Posts tagged ‘Polemica’

31/08/2012

Pastor ‘cheira’ Bíblia e gera polêmica na internet


A imagem do pastor Lúcio Barreto, mais conhecido como Lucinho, “cheirando” a Bíblia no convite para um culto de jovens na Igreja Missão Evangélica Praia da Costa, em Vila Velha (ES), gerou polêmica nas redes sociais e fora dela, nesta terça-feira (28), por conta de uma alusão ao consumo de drogas.

O pastor é da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG), e há três anos prega na igreja em Vila Velha, no culto ‘Quarta Louca por Jesus’, às quartas-feiras.

“O pastor Lucinho tem um projeto especial com a juventude. A ideia da imagem é mostrar que a Bíblia dá mais prazer do que qualquer droga. Nosso objetivo não é alcançar os já cristãos. É alcançar os que estão longe. Tirar as pessoas do lugar onde a maioria está, nas drogas, no vício, para dentro dos princípios de Deus, onde há prazer e alegria de verdade”, afirma o pastor presidente da Missão Evangélica Praia da Costa, Simonton Araújo.

Nas redes sociais, a foto foi compartilhada por pessoas de diferentes religiões, algumas fazendo trocadilhos como “carreira gospel” e “ao pó voltarás”. Muitos cristãos criticaram a foto por entender que a imagem associa o Evangelho com o vício ou as drogas.

Segundo Simonton Araújo, a foto foi retirada do site do pastor Lucinho para confeccionar o convite. “A intenção é das melhores. Mas criticar é um direito democrático. Nós, entretanto, aprendemos com a Bíblia a tratar com cuidado aqueles que estão proclamando o nome de Cristo e a respeitar mesmo quando não gostamos ou concordamos com algo”, diz.

O presidente da Missão Evangélica Praia da Costa afirma que cerca de 1,5 mil jovens por semana participam da pregação, que começa às 20h e termina às 22h. “O nosso objetivo está sendo alcançado: os jovens estão buscando a Deus e estudando a Bíblia”, defende.

A assessoria de comunicação da Igreja Batista da Lagoinha informou que não se manifestaria sobre o assunto porque o pastor Lucinho tem assessoria de imprensa própria.

O G1 tentou falar com o pastor Lucinho e com a asessoria de imprensa dele. A mulher e o irmão dele disseram que o missionário está em pregação nos Estados Unidos e que voltará ao Brasil na tarde desta quarta-feira (29).

Fonte: G1

11/08/2012

Pastor Silas Malafaia emite nota de repúdio ao Jornal A Critícia


Pastor Silas Malafaia emite nota de repúdio ao Jornal A Critícia O portal Gospel Prime sempre prezou pelo aspecto jornalístico das matérias que publica. Seguindo os padrões de transparência comuns a todos os órgãos de imprensa, preocupa-se em indicar as fontes usadas. Muitas vezes a pessoa mencionada nas matérias pode não concordar com o conteúdo nem com os fatos ou falas atribuídas a ela.

Por isso, damos aqui o mesmo espaço usado para veicular o material do jornal A Crítica, de Manaus, que fez a associação do evento promovido pelo ministério do pastor Silas Malafaia com as eleições municipais.

Procurados pelo ministério Vitória em Cristo, o Gospel Prime reproduz na íntegra a nota escrita pelo pastor Silas Malafaia.

A respeito da notícia “Evangélicos são orientados a votar em prefeituráveis em Manaus”, de autoria da jornalista Mariana Lima, publicada no dia 10 de agosto de 2012 no Jornal A Crítica, lamento profundamente que uma jornalista, que não estava participando da conversa, venha expor pessoas no afã de produzir notícia, mesmo que esta não tenha compromisso com a verdade. Gostaria de fazer alguns esclarecimentos, os quais também foram enviados ao Jornal A Crítica:

1-  Como disse diante de quase 1.200 pastores em Manaus, o evento Vida Vitoriosa para Você não tem nenhum tipo de compromisso político, com divulgação ou condenação de candidatos. O objetivo é exclusivamente evangelístico.

 2-  Para provar que a jornalista não entende nada do mundo evangélico, quem sou eu para dar orientações a líderes como Jônatas Câmara e Renê Terra Nova? Isso deve ser uma piada, pois eles são tremendamente soberanos em suas organizações e não estão em nenhum milímetro subjugados a qualquer orientação de minha parte. São idôneos e capazes para decidirem sobre assuntos que envolvam suas comunidades. Ao contrário do que foi divulgado, a minha conversa com eles foi indagando sobre a candidatura de Manaus, por eu não ter conhecimento total da situação política desses candidatos no estado do Amazonas.

3-  Quanto a querer insinuar que sou DÚBIO ao dizer uma coisa para a plateia e fazer outra nos bastidores, só posso definir como mau caratismo de quem escreveu. A minha conversa particular com Jônatas e Renê é pautada pela amizade que temos, e não abro mão do meu direito como cidadão, amparado pela Constituição do país, de ter privacidade. Expor uma conversa reservada entre amigos é uma afronta e uma tentativa de violar o meu direito de conversar o que quiser com qualquer pessoa. Não dou satisfação a ninguém de minhas conversas reservadas.

 4-  Reafirmo peremptoriamente que não me manifestei e nem me manifestarei sobre apoios ou condenação a candidaturas à Prefeitura de Manaus. Os líderes evangélicos dessa cidade têm autonomia para indicarem a seus membros aquele que melhor lhe convir.

Atenciosamente,

Silas Malafaia

Fonte: Gospel Prime

27/12/2011

Silas Malafaia responde à proposta de Jean Wyllys de punir igrejas que “curam gays”


Silas Malafaia responde à proposta de Jean Wyllys de punir igrejas que “curam gays”

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) acredita que pastores e padres devem ser impedidos de usarem o espaço de programas de TV e rádio para falarem que o homossexualismo é uma doença e que os gays podem ser “curados”.

Ele disse que os religiosos “são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”. Para ele, contudo, o problema é o uso de concessões públicas para “demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual” e sugere que isso seja considerado crime como o racismo. O assunto rapidamente passou a ser comentado nas redes sociais e gerou reações de apoio e também críticas, principalmente no Twitter.

O novelista Aguinaldo Silva apoiou o deputado: “Concordo com Jean Wyllis: instituições que dizem curar gays devem ser processadas por estelionato. Eu, por exemplo, conheço vários gays que disseram estar ‘curados’. O problema é que todos eles tiverem recaídas. Também conheci vários heteros que disseram: ‘dessa água não beberei!’. Mas beberam”, afirmou ele no Twitter

O pastor Silas Malafaia entrou no debate. Afirmou que a homossexualidade é uma questão comportamental e não pode ser comparada ao racismo. Suas declarações foram postadas no seu perfil do Twitter para rebater os argumentos de Jean Wyllys, a quem o pastor classificou de “mentiroso de marca maior”.

Malafaia também negou que há igrejas que prometem a cura dos gays. “Os pastores pregam a libertação de qualquer tipo de pecado. São os próprios homossexuais que pedem ajuda para serem libertos”, afirmou.

O pastor apontou várias coisas que o deputado “finge que não sabe”:

1. Que ninguém nasce homossexual.

2. É uma questão comportamental, portanto não se pode comparar a racismo. Vamos ter que fazer leis para todos os comportamentos do ser humano.

3. Crime de injúria já esta previsto em lei seja para homossexuais, seja para heterossexuais.

4. Criticar homossexuais, evangélicos, ou seja lá quem quer que seja, é principio basilar do Estado Democrático de Direito.

Wyllys reagiu pelo Twitter e escreveu que sua bíblia são as “cláusulas pétreas da Constituição Cidadã”. Sem citar diretamente o pastor, Wyllys afirmou que é a Constituição que “garante a pluralidade dos homens e mulheres e a laicidade do Estado, fundamental para a diversidade religiosa”.

Jean Wyllys continua defendendo o projeto de Lei que criminaliza a homofobia, conhecido por PL 122. Ele considera que as mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy deixaram o texto “defasado”. “O próprio texto cria um novo tipo penal e reduz a homofobia a uma mera questão de agressão e assassinatos, né. Como se a homofobia se expressasse apenas e tão só nessa forma letal”, escreveu.

O pastor Malafaia tem sugerido uma consulta pública para que os brasileiros digam se apoiam ou não a união afetiva entre homossexuais. “O medo de Jean Wyllys: Uma consulta popular nas próximas eleições para o povo decidir se apoia ou não a união homoafetiva. Ele já sabe qual ė o pensamento da sociedade Brasileira: NÃO!”.

Por fim, o pastor afirmou que “o grupo social mais intolerante da pós modernidade são os homossexuais, que querem calar e criminalizar a opinião. É só ler o famigerado PLC 122 que ele defende, para confirmar todas as minhas palavras”.

Com informações Verdade Gospel, Terra e Folha

27/12/2011

Silas Malafaia comenta pontos positivos e negativos do Festival Promessas


Para o Jornal do Brasil o pastor Silas Malafaia concedeu uma entrevista falando sobre a abertura que a Rede Globo tem dado para o público evangélico. Se referindo ao evento que foi transmitido no último domingo, 18, o pastor disse que é apenas o começo e que a emissora carioca vai dar cada vez mais abertura para esse segmento.

Quanto aos interesses da Globo, Malafaia não se mostra ingênuo e diz que eles não estão fazendo eventos como o Festival Promessas por amor. “Eles não são bestas. A Globo não está fazendo este movimento por amor ou porque os evangélicos são bonitinhos, mas sim porque as pesquisas feitas pelo próprio canal mostram que a comunidade gospel cresceu e pode ser maioria, em breve, neste país”.

Mostrando que tem domínio no que fala, o pastor da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo numerou três pontos positivos e três negativos em relação ao festival que juntou nove grandes nomes da música evangélica no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro:

“Primeiramente, o horário de transmissão foi perfeito: domingo, 13h, é o momento em que o povo chega da igreja e está em seu lar para o almoço; o casting de artistas estava excelente e, por fim, a produção com padrão Globo de qualidade não falhou.

Negativamente, enxerguei a duração da gravação, realizada em um sábado, de 14h a 22h… um tempo muito longo de um dia em que as pessoas saem para fazer compras. Teria de ser de 17h a 22h.

Segundo ponto negativo: a burocracia para a realização do evento deve ser antecipada, já que tiveram de alterar o local por problemas com a licença, transferindo da Praia do Flamengo para o Monumento dos Pracinhas, atrasando a divulgação nas rádios evangélicas e o timing de propaganda para conclamar o público para o evento.

E, por fim, eu, particularmente, não daria o start neste projeto partindo do Rio e sim por São Paulo. O Rio tem muitos eventos gospel, já SP, menos. Mas no frigir dos ovos, valeu muito”.

Criticas à Rede Record

Durante a entrevista Silas Malafaia também criticou a falta de espaço para a pregação do evangelho na Rede Record, que pertence ao bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. Malafaia sempre descordou do fato da emissora ser patrocinada pelo dinheiro dos dízimos de fiéis e não ter nenhuma programação evangelística.

Sobre a briga de audiência entre a Globo e a Record o pastor foi ainda mais critico e afirmou que a emissora de Macedo não amedronta a Globo. “A Record não representa os evangélicos e nem mete medo na Globo. Edir Macedo sempre foi sectário. Quando estava na boa, dizia apenas que fazia parte da Universal. Quando dá dor de barriga, conclama todo povo evangélico”.

Com informações JB

12/12/2011

Hugo Chávez “reinventa” presépio e se coloca ao lado de Jesus


Hugo Chávez “reinventa” presépio e se coloca ao lado de Jesus

No relato da Bíblia, pastores e magos prestam homenagem ao divino recém-nascido. Na Venezuela, Hugo Chávez também aparece ao lado de Jesus na manjedoura.

A cena inusitada é de um presépio em Caracas que mostra presidente socialista e outras figuras políticas diante do ‘berço’. A decisão, claro dividiu opiniões no país. “Isso não tem nada a ver com a cena do Natal e com a religião. Não gosto disso”, reclama Arnaldo Amundaray, que passava pelo local.

Para os seguidores de Chávez e os criadores do presépio, a cena nada mais é que um tributo legítimo e inocente ao líder. “Nossa intenção é mostrar todos os feitos da revolução. A mídia não fala das coisas boas que o presidente Chávez tem feito”, explica Maria Alejandra Mijares, funcionária do Ministério da Mulher que participou na criação do presépio.

Além da imagem cristã tradicional, há uma “homenagem” a algumas das políticas mais populares implantadas por Chávez durante seus anos de governo.

Por exemplo, para simbolizar seus feitos na infraestrutura do país, há um teleférico e a réplica de uma mini-favela. Os projetos sociais, como as clínicas de saúde, também estão representadas. No centro da representação, perto do berço de Jesus estão Chávez e Simón Bolívar, herói da independência do século 18. Em outra parte do cenário, há uma foto do presidente Chávez segurando uma criança.

Yasmina Ereu, também funcionária do Ministério da Mulher, apoia a iniciativa. “Assim como o cristianismo, a revolução fala de amor. Algumas pessoas ficaram fascinadas. Outras não gostaram. Esse é um país democrático, todos podem ter sua opinião.”

O presidente venezuelano de 57 anos tem uma filosofia de vida “sincrética”.  Ele faz referências tanto a Marx quanto a Jesus, enquanto fala constantemente sobre o espírito de luta de Bolívar. Nos últimos tempos tem lutado contra um câncer que o obrigou a raspar a cabeça, mas não o impediu de continuar governando com mão de ferro.

Ele inspira ódio nos inimigos, que o veem como um ditador que atrasou seu país. Seus  simpatizantes, que vivem nas regiões mais pobres, manifestam por ele um amor quase religioso.

Perto do presépio, há uma loja que vende bonecas, camisetas, canecas e outras bugigangas  com a imagem do presidente. Carlos Bonilla, responsável pelas vendas acredita na reeleição no próximo ano: “80% dos venezuelanos estão com ele. Esse processo não vai parar”.

Fonte: Gospel Prime

02/12/2011

Igreja batista gera polêmica após proibir casamentos inter-raciais


Igreja batista gera polêmica após proibir casamentos inter-raciais

Uma pequena igreja do estado norte-americano do Kentucky decidiu não aceitar como membros casais inter-raciais. A decisão causou forte reação e desaprovação de diferentes grupos cristãos nos Estados Unidos.

A decisão tomada pela Igreja Batista Free Will de Gulnare aconteceu depois que Stella Harville, 24, filha de Dean Harville, secretária da igreja, levou ao culto o noivo.  Stella está fazendo mestrado em engenharia ótica em uma faculdade de Indiana, onde conheceu Ticha Chikuni, 29, que nasceu no Zimbábue.

Os dois foram à igreja dela nas férias de julho. Ele tocou piano enquanto ela cantava o hino “I Surrender All” . As cerca de 40 pessoas presentes ao culto aplaudiram e tudo transcorreu como de costume.

No mês seguinte, Melvin Thompson, que fora pastor daquela igreja por muitos anos, disse à secretária da igreja que sua filha e o noivo não poderiam cantar na igreja novamente. Stella cresceu na igreja e foi batizada lá, mas atualmente não era membro. O pastor não conseguiu deixar claro seus motivos, mas a proibição foi mantida.

Pouco tempo depois, Thompson deixou o cargo de pastor, alegando questões de saúde, mas continuou frequentando a igreja. Ele nunca mudou de ideia sobre o assunto.

Quando a nova pastora, Stacy Stepp, assumiu, disse que o casal poderia cantar na igreja, se desejasse, lembra Dean Harville.

No início de novembro, Thompson propôs que a igreja votasse um pedido seu para que, embora todas as pessoas fossem bem-vindas nos cultos, a igreja não devia permitir casamentos inter-raciais. A proposta também deixava claro que “pessoas de tais casamentos não poderiam ser recebidas como membros, nem participarem do grupo de louvor ou exercer cargos”.

A justificativa do ex-pastor é que “não pretendia julgar a salvação de ninguém, mas visava  promover uma maior unidade entre o corpo da igreja e a comunidade onde servimos”, diz a cópia da ata fornecida ao jornal Herald-Leader.

Os membros decidiram colocar o assunto para ser votado pela igreja toda. No domingo passado, nove pessoas votaram a favor da proposta e seis votaram contra. Muitos outros membros estavam presentes, mas não quiseram participar da votação.

Dean afirma que a decisão foi motivada por racismo e fez um grande mal à igreja, à comunidade entristeceu até mesmo a Deus. “Com certeza não é uma atitude cristã. É somente o diabo trabalhando”, explicou a secretária da igreja.

Melvin Thompson, que hoje é dono de uma loja de ferragens, explicou ao jornal Herald-Leader que sua proposta foi retirada do seu contexto, mas se recusou a comentar o assunto.

Stella Harville disse que foi doloroso saber que alguns membros de sua família apoiaram a igreja nessa decisão.

Centenas de pessoas já manifestaram seu descontentamento com a decisão na página do jornal na internet. Depois de ter sido noticiada pela TV em um jornal de alcance estadual, os protestos aumentaram, principalmente em redes sociais.

A associação de pastores local disse que as reações dos demais evangélicos da cidade têm incluído “desgosto” e “descrença”.

“A maioria de nós pensou que isso era coisa de um passado distante”, disse Randy Johnson, presidente dos pastores locais.

A pastora Stacy Stepp limitou-se a comentar que não há nada na Bíblia que proíba o casamento inter-racial e que, embora respeite a decisão da igreja, está profundamente magoada com o que aconteceu, pois “Jesus ama todas as pessoas”.

Anthony Hite, 28, membro da igreja batista, votou contra a proposta e lembra: “Deus nos disse para amar a todos. Só porque alguém tem uma cor de pele diferente, isso não é motivo para não amá-lo do mesmo jeito.”

Dean Harville disse que pediu para que a convenção das igrejas batistas do Kentucky anule a votação. Mesmo se isso acontecer, sua filha Stella já declarou: “Eu acho que nunca mais serei capaz de voltar para lá”.

Assista a reportagem (inglês):

Traduzido e adaptado por Gospel Prime de Kentucky e Spl Center

28/11/2011

Tatuagem é coisa satânica, diz Edir Macedo. Silas Malafaia discorda


Tatuagem é coisa satânica, diz Edir Macedo. Silas Malafaia discorda

Em um texto publicado em seu blog no dia 25 de novembro o bispo Edir Macedo condena tatuagens e diz que elas ferem princípios bíblicos. Em seu discurso ele lembra que a prática de fazer figuras foi desenvolvida por povos pagãos e que a inspiração para elas “foi e é satânica”.

O líder da Igreja Universal do Reino de Deus ainda citou o texto de Números 33 versículos 51 e 52 onde Deus diz que é para destruir as pedras com figuras. ” Ora, se Deus mandou destruir as pedras com figuras, por que Ele permitiria que figuras pudessem ser gravadas no corpo humano, que é o templo do Seu Espírito?”, questiona Macedo.

Sua posição a respeito de tatuagem fica mais clara no final do texto: “A meu ver, tatuar é querer parecer com os filhos de Baal. Os filhos de Deus não devem jamais querer imitá-los, mesmo que isso contrarie as regras deste mundo podre.”

Malafaia diz que não é errado

Em um episódio do programa Verdade Gospel, o pastor Silas Malafaia respondeu a um internauta que questionou se piercings e tatuagens são condenados pela Bíblia.

Ao contrário do líder da IURD, Malafaia diz que não há porque usar o Velho Testamento como regra para o Novo. “Eu aprendi um princípio que Paulo cita duas vezes em suas cartas: Tudo me é licito mais nem tudo me convém”.

Para o líder assembleiano não há respaldo bíblico para condenar tatuagens e piercings. “Isso é costume social”, diz ele que fala que acredita que as pessoas condenam a prática por não gostarem delas e não por terem base bíblica para dizer que é pecado usá-las.

26/05/2011

Camisa do Corinthians enfrenta rejeição de evangélicos por conter estampa de São Jorge


bizzaroA nova terceira camisa do Corinthians já nasceu envolvida em polêmicas. Uma delas é a rejeição por parte de torcedores evangélicos. O motivo é a estampa de São Jorge.As igrejas evangélicas são contrárias a adoração de imagens de santos. Já ouvi relatos de torcedores que não irão comprar o modelo por causa da religião. Estou curioso para saber como atletas evangélicos irão reagir quando tiverem que vestir o uniforme.

A outra polêmica foi provocada pelo vazamento antes do lançamento oficial programado por Nike e Corinthians. Ambos prepararam uma grande campanha de marketing. Ontem, porém, antes do lançamento, o Uol Esporte mostrou o uniforme divulgado por um site de compras, que em seguida retirou a imagem do ar.

Os responsáveis pelas lojas Poderoso Timão receberam em seguida um comunicado reforçando que a venda e a divulgação estão proibidas até segunda ordem. A nota também lamentava o vazamento da imagem.

A assessoria de imprensa da Nike informou que a imagem revelada não era da versão final da camisa, Seria apenas uma ilustração. Porém, o blog recebeu de um colaborador a foto do modelo que será vendido aos torcedores. É exatamente igual ao mostrado ontem.

Fonte: Blog do Perrone

26/05/2011

Dilma suspende ´kit gay` após protesto da bancada evangélica


Dilma suspende ´kit gay` após protesto da bancada evangélicaApós protestos das bancadas religiosas no Congresso, a presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira (25) a suspensão do “kit anti-homofobia”, que estava sendo elaborado pelo Ministério da Educação para distribuição nas escolas, informou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

“O governo entendeu que seria prudente não editar esse material que está sendo preparado no MEC. A presidente decidiu, portanto, a suspensão desse material, assim como de um vídeo que foi produzido por uma ONG – não foi produzido pelo MEC – a partir de uma emenda parlamentar enviada ao MEC”, disse o ministro, após reunião com as bancadas evangélica, católica e da família.

Segundo ele, a presidente decidiu ainda que todo material que versar sobre “costumes” terá de passar pelo crivo da coordenação-geral da Presidência e por um amplo debate com a sociedade civil. “O governo se comprometeu daqui para frente que todo material que versará sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade”, afirmou.

Segundo o ministro, a determinação do governo não é um “recuo” na política de educacional contrária à homofobia “Não se trata de recuo. Se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia”, disse.

De acordo com Carvalho, Dilma vai se reunir nesta semana com os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Saúde, Alexandre Padilha, para tratar do material didático.

“A presidenta vai fazer um diálogo com os ministros para que a gente tome todos os devidos cuidados. Em qualquer área do governo estamos demandando que qualquer material editado passe por um crivo de debate e de discussão e da coordenação da Presidência.”

Retaliação suspensa

Diante da decisão de Dilma, o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR-RJ), que participou da reunião com Carvalho, afirmou que estão suspensas as medidas anunciadas pelas bancadas religiosas em protesto contra o “kit anti-homofobia”.

Em reunião, os parlamentares haviam decidido colaborar com a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para que ele explique sua evolução patrimonial.

O ministro Gilberto Carvalho negou ter pedido que os parlamentares desistissem de trabalhar pela convocação de Palocci diante da decisão da presidente sobre o “kit anti-homofobia”.

“Isso é uma posição deles. Nós falamos para eles que, em função desse diálogo, que eles tomassem as atitudes que eles achassem consequentes com esse diálogo. Eles é que decidiram suspender aquelas histórias que eles estavam falando. Não tem toma lá da cá, não”, afirmou.

Os deputados também ameaçaram obstruir a pauta da Câmara e abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a contratação pelo MEC da ONG que elaborou a cartilha.

“Ele [Gilberto Carvalho] disse que tem a palavra da presidente da República de que nada do que está no material é de consentimento dela. Mas nós acordamos que ele falará. E nós suspendemos a obstrução e todas as nossas medidas”, afirmou Garotinho.


Fonte: G1

26/05/2011

Após defender a união gay, Pastor Ricardo Gondim afirma que sua igreja o aplaudiu de pé


Após defender o Estado laico e o reconhecimento jurídico da união homoafetiva em entrevista a Carta Capital no fim de abril, o pastor Ricardo Gondim (foto), líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela Universidade Metodista, virou alvo de ferrenhos ataques de grupos evangélicos na internet. Um fiel chegou a dizer, pelo Twitter, que se pudesse “arrancaria a cabeça” do pastor herege. “É como se vivêssemos nos tempos da Inquisição”, comenta Gondim, que já previa uma reação de setores do mainstream evangélico, os movimentos neopentecostais com forte apelo midiático. Surpreendeu-se, no entanto, ao ser informado que, graças às declarações feitas à revista, não poderia mais escrever para uma publicação evangélica na qual é colunista há 20 anos.

“Fui devidamente alertado pelo reverendo Elben Lenz Cesar de que meus posicionamentos expostos para a Carta Capital trariam ainda maior tensão para a revista Ultimato”, escreveu Gondim em seu site pessoal, na sexta-feira 20. “Respeito o corpo editorial da Ultimato por não se sentir confortável com a minha posição sobre os direitos civis dos homossexuais. Todavia, reafirmo minhas palavras: em um Estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem intervir no ordenamento das leis.”

Por telefone, o pastor explicou as razões expostas pela revista evangélica para “descontinuar” a sua coluna, falou sobre as ofensas que sofreu na internet e não demonstrou arrependimento por ter falado à Carta Capital em abril. “A entrevista foi excelente para distinguir algumas coisas. Nem todos os evangélicos pensam como esses grupos midiáticos que confundem preceitos religiosos com ordenamento jurídico e querem impor sua vontade a todos.”

Qual foi a justificativa dada pela revista Ultimato para descontinuar a sua coluna na publicação?

Eu escrevi para a Ultimato por 20 anos. Trata-se de uma publicação evangélica bimensal, na qual eu tinha total liberdade para escrever sobre o que quisesse. Não falava apenas da doutrina, mas de muitos assuntos relacionados ao cotidiano evangélico. E nunca sofri qualquer tipo de censura. Mas, agora, eles entenderam que as minhas declarações a Carta Capital eram incompatíveis com o que a Ultimato defende e expuseram três argumentos para justificar a decisão. Eu não concordo com essas teses e, para dar uma satisfação aos leitores, publiquei uma carta de despedida no meu site (www.ricardogondim.com.br).

A defesa dos direitos civis de homossexuais foi um dos aspectos criticados pelo corpo editorial da revista?

Sim. Eles entendem que o apoio à união civil de homossexuais abriria um precedente dentro das igrejas evangélicas para a legitimação do ato em si, a homossexualidade. Tentei explicar que uma coisa é teologia, outra é o ordenamento das leis. Num Estado é laico, não podemos impor preceitos religiosos à toda a sociedade. Uma coisa não transborda para a outra. Dei como exemplo o fato de a Igreja católica viver muito bem em países que reconhecem juridicamente o divórcio, embora ela condene a prática e se recuse a casar pessoas divorciadas. Eu não fiz uma defesa da homossexualidade, e sim dos direitos dos homossexuais. O direito deve premiar a todos. Num Estado democrático, até mesmo os assassinos têm direitos. Não é porque eles cometeram um crime que possam ser torturados ou agredidos, por exemplo. As igrejas podem ter uma posição contrária à homossexualidade, mas não podem confundir seus preceitos com o ordenamento jurídico do país ou tentar impor sua vontade. Muitos disseram que o Supremo Tribunal Federal tripudiou sobre as igrejas evangélicas ao reconhecer a união estável homoafetiva. Nada disso, o STF estava apenas garantindo os direitos de um segmento da sociedade. Essa é sua função.

Quais foram os outros aspectos criticados?

Eles também criticaram uma passagem da entrevista na qual eu contesto a visão de um Deus títere, controlador da história e da liberdade humana, como se tudo que acontecesse de bom ou ruim fosse por vontade divina e ou tivesse algum significado maior. E apresentaram um argumento risível: o de que a minha tese coloca em xeque a ideia de um Deus soberano. Claro que sim! Deus soberano é uma visão construída na Idade Média, e serviu muito aos interesses de nobres e pessoas do clero que, para justificar seu poder, se colocavam como representantes da vontade divina na terra. Só que essa visão é incompatível com o mundo de hoje. O Estado é laico. As pessoas guiam os seus destinos. Deus não pode ser culpado por uma guerra, por exemplo. Não vejo nisso nenhuma expressão da vontade divina, nem como punição.

O fato de o senhor ter criticado a expansão do movimento evangélico no país também foi destacada?

Sim. Eu fiz um contraponto à tese de que o Brasil ficará melhor com o crescimento da comunidade evangélica. Não acho que é bem assim. Critica-se muito a Europa pelo fato de as igrejas de lá estarem vazias, mas eu não vejo isso como um sinal de decadência. Ao contrário, igreja vazia pode ser sinal do cumprimento de preceitos do protestantismo se os cidadãos estão mais engajados com suas comunidades, dedicados às suas famílias, preocupados com os direitos humanos, vivendo os preceitos do cristianismo no cotidiano. Eu critico essa visão infantilizadora da vida, na qual um evangélico precisa da igreja para tudo e Deus é responsável por tudo o que acontece.

O senhor se arrepende de ter concedido aquela entrevista à Carta Capital?

De maneira alguma. O repórter Gerson Freitas Jr. até conversou comigo, preocupado com a reação que as minhas declarações poderia causar na comunidade evangélica. Mas a entrevista foi excelente para distinguir algumas coisas. Nem todos os evangélicos pensam como esses grupos midiáticos que confundem preceitos religiosos com ordenamento jurídico e querem impor sua vontade a todos. Eu já esperava alguma reação, só não sabia que viria com tanta virulência. Um evangélico chegou a dizer, pelo Twitter, que se pudesse arrancaria a minha cabeça. É como se vivêssemos nos tempos da Inquisição. Recebi inúmeros e-mails com ofensas e mensagens de ódio. Não sei precisar quantos, porque fui deletando na medida em que chegavam à caixa postal. Também surgiram centenas de textos me satanizando em blogs, sites e redes sociais.

E entre os fiéis da sua igreja? Houve algum constrangimento?

Alguns, influenciados pelo bafafá na internet, vieram me questionar. Então fiz questão de dar uma satisfação à minha comunidade. Após discursar, acabei aplaudido de pé, fiquei até meio constrangido diante daquela manifestação de apoio.

Fonte: Carta Capital

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