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13/12/2012

Dez pessoas morreram e quatro igrejas foram queimadas na Nigéria


Dez pessoas morreram e quatro igrejas foram queimadas na Nigéria

Há alguns dias, no nordeste da Nigéria, dois ataques separados contra cristãos resultaram na morte de dez pessoas e na destruição de quatro igrejas, que foram queimadas. Ambas as ações ocorreram em primeiro de dezembro e foram provocadas por homens armados, supostamente membros do Boko Haram.

As vítimas – nove cristãos e um muçulmano – foram mortas na aldeia de Kwaple, área gerenciada pelo governo local Chibok, Estado de Borno. Membros do grupo islâmico passaram fazendo balburdia; eles queimaram 20 casas e uma igreja na região. As outras três congregações mencionadas foram queimadas em Gamboru Ngala.

“Acabo de receber notícias de nossos irmãos em Chibok e Ngala Gamboru dizendo que quatro de nossas igrejas foram atacadas por militantes nesta manhã. Dez pessoas foram mortas em Kwaple”, relatou o diretor da Associação Cristã da Nigéria do Estado de Borno, Tito Pona, em uma mensagem de texto enviada ao presidente da Associação, em 2 de dezembro.

Nuhu Clark, ex- presidente do conselho governamental de Chibok, afirmou que os atacantes entraram na aldeia cerca das 9 horas de sábado e, em seguida, incendiaram casas; também utilizaram armas e facões para matar suas vítimas.

“A maioria dos mortos foi enterrada hoje”, disse Clark, no domingo (2). “É lamentável que isso tenha acontecido em uma vila tão tranquila.” De acordo com Tito Pona, em Gamboru Ngala os atacantes queimaram os seguintes templos: Igreja dos Irmãos, Igreja de Cristo na Nigéria e Igreja Deeper Life (“Vida Profunda”, tradução livre). A mídia local informou o que testemunhas oculares narraram sobre o fato: cerca de 50 insurgentes chegaram em carros e motocicletas, disparando tiros e gritando “Allahu Akbar”; depois, atearam fogo às igrejas, edifícios de imigração e em um posto policial.

Pona soube que outro edifício da Igreja dos Irmãos foi queimado em Chibok. “É, claramente, um ataque contra os cristãos por parte dos membros do Boko Haram, já que o governo local de Chibok é predominantemente cristão”, disse um líder da igreja na região, que pediu anonimato porque as congregações tinham acordado que somente o presidente da Associação Cristã da Nigéria falaria à imprensa. “O governo está preocupado com a implicação deste ataque e está oferecendo apoio na reconstrução das igrejas afetadas”, acrescentou.

O jornal Nigerian Tribune informou que o ataque em Gamboru Ngala foi direcionado aos cristãos que vivem e trabalham na cidade fronteiriça. A publicação afirmou que os cristãos locais tinham sido pressionados anteriormente, por meio de uma carta do grupo islâmico, a deixarem a área ou, então, corriam o risco de serem atacados.

Segunda-feira (3), o governador do Estado reuniu-se com autoridades estaduais e municipais da Associação Cristã, o conselho local, membros do governo e líderes comunitários. Eles determinaram como apoiariam as famílias afetadas.

“As famílias atingidas serão compensadas, mas o preço das vidas perdidas não pode ser pago”, disse o líder cristão anônimo. “O ataque provocado por membros do grupo islâmico que, aparentemente, não são da comunidade, foi injustificado e temos a garantia do governo de que as medidas necessárias serão tomadas para evitar uma recorrência”, pontuou.

Sunday Oibe, porta-voz do grupo do norte da Associação Cristã da Nigéria, condenou os levantes contínuos contra cristãos, que, segundo ele, não estavam recebendo suporte e assistência do governo.

“O que as pessoas têm ouvido é apenas uma pequena fração da violência à qual os cristãos são submetidos” comentou Oibe. “É lamentável quando o presidente (da Associação Cristã da Nigéria) fala sobre o assunto e o acusam de não estar sensível à situação ou de levantar alarme falso. É difícil manter a calma diante de ataques provocativos como o do último sábado (1) em Borno.”

O Estado de Borno é a atual sede do grupo Boko Haram, que já lançou várias ações terroristas no país, matando centenas de pessoas. No mês passado, o Tribunal Penal Internacional determinou que os ataques desses insurgentes na Nigéria se constituem em crimes contra a humanidade.


Fonte: Portas Abertas

05/12/2012

Embora subestimados, ministérios infantis são o futuro da Igreja, afirma especialista


Open in new windowO trabalho dos ministérios infantis nas igrejas podem estar sendo subestimados, e isso poderá causar impactos futuros, afirma Tim Thornborough, líder de um ministério infantil.

Ouvido pelo site da revista Christian Today, Tim diz que “evangelistas que vão à caça de pessoas fazem um grande trabalho, mas o maior trabalho de evangelização é o que você faz em grupo de seus filhos”, referindo-se ao fato de pesquisas apontarem que grande parte dos cristãos se decidem pela causa de Cristo aos 17 anos.

Para Tim, os líderes e membros das equipes infantis das igrejas “são os evangelistas da linha de frente, que fazem o trabalho de base, de modo possibilite existir uma igreja na próxima geração”.

Ainda segundo Tim, o trabalho do ministério infantil não deve ser encarado apenas como uma babá, mas sim, como a preparação da próxima fase de vida cristã: “Não estamos apenas cuidando das crianças, e sim, usando a sabedoria dada por Deus para que essas crianças se tornem discípulos maduros”.

Já o missionário e fundador de um ministério infantil chamado “Mark Drama”, segue pela linha do incentivo: “O que muda a vida de crianças em nossos grupos não somos nós, mas a Palavra de Deus. Você vê os outros e acha que eles são tão talentosos e se enxerga como um fracasso. Mas somos todos um pouco de confusos. Jesus é especialista em usar pessoas que são um pouco confusas”, pontua, valorizando os voluntários de ministérios infantis.

Fonte: Gospel+

04/12/2012

Cidades na Europa rejeita cristãos, o evangelho de Jesus e é “invadida por demônios”


Em alguns lugares da Europa os cristãos são rejeitados e consequentemente o evangelho de Salvação é repudiado, haja visto é um ritual a adoração a uma “deusa pagã” europeia estar sendo resgatado nos últimos anos e nesse ano com força total. Trata-se de um tradição que cultua “demônios” que na cultura os ajuda a ter proteção. -Confira, entenda e ore por missões…

Uma antiga tradição de ofertar a uma “deusa pagã” Europeia (o Perchten) é considerado nocivo e perigoso para a alma cristã parece estar de volta com toda força. Numa Europa que cada vez mais rejeita o cristianismo, o festival esta sendo feita com mais enfase este ano nas ruas de Salzburg (Suíça) e Tirol (Áustria).

 As máscaras com traços diabólicos são usados em procissões e festas nas regiões montanhosas da Áustria e Suíça. Isso faz parte dos costumes tradicionais de Natal nestas regiões europeia, que segundo tradição é para assustar os espíritos que o inverno traz.

Até o século 16 a tradição de ofertar a “deusa pagã” tinha duas versões uma delas era harmoniosas e bondosa (Schöne Perchten), enquanto que a outra era feia e escuro (Finster Perchten). Enquanto a primeira versão era comemorada com enfeites de fitas, correntes de ouro, folhagens e flores, a outra era com garras, presas, chifres, peles de animais e foi a que ficou nos costumes até hoje.

Diz a tradição que homens usando “Perchten escuro” deve visitar as casas fazendo barulho para afugentar os maus espíritos. Pessoas receber uma mistura de carbonato de sódio e de farinha de milho, alimento, que representa a força de regeneração de vida após a morte.

Este é o ressurgimento do paganismo europeu. Centenas de pessoas vestidas como demônios, cobertas da cabeça aos pés com peles de animais e máscaras de madeira, ficando com a aparência de de um culto a adoração ao diabo do que como é a pretensão deles afastar espíritos malignos. Durante o festival, adultos e crianças corriam pelas ruas da cidade, que em muitos casos assustam as crianças um pouco mais crescidas, enquanto as crianças pequenas vão se acostumando com o ambiente macabro e com certeza quando crescerem acharão tudo normal.

A explicação para este festival nestas regiões da Europa é para tentar resgatar este ritual a esta “deusa pagã” que começou por volta do ano 500 anos. Naquela época, os agricultores faziam esses ritos pagãos para afugentar os “fantasmas do inverno” e ajudar a trazer uma colheita proveitosa. Eles pensavam que ao trabalharem com máscaras assustadoras conseguiriam espantar os espíritos do inverno. Cientes que as vestimentas que usavam era alusivas ao “demônio” que por sua vez acreditavam que estas figuraças demoníacas assustariam os fantasmas que prejudicavam a produção das colheitas.

Veja um vídeo postado em 2011,onde mostra um pouco do festival e podemos ver claramente a condição a qual são levadas as crianças a aceitarem estes rituais como sendo normais e benéficos para suas vidas

Fonte: Inforgospel

03/12/2012

Pesquisa afirma que cristão preferem evangelizar amigos


Pesquisa afirma que cristão preferem evangelizar amigosUma pesquisa realizada pela Aliança Evangélica no Estados Unidos conseguiu mostrar que a maioria dos cristãos preferem evangelizar seus amigos.

O estudo tinha como objetivo mostrar as mudanças que o processo de evangelismo tem sofrido entre os religiosos do século 21.

Das pessoas entrevistas, 80% afirmaram que é mais eficaz pregar em grupos onde há uma intimidade, pois assim eles se sentem mais seguros para compartilhar suas crenças.

Outros 9% preferem o método de pregação nas ruas, dizendo que esta é a forma mais eficaz para falar de Jesus. O evangelismo ao ar livre era mais comum no século 19 e em meados do século 20, perdendo um pouco de adeptos nos últimos anos.

A pesquisa da Aliança Evangélica também conseguiu mostrar que boa parte dos cristãos, 57%, acredita que as ações falam mais que palavras na hora de evangelizar.
Outra forma citada pelos participantes do estudo para falar do amor de Deus foram os projetos comunitários, 55% deles acreditam que as pessoas conhecem a Jesus participando destes trabalhos.

Para o diretor da Aliança Evangélica, Dave Landrum, “esta pesquisa mostra que, embora a confiança para compartilhar nossa fé tenha tido sucesso nos últimos anos, é preciso que aconteça de maneiras diferentes”.

O ponto crítico da pesquisa aponta que para 87% dos entrevistados a imagem pública da Igreja e de alguns líderes religiosos está influenciando de forma negativa na hora de fazer o evangelismo.

Fonte: Gospel Prime

18/09/2012

Cristãos no Egito temem que protestos contra filme detonem violência sectária


Os cristãos coptas, a mais importante minoria religiosa do Egito, se dizem assombrados pelas ofensas a Maomé feitas no vídeo.

Os muçulmanos radicais não são os únicos enfurecidos com o filme Inocência dos Muçulmanos no Oriente Médio. Mais importante minoria religiosa do Egito, os cristãos coptas também se dizem assombrados pelas ofensas a Maomé feitas no vídeo, supostamente dirigido e produzido por membros da diáspora copta nos EUA. O temor é que o levante antiamericano realimente a violência sectária, como ocorreu no Cairo e no interior do país em 2011.

O receio é tal que na sexta-feira cristãos programaram uma manifestação na Praça Tahrir, no cento da capital, para condenar o filme, reunindo-se próximo a um grupo bem mais numeroso formado por salafistas radicais. Não houve incidente entre os dois lados. As cenas de violência se limitaram às protagonizadas por algumas centenas de jovens, que enfrentavam as tropas de choque nas imediações da embaixada americana, a 300 metros das manifestações pacíficas.

Ao longo do final de semana, o Estado visitou as comunidades cristãs do Cairo. Entre os fiéis coptas, a reprovação ao filme e ao discurso radical anti-islâmico de membros da diáspora egípcia nos EUA é unânime. Habituados a conviver com muçulmanos do Cairo, eles sabem que difamações ao profeta Maomé detonam a violência por parte dos ultraconservadores.

“O filme não é um bom negócio para ninguém. Quando se faz injúrias desse tipo, as pessoas aqui se sentem ultrajadas. Por isso temos tanto respeito pela fé alheia e nos unimos aos insatisfeitos”, diz Sam Roes, cristão egípcio de 45 anos que, como guia turístico, visitava na manhã de ontem a igreja de Saint-George, um dos patrimônios históricos do Cairo. Roes se disse aliviado porque o filme não suscitou até agora embates entre seguidores das duas religiões, mas diz haver risco. “Se você me perguntar se essa é uma razão para deixar o país, minha resposta é não. Mas as pessoas estão preocupadas.”

Vídeo

O temor aumentou quando trechos do filme, que define Maomé como um pedófilo assassino e líder religioso ilegítimo, foram veiculados no YouTube e atribuídos a um cineasta inicialmente identificado como Sam Bacile. Segundo a polícia da Califórnia, Nakoula Basseley Nakoula, seu verdadeiro nome, é membro de um grupo ultraconservador copta. Essa revelação reforçou a tensão sectária latente no Egito.

Com cerca de 10% da população, os seguidores da Igreja Copta Ortodoxa de Alexandria são a principal minoria religiosa do país. Em 2011, com a queda do ex-ditador Hosni Moubarak, os casos de violência se multiplicaram. Entre março e maio do ano passado, 26 cristãos morreram em massacres atribuídos a muçulmanos radicais. Em um dos últimos incidentes, em outubro, mais de 200 pessoas ficaram feridas durante uma manifestação realizada no Distrito de Shubra, norte do Cairo, em protesto contra um ataque a uma igreja de Assuã, no interior.

“Moro em um vilarejo no deserto, onde a convivência está normal. Mas também lá as pessoas estão aflitas”, contou a irmã Verina, que soube da existência do filme com três dias de atraso, quando teve notícia dos incidentes violentos na capital. “O filme me pareceu tão sem sentido que preferi nem mesmo buscar detalhes.”

Harmonia

Nos distritos cristãos do Cairo, o discurso geral é de que ambas as comunidades retomaram a harmonia após os incidentes de 2011. Mas, com meias palavras e em baixo volume, alguns coptas advertiram que a situação é mais instável do que as aparências sugerem. “Os cristãos do Egito enfrentam problemas diários. Não podemos falar nada, porque para nós não existe liberdade de expressão”, disse um comerciante de 65 anos que pediu anonimato por temer por sua vida. Para o copta, as dificuldades aumentaram desde a chegada da Irmandade Muçulmana ao poder, por meio do presidente Mohamed Morsi. “Mas nada disso justifica o filme. Quem o fez não é cristão, nem muçulmano. É apenas louco.”

Além de risco de violência, muitos cristãos do Cairo receiam que o filme possa prejudicar a imagem da comunidade por longo tempo. Entre muçulmanos, o Estado verificou que nem sempre coptas são bem vistos. Uma maioria, como o empresário Mustapha Sayd, de 30 anos, se mostrava satisfeito com a solidariedade que recebeu de seus amigos cristãos. Outros, nem tanto. Na sexta-feira, quando acompanhava a manifestação de salafistas e cristãos na Praça Tahrir, o engenheiro aeronáutico Salahedin Omar afirmou: “Os cristãos são muito gentis no Egito. É no exterior que eles mostram outra face”.

Fonte: Estadão

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