Posts tagged ‘Pesquisa’

18/12/2012

Casamento em Minas Gerais dura Mais segundo IBGE.


casaisEm oito anos, o número de divórcios aumentou em Minas Gerais, mas isso não quer dizer que os mineiros estejam desacreditados com relação ao casamento. Ao contrário, eles estão se casando mais e permanecendo juntos por mais tempo.

Segundo as Estatísticas do Registro Civil do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas ontem, a taxa geral de casamentos desfeitos no Estado passou de 1,4 em cada mil habitantes de 15 anos ou mais de idade, em 2003, para 2,9 em 2011. A pesquisa contempla também informações sobre mortalidade e natalidade.

De acordo com a demógrafa Luciene Longo, do IBGE, o motivo do aumento de divórcios foi uma mudança na legislação, em 2010, desobrigando casais de passarem pelo processo de separação.

Os números de Minas acompanham os nacionais: nunca houve tantos divórcios no país como no ano passado. A taxa geral de 2,6 rompimentos por grupo de mil habitantes foi a maior da série histórica do IBGE, iniciada em 1984. Na “estreia”, foi de 0,5.

Pé no altar

Por outro lado, há mais mineiros se casando. Em 2003, a taxa de nupcialidade legal era de 6,5 casamentos por mil habitantes de 15 anos ou mais de idade. Em 2011, atingiu 7,4, mais que a média nacional, 7,0.

De modo geral, os grupos de idade que mais se casam são os de 20 a 24 anos e 25 a 29 anos.

Considerando todos os casamentos no Estado, 80,6% foram entre pessoas que jamais tinham firmado matrimônio. O percentual é pouco superior ao total do Brasil, 79,7%.

A idade mediana dos solteiros na data do casamento era, no ano passado, 25 anos para mulheres e 28 anos para homens. No país, há diferença de um ano a mais na idade mediana das mulheres, 26 anos.

Mais tempo

As uniões também estão durando mais. O tempo médio transcorrido entre o casamento e o divórcio, em 2003, era 11 anos. Em 2011, foi 15 anos, o mesmo intervalo verificado no Brasil. A idade média na data de sentença do divórcio em Minas foi de 42 anos para homens e 38 para mulheres.

Para a psicóloga e professora da PUC Minas Márcia Stengel, uma das hipóteses para os números otimistas nos “casórios” é que o desejo predominante nos casais ainda é o de ficarem juntos “para sempre”.  “Mas não é o tempo que deve medir o sucesso no casamento, e sim a satisfação de ambas as partes”, ressalta.

É o que esperam Sueli Alves Greco, de 27 anos, e Gustavo Greco Maia, de 28. Eles se casaram em maio, depois de 12 anos de namoro e muito amadurecimento pessoal e profissional.

Agora, são donos de uma empresa de segurança eletrônica e revelam que os valores familiares ajudam a tornar o casamento mais sólido. “Casei para a vida toda e sei que o matrimônio é um constante aprofundamento da relação”, afirma Sueli.

Fonte: Hoje em Dia

03/12/2012

Pesquisa afirma que cristão preferem evangelizar amigos


Pesquisa afirma que cristão preferem evangelizar amigosUma pesquisa realizada pela Aliança Evangélica no Estados Unidos conseguiu mostrar que a maioria dos cristãos preferem evangelizar seus amigos.

O estudo tinha como objetivo mostrar as mudanças que o processo de evangelismo tem sofrido entre os religiosos do século 21.

Das pessoas entrevistas, 80% afirmaram que é mais eficaz pregar em grupos onde há uma intimidade, pois assim eles se sentem mais seguros para compartilhar suas crenças.

Outros 9% preferem o método de pregação nas ruas, dizendo que esta é a forma mais eficaz para falar de Jesus. O evangelismo ao ar livre era mais comum no século 19 e em meados do século 20, perdendo um pouco de adeptos nos últimos anos.

A pesquisa da Aliança Evangélica também conseguiu mostrar que boa parte dos cristãos, 57%, acredita que as ações falam mais que palavras na hora de evangelizar.
Outra forma citada pelos participantes do estudo para falar do amor de Deus foram os projetos comunitários, 55% deles acreditam que as pessoas conhecem a Jesus participando destes trabalhos.

Para o diretor da Aliança Evangélica, Dave Landrum, “esta pesquisa mostra que, embora a confiança para compartilhar nossa fé tenha tido sucesso nos últimos anos, é preciso que aconteça de maneiras diferentes”.

O ponto crítico da pesquisa aponta que para 87% dos entrevistados a imagem pública da Igreja e de alguns líderes religiosos está influenciando de forma negativa na hora de fazer o evangelismo.

Fonte: Gospel Prime

20/10/2012

Estudo inovador mostra como a oração afeta o cérebro. Assista!


Estudo inovador mostra como a oração afeta o cérebro. Assista!Como práticas espirituais afetam o nosso cérebro? O doutor Andrew Newberg, diretor de pesquisa do Centro de Medicina Integrativa, sediado na Universidade Thomson Jefferson decidiu responder a esta pergunta estudando ao longo de décadas o efeito neuro-científico de experiências religiosas e espirituais.

Em um vídeo que foi ao ar no documentário produzido pelo canal de TV History Channel chamado “Through the Wormhole” [Grandes Mistérios do Universo], narrado pelo ator Morgan Freeman, o doutor Newberg explica seu estudo.

Para analisar o efeito da meditação e da oração no cérebro, ele injetou nos pacientes um corante radioativo inofensivo para o corpo, mas que pode ser detectado por aparelhos de tomografia. Enquanto as pessoas estão envolvidas com a oração, o corante migra para as partes do cérebro onde o fluxo sanguíneo é mais forte. Ou seja, pode ser percebido na parte mais ativa do cérebro.

As imagens abaixo comparam a atividade do cérebro de um pastor presbiteriano quando ele está em repouso e quando está orando.

A parte vermelha indica uma maior atividade e, neste caso, o aumento da atividade é observada nos lobos frontais e na área cerebral responsável pela linguagem. Como esta é a parte do cérebro que fica ativa durante uma conversa, Newberg aponta que, para o cérebro, orar a um Deus invisível é o mesmo que falar com uma pessoa que se pode ver.

O contraste pode ser percebido quando pediu-se que pacientes ateus meditassem ou “pensassem em Deus”. O doutor Newberg afirma que não conseguiu detectar qualquer atividade cerebral no lobo frontal, diferentemente do que ocorrer com os pacientes religiosos.

A conclusão científica é que a religião cria experiências neurológicas concretas. Para os religiosos, Deus está tão perto quanto o mundo físico que nos rodeia. Como a ideia de Deus é inimaginável para os ateus, seu cérebro não registra nada.

“Por isso, conseguimos entender que, pelo menos quando os religiosos estão orando, realmente têm esse tipo de experiência… Trata-se de uma experiência neurologicamente real”, conclui.

Traduzido de Huffington Post

24/09/2012

Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em Jerusalém


Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em JerusalémArqueólogos israelenses descobriram um tanque de água (cisterna) datado do período do Primeiro Templo de Jerusalém (1006-586 a. C.). O achado pode lançar uma nova luz sobre os usos e costumes da vida na cidade santa há cerca de 2.500 anos atrás.

Encontrado junto ao muro ocidental da praça onde estava o Templo, no chamado Arco de Robinson. O tanque recebia água do poço de Siloé, que ficava algumas centenas de metros além dos muros, explicam os especialistas.

“Está bastante claro agora que Jerusalém não só tinha sua fonte de água em Gion, mas tinha outros recursos para uso público”, afirmou em um comunicado o arqueólogo Eli Shukron, que lidera o projeto da Autoridade de Antiguidades de Israel. A descoberta mostrou que o abastecimento de água de Jerusalém, além de uma fonte de água natural, contava com grandes reservatórios artificiais do tipo agora descoberto.

A descoberta consiste em uma cavidade meticulosamente esculpida na rocha. A evidência da época é determinada pela forma e pelo tipo de reboco, típicos de reservatórios do período do Primeiro Templo descobertos em outros lugares de Israel. Pode-se ver as impressões digitais dos construtores impressas na parece, feitas quando eles terminaram o trabalho, como nos depósitos descobertos nos depósitos similares de Tel Be’er Sheva, Tel Arad e Bet Shemesh.

Essa cisterna é o ponto final de um canal do Vale do “Tyropoeon”, que alguns estudiosos identificam com o “Vale da Decisão” mencionado no Livro de Joel (Joel 4,14) e também pelo historiador judeu-romano Josefo.

Eli Shukron conta que durante o trabalho debaixo do chão do canal, se abriu uma brecha que revelou a presença da cisterna com dois tanques pequenos, capaz de reter 250 metros cúbicos de água, o que faz dela a maior daquela época já descoberta em Jerusalém.

Seu tamanho grande indica que a água era utilizada para as funções cotidianas no Templo e pelo público em geral, seja para banho ou para ser bebida. Provavelmente servia também como local de purificação dos peregrinos antes de subirem para o banho ritual.

O tamanho original e a localização da cisterna sugerem que ele tenha servido para auxiliar nas atividades de rituais no templo, segundo destacou a arqueóloga Tsvika Tsuk da Autoridade de Parques de Israel. “É possível que a grande cisterna encontrada ao lado do Monte do Templo tenha sido usada na operação diária do próprio Templo, mas também serviu para os peregrinos que vinham e precisavam de água para lavar e beber”, completa Tsuk. “A cisterna foi impermeabilizada com um gesso amarelado típico do período e ainda visíveis nas paredes”.

O local testemunha a existência de uma área com uma elevada densidade de construções. Porém, quando o local cresceu em número de habitantes, na época do Segundo Templo, as construções mais antigas foram desativadas, como ocorreu com o reservatório encontrado.

Calcula-se que o Primeiro Templo tenha sido construído por volta de 950 a.C, de acordo com o registro bíblico e destruído por um exército babilônico em 586 a.C. O Segundo Templo foi edificado começou cerca de 50 anos depois e totalmente destruído por soldados romanos no ano 70 d.C.

Depois de completar as escavações, a Autoridade de Antiguidades de Israel, órgão oficial do governo israelense, examinará a possibilidade de incluir este grande reservatório na rota para os visitantes da Terra Santa.

Traduzido de Acontecer Cristiano

onte: Gospel Prime

24/09/2012

Cristianismo já é maior que Islã no continente africano


Cristianismo já é maior que Islã no continente africanoCristianismo em seu todo, incluindo evangélicos, católicos, coptas e outros ramos, é hoje a maior religião da África, passando à frente do Islã. Um em cada cinco cristãos do mundo vive na África.

Esta é a conclusão de um estudo apresentado pelo sociólogo Massimo Introvigne, durante um congresso organizado pelo Centro de Estudos de Novas Religiões (CESNUR) da Universidade de El Jadida, no Marrocos.

Segundo os novos dados, os cristãos representam hoje 46,53% da população africana, em comparação com 40,46% de muçulmanos e 11,8% das pessoas que seguem religiões tradicionais africanas, conforme divulgou o jornal italiano La Stampa.

Também mostra que, enquanto em 1900 os cristãos da África eram 10 milhões, em 2012 as chegam a mais de 500 milhões. Em 1900 os africanos representavam 2% dos cristãos do mundo e hoje, são 20% do total dos seguidores de Cristo no mundo.

“Esses dados ainda estão sendo consolidados”, disse Introvigne, fundador da CESNUR, “mas têm grande significado histórico, cultural e político”.

Além disso, a pesquisa mostra que 31 países africanos têm maioria cristã, em contraste com os 21 que são islâmicos e seis que possuem religiões predominantemente tradicionais.

“Hoje há mais cristãos africanos praticantes do que os europeus praticantes. Eventualmente, isso vai mudar, não só na África, mas em todo o cristianismo”, comentou.

Obviamente, essa mudança de rumos no continente não agradou a todos. O estudioso acredita que este crescimento pode ser a principal causa do aumento dos ataques contra os cristãos em várias nações africanas. “O ultra-fundamentalismo islâmico considera escandaloso o fato de que há mais cristãos que os muçulmanos na África, por isso articulou para perseguir e matar cristãos em países como Nigéria, Mali, Somália, Quênia”, acrescentou.

Traduzido de Protestante Digital

19/09/2012

Descoberto papiro do século 4º que menciona “mulher de Jesus”


Apelidado de “Evangelho da Mulher de Jesus”, o fragmento descoberto não traz informações confiáveis sobre a figura histórica de Cristo.

À primeira vista, parece que o enredo do best-seller “O Código da Vinci” virou fato: um fragmento de papiro que provavelmente data do ano 350 da Era Cristã retrata Jesus usando a expressão “minha mulher”. É bom ir devagar com o andor, contudo.

Segundo a historiadora da Universidade Harvard (EUA) responsável pela análise do texto antigo, que ela apelidou de “Evangelho da Mulher de Jesus”, o fragmento não traz informações confiáveis sobre a figura histórica de Cristo, já que a narrativa quase certamente teria sido composta séculos depois da morte dele.

Open in new windowO que o texto mostra, no entanto, é o intenso debate sobre os prós e contras do sexo e do casamento nos primeiros séculos do cristianismo -uma controvérsia que ainda deixa marcas em temas como o celibato dos padres ou a ordenação de mulheres, por exemplo.

O “Evangelho da Mulher de Jesus” vem a público com uma aura de mistério, além da inevitável polêmica que o tema do fragmento traz.

Sua procedência exata é desconhecida. Sabe-se apenas que, em 2010, um colecionador de antiguidades (cuja identidade, por enquanto, está sendo preservada) mandou um e-mail para Karen King, especialista em cristianismo antigo da Escola de Teologia de Harvard.

O colecionador queria ajuda para traduzir o fragmento -uma única folha de papiro, medindo 8 cm de largura por 4 cm de comprimento. O texto foi escrito em copta, idioma descendente da língua dos faraós que era falado pela maioria dos egípcios na época do Império Romano (e ainda é usado na liturgia dos cristãos do Egito).

No ano passado, o dono do papiro concordou em deixá-lo com King. A pesquisadora pediu a ajuda de outros especialistas em papiros e na língua copta e acabou por decifrar o que restou do texto (veja quadro acima). A descoberta foi anunciada pelo jornal “New York Times”.

Os fragmentos dizem, entre outras coisas, “Maria [Madalena?] é digna disso” e, logo depois da menção a “minha esposa”, “ela será capaz de ser minha discípula” e “eu habito com ela”.

Dá para esperar um debate acadêmico feroz em torno do manuscrito. Entre os especialistas que revisaram o artigo da revista especializada “The Harvard Theological Review” no qual está a análise do manuscrito, dois chegaram a questionar a autenticidade do material.

Outros especialistas em papiros, no entanto, ressaltaram que o padrão de manchas e fibras marcadas por tinta, já esmaecidas, seria difícil de forjar. A datação do texto, por ora, é indireta, baseada no estilo da escrita.

Já se sabe há tempos que o Egito foi palco de uma imensa diversidade de ideias nos primeiros séculos do cristianismo. Prova disso é a “biblioteca” de textos cristãos de Nag Hammadi, descoberta em 1945, na qual predominam os chamados textos gnósticos -corrente de pensamento para a qual o mundo físico é obra de divindades malévolas, e não de Deus.

Vem de Nag Hammadi o Evangelho de Filipe, também em fragmentos, mas que mencionaria Jesus beijando Maria Madalena, que a cultura pop atual vê como mulher de Cristo.

Durante os primeiros séculos depois de Jesus, os cristãos estavam divididos a respeito de como lidar com o sexo e o casamento. Uns, como o apóstolo Paulo, defendiam que o celibato era a melhor opção, embora não condenassem o casamento. Outros diziam que os melhores candidatos a líderes da igreja eram os homens casados. E havia ainda os que condenavam todo tipo de contato sexual. No caso de Jesus, o mais provável é que ele tenha mesmo sido solteiro.

Fonte: Folha de São Paulo

18/09/2012

Pentecostais têm a menor despesa entre religiosos, segundo o IBGE


Pentecostais têm a menor despesa entre religiosos, segundo o IBGE O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comparou os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008/2009 e separou os gastos por religiões podendo identificar que os evangélicos pentecostais possuíam a menor despesa mensal.

Pela pesquisa os evangélicos pentecostais tinham em média R$ 2.035,01 de despesas por mês, menos da média nacional que era de R$2.626,31.

Os evangélicos tradicionais (luteranos, batistas, e outros) despendiam em média cerca de R$2.828,85 mensais, bem acima da média. Mas isso não se compara com as despesas das famílias de orientação espírita que tinham gastos mensais de R$4.821,66.

Pelos dados analisados os pentecostais gastam mais com alimentação, destinando 17,9% de suas despesas para isso. Outro fator que consome boa parte da renda dos pentecostais é a habitação, 30,6% da renda tem este destino.

Os evangélicos que não fazem parte da classificação tradicional ou pentecostal também gasta bastante com habitação e alimentação, sendo 29,7% e 16,6% respectivamente de seus salários foram destinados para essas despesas.

O IBGE dividiu os evangélicos nesses três grupos: evangélicos de missão, pentecostais e outras. Analisando o que cada uma dessas famílias mais gastaram nos anos de 2008/2009.

Enquanto a habitação leva boa parte das rendas, as despesas com assistência à saúde é o que menos consome a renda. Quem menos gasta com planos de saúde é o grupo “outros evangélicos” apenas 5,0% dos seus salários. Os pentecostais gastam 5,4% e os evangélicos de missão 5,8%.

Fonte: Gospel Prime

17/09/2012

Religião não é uma prioridade moral para muitos jovens


Ter uma crença religiosa não é visto como uma prioridade moral por muitos jovens,  foi o que revelou uma pesquisa uma pesquisa realizada pela BBC Religião e Ética.

A BBC pediu para que 600 jovens entre 16 e 24 anos, fizessem uma lista com oito questões morais que oito eram mais importantes.

Cuidar da família ficou em primeiro lugar, com 59%. Apenas 4% disseram ter a fé religiosa como mais importante.

Quando perguntado sobre a questão menos importante, um terço escolheu a religião.

Depois de cuidar da família, 12% destacaram outros itens como uma prioridade moral.

Este foi seguido por 8% que escolheu ser fiel a um parceiro. Cinco por cento disseram cuidar do meio ambiente, enquanto 4% escolheram pagar impostos.

Outros 4% escolheram desempenhar um papel na comunidade local como o mais importante. Um por cento disse que a compra de produtos éticos era mais importante.

Os números foram divulgados antes da publicação do último Attitudes Survey social britânico na segunda-feira, o que é esperado para mostrar uma nova queda na filiação religiosa entre os jovens.


Fonte: Christian Today

10/09/2012

Uma pessoa comete suicídio a cada 40 segundos, aponta OMS


Segundo os dados de um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), apresentado  nesta sexta-feira (7), a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo.

Um milhão de indivíduos acaba tirando a própria vida anualmente, Cerca de 55% têm menos de 45 anos idade. Para efeitos de comparação,  em 1950, estima-se que 60% dos suicidas eram mais velhos que isto.

O suicídio ocupa a terceira posição entre os principais motivos da morte de pessoas entre 15 e 44 anos. Entre os jovens de 10 a 24 anos, o suicídio hoje é a segunda maior motivo. Como esses índices entre os jovens aumentaram muito, em um terço desses países, esta faixa de idade já é considerada a de “maior risco”.

Alexandra Fleischmann, do departamento de Saúde Mental da OMS, afirma que “As causas exatas do porquê desta mudança de tendência não sabemos. É um fenômeno que afeta todos os países e que está aumentando, mas as razões principais não as conhecemos, são muitas, variadas e mudam muito de caso a caso”.

Existem vários fatores que influenciam uma tentativa de suicídio: psicológicos, sociais, biológicos, culturais e ambientais. Porém, a OMS afirma que os problemas mentais (depressão e uso desproporcional do álcool, especialmente) são um fator maior de risco na Europa e nos Estados Unidos, Por outro lado, nos países asiáticos o impulso tem “um papel essencial”.

Estatisticamente, as mulheres fazem mais tentativas de suicídio que os homens, na maioria das vezes pelo abuso de remédios.Porém estes são mais efetivos porque usam métodos mais radicais: armas de fogo ou pesticidas.

“Nas zonas remotas, o acesso aos estabelecimentos de saúde é muito mais difícil. Se a tentativa de suicídio é realizada em um apartamento de uma grande cidade desenvolvida, essa pessoa pode ser levada de urgência a um hospital e ser salva”, disse Alexandra.

Na América Latina sempre houve baixos níveis de suicídios. Mesmo assim, Alexandra diz que  há uma tendência de aumento dos índices, “sobretudo entre os jovens”. O país com o menos índice é o Peru, com média de 1,9 por cada 100.000 homens que tiram a própria vida. No outro extremo está o Uruguai, com 26 para cada 100.000 dos homens.

O crescimento desse índice é notado de modo especial na Ásia, “em grandes países como China e Índia, com uma grande população e com imensos problemas ligados ao desenvolvimento e à globalização”, conclui a OMS.

As recomendações atuais da OMS incluem atuações multidisciplinares, como a formação do pessoal de educação e saúde, a restrição do acesso aos métodos (pistolas, pesticidas, remédios), “cuidar” da apresentação pública dos casos (evitar publicá-los na imprensa), entre outros.

Com informações Revista Época

10/09/2012

Maioria dos cristãos não entende o que é ser membro de uma igreja


Um novo estudo do Instituto de Pesquisas Grey Matter mostra que existe grande confusão e ignorância entre os cristãos sobre o significado de ser membro de uma igreja.

A pesquisa foi realizada entre adultos que afirmaram participar de uma igreja local. O estudo perguntou se essas pessoas foram convidadas ou não a fazer “qualquer tipo de adesão oficial à organização”. Apenas 48% disseram que foram convidados a fazer algum tipo de adesão oficial, 33% acreditam que isso não é importante, e 19% são não têm certeza.

A maioria das grandes organizações religiosas faz esse tipo de convite. As dez maiores denominações cristãs dos EUA oferecem algum forma de adesão oficial: Igreja Católica Romana, Convenção Batista do Sul, Igreja Metodista Unida, Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Igreja Evangélica Luterana, Assembleia de Deus, Igreja Presbiteriana, Igreja Luterana – Sínodo de Missouri, Igreja Episcopal e Convenção Batista Nacional dos EUA.

Mesmo assim, entre os fieis dessas 10 denominações, apenas 44% dizem que sua igreja lhes pediu para serem membros, enquanto 39% disseram não terem sido convidados, e 17% não tem certeza.

A importância de uma “membresia oficial” é muito mais comum entre evangélicos do que entre os católicos romanos. Entre os membros de uma igreja protestante, 56% dizem que sua igreja exige que o fiel se torne um membro. Apenas um terço dos católicos acredita que isso é necessário.

Entre as pessoas que frequentam as nove maiores denominações não católicas dos EUA, 69% dizem que um convite para adesão oficial é oferecido, 9% afirmam não há necessidade de adesão oficial, e 21% não tem certeza.

Por outro lado, os evangélicos são particularmente propensos a acreditar na exigência que sua igreja faz de o fiel ser membro (72% contra 44% entre todas as outras confissões de fé).

Entre as pessoas entrevistadas, 78% afirmam serem membros de sua igreja, enquanto 21% frequentam, mas nunca se tornaram membros e 1% não tem certeza se é ou não membro.

Ron Sellers, presidente do Instituto de Pesquisa Grey Matter observa que muitas denominações continuam a medir seu tamanho segundo o número de membros, mas isso nem sempre é verdade.

“Menos de metade de todas as pessoas que frequentam templos religiosos acreditam que podem ser membros de sua igreja ou lugar de culto. Mesmo quando olhamos apenas para as maiores denominações protestantes que oferecem essa possibilidade, cerca de um terço dos que frequentam a igreja desconhecem que isso é uma opção. Quase quatro em cada dez pessoas que frequentam essas igrejas não pretendem ser membros. Temos que repensar o quão relevante são as estatísticas de membresia para medir a força de uma igreja nos dias de hoje?”.

Na análise de Sellers, muitos grupos religiosos não se preocupam tanto em estimular as pessoas a se tornarem membros ou enfatizar o quanto isso é importante. “As igrejas  locais  muitas vezes falam sobre os benefícios ou a importância de a pessoas que frequenta se tornar um membro, mas aparentemente as pessoas simplesmente não veem isso como algo necessário para a sua própria vida espiritual. Os grupos religiosos precisam entender o porquê isso acontece e começar a explicar a importância  dessa decisão. ”

“Não é de admirar que tantas pessoas estejam confusas. Algumas instituições religiosas têm várias maneiras de ver o fiel, falam em visitantes, frequentadores,  participantes, congregados, contribuintes, etc, mas não explicam muitas vezes com clareza o que é um ‘membro’  e algumas denominações não deixam claro  como pode ser feita essa adesão oficial”, conclui.

Traduzido de Greymatterresearch.com

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