Posts tagged ‘pesquisa sobre religião’

24/09/2012

Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em Jerusalém


Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em JerusalémArqueólogos israelenses descobriram um tanque de água (cisterna) datado do período do Primeiro Templo de Jerusalém (1006-586 a. C.). O achado pode lançar uma nova luz sobre os usos e costumes da vida na cidade santa há cerca de 2.500 anos atrás.

Encontrado junto ao muro ocidental da praça onde estava o Templo, no chamado Arco de Robinson. O tanque recebia água do poço de Siloé, que ficava algumas centenas de metros além dos muros, explicam os especialistas.

“Está bastante claro agora que Jerusalém não só tinha sua fonte de água em Gion, mas tinha outros recursos para uso público”, afirmou em um comunicado o arqueólogo Eli Shukron, que lidera o projeto da Autoridade de Antiguidades de Israel. A descoberta mostrou que o abastecimento de água de Jerusalém, além de uma fonte de água natural, contava com grandes reservatórios artificiais do tipo agora descoberto.

A descoberta consiste em uma cavidade meticulosamente esculpida na rocha. A evidência da época é determinada pela forma e pelo tipo de reboco, típicos de reservatórios do período do Primeiro Templo descobertos em outros lugares de Israel. Pode-se ver as impressões digitais dos construtores impressas na parece, feitas quando eles terminaram o trabalho, como nos depósitos descobertos nos depósitos similares de Tel Be’er Sheva, Tel Arad e Bet Shemesh.

Essa cisterna é o ponto final de um canal do Vale do “Tyropoeon”, que alguns estudiosos identificam com o “Vale da Decisão” mencionado no Livro de Joel (Joel 4,14) e também pelo historiador judeu-romano Josefo.

Eli Shukron conta que durante o trabalho debaixo do chão do canal, se abriu uma brecha que revelou a presença da cisterna com dois tanques pequenos, capaz de reter 250 metros cúbicos de água, o que faz dela a maior daquela época já descoberta em Jerusalém.

Seu tamanho grande indica que a água era utilizada para as funções cotidianas no Templo e pelo público em geral, seja para banho ou para ser bebida. Provavelmente servia também como local de purificação dos peregrinos antes de subirem para o banho ritual.

O tamanho original e a localização da cisterna sugerem que ele tenha servido para auxiliar nas atividades de rituais no templo, segundo destacou a arqueóloga Tsvika Tsuk da Autoridade de Parques de Israel. “É possível que a grande cisterna encontrada ao lado do Monte do Templo tenha sido usada na operação diária do próprio Templo, mas também serviu para os peregrinos que vinham e precisavam de água para lavar e beber”, completa Tsuk. “A cisterna foi impermeabilizada com um gesso amarelado típico do período e ainda visíveis nas paredes”.

O local testemunha a existência de uma área com uma elevada densidade de construções. Porém, quando o local cresceu em número de habitantes, na época do Segundo Templo, as construções mais antigas foram desativadas, como ocorreu com o reservatório encontrado.

Calcula-se que o Primeiro Templo tenha sido construído por volta de 950 a.C, de acordo com o registro bíblico e destruído por um exército babilônico em 586 a.C. O Segundo Templo foi edificado começou cerca de 50 anos depois e totalmente destruído por soldados romanos no ano 70 d.C.

Depois de completar as escavações, a Autoridade de Antiguidades de Israel, órgão oficial do governo israelense, examinará a possibilidade de incluir este grande reservatório na rota para os visitantes da Terra Santa.

Traduzido de Acontecer Cristiano

onte: Gospel Prime

19/09/2012

Descoberto papiro do século 4º que menciona “mulher de Jesus”


Apelidado de “Evangelho da Mulher de Jesus”, o fragmento descoberto não traz informações confiáveis sobre a figura histórica de Cristo.

À primeira vista, parece que o enredo do best-seller “O Código da Vinci” virou fato: um fragmento de papiro que provavelmente data do ano 350 da Era Cristã retrata Jesus usando a expressão “minha mulher”. É bom ir devagar com o andor, contudo.

Segundo a historiadora da Universidade Harvard (EUA) responsável pela análise do texto antigo, que ela apelidou de “Evangelho da Mulher de Jesus”, o fragmento não traz informações confiáveis sobre a figura histórica de Cristo, já que a narrativa quase certamente teria sido composta séculos depois da morte dele.

Open in new windowO que o texto mostra, no entanto, é o intenso debate sobre os prós e contras do sexo e do casamento nos primeiros séculos do cristianismo -uma controvérsia que ainda deixa marcas em temas como o celibato dos padres ou a ordenação de mulheres, por exemplo.

O “Evangelho da Mulher de Jesus” vem a público com uma aura de mistério, além da inevitável polêmica que o tema do fragmento traz.

Sua procedência exata é desconhecida. Sabe-se apenas que, em 2010, um colecionador de antiguidades (cuja identidade, por enquanto, está sendo preservada) mandou um e-mail para Karen King, especialista em cristianismo antigo da Escola de Teologia de Harvard.

O colecionador queria ajuda para traduzir o fragmento -uma única folha de papiro, medindo 8 cm de largura por 4 cm de comprimento. O texto foi escrito em copta, idioma descendente da língua dos faraós que era falado pela maioria dos egípcios na época do Império Romano (e ainda é usado na liturgia dos cristãos do Egito).

No ano passado, o dono do papiro concordou em deixá-lo com King. A pesquisadora pediu a ajuda de outros especialistas em papiros e na língua copta e acabou por decifrar o que restou do texto (veja quadro acima). A descoberta foi anunciada pelo jornal “New York Times”.

Os fragmentos dizem, entre outras coisas, “Maria [Madalena?] é digna disso” e, logo depois da menção a “minha esposa”, “ela será capaz de ser minha discípula” e “eu habito com ela”.

Dá para esperar um debate acadêmico feroz em torno do manuscrito. Entre os especialistas que revisaram o artigo da revista especializada “The Harvard Theological Review” no qual está a análise do manuscrito, dois chegaram a questionar a autenticidade do material.

Outros especialistas em papiros, no entanto, ressaltaram que o padrão de manchas e fibras marcadas por tinta, já esmaecidas, seria difícil de forjar. A datação do texto, por ora, é indireta, baseada no estilo da escrita.

Já se sabe há tempos que o Egito foi palco de uma imensa diversidade de ideias nos primeiros séculos do cristianismo. Prova disso é a “biblioteca” de textos cristãos de Nag Hammadi, descoberta em 1945, na qual predominam os chamados textos gnósticos -corrente de pensamento para a qual o mundo físico é obra de divindades malévolas, e não de Deus.

Vem de Nag Hammadi o Evangelho de Filipe, também em fragmentos, mas que mencionaria Jesus beijando Maria Madalena, que a cultura pop atual vê como mulher de Cristo.

Durante os primeiros séculos depois de Jesus, os cristãos estavam divididos a respeito de como lidar com o sexo e o casamento. Uns, como o apóstolo Paulo, defendiam que o celibato era a melhor opção, embora não condenassem o casamento. Outros diziam que os melhores candidatos a líderes da igreja eram os homens casados. E havia ainda os que condenavam todo tipo de contato sexual. No caso de Jesus, o mais provável é que ele tenha mesmo sido solteiro.

Fonte: Folha de São Paulo

17/09/2012

Religião não é uma prioridade moral para muitos jovens


Ter uma crença religiosa não é visto como uma prioridade moral por muitos jovens,  foi o que revelou uma pesquisa uma pesquisa realizada pela BBC Religião e Ética.

A BBC pediu para que 600 jovens entre 16 e 24 anos, fizessem uma lista com oito questões morais que oito eram mais importantes.

Cuidar da família ficou em primeiro lugar, com 59%. Apenas 4% disseram ter a fé religiosa como mais importante.

Quando perguntado sobre a questão menos importante, um terço escolheu a religião.

Depois de cuidar da família, 12% destacaram outros itens como uma prioridade moral.

Este foi seguido por 8% que escolheu ser fiel a um parceiro. Cinco por cento disseram cuidar do meio ambiente, enquanto 4% escolheram pagar impostos.

Outros 4% escolheram desempenhar um papel na comunidade local como o mais importante. Um por cento disse que a compra de produtos éticos era mais importante.

Os números foram divulgados antes da publicação do último Attitudes Survey social britânico na segunda-feira, o que é esperado para mostrar uma nova queda na filiação religiosa entre os jovens.


Fonte: Christian Today

10/09/2012

Maioria dos cristãos não entende o que é ser membro de uma igreja


Um novo estudo do Instituto de Pesquisas Grey Matter mostra que existe grande confusão e ignorância entre os cristãos sobre o significado de ser membro de uma igreja.

A pesquisa foi realizada entre adultos que afirmaram participar de uma igreja local. O estudo perguntou se essas pessoas foram convidadas ou não a fazer “qualquer tipo de adesão oficial à organização”. Apenas 48% disseram que foram convidados a fazer algum tipo de adesão oficial, 33% acreditam que isso não é importante, e 19% são não têm certeza.

A maioria das grandes organizações religiosas faz esse tipo de convite. As dez maiores denominações cristãs dos EUA oferecem algum forma de adesão oficial: Igreja Católica Romana, Convenção Batista do Sul, Igreja Metodista Unida, Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Igreja Evangélica Luterana, Assembleia de Deus, Igreja Presbiteriana, Igreja Luterana – Sínodo de Missouri, Igreja Episcopal e Convenção Batista Nacional dos EUA.

Mesmo assim, entre os fieis dessas 10 denominações, apenas 44% dizem que sua igreja lhes pediu para serem membros, enquanto 39% disseram não terem sido convidados, e 17% não tem certeza.

A importância de uma “membresia oficial” é muito mais comum entre evangélicos do que entre os católicos romanos. Entre os membros de uma igreja protestante, 56% dizem que sua igreja exige que o fiel se torne um membro. Apenas um terço dos católicos acredita que isso é necessário.

Entre as pessoas que frequentam as nove maiores denominações não católicas dos EUA, 69% dizem que um convite para adesão oficial é oferecido, 9% afirmam não há necessidade de adesão oficial, e 21% não tem certeza.

Por outro lado, os evangélicos são particularmente propensos a acreditar na exigência que sua igreja faz de o fiel ser membro (72% contra 44% entre todas as outras confissões de fé).

Entre as pessoas entrevistadas, 78% afirmam serem membros de sua igreja, enquanto 21% frequentam, mas nunca se tornaram membros e 1% não tem certeza se é ou não membro.

Ron Sellers, presidente do Instituto de Pesquisa Grey Matter observa que muitas denominações continuam a medir seu tamanho segundo o número de membros, mas isso nem sempre é verdade.

“Menos de metade de todas as pessoas que frequentam templos religiosos acreditam que podem ser membros de sua igreja ou lugar de culto. Mesmo quando olhamos apenas para as maiores denominações protestantes que oferecem essa possibilidade, cerca de um terço dos que frequentam a igreja desconhecem que isso é uma opção. Quase quatro em cada dez pessoas que frequentam essas igrejas não pretendem ser membros. Temos que repensar o quão relevante são as estatísticas de membresia para medir a força de uma igreja nos dias de hoje?”.

Na análise de Sellers, muitos grupos religiosos não se preocupam tanto em estimular as pessoas a se tornarem membros ou enfatizar o quanto isso é importante. “As igrejas  locais  muitas vezes falam sobre os benefícios ou a importância de a pessoas que frequenta se tornar um membro, mas aparentemente as pessoas simplesmente não veem isso como algo necessário para a sua própria vida espiritual. Os grupos religiosos precisam entender o porquê isso acontece e começar a explicar a importância  dessa decisão. ”

“Não é de admirar que tantas pessoas estejam confusas. Algumas instituições religiosas têm várias maneiras de ver o fiel, falam em visitantes, frequentadores,  participantes, congregados, contribuintes, etc, mas não explicam muitas vezes com clareza o que é um ‘membro’  e algumas denominações não deixam claro  como pode ser feita essa adesão oficial”, conclui.

Traduzido de Greymatterresearch.com

25/08/2012

Mulheres cristãs têm mais problemas com desorganização do que luxúria ou inveja


Uma nova pesquisa do Grupo Barna revela que as mulheres cristãs nos Estados Unidos reivindicam lutar menos com pecados “tradicionais” que do que com maus comportamentos mais modernos.

Na terça-feira, o grupo de pesquisa revelou a terceira parte de seu estudo “Mulheres Cristãs Hoje “, que concluiu que as mulheres mais frequentemente indicaram desorganização (50 por cento) e ineficiência (42 por cento) como suas maiores lutas.

Mulheres cristãs eram muito menos propensas a citar pecados “tradicionais” como a inveja (13 por cento) e luxúria (8 por cento), como lutas em suas vidas. Outras questões que diziam enfrentar incluem raiva (36 por cento), o egoísmo (25 por cento), discutir excessivamente (19 por cento) e arrogância (16 por cento).

No que diz respeito às suas vidas espirituais, 73 por cento das mulheres disseram que são caracterizadas pela alegria. Uma percentagem semelhante (72 por cento) disseram que são caracterizadas por liberdade espiritual, e 67 por cento disseram que sentem muita realização espiritual. Em contraste, apenas três por cento afirmaram sentir-se com “muito” medo, dúvida ou confusão.

David Kinnaman, presidente do Barna Group, pergunta se uma auto-avaliação ou não de suas lutas é realmente precisa.

“Tão poucas mulheres realmente lutam com medo, dúvida e confusão? Elas realmente pensam que desorganização é o seu maior pecado? Ou as mulheres relutam em admitir suas falhas? Mesmo em uma pesquisa anônima?” Kinnaman disse, de acordo com o estudo.

Uma luta que poderia ter sido sub-relatada neste estudo é o da luxúria. Enquanto que menos de uma em cada dez mulheres disseram aos pesquisadores que lutam com a luxúria, estimados 25 por cento das mulheres cristãs são viciadas em pornografia e 70 por cento delas nunca vão confessar isso, de acordo com a fundadora do Dirty Girls Ministries, Crystal Renaud, no seu livro, Dirty Girls Come Clean.

Embora os inquéritos telefônicos usados para coletar os dados fossem anônimos, Kinnaman acredita que “há uma forte sensação de que a desejabilidade social afete os resultados.”

“Por exemplo, talvez as mulheres cristãs são relutantes em admitir suas lutas porque podem experimentam vergonha e culpa, dando uma resposta mais honesta”, acrescentou. “Talvez as mulheres precisam aprender a ter graça e compaixão por si mesmas e umas às outras.”

Outra possível explicação para as respostas dadas por mulheres, disse ele, é que os cristãos, em geral, sentem que são mais maduros espiritualmente do que provavelmente realmente são. Portanto, homens e mulheres cristãs ambos precisam aprender a avaliar melhor a sua própria espiritualidade.

O estudo, que foi realizado através do levantamento de 603 mulheres adultas cristãs nos EUA que foram a um culto da igreja regularmente nos últimos seis meses, e também examinou as coisas que mais provocaram decepção em suas vidas.

As mulheres disseram que as maiores decepções de suas vidas se relacionam com: a morte de um ente querido (29 por cento), a sua família ou crianças (20 por cento) ou um divórcio ou casamento ruim (nove por cento). Apenas nove por cento das mulheres disseram que não têm decepções.

Fonte: The Christian Post

10/08/2012

Cresce o número de ateus no mundo


Cresce o número de ateus no mundo

Em alguns paises, segundo uma pesquisa global, ocorreu queda surpreendente no número de pessoas que se consideram religiosas. A enquete realizada em 57 países pelo Instituto WIN-Gallup Internacional foi feita pela última vez em 2005.

Agora, sete anos depois, é possível verificar um aumento de quase 3% no índice de pessoas que se declaram ateus, enquanto os religiosos diminuíram 9%.

A Irlanda teve a maior queda, seguida pelo Vietnã.

A pesquisa, que leva o nome de Índice Global de Religião e Ateísmo, sugere que as pessoas mais pobres são mais propensas a se descreverem como religioso do que as ricas.

Gana (96 por cento), Nigéria (93 por cento) e Armênia (92 por cento) tiveram o maior percentual de pessoas que disseram que eles eram religiosos.

Para todos os 51.000 entrevistados foi perguntado: “Independentemente de frequentar ou não uma igreja, você se considera uma pessoa religiosa, não religiosa ou ateia?”

Computadas as respostas, 59% dos entrevistados afirmou que são religiosos, 23% se declararam “sem religião”, enquanto 13% se consideram ateus.

Segundo o Índice, 85% se declararam religiosos, 13% afirmam ser não religiosos e apenas 1% dos brasileiros são ateus convictos.

Fonte: Gospel Prime

02/06/2012

Cristianismo Global


Um estudo demográfica em mais de 200 países considera que há 2,18 bilhões de cristãos de todas as idades ao redor do mundo, representando quase um terço da população global estimada em 6,9 bilhões em 2010. Os cristãos também são geograficamente distribuídos – de modo vasto.

Um século atrás, este não era o caso. Em 1910, cerca de dois terços dos cristãos do mundo vivia na Europa, onde a maior parte dos cristãos esteve concentrado no último milênio, de acordo com estimativas históricas do Center for the Study of Global Christianity. Hoje, apenas cerca de um quarto de todos os cristãos vivem na Europa (26%). Mais de um terço agora estão nas Americas (37%). Cerca de um em cada quatro cristãos vivem na África (24%), e cerca de um em oito é encontrado na Ásia e no Pacífico (13%).

O número de cristãos ao redor do mundo quase quadruplicou nos últimos 100 anos, de cerca de 600 milhões em 1910, para mais de 2 bilhões em 2010. Mas a população total do mundo também tem aumentado rapidamente, de uma estimativa de 1,8 bilhões em 1910 para 6,9 bilhões em 2010. Como resultado, cristãos constituem cerca da mesma porção da população do mundo hoje (32%) como há um século (35%).

Esta aparente estabilidade, no entanto, esconde uma mudança importante. Embora a Europa e Américas ainda são o lar de uma maioria de cristãos do mundo (63%), essa participação é muito menor do que era em 1910 (93%). E a proporção de europeus e americanos cristãos, caiu de 95% em 1910, para 76% em 2010 na Europa como um todo, e de 96% para 86% nas Américas como um todo.

Ao mesmo tempo, o cristianismo cresceu enormemente na África Subsaariana e na região Ásia-Pacífico, onde havia poucos cristãos no início do século 20. A parcela da população que é cristã na África Subsaariana aumentou de 9% em 1910 para 63% em 2010, enquanto na região Ásia-Pacífico aumentou de 3% a 7%. O cristianismo hoje – ao contrário de há um século – é realmente uma fé global.

Estas são algumas das principais conclusões do “Cristianismo Global” (Global Christianity). Um Relatório sobre o tamanho e a distribuição da população cristã do mundo, um novo estudo realizado pelo “Pew Research Center’s Forum on Religion & Public Life”.

O estudo é baseado principalmente em uma análise país a país, de cerca de 2.400 fontes de dados, incluindo os censos e pesquisas nacionalmente representativas da população. Para alguns países, como China, as estimativas do “Forum Pew” também leva em conta as estatísticas de grupos de igrejas, relatórios governamentais e de outras fontes

Os cristãos são diversificados teologicamente bem como geograficamente, aponta o novo estudo. Cerca de metade são católicos. Protestantes, amplamente definida, representam 37%. Os cristãos ortodoxos, 12% de cristãos no mundo inteiro. Outros cristãos, como os mórmons e as Testemunhas de Jeová, compõem o restante 1% da população mundial cristã.

Tomado como um todo, no entanto, os cristãos são de longe o maior grupo religioso do mundo. Os muçulmanos, o segundo maior grupo, representam um pouco menos de um quarto da população mundial, de acordo com trabalhos anteriores do “Forum Pew”.

Quase metade (48%) de todos os cristãos vivem nos 10 países com o maior número de cristãos. Três dos 10 países estão nas Américas (Estados Unidos, Brasil e México). Dois estão na Europa (Rússia e Alemanha), dois estão na região Ásia-Pacífico (Filipinas e China), e três estão na região sub-saariana da África (Nigéria, República Democrática do Congo e Etiópia), refletindo o alcance global do cristianismo.

(Com informações Center for the Study of Global Christianity, Pew Research Center’s Forum on Religion & Public Life e Portas Abertas)

27/12/2011

Arqueólogos encontram templo cristão na Síria


Arqueólogos encontram templo cristão na Síria

Arqueólogos sírios encontraram uma igreja cristã no nordeste do país, o templo foi descoberto na quarta temporada de escavação em Tal Hasaka onde também foi encontrado um cemitério. Tanto a igreja como o cemitério teriam sido construídos no início da era cristã.

De acordo com a Prensa Latina o chefe da expedição arqueológica, Abdul Masih Baghdo, afirmou que templo encontrado na escavação tem 22,5 m por 14,5 m de largura, e foi desenterrado ao sul de uma catedral. A igreja foi construída com pedras de basalto e pintada com gesso, tendo três portas de acesso.

O especialista também informou que as colunas do templo também são de basalto e têm cerca de 1,10 metros de diâmetro. Deus da igreja descoberta foi achado um cadeira também feita com esse mesmo tipo de rocha que supostamente pertencia a uma importante figura religiosa da época.

Ainda dentro da catedral em Tal Hasaka os arqueólogos encontraram um cemitério de 18m por 8m de largura que faz parte de um grande complexo religioso descoberto na cidade durante outras pesquisas. Historiadores acreditam que a Síria tenha sido o berço do cristianismo e também do islamismo.


Fonte: Gospel Prime

13/12/2011

Mar Morto pode responder dúvidas sobre eventos bíblicos


Mar Morto pode responder dúvidas sobre eventos bíblicos

Pesquisadores perfuraram 460 metros do Mar Morto para tentarem descobrir o que tem levado esse importante mar a secar tão rapidamente nos últimos anos. Ao mesmo tempo a pesquisa serve para explicar várias histórias bíblicas como a destruição de Sodoma e Gomorra e passagem de quando Josué levou os israelitas para o Egito.

“Vemos muitas dessas histórias diferentes na Bíblia, sobre anos de vacas gordas e de vacas magras”, disse Steven Goldstein, geoquímico da Universidade de Columbia em Nova York que pesquisa na região.

A pesquisa não foi feita para investigar os acontecimentos relatados na Bíblia, mas para entender a história do Mar Morto que diminuiu 23 metros entre os anos de 1930 e 2000 e de 2000 a 2008 seu nível caiu mais 8 metros. Para agravar o caso, só em 2010 foram 1,5 metros evaporados.

Os cientistas acreditam que há 120 mil anos atrás o Mar Morto já teria secado, ou seu nível teria ficado muito abaixo sem a intervenção humana. “Parece que o Mar Morto pode ter secado ou ficado muito perto da secagem sem intervenção humana”, disse o geoquímico Emi Ito.

Segundo esses estudos a época foi muito mais quente e com menor umidade do ar, o que os fazem desacreditar que o local poderá secar por completo, ou desaparecer nos próximos anos. Mesmo diante dessas afirmações os pesquisadores não conseguem dizer se as intervenções humanas poderão afetar negativamente o Mar Morto.

Com informações Hype Science

12/12/2011

Acharam a Arca da Aliança? Jornalista afirma que a relíquia poderá ser vista dentro de poucos meses


Acharam a Arca da Aliança? Jornalista afirma que a relíquia poderá ser vista dentro de poucos meses

Um problema no telhado de uma igreja pode dar ao mundo moderno a chance de ver a Arca da Aliança pela primeira vez. A Arca é descrita na Bíblia como o local onde eram guardadas as tábuas dos Dez mandamentos e outros objetos sagrados, como a vara de Arão e um pouco de maná.

Ela também servia como um veículo de comunicação entre Deus e o povo de Israel quando o tabernáculo foi erguido no deserto, explica o livro de Êxodo.

Ela foi utilizada pelos hebreus como parte do culto judaico no Templo de Salomão até seu desaparecimento, que acredita-se ter ocorrido durante a conquista de Jerusalém pela Babilônia, no século 6 antes de Cristo.

Segundo a tradição judaica, o profeta Jeremias foi a pessoa responsável por escondê-la.

Desde então quase nada se sabe sobre seu paradeiro. A busca pela arca tornou-se “popular” desde a exibição do filme “Indiana Jones e os caçadores da arca perdida” dirigido por Steven Spielberg em 1981.

Existe uma antiga reivindicação dos cristãos ortodoxos da Etiópia que eles guardam a Arca há séculos. Desde 1960 ela, aparentemente, está na capela de cidade de Aksum, apelidada de “a capela das tábuas da lei”, que fica ao lado da igreja Santa Maria de Sião e é cercada de mistérios.

Ninguém está autorizado a ver o objeto sagrado, descrito nas Escrituras como uma caixa de madeira de acácia, revestida de ouro e sobre ela estão dois querubins de ouro. Supostamente, a única pessoa que tem visto a arca nas últimas décadas é um monge idoso e solitário, que se comprometeu a zelar pela Arca durante toda a sua vida.

Ele não é autorizado a sair do terreno da capela e ninguém mais pode ter acesso à ela.

Porém, essa capela, construída pelo líder etíope Imperador Selassie Hailie, precisou ser coberta por uma lona para impedir que a chuva prejudicasse o tesouro arqueológico. Os danos causados pelas chuvas recentes podem determinar uma mudança drástica.

Pela primeira vez em décadas os religiosos e aventureiros podem ter uma oportunidade de vê-la. O fotógrafo e jornalista britânico Tim Makins, especializado em fotos de viagens para publicações de turismo, visitou a igreja durante uma passagem pela Etiópia meses atrás.

Ele afirma que essa necessidade de moverem a Arca pode ser uma das melhores maneiras de finalmente ficar provado, ou não, que ela está na Etiópia.

Tim disse: “Durante a minha visita mais recente à igreja, fiquei surpreso ao ver o terreno ao lado da capela sendo limpo e nivelado por trabalhadores. Há uma grande quantidade de pedras usadas para construção empilhadas nas proximidades.”

Os responsáveis pela construção da lendária capela, na década de 1960, não contavam com as mudanças climáticas na região. O telhado da igreja apresenta alguns vazamentos grandes, que exigem uma reparação integral. Como medida preventiva, uma lona foi colocada sobre o teto da capela, mas para uma reforma completa, o telhado deve ser retirado e reconstruído. Portanto, esse local ao lado seria um “lar temporário” para a Arca.

Tim afirma que a construção da nova capela temporária deve levar mais de três meses, segundo as estimativas dos trabalhadores e líderes religiosos com quem ele conversou sobre o assunto.

O fotógrafo comemora a possibilidade de revelar o mundo as primeiras imagens desse tesouro. “Quando o trabalho for concluído, a Arca da Aliança terá de ser levada para esse novo local. Isso muito dificilmente poderá ser feito apenas pelo monge que a guarda. A Bíblia diz que a Arca mede cerca de 1,30 metro de comprimento, 0,80 de largura e 0.80 de altura. É improvável que ela seja carregada apenas por uma pessoa. As Escrituras dizem que existem duas varas que são encaixadas na lateral da Arca para carregá-la e são necessárias duas pessoas.

Caso o fotógrafo Tim Makins esteja certo, dentro de alguns meses a Arca terá de ser retirada da capela e depois que a reforma terminar, ser levada de volta. Ainda que a distância seja pequena, nessas duas oportunidades o mundo poderá esclarecer de maneira definitiva se a tradição etíope sobre o paradeiro da Arca da Aliança realmente é verdadeira.

Fonte:  Gospel Prime

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