris – que esteve à frente desta diocese a quase 900 quilômetros ao norte de Sydney durante quase duas décadas – só tem 67.

Em sua carta, lida este fim de semana nos serviços religiosos de Toowoomba, o prelado disse que a decisão do Vaticano responde a uma mensagem pastoral que publicou em 2006 e provocou uma investigação interna dentro da Igreja.

Morris se pronunciou nesse polêmico texto a favor de ordenar como sacerdotes mulheres e homens casados, assim como reconhecer a validade das ordens anglicanas e luteranas, entre outras propostas, embora acredite que sua opinião tenha sido mal interpretada.

A saída de Morris ocorrerá dois anos depois que a Igreja tomou a mesma medida com Peter Kennedy, ex-sacerdote da cidade australiana de Brisbane, que se mostrou a favor de ordenar mulheres e das uniões homossexuais.

Está previsto que o Vaticano emita um comunicado oficial sobre o assunto.

12/04/2011

Igreja Católica chilena pede perdão por casos de abusos sexuais


Os bispos da Igreja Católica chilena admitiram erros e pediram perdão por casos de abusos sexuais do passado e anunciaram a adoção de procedimentos para evitar casos de pedofilia, segundo um comunicado oficial da Conferência Episcopal Chilena publicado nesta sexta-feira.

O documento, cujo título é “Transparência, verdade e justiça”, reconhece que os bispos “nem sempre reagiram com prontidão e eficácia diante das denúncias”.
O texto também demonstra “solidariedade com as vítimas destes abusos e com suas famílias”.
“Oferecemos humildemente nosso pedido de perdão, que é o apoio que podemos lhes dar, além de nossa oração”, afirma o comunicado.
Citando o papa João Paulo 2º, a nota enfatiza que “quem abusa de crianças e jovens não tem lugar no sacerdócio” e chama os “sacerdotes que falharam com seu compromisso e causaram dano aos outros a fazer um exame de consciência pessoal e a responder sobre seus atos diante de Deus, da sociedade e de seus suspeitos”.
Os bispos ainda declararam que se comprometem “a aperfeiçoar a seleção e formação dos candidatos ao sacerdócio”.
Além disso, será criado um “um organismo da Conferência Episcopal que oriente e dirija nossas políticas de prevenção de abusos sexuais e ajude às vítimas”.

Pesquisa
Uma pesquisa divulgada no início da semana apontou que 88% dos chilenos acreditam que a Igreja Católica ocultou informações sobre supostos abusos cometidos por padres.
O levantamento, realizado pelo jornal “La Tercera”, também indica que 74% das pessoas consideram que o Vaticano não deu uma resposta adequada às denúncias.
O bispo auxiliar de Santiago, Cristián Contreras, admitiu que a credibilidade da Igreja está em baixa e que reconhecer estes fatos “é um primeiro elemento para sair [da crise]”.

Fonte: Notícias Cristãs / da ANSA

29/03/2011

Ex-padre Sousense diz que Igrejas católicas estão parecendo motéis


O ex padre Lourival relatou que os católicos têm a Bíblia em casa, entretanto o livro sagrado fica aberto no salmo 90 e não sai de cima da estante.
As declarações foram feitas na noite deste domingo (27) em um culto evangélico na Igreja Presbiteriana na cidade de Sousa, no qual ele trazia a pregação. O reverendo disse ainda que os católicos estão cegos, e que a verdade tem que ser revelada. ”Todos têm que saber que a igreja católica não prega a verdadeira palavra de Deus, que é o único Salvador de acordo com a bíblia.” Relatou o ex-padre.
Continuando a mensagem, ele falou ainda que atualmente as igrejas católicas estão cada dia mais se assemelhando a motéis, por causa das festas que elas realizam. ”Além de que, um dos grandes erros dos católicos é dizer que se deve adorar imagens de esculturas, sendo que a própria bíblia diz no livro de Salmos Capítulo 135, versos 15 “Os ídolos dos gentios são prata e ouro, obra das mãos dos homens. 16 Têm boca, mas não falam; têm olhos, e não vêem, 17 Têm ouvidos, mas não ouvem, nem há respiro algum nas suas bocas. 18 Semelhantes a eles se tornem os que os fazem, e todos os que confiam neles”.
Para finalizar, Lourival disse: ”Se fosse pra eu nascer novamente, eu queria nascer sendo evangélico. Me sinto muito feliz hoje, antes eu era cego, no entanto enfim eu encontrei a luz, a verdadeira paz que está em Jesus Cristo.”
Centenas de pessoas compareceram ao culto na referida igreja, entre elas, tanto os evangélicos como também católicos.

CONVERSÃO AO EVANGELHO
O ex-padre Lourival Luiz de Sousa, que mora no Núcleo II, perímetro Irrigado de São Gonçalo, Município de Sousa, e atualmente é Diácono da Igreja Assembléia de Deus neste município, e se entregou ao evangelho no dia 29 de abril de 2010.
A notícia da conversão ao evangelho ganhou grande repercussão na religião católica na grande Sousa, pelo fato do ex Padre Lourival ser uma pessoa influente no meio religioso. ”Eu não aceitava mais certas coisas erradas que a igreja católica pratica, como adorar as imagens de esculturas, que a bíblia é clara em relação a isso, como citei acima.” contou Lourival.

CASAMENTO COM EX-FREIRA
Diácono Luiz como é chamado hoje no meio Evangélico, começou a namorar justamente com uma ex-freira, Irmã Maria de Fátima no dia (30/05), em um culto realizado na Assembleia de Deus na cidade de Belém do Brejo do Cruz, Sertão da Paraíba, onde reside à irmã Fátima como é conhecida. Após o Noivado, o casal marcou o casamento que aconteceu nesta quinta-feira (14) no Templo da Igreja Assembleia de Deus na Cidade de Sousa, com as presenças de convidados, amigos e familiares.

fontes: Notícias Cristãs.
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