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05/10/2012

“Ser cristão no Uzbequistão não é nada fácil”, diz Rivaldo


“Ser cristão no Uzbequistão não é nada fácil”, diz RivaldoO jogador Rivaldo concedeu uma entrevista para o site do Portas Abertas lembrando do tempo em que esteve jogando pelo Bunyodkor, time de Uzbequistão, o 9º país de maior perseguição contra cristãos.

Na entrevista ele relembra os momentos que passou naquele país e como percebeu que falar de Jesus publicamente era proibido. “Teve um episódio, em que ganhamos a copa do Uzbequistão e usei uma camisa com os dizeres ‘Jesus number 1′ (Jesus, número 1) quando vi no site, eles haviam apagado o nome “Jesus” e falaram que não poderia mais fazer aquilo”.

Assim que se mudou para Uzbequistão, Rivaldo que é cristão tentou fazer alguns cultos em casa, mas acabou sentindo no coração o desejo de frequentar uma igreja local. Na entrevista ele relata que não só ele como outros jogadores brasileiros também passaram a congregar com cristãos uzbequistaneses.

Foi com este contato que ele pode perceber como é difícil ser cristão em um país de maioria muçulmana. “Ser cristão no Uzbequistão não é nada fácil, para mim não foi tão difícil por ser uma pessoa conhecida, mas para eles, é duro”, diz.

Leia a entrevista na íntegra:

Rivaldo, você tem conhecimento sobre a perseguição e intolerância religiosas?
Com certeza.

Você já ouviu falar da Portas Abertas durante suas passagens por diversos países, principalmente no período que morou no UZBEQUISTÃO jogando pela Bunyodkor? O que conheceu da Portas Abertas nestes locais?
 Tive conhecimento pela internet. Foi pelo site da Portas Abertas que fiquei sabendo que o Uzbequistão era o 9º país mais perseguido do mundo.

O que conheceu da igreja no UZBEQUISTÃO, pois o país ocupa o 9º lugar na Classificação de Países por Perseguição? Teve contato com os cristãos locais?
Quando cheguei lá, comecamos a fazer culto em casa, mas, senti em meu coração que deveria participar de uma igreja local, que eu deveria ser testemunha de Jesus aos uzbeques, e foi o que fiz, eu e todos os brasileiros começamos a participar de uma igreja local. Foi um tempo maravilhoso!

Você já foi proibido de expressar sua fé publicamente?
Fui, e no Uzbequistão, mesmo. Teve um episódio, em que ganhamos a copa do Uzbequistão e usei uma camisa com os dizeres “Jesus number 1” (Jesus, número 1) quando vi no site, eles haviam apagado o nome “Jesus” e falaram que não poderia mais fazer aquilo, mas continuei fazendo. Não por palavras mas por atitudes.

O que sentiu por ser cristão em um país de maioria muçulmana? Teria algum testemunho relacionado à restrição religiosa para compartilhar?
Ser cristão no Uzbequistão não é nada fácil, para mim não foi tão difícil por ser uma pessoa conhecida, mas para eles, é duro. Sei que Jesus nos levou até lá para sermos luz, testemunhas vivas. O mais emocionante foi ter convivido com cristãos locais. Ver a alegria deles por estarmos lá… A esperança de que Jesus não tinha se esquecido deles.

O que você acredita ser a maior necessidade para a minoria cristã no Uzbequistão?
Liberdade de expressar sua fé. Liberdade de ouvir um louvor. Liberdade de ler a palavra de Deus.

Você já tentou aproximação para falar do amor de Deus para jogadores de outras religiões? Qual foram as reações?
Respeito muito as pessoas, não sou aquela pessoa de impor a minha opinião. Falo de Jesus através das minhas atitudes, e da minha maneira de ser. E sei que muitos deles foram impactados.

Em quais situações você acha que se deve abrir mão de professar publicamente sua fé?
Tenho certeza de que em nenhum momento. Nunca negarei a Jesus. É por Ele e para Ele que vivo.

Fonte: Gospel prime

29/09/2012

Virgindade: não há valor que pague…


Virgindade: não há valor que pague...O caso da catarinense Catarina Migliorini, 20 anos, que decidiu leiloar sua virgindade pela internet levanta a discussão de um assunto que divide opiniões: qual é a importância da virgindade para as pessoas? Para alguns, ter a primeira relação sexual é um ritual de passagem e não é preciso escolher uma pessoa especial para isso. Mas existem pessoas que valorizam – e muito – esse momento e garantem que não há dinheiro que pague o valor da virgindade.

É o caso de Leonardo Teixeira, 24 anos, e Raiany Teixeira, 23 anos, que completam, hoje, dois meses de casados. Durante três anos e 9 meses eles namoraram e, desde o início, entregaram o relacionamento a Deus. “Há quatro anos, a gente se conheceu e começou a surgir um sentimento. Ficamos três meses orando, esperando a confirmação de Deus. Eu perguntei: ‘se a nossa  lua de mel fosse fazendo missões, você iria?’. Ela disse que iria comigo aonde Deus me mandasse. Foi aí que veio a confirmação e eu pedi ao pai dela para namorá-la”, conta Leonardo.

Depois disso, o namoro realmente começou, e eles deram o primeiro beijo. Mas viram que aquilo não condizia com o compromisso que fizeram com Deus e decidiram, a partir de então, não se beijarem mais, até o dia do casamento.

“Sabíamos que nosso voto tinha que ser com sinceridade, por amor, não por obrigação. E isso partiu do nosso coração. Então, a partir daí a gente não se beijou mais”, conta Leonardo.

Entre muitos beijinhos no nariz e olhares duvidosos de algumas pessoas, Raiany e Leonardo se mantiveram firmes durante quase quatro anos, até chegar o dia do casamento.

Os dois se casaram há exatos dois meses, na primeira Igreja Batista de Vista da Serra I, na Serra, e garantem que cada minuto de espera valeu a pena. “A virgindade é um presente de Deus, que nós guardamos para compartilhar depois do casamento. Valeu muito a pena esperar”, garante Raiany.

Para a psicóloga Angelita Scárdua, a espera pelo parceiro certo tem a ver com a história e os valores de cada um. “Quando a pessoa é fiel àquilo que acredita, ela vai se sentir mais confortável. A gente não deve nunca se forçar a fazer algo que viole nossos princípios e crenças, porque, em geral, é muito difícil lidar com as consequências disso, principalmente quando se é jovem”, observa a psicóloga.

Fonte: Gazetaonline

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