Posts tagged ‘POLITICA DA IGREJA’

12/08/2012

José Wellington e Samuel Câmara disputarão novamente a presidência da CGADB


José Wellington e Samuel Câmara disputarão novamente a presidência da CGADB O pastor José Wellington Bezerra da Costa registrou na última segunda-feira (6) seu pedido de candidatura para a presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), cargo que ele ocupa há 25 anos.

As eleições para o mandato de 2013 a 2017 irão acontecer durante a 41ª AGO – Assembleia Geral Ordinária da CGADB, marcada para o dia 11 de abril do próximo ano onde pastores assembleianos estarão escolhendo o novo representante da convenção.

Interessados em se candidatar precisam entrar com o registro até o dia 31 de outubro contatando a Comissão Eleitoral da CGADB, presidida pelo pastor Antonio Carlos Lorenzetti de Melo. Foi isso que o atual presidente da CGADB fez, enviou seu registro de candidatura como mostra o edital publicado pela Comissão.

No site da CGADB também encontramos a nota que informa o registro do pastor Samuel Câmara, presidente da Igreja Assembleia de Deus de Belém (PA) para o cargo de presidente da CGADB, mais uma vez ele concorrerá com o pastor José Wellington. Câmara registrou seu pedido no dia 1º de agosto.

Fonte: Gospel Prime

12/07/2012

´Novo kit-gay` estaria sendo distribuído; bancada evangélica pede explicações


´Novo kit-gay` estaria sendo distribuído; bancada evangélica pede explicações

O kit-gay, material lançado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) durante o mandato de Fernando Haddad, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff após pressão da bancada evangélica, porém, segundo o pedagogo e diretor de uma escola em São Paulo, Felipe Nery, um material similar estaria sendo distribuído entre alunos da rede pública e privada, com aval do MEC.

Nery foi ouvido na última terça-feira, 04/07, pela Frente Parlamentar Evangélica durante uma reunião sobre o assunto. O pedagogo afirmou que os livros trazem figuras com apologia à homossexualidade, bissexualidade e transexualidade.

O pedagogo é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, e apresentou três livros que fazem parte do suposto novo kit-gay que o MEC estaria distribuindo nas escolhas públicas. De acordo com informações de Sandro Guidalli, do blog Fé em Jesus, os títulos são “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural; e “Menino brinca de boneca?”, para todas as idades, de Marcos Ribeiro e editado pela editora Moderna.

Felipe Nery relata que os livros fazem apologia explícita à homossexualidade: “Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O ‘kit-gay’, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, afirmou.

O primeiro livro traz um “jogo da memória” com figuras que representem casais homossexuais com filhos, enquanto que no segundo, são apresentadas imagens com instruções para usar preservativos. O livro “Menino brinca de boneca?” traz no prefácio um texto da senadora Marta Suplicy (PT-S), defensora do PL 122.

Essa distribuição acontece nos casos de escolas que não possuem um projeto pedagógico completo, segundo Nery: “O colégio tem a opção de ter o seu próprio trabalho ou adotar o que o governo apresenta e o que ele apresenta são materiais como esse. Esses que apresentei aqui não são escritos pelo governo mas qualquer material que tem o símbolo do MEC vem com esta ideologia, não há diferença nenhuma nas editoras, há apenas um viés ideológico favorável ao homossexualismo, bissexualismo e transsexualismo”.

O pedagogo alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação de seus filhos: “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, observou.

Os parlamentares da bancada evangélica farão uma comissão para analisar a denúncia do pedagogo e os livros apresentados por ele durante a reunião. O deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ) afirmou que deverão ser cobradas explicações do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP): “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, pontuou.


Fonte: Gospel Mais

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03/06/2011

AD Bonsucesso completa 52 anos


AD Bonsucesso completa 52 anos Nos dias 01 a 05 de junho, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Bonsucesso, presidida pelo pastor Jaime Soares, completa 52 anos de fundação. Com forte atuação social e evangelística na região, a igreja tem muito a comemorar. São milhares de membros em mais de 50 congregações localizadas no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, São Paulo, Ceará e também em Pernambuco.

Como parte das comemorações do Centenário da denominação no Brasil, a igreja receberá de hoje a sexta-feira, o pastor José Satírio, missionário há mais de 30 anos na Colômbia. No sábado, o pastor Roberto de Lucena, de São Paulo, ministrará a Palavra de Deus. O domingo promete programação especial. Pela manhã, uma grande aula da Escola Dominical contará a história da denominação no país e será ministrada pelo diretor-executivo da CPAD, Ronaldo Rodrigues de Souza. O encerramento está previsto para o domingo a noite, com o culto da Comunhão e a ministração da Palavra de Deus pelo pastor Jaime Soares.

Localizada em uma das regiões mais carentes do Rio de Janeiro, a AD em Bonsucesso tem um forte trabalho de ação social e evangelismo nas comunidades do entorno. “Simplesmente tentamos no temor e tremor do Senhor, cumprir o Ide de Jesus. Não fazemos nada excepcional, apenas o que a Bíblia nos manda fazer”, afirma categórico pastor Jaime Soares.


Um pouco de história

A AD em Bonsucesso, a época, na Av. Londres, 204-A, começou como uma congregação da AD do campo de São Cristóvão. A emancipação da pequena igreja aconteceu no dia 01 de junho de 1959, dando-lhe autonomia administrativa. Quem assumiu a igreja foi o saudoso pastor José Bezerra Varela.

Cinco anos depois, em 31 abril de 1964, a igreja mudou-se para outro endereço em Bonsucesso – rua Pesqueira 45. Em 1974, após o falecimento do pastor José Varela, foi empossado como pastor presidente, o pastor Raimundo Lino.

Nos anos que se seguiram, Deus usou poderosamente os obreiros na área evangelística, e como resultado houve a implantação de várias congregações nas áreas de Inhaúma, Ramos e Bonsucesso, além de outras áreas no Estado do Rio de Janeiro. Deus então levantou outros instrumentos para alcançar novos campos fora do Estado.

No ano de 1997, houve novas mudanças. O então pastor titular Raimundo Lino descansou no Senhor, e foi empossado, através de eleições da Igreja, o pastor Jaime Soares como pastor presidente. Este, pastoreia o rebanho da AD Bonsucesso até hoje.

Em 31 dezembro 1999 foi efetuada a mudança para o novo Templo em Bonsucesso, na Rua Frei Jaboatão, 44, um lugar bem estratégico na cidade, em frente à Avenida Brasil, principal da Cidade do Rio de Janeiro e ao lado do Hospital Geral de Bonsucesso, muito conhecido regionalmente. As instalações comportam centenas de pessoas.

Em 2005 foram implantadas mais congregações, no Complexo da Maré e Manguinhos, e ainda na região de Maricá, e em 2008 foi a vez da Barra da Tijuca sediar mais uma congregação. Atualmente a igreja trabalha ativamente na fundação de mais uma congregação no Complexo do Alemão.

Fonte: http://www.adbonsucesso.com.br

01/06/2011

“O desejo deles é a CPAD”, afirma José Wellington sobre Silas Malafaia e Samuel Câmara


“O desejo deles é a CPAD”, afirma José Wellington sobre Silas Malafaia e Samuel CâmaraEm sua sala no Belenzinho, em São Paulo, no subsolo do templo da Assembleia de Deus, pastor José Wellington Bezerra da Costa, de 77 anos, recebeu a equipe do Creio para um bate papo. Na pauta o centenário da Assembleia de Deus e o futuro da denominação, a maior do Brasil. Desde 1987 à frente da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), rebate as críticas de seus opositores, Silas Malafaia e Samuel Câmara, e confirma que a denominação está unida. ”A Igreja não é de A ou B”

Vindo do Ceará, pastor José Wellington reafirma sua postura firme fruto do ensinamento que recebeu de família. “É melhor dormir com fome, do que acordar com dívida”, repetiu o ensinamento dado por sua mãe. Desde 1987 à frente da CGADB, eleito por sete vezes, ele diz que não dá nenhum passo fora da direção de Deus. “Se Deus disser basta, eu entrego a direção, não vejo problema”, dispara o líder que tem em seu ministério 2,3 mil congregações e se vê envolvido na construção de um grande templo para 10 mil pessoas.

Com saúde de ferro – item comemorado- o assembleiano disse que ficou muito desgastado na última eleição da Convenção. “ Foram muitas calúnias”, declarou: “ O desejo deles é a CPAD. Quando assumi a entidade tinha R$ 1,5 milhão em duplicatas. Assumi a empresa, profissionalizei a gestão com irmão Ronaldo. Hoje, mesmo sem fins lucrativos, a empresa caminha com excelência”

Sobre a identidade assembleiana, José Wellington continua sua tese: “Nós temos influência dos suecos, temos doutrina firme. Nosso objetivo é salvação e edificação. O deles é baseado nos americanos com atos midiáticos e comércio. Eles se amoldam a determinados costumes que não nos adaptamos.” Sobre o futuro da Assembleia de Deus ele finaliza: “A AD é uma árvore que dá muitos frutos. Unidos nós estamos.”

Fonte: CREIO

01/06/2011

Pastor desliga-se da Igreja Betesda por ser orientado a aconselhar e aceitar união gay


Pastor desliga-se da Igreja Betesda por ser orientado a aconselhar e aceitar união gayO pastor Edney Melo, da Igreja Betesda de Fortaleza (CE) comunicou seu desligamento com a igreja de Ricardo Gondim por diversas divergências de pensamento, acerca de temas como a volta de Jesus, a ressurreição e também sobre a posição da igreja sobre aceitar casais homossexuais e ainda pedir aos pastores que façam aconselhamento de casais como se fossem casais heterossexuais.

Melo estava a 24 anos no ministério, mas tomou a decisão de sair e escreveu em seu blog suas razões. Uma delas é que, segundo ele, as características da Betesda têm mudado, “tem adquirido características institucionais e de pensamento, que, a princípio, apenas demonstravam sua pluralidade”.

Outro motivo seria discordar da orientação de aconselhar casais homossexuais. “No entanto, ano passado, em conversa com um dos principais pastores da Betesda, eu o ouvi falar de uma reflexão que estava sendo feita sobre a questão homossexual, que, deveria ser considerada pela igreja, normal. Inclusive, disse ele estar disposto a aconselhar casais homossexuais em sua comunidade, como se foram héteros, com a restrição de não serem promíscuos.”

O pastor também escreveu em seu blog que outro motivo que o levou a se desligar do ministério de Gondim foi não aceitar o fato da liderança da Betesda ter questionado as doutrinas da ressurreição e da volta de cristo “A partir daí, passei a ter uma série de conversas com a liderança cearense da Betesda, com quem questionei esses e outros pressupostos, contidos no consciente coletivo da igreja, como a volta de Jesus, a ressurreição e outras questões que considero irrefutáveis.”

Confira o texto na íntegra:

Percebendo o tamanho da repercussão com relação ao meu desligamento da Betesda, decidi romper o silêncio. Não sou neófito ou irresponsável. Sou pastor de uma comunidade punjante, bonita, leve e com características únicas, como qualquer comunidade cristã nordestina, que luta pela própria sobrevivência e pretende levar a sério seu amor a Jesus, o Nazareno e à sua mensagem da Cruz.

Estive, há 24 anos na igreja Betesda. Fui, durante seus momentos mais difíceis, um de seus principais elaboradores, mantenedores emocionais, um ferrenho lutador. Em todos esses anos, sob a tutela de Allison Ambrósio, que me ensinou a ser líder. Amei, trabalhei, orei e me empenhei por essas comunidades com afinco por muitos anos. Formei líderes, cuidei de novos membros e tenho tido meus melhores amigos ligados à Betesda. Tenho autoridade para falar da Betesda em todos os seus segmentos. Conheço a fundo sua estrutura e seus bastidores mais discretos. Eu conheço essa igreja como a palma de minha mão. E, infelizmente, hoje, eu a percebo tão cruel quanto qualquer instituição religiosa. Pensamentos novos em práticas antigas.

Procurarei não ser ofensivo em minhas próximas palavras, diferentemente do que tem acontecido contra mim. Isso me admira muito, visto que a idéia da tolerância, da compreensão e da graça, sempre foram alardeadamente pregada nos ambientes da Betesda. Uma igreja não é constituída, ela é formada, estabelece-se, desenvolve-se e vai assumindo características que a identificam e a solidificam no decorrer dos anos. Assim, a Betesda, minha amada igreja, também tem mudado. Tem adquirido características institucionais e de pensamento, que, a princípio, apenas demonstravam sua pluralidade. Com o passar dos anos, não havia mais pensamentos plurais, mais opostos. Mas percebo, que, o que começou a se desenvolver, foi um grupo de pessoas confusas, teológica e institucionalmente. Agi como podia. Mas as questões levantadas, as palestras ministradas, sempre desconstruíam, mas tinham uma proposta construtiva incipiente.

Com a morte do Pastor Allison, mesmo sem perceber, comecei a perder o afinco e o amor que tinha pela instituição. Mesmo assim, tentei segurar os fios que ligavam sua frágil estrutura, inclusive, mentoreando novas lideranças. No entanto, ano passado, em conversa com um dos principais pastores da Betesda, eu o ouvi falar de uma reflexão que estava sendo feita sobre a questão homossexual, que, deveria ser considerada pela igreja, normal. Inclusive, disse ele estar disposto a aconselhar casais homossexuais em sua comunidade, como se foram héteros, com a restrição de não serem promíscuos. A partir daí, passei a ter uma série de conversas com a liderança cearense da Betesda, com quem questionei esses e outros pressupostos, contidos no consciente coletivo da igreja, como a volta de Jesus, a ressurreição e outras questões que considero irrefutáveis.

Quando essas questões, durante esse ano, começaram a ser expostas no youtube e em revista de circulação nacional, novamente me posicionei. Percebi, então, que estávamos completamente divididos dentro da própria instituição. Falávamos ser uma comunidade de pensamento polifônico, mas, na verdade, tornamo-nos um ajuntamento destoante de instrumentistas. Nossos púlpitos e nossas conversas nos encontros são incongruentes. Parece haver diálogo. Mas, na verdade, o que existe é um grupo que elabora questões elevadas, um outro que finge que concorda, outro que finge que entende e a igreja perdida, sem referenciais. Todos os limites entre estes grupos começaram a se confundir, mudando a imagem pública da Betesda, que não sabe se é ou não evangélica. Quem discorda dos pensamentos elaborados, ou não entendeu ou é fundamentalista. Rótulos e jargões,são detestados mas apenas criaram-se novos, de acordo com novos pressupostos.

Eu decidi sair em silêncio, não por ser dissimulado, maquiavélico, traidor. Eu conheço o meu significado para a Betesda e sabia que traria uma grande repercussão. Tentei preservar os que são ligados a mim do rótulo de conspiradores. Tentei preservar minha comunidade de reuniões intermináveis. Ela cobrava de mim uma posição a tempos. E, obviamente, precisei fazer isso com o mínimo de planejamento. Eu o faria com mais calma. Tive que acelerar o processo, por causa da notícia, que me chegara, de que oito pastores estavam querendo se organizar para algum tipo de decisão. Por isso, quase imediatamente, quis sair. Não queria ser envolvido em nenhum racha. Quanto à minha comunidade já ter um nome, isso não foi planejado exaustivamente. Não queríamos ser conhecidos como dissidentes. Queríamos ir em direção à nossa própria identidade. Em um dia, concordamos com o nome: Comunidade de Cristo Maranata. Peço perdão aos que me amam. Mas tomei essas decisões para sua preservação.

A minha saída é a minha última mensagem para a Betesda. Gostaria que ela tivesse re-avaliado suas posturas, sua repercussão pública com mais respeito a quem pensa diferente. O futuro da Betesda não será a polifonia, será a solidão. Se, não houver uma profunda reformulação de pensamento e jornada. Não gostaria de ser procurado. Minha maior atitude e sinal de coerência é minha partida, com os meus.

Em paz, mas em jornadas diferentes.

EDNEY MELO

Confira o texto no blog aqui.

Fonte: Gospel Prime

24/02/2011

Posse e despedida de presidentes da Assembléia de Deus de Joinville


Culto de transmissão de cargo do pastor presidente Arcelino de Melo para o pastor Sérgio Melfior será no dia 06 de março

No dia 06 de março, às 19h, será realizado o culto de transmissão de cargo do pastor presidente Arcelino de Melo para o pastor Sérgio Melfior, no templo sede da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Joinville (IEADJO).

O presidente da IEADJO, pastor Arcelino de Melo, após o falecimento do pastor Valmor Leonel Batista, no dia 26 de novembro de 2006, assumiu a Igreja por determinação da Junta Executiva da Convenção Catarinense. Nos quatro anos de administração, a Igreja cresceu numericamente, agregando quatro mil novos crentes, construção e ampliação de vários templos espalhados pela cidade, o acréscimo de novos distritos e congregações. Hoje a IEADJO conta com 35 distritos e 145 congregações. Incentivou as melhorias da faculdade teológica que em breve estará recebendo a autorização do MEC para curso de teologia, apoiou o aumento de potência da emissora 107,5 FM para 5 KW, incentivou a programação dinâmica da emissora, colocando-a no topo da lista de emissoras mais ouvidas em Joinville.

Além disso, é o presidente da Convenção das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus de Santa Catarina e Sudoeste do Paraná (CIADESCP) e segundo secretário da CGADB. No dia 06 de março deixa a IEADJO com 35 anos de integração e 27 anos de ministério dedicados na presidência de diversas igrejas no estado catarinense: São Bento do Sul, Curitibanos, Otacílio Costa, Concórdia, Içara, São José, Chapecó, Criciúma e Joinville.

Quem assumirá a IEADJO será o pastor Sérgio Melfior, primeiro secretário da CIADESCP e presidente da IEAD Caçador/SC. Nascido em Trindade do Sul/RS, em 08 de dezembro de 1963, aceitou a Jesus aos 15 anos em Xaxim/SC, aos 16 começou a pregar e destacou-se na liderança da juventude e trabalhou como auxiliar em pontos de pregações e programas de rádio na cidade.

Aos 21 anos casou-se com Maria Helena e dessa união nasceram três filhos: Eliseu, Eliã  e Lucas. Foi separado ao diaconato e ao presbitério da Igreja na cidade de Xaxim/SC. Por indicação do pastor José Paulo Evaristo e a convite do pastor Arcelino Victor de Melo, saiu para trabalhar integralmente na Obra do Senhor nas cidades de: Itá, Ipumirim, Concórdia, Caxambu do Sul, Chapecó, Lages, Blumenau, Fraiburgo e Caçador. É formado pela EETAD – Escola de Educação Teológica das Assembléias de Deus (Campinas – SP) e graduado em Teologia pela FAETEL-SP.

Trabalhou como vice-presidente de três pastores: Leonel Tavares da Silva, Arcelino Victor de Melo e Nilton dos Santos. Sua primeira presidência foi na cidade de Fraiburgo/SC, onde deixou o Templo Sede praticamente concluído, oito novas congregações foram agregadas e o trabalho cresceu. No dia 01 de janeiro de 2007 assume a IEAD de Caçador/SC, e “amplia a tenda”. Igrejas são construídas e reformadas, o departamento de discipulado ganha espaço, e é implantado os Departamentos de Adolescentes e de Casais. A Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Caçador possui hoje 22 Congregações e inúmeros pontos de cultos, 15 obreiros integrados e 32 missionários espalhados por todo o mundo.

O pastor Arcelino de Melo deixará a presidência da IEADJO aos 65 anos e, deseja, na vontade de Deus, dedicar-se apenas à presidência de nossa convenção catarinense, na qual nos últimos cinco anos adquiriu um grande terreno para a construção da sede própria da CIADESCP em Itajaí/SC. “O nosso desejo, se Deus quiser, é construir um grande prédio para receber com muito carinho os 1,5 mil pastores que temos em nosso estado catarinense e no sudoeste do Paraná”, salientou o pastor.

Fonte: IEADJ / CPAD NEWS

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