Posts tagged ‘PLC 122/06’

12/12/2011

Pastor Silas Malafaia é um dos 100 brasileiros mais influentes de 2011


Pastor Silas Malafaia é um dos 100 brasileiros mais influentes de 2011

Difícil imaginar o pastor Silas Malafaia e o deputado Jean Wyllys juntos em qualquer tipo de situação onde não esteja em pauta a questão homossexual no Brasil. Cada um com sua posição, ao longo do ano foram se tornando símbolos dos dois lados dessa disputa que parece ficar cada vez mais acirrada.

A Revista Época, das organizações Globo, que chega às bancas esta semana colocou ambos na lista dos 100 Brasileiros mais influentes de 2011. Toda vez que se tenta fazer algo do tipo haverá questionamentos, aplausos, reclamações e uma certa dose de polêmica. Há anos que esse tipo de votação é feita por outras revistas ao redor do mundo.

Possivelmente as listas mais famosas são a da Revista Times, que sempre elege uma pessoa como a personalidade do ano, e a da Forbes, que elenca as maiores fortunas do mundo.

A revista Época elaborou a lista abaixo, separando as pessoas em diferentes categorias: líderes, heróis, construtores e artistas.

Algumas dessas pessoas já participarem da lista elaborada pela revista em outros anos. A maioria aparece pela primeira vez. Há pessoas bastante conhecidas como o apresentador Jô Soares e ilustres desconhecidos do grande público como o músico gaúcho Yamandu Costa.

Embora os critérios para a seleção não sejam claros, fica evidente que o Brasil carece de heróis. Alguns esportistas dividem o título com artistas de TV, algo que já é tradição no país. O que chama atenção é a presença de Rene Silva, um dos membros mais jovem da lista. Aos 18 anos, o menino usou o Twitter para, juntamente com outros amigos, narrar a ocupação do Morro do Alemão no Rio de Janeiro.  A sua “Voz da Comunidade”, que dá nome ao perfil no microblog e ao programa que mantem na rádio comunitária, aponta para um futuro alternativo aos moradores de comunidades carentes do país.

Certamente haverá quem questione alguns (ou muitos) desses nomes. Mas o que fica claro é que os líderes religiosos tem seu espaço sendo reconhecido. Além do pastor Malafaia, o padre Marcelo Rossi integra o rol dos mais influentes do ano.

A influência do pastor Malafaia é comentada pelo também pastor Ronaldo Didini, que já trabalhou com aIURD e hoje presta assessoria à IMPD.

No pequeno texto que escreveu sobre o pastor Malafaia, Didini o campara ao rei Davi e não poupa elogios. As linhas finais dizem : “É assim que o pastor Malafaia tem sido ao longo de todo o seu ministério: convicto, coerente, direto e sincero. Incansável na luta para tirar as ovelhas da boca de seus predadores!”

O texto que apresenta Jean Wyllys, por sua vez, é assinado por Marta Suplicy, autora original do projeto de lei e conhecida defensora da causa gay. Ela escreve “Jean vem conquistando um espaço cada vez maior numa luta que está acima de questões partidárias ou religiosas e que não é nada mais que o combate à discriminação e o preconceito”.

Enquanto a polêmica sobre a votação da PL 122 parece não ter um fim logo, fica evidente pelo teor das matérias que o Brasil todo está olhando atentamente para os dois lados da questão.

Pode-se apenas lamentar que num país onde aproximadamente 30% dos cidadãos dizem professar a fé evangélica, haja tão pouca expressão da igreja.

Fonte: Gospel Prime

02/12/2011

Pr Silas Malafaia diz que Marta Suplicy e ativistas gays correram do debate


Aconteceu nessa última terça-feira (29) a audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado a fim de debater o projeto de lei da Câmara que estabelece punições para quem discriminar homossexuais. Contrários e favoráveis ao PL 122 foram convocados para um diálogo aberto. Pastor Silas Malafaia esteve presente, juntamente com o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, senador Paulo Paim, e o presidente da Frente Nacional Cristã de Ação Social e Política, Wilton Costa, todos posicionados contra o projeto.

A senadora Marta Suplicy, autora do substitutivo, não compareceu a sessão mesmo estando no Senado, assim como nenhum ativista gay ou seus defensores compareceram. “Pasmem! Nenhum deles esteve presente. Correram do debate”, comentou Malafaia, que por várias vezes desafiou a senadora a comparecer. E ainda denunciou a intolerância e a perseguição que vem sofrendo dos ativistas gays. Para o pastor, essa “ausência” comprova que representantes do movimento gay não desejam a troca de opiniões e sim a imposição de suas ideias à sociedade. Na mesma sessão, os senadores Magno Malta (PR/ES) e Marcelo Crivella (PRB/RJ) também se posicionaram contra o PL122.

Nesse momento decisivo, pastor Silas Malafaia convoca a todos para que participem, declarando-se contrários à lei que não solicita apenas respeito à escolha de opção sexual, mas impõe uma mordaça em todos que discordam dela.

Na próxima quinta-feira será o dia de votação do PL 122. “É importantíssimo enviar e-mails para os senadores que fazem parte da Comissão de Direitos Humanos”, alerta Malafaia.

Contatos:

ana.rita@senadora.gov.br;

martasuplicy@senadora.gov.br;

paulopaim@senador.gov.br;

wellington.dias@senador.gov.br

cristovam@senador.gov.br;

crivella@senador.gov.br;

simon@senador.gov.br;

eduardo.amorim@senador.gov.br

garibaldi@senador.gov.br;

sergiopetecao@senador.gov.br;

paulodavim@senador.gov.br;

clovis.fecury@senador.gov.br

mozarildo@senador.gov.br;

gim.argello@senador.gov.br;

magnomalta@senador.gov.br;

marinorbrito@senadora.gov.br

30/11/2011

Silas Malafaia diz que ativistas gays são parasitas do Estado


Aconteceu nesta terça-feira uma audiência pública para se discutir o projeto de Lei 122/2006 que criminaliza a homofobia.

A reunião aconteceu no Senado Federal na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Juntamente com os senadores estavam representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, da CNBB  e líderes evangélicos.

Em seu discurso o pastor Silas Malafaia foi enfático ao condenar o PL dizendo que a liberdade de expressão não pode ser tirada, pois está garantida na Constituição. “[Esse projeto] É um lixo”, disse ele.

Acalorando seu discurso, Malafaia chama os ativistas gays de “parasitas do Estado” se referindo ao dinheiro público que essas ONGs recebem do Governo. “A minha instituição é bancada por quem acredita em mim, mas eles são parasitas do Estado”, disse ele que foi aplaudido por alguns presentes.

02/06/2011

Marcelo Aguiar convoca brasileiros para Marcha da Família contra o PL 122 em Brasília


Marcelo Aguiar convoca brasileiros para Marcha da Família contra o PL 122 em BrasíliaO deputado federal Marcelo Aguiar (PSC-SP), membro da diretoria da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família, está convocando todos os brasileiros a participar da Marcha da Família que acontece nesta quarta-feira, 1º de junho, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.

A manifestação reunirá comitivas e delegações contra o PL 122 que criminaliza a homofobia e cria regras para a união estável de casais do mesmo sexo. O encontro também marcará manifestações contra o “kit anti-homofobia” e outros projetos que tramitam no Congresso.

“Temos uma preocupação constante com a defesa da família brasileira e, infelizmente, existem projetos em tramitação na Câmara dos Deputados que atacam os pilares da família. Iremos lutar contra qualquer tentativa de enfraquecimento das famílias e é esse o caso do PL 122”, explicou Marcelo Aguiar.

O Ato Público começa com uma reunião de lideres no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, às 9h e às 14 horas as comitivas estarão reunidas em frente ao Congresso para a Marcha da Família. Segundo o pastor Silas Malafaia, a manifestação servirá para esclarecer as famílias brasileiras da ameaça que representa o PL 122. “Não vamos aceitar mudança de comportamento imposta pela minoria. Não aceitaremos o cerceamento da liberdade de expressão, jamais iremos discriminar, mas nunca deixaremos de orientar que homossexualismo não é prática cristã”, explicou o pastor.

Fonte: Gospel Prime / Assessoria

02/06/2011

Lei não pode criar “terceiro sexo”, diz Magno Malta em marcha em Brasília


O senador Magno Malta (PR-ES) disse nesta quarta-feira (1), durante manifestação em frente ao Congresso Nacional contra a aprovação do projeto de Lei da Câmara (PLC) 122, que criminaliza a homofobia, que o Senado não tem poder para criar “um terceiro sexo” por meio de legislação.“Se Deus criou macho e fêmea, não vai ser o Senado que vai criar um terceiro sexo com uma lei” disse. “É preciso que eles [homossexuais] entendam que o anseio grotesco de uma minoria não vai se fazer engolir”, afirmou.

O evento, batizado de Marcha pela Família, foi organizado pelo pastor Silas Malafaia e reuniu diversos parlamentares contrários ao projeto de lei em cima de carros de som – entre eles os deputados federais João Campos (PSDB-GO), Ronaldo Fonseca (PR-DF), Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Anthony Garotinho (PR-RJ), e os senadores Marcelo Crivella (PR-RJ) e Walter Pinheiro (PT-BA). A PM estimou em até 20 mil pessoas os presentes na Marcha pela Família.

Garotinho se manifestou contra a aprovação do projeto. “Eles [os participantes da marcha] amam a todas as pessoas, só que não concordam com o pecado de algumas”, disse.

Em oposição ao evento,um grupo de integrantes de movimentos ligados a causas homossexuais fez uma espécie de contra-marcha à Marcha Pela Família. Eles se reuniram em frente à Catedral de Brasília às 15h e seguiram até o Congresso, no mesmo local onde ocorria a Marcha pela Família.

A polícia formou um cordão de isolamento para evitar conflitos entre os dois grupos. Um contingente de 110 policiais foi deslocado para o local para acompanhar o evento.

Ainda assim, os dois grupoos se hostilizaram. Os defensores do projeto de lei chamaram os integrantes da Marcha pela Família de “nazistas” e “fascistas”. O deputado Jair Bolsaro rebateu as acusações. “Eles são ridículos. Até o que eles falam é ridículo”, afirmou.

Os manifestantes que defendem o PLC 22 carregavam faixas e entoavam palavras de ordem em favor de uma “família plural”. Muitos se vestiram de roxo. A manifestação foi organizada pela internet, mas muitos chegaram ao local sem saber que havia um evento organizado.

“Eu viria de qualquer jeito, independentemente de ter um evento organizado ou não”, disse Cristiano Ferreira, 35, servidor público. Ele vive há 3 anos com um companheiro e defende o projeto de lei. “O Estado é público e laico, e por isso não pode privilegiar o pensamento de uma religião para defender uma legislação”, afirmou.

Fonte: G1

25/05/2011

Pastor Ricardo Gondim perde coluna em revista cristã por ser a favor da união gay


Segundo o próprio pastor, após 20 anos como colunista da revista Ultimato, o conselho editorial o convidou para sair.

O pastor Ricardo Gondim, 54, da Igreja Betesda, escreveu em seu blog que, depois de quase 20 anos como colaborador da Ultimato, ele foi “convidado” pelo conselho editorial a “descontinuar” a sua coluna na revista. Ultimato é filiada à Associação Evangélica Brasileira e à Associação de Editores Cristãos.

Gondim foi informado pelos responsáveis pela revista de que suas declarações estavam criando desconforto e tensão. A gota d’água, segundo relatou o pastor, foi a entrevista que deu à revista Carta Capital na qual defendeu a união civil de homossexuais e a observância de que o Estado é laico. Aparentemente, ele foi defenestrado menos pelo que escrevia na revista e mais pelo que dizia em outros meios.

No blog, ao comentar o “convite”, ele reafirmou: “Em um Estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem intervir no ordenamento das leis”.

Gondim tem se destacado como um contundente crítico do movimento neopentecostal brasileiro. No começo do ano, publicou em seu blog o artigo “Deus me livre de um Brasil evangélico”, com a argumentação de que, se a maioria da população do país se tornasse evangélica, o puritanismo causaria uma devastação na cultura brasileira.

À Carta Capital, ele disse que o objetivo desses evangélicos é assumir cada vez mais poder político, tendo em vista, inclusive, as eleições presidenciais.

Gondim contou que outro motivo do seu desligamento da Ultimato foi sua afirmação de que “Deus não está no controle”.

Na entrevista, ele disse: “Se Deus é bom e onipotente, e coisas ruins acontecem, então há algo errado com esse pressuposto. Minha resposta é que Deus não está no controle. A favela, o córrego poluído, a tragédia, a guerra, não têm nada a ver com Deus. Concordo muito com Simone Weil, uma judia convertida ao catolicismo durante a Segunda Guerra Mundial, quando diz que o mundo só é possível pela ausência de Deus. Vivemos como se Deus não existisse, porque só assim nos tornamos cidadãos responsáveis, nos humanizamos, lutamos pela vida, pelo bem. A visão de Deus como um pai todo-poderoso, que vai me proteger, poupar, socorrer e abrir portas é infantilizadora da vida”.

Antes de falar à revista, o pastor, por causa da mesma afirmação, já tinha enfurecido alguns dos evangélicos que o seguem no Twitter. Mas a sua entrevista gerou da parte de Klênia Fassoni, da Ultimato, a acusação de que é um “humanista”. Nas doutrinas do humanismo, o homem é senhor do seu destino – independe, portanto, de divindades. Gondim demonstrou ficar chateado com Klênia e escreveu que, sobre o seu “humanismo”, não se daria ao trabalho de reagir.

Ao jornalista Gerson Freitas Jr., da Carta Capital, Gondim (foto) disse que vem sofrendo muita pressão de seus pares por causa de suas afirmações. “Fui eleito o herege da vez”, afirmou. O que confirma agora a sua demissão da revista com o sugestivo nome de Ultimato.

Fonte: Paulopes

20/05/2011

Senador Marcelo Crivella sugere texto alternativo ao PLC 122/06


Nesta quarta-feira, 18, o senador Marcelo Crevella (PRB-RJ) fez um discurso informando que apresentou para a senadora Marta Suplicy (PT-SP) um texto alternativo para o projeto de lei 122/2006 que criminaliza a homofobia.

O texto de Crivella tem o objetivo de buscar o consenso e foi apresentado também a religiosos e ativistas pelos direitos dos homossexuais.

A nova proposta criminalizaria a violência, o preconceito e a discriminação contra os homossexuais sem agredir o direito de sacerdotes, pastores, padres e ministros religiosos de expressarem seu pensamento e dizer que, em sua visão, o homossexualismo é pecado. Desde que suas palavras não ofendam ou criem qualquer tipo de incitação ao ódio ou que cause violência.

Crivella também entende que o projeto, que está atualmente em análise na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa (CDH), que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados, impõe uma mordaça aos religiosos.

“O PLC 122/06 já naufragou porque quer dar direitos a uns destruindo o direito dos outros, afetando cláusulas pétreas da Constituição federal”, disse o senador.

Fonte: Gospel Prime /Senado

14/05/2011

Após ”Bate-Boca” Evangélicos Impedem Votação do Projeto que Criminaliza Homofobia


A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia, que seria votado na manhã desta quinta-feira, 12, na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Numa sessão que ao final contou com troca de xingamentos e ofensas entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto foi retirado de pauta sem previsão de retorno.

Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. “Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos”, disse o senador Magno Malta (PR-ES).

O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há 10 anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado no plenário da Câmara. Relatora do projeto na CDH, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, a tempo das comemorações do Dia Nacional de Combate à Homofobia (17 de maio), que vão movimentar a Esplanada em Brasília.

Marta chamou a atenção para esse momento “de maior compreensão e humanidade” que se estabeleceu no País, a partir do recente julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu às uniões homoafetivas os mesmos direitos e deveres dos casais heterossexuais. “O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar”, completou a petista. “Esse projeto tem a ver com tolerância, respeito e cidadania, vai ajudar a diminuir a violência contra homossexuais”, concluiu.

A proposta modifica a Lei de Racismo para criminalizar também os atos de homofobia, estendendo a eles as mesmas punições impostas aos crimes de preconceito racial. O projeto pune com reclusão de um a três anos condutas discriminatórias como recusar o atendimento a gays em bares e restaurantes e reprimir trocas de afeto em locais públicos, como beijos ou abraços.

O item mais polêmico pune com prisão, de um a três anos, e multa aqueles que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais. A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregarem contra a homossexualidade nas igrejas e templos religiosos. Na sessão desta manhã, integrantes da bancada evangélica pregaram adesivos na boca em protesto, alegando que o projeto reprime a liberdade de expressão deles.

Para atender às reivindicações da bancada evangélica, Marta incluiu uma emenda permitindo que todas religiões e credos exerçam sua fé, dentro de seus dogmas, desde que não incitem a violência. “O que temos na fé é o amor e o respeito ao cidadão. Me colocaram que o problema não era intolerância nem preconceito, mas liberdade de expressão dentro de templos e igrejas. O que impede agora a votação? O que, além da intolerância, do preconceito, vai impedir a compreensão dessa lei?”, questionou Marta.

Bate-boca

Na saída da sessão, durante uma entrevista coletiva de Marta aos jornalistas, o deputado Jair Bolsonaro e a senadora Marinor Brito trocaram xingamentos e ofensas mútuas. Bolsonaro exibia uma cartilha do Ministério da Educação (MEC), expondo o Plano Nacional de Promoção à Cidadania LGBT, que ele considera moralmente ofensivo à sociedade. Exaltada, Marinor deu um tapa no livreto e chamou o deputado de “criminoso”. Bolsonaro retrucou chamando-a de “heterofóbica” e ambos partiram para a discussão.

Fonte:  AE / Estadão / Ogalileo

20/03/2011

Deputado Marco Feliciano enfrenta Jean Wyllys e o convida para um debate


Deputado Marco Feliciano enfrenta Jean Wyllys e o convida para um debate

Os primeiros pronunciamentos dos deputados federais empossados em fevereiro deste ano já mostraram que a pauta deste mandato será voltada para a discussão sobre os direitos civis aos homossexuais. De um lado a bancada evangélica juntamente com a Frente da Família tenta impedir que projetos como a PLC 122 sejam aprovados e do outro lado o deputado Jean Wyllys, o primeiro parlamentar homossexual assumido, juntamente com outras frentes tentam apoiar entre outras coisas o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

O clima esquentou quando a frente evangélica tentou impedir que os parceiros homossexuais fossem colocados como dependentes no Imposto de Renda. Para debater essa afronta, Jean Wilis disse que pedirá para que todas as igrejas evangélicas prestem contas publicamente daquilo que arrecadam.

Assim que foi noticiado esse desejo do parlamentar, o deputado federal e pastor Marco Feliciano usou seu pronunciamento para mandar um recado ao colega e chamá-lo para um debate “sem preconceito”.

“Quando o assunto passa para questionamento da prestação de contas das igrejas, o nobre deputado envereda pelo campo do confronto, demonstrando vontade de atuar em todas as direções,(…) aconselho o nobre colega a verificar na internet, a prestação de contas de todas as igrejas”, disse o líder do Ministério Tempo de Avivamento.

Feliciano lembrou aos deputados presentes na sessão que muitas igrejas desenvolvem trabalhos sociais relevantes, tirando drogados das ruas e amparando órfãos e idosos. Lembrou também que muitas vezes as despesas dessas instituições superam, e em muito, as receitas.

O pastor disse que não quer desentendimentos, mas quer dar voz aos seus eleitores. “Não estamos aqui para municiar debates midiáticos e sim, para bem representar os milhões e milhões de brasileiros que professam uma fé calcada no que Ensina o Livro Sagrado – Uma família é constituída por pai, mãe e filhos – base para qualquer sociedade se desenvolver no trabalho, na educação e ser feliz”.

Encerrando, o pastor Marco Feliciano convida o parlamentar para uma conversa. “Graças a Deus, esta Casa é um parlamento democrático e convido o nobre colega para um debate de idéias, sem preconceitos e para que possamos como gente civilizada e hoje, na posição de legisladores, podermos encontrar um caminho para o bem comum.”

Fonte: Gospel Prime

14/03/2011

Campanha contra casamento gay no Twitter


Campanha contra casamento gay no TwitterCampanha ‘Contra o Casamento Gay’ no Twitter acende fogo na guerra entre Cristãos e homossexuais, no contexto dos recentes avanços dos projetos contra homofobia pela comunidade de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Trangêneros (GLBT).

Evangélicos estão sendo vítimas de ataques no twitter, desde  o dia 11 de dezembro. O #coisadecrente (ou assunto) ‘Coisa de Crente’ sugere, por exemplo, que a “crentalhada seja esquartejada e desossada.”

Jackson Rangel Vieira, jornalista cristão da Folha do Espírito Santo encabeçou a campanha ‘contra o casamento gay’ em seu Twitter no dia 9 de março.

O jornalista condenou em seu Twitter a “prática pecaminosa de homem com homem e mulher com mulher.”

“Podem me matar. Podem me prender. Não deixarei de praticar a Bíblia que condena a prática homossexual.”

A partir de ontem, centenas de pessoas começaram a aderir à campanha.

“To contigo, vamos a luta, pratico a Bíblia que condena a prática homossexual.”

Outros condenaram a atitude do jornalista postando, “Pessoas preconceituosas como @jacksonrangel deveriam sentir vergonha.”

Jackson esclareceu que não condena o homossexual mas sim ‘sua prática.’

“Eu amo pelo amor ágape, o homossexual, não a homossexualidade,” escreveu ele em seu microblog. E acrescentou, “Amar o homossexual é uma coisa, como todas indistintivamente, mas incentivar práticas pecaminosas, é diferente.”

“Eu amo todas as pessoas, trabalho com gentes de vários credos e gêneros. Tenho consciência para debater.”

A questão da homofobia vem provocando a ira dos cristãos, principalmente com o recente desarquivamento do projeto de lei PLC 122/06 pela senadora Marta Suplicy prevendo uma alteração da Lei nº 7.716, para criminalizar a homofobia.

Outro fator de disputa foi a aprovação ainda neste ano de um kit escolar contra a homofobia, com vídeos contendo cenas do universo homossexual para serem entregues a 6.000 escolas públicas de ensino médio do país.

A comunidade GLBT ainda realizou uma marcha “contra homofobia” na avenida Paulista, reunindo aproximadamente 500 pessoas.

Para fazer frente ao PLC 122/06, um deputado federal lançou o projeto PL-7382/2010, propondo penalizar a discriminação ao heterossexual, com até 3 anos de prisão.

Jackson respondeu à atitude da senadora em seu Twitter dizendo, “Sou cidadão e não será Marta Suplicy que vai ditar as regras da família brasileira.”


Fonte: Christian Post

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