Posts tagged ‘politica e o cristao’

29/10/2015

IURD e IMPD se unem no apoio a CPMF


IURD e IMPD se unem no apoio a CPMFO bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, e Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, já discutiram e se ameaçaram publicamente várias vezes. Quando a IMPD começou a tirar fiéis da IURD, começou uma acirrada campanha para desmoralizar o apóstolo, especialmente nos programas de TV e nos sites ligados a Macedo.

Contudo, agora esses dois rivais estão vivendo um tempo de aliança. Ambos estão juntos com o governo petista, defendendo a aprovação da CPMF. Claro, desde que as igrejas fiquem isentas.

A imagem que marcou essa união, que deve ser apenas temporária, é do encontro da presidente Dilma com o senador Marcelo Crivella (PRB/RJ), ao lado do deputado federal Francisco Floriano (PR/RJ). Ambos são líderes das “alas evangélicas” de seus respectivos partidos, que formam a base aliada do governo petista. Ao mesmo tempo Crivella é bispo licenciado da Universal e Floriano é pastor da Igreja Mundial.

De acordo com o jornalista Lauro Jardim, em sua coluna do jornal O Globo, essa composição dos grupos políticos de Macedo e Santiago gera “ciumeira” em outros líderes evangélicos, que não foram chamados.

No início do mês, diversos pastores e líderes denominacionais foram a Brasília se encontrar com Dilma e “garantir” a previsão da Constituição Federal de isenção tributária para todos os templos religiosos.  Na ocasião, a presidente garantiu aos líderes que os templos evangélicos, católicos, espíritas e de todas as demais religiões não serão tributados caso a CPMF seja aprovada no Congresso.

Além de representantes da IURD e IMPD, estavam o bispo Geraldo Tenuta, da Igreja Renascer em Cristo; Pastores Samuel e Abner Ferreira, da Assembleia de Deus Madureira, Juanribe Pagliarin, da Paz e Vida.

Publicamente, o único líder que se manifestou contra a CPMF foi o pastor Silas Malafaia, que ameaçou denunciar em seu programa todos os deputados evangélicos que votarem a favor da CPMF.

“O deputado evangélico que apoiar essa porcaria eu vou dizer o nome no meu programa e vou pedir para que os evangélicos não votem mais neles”, afirma. “Eu sou contra beneficiar as religiões”, afirma Malafaia. “Chega, o que passar disso [imunidade tributária da Constituição] é palhaçada!”.

Obs: é engraçado ver pastores que não une para pregar a palavra de Deus, mas para apoiar o governo a criar mais imposto para punir, o povo com altos impostos. Os mesmo deveriam esta reunido para ajudar outras igrejas que estão trabalhando para tirar viciados do craque, das ruas. Poderiam criar centro de tratamento para os que vivem com pessoas viciadas…

13/09/2013

Líder religioso não deveria virar político, diz pesquisa


Líder religioso não deveria virar político, diz pesquisaQuase 60% dos brasileiros são contra a candidatura de líderes religiosos a cargos políticos, segundo uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) que divulgou o resultado do estudo nesta terça-feira (9).

Para esta amostragem a empresa ouviu duas mil pessoas em 135 cidades brasileiras entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro. Destas, 57,8% disseram que não concordam com a participação de religiosos na política, contra 38,7% que são a favor.

Em outro ponto da pesquisa foi questionado se o entrevistado votaria em um candidato indicado pela igreja e apenas 28,5% disseram que sim, contra 66,2% não votariam no candidato indicado.

O resultado apresentado pela CNT não é muito diferente da pesquisa feita pelo Datafolha durante o período eleitoral em 2012, a pergunta foi direcionada para as igrejas católica e Universal e 70%, dos 1.799 entrevistados, disseram que não votariam nos indicados dessas denominações.

Ainda durante o período eleitoral do ano passado, o Datafolha ouviu participantes da Marcha para Jesus de São Paulo e nesta pesquisa 65% dos eleitores apontaram que seriam influenciados pelos líderes religiosos, 31% votariam ‘com certeza’ em quem a igreja indicasse e 34% ‘talvez’ votariam.

Sobre a participação de pastores em cargos políticos, só na cidade de São Paulo temos cinco pastores eleitos como vereadores, sendo três da Igreja Universal do Reino de Deus, um da Igreja Mundial do Poder de Deus e uma pastora da Comunidade da Graça. Há também outros três vereadores evangélicos ligados à Assembleia de Deus e à Igreja Internacional da Graça de Deus que não assumem a posição pastoral.

A Bancada evangélica no Congresso é formada por 78 deputados, sendo que muitos deles também atuam como pastores evangélicos. Entre eles podemos citar Marco Feliciano, pastor Eurico, Silas Câmara, Roberto de Lucena, Paulo Freire e outros.

Fonte: Gospel Prime

10/09/2013

O pastor e deputado federal Marco Feliciano fala sobre sua pretensão em ser presidente


pastor-marco-felicianoO apresentador leu a seguinte frase escrita pelo político brasileiro: “Eu sonho em um dia ver o povo brasileiro assistindo a voz do Brasil e o presidente cumprimentar o povo com a paz do Senhor Jesus”.

O religioso respondeu que lançou essa ideia com a esperança do país mudar e de ter representantes mais justos. “Nós já tivemos na última eleição uma candidata evangélica [à presidência], que foi a Marina. Embora eu tenha divergências com ela em algumas questões ideológicas. Não veja ela como uma pura evangélica. Ou seja, alguém que defende de fato seus princípios. Mas já começou a aparecer”.

E completou: “Se algum partido me desse essa legenda, eu entraria nesse barco. Porque eu acredito que é possível. […] Isso é promessa bíblica! Bendita é a nação cujo Deus é o Senhor”.

A primeira questão discutida na atração foi como conciliar a política e o evangelho/ministério. O parlamentar respondeu: “Eu sempre fui hiperativo. Eu nunca fui muito normal. Aliás, Deus tem dificuldade de usar gente normal. Quanto mais louco, mais atrevido, esse parece fazer parte do métier que Deus gosta de usar. Eu sempre me desdobrei em várias coisas. Hoje eu sou pastor de Igreja, sou conferencista, sou deputado federal, eu tenho um programa de televisão, escrevo livros, faço shows cantando, porque sou cantor também. E ainda sou pai de família. […] A pessoa tem que ter determinação. Deus deu ao ser humano capacidade e força de vontade”.

E continuou: “Quando você tem convicção de que aquilo que você está fazendo é certo, vai ajudar o futuro e vai ajudar o ser humano, você dá conta! […] Ainda novinho nasceu a chama, a centelha da política. E olha que eu preguei contra a política a vida inteira. De repente, eu encontrei na política uma ferramenta que Deus poderia usar para ajudar a mudar conceitos e valores. Me entreguei a política”.

O evangélico falou que foi utilizado para esconder problemas no país e mostrou que está fortalecido, sendo, pela primeira vez, uma unanimidade no mundo gospel. “É possível ser pastor e estar cheio do Espírito Santo”.

Sobre as manifestações, que ocorreram em junho deste ano (2013), exclamou: “Acredito que tive até uma parcela de cooperação em tudo isso […] Tudo era uma mera maquiação”. Ele falou que Dilma tem um grande abacaxi nas mãos, porque o Parlamento aprovou muitas reinvindicações, mas não há dinheiro para atender todas as demandas da sociedade. “A linha que separa a democracia e a anarquia é muito tênue”, afirmou em outro trecho. Feliciano comentou sobre a Copa do Mundo e outros eventos que o Brasil irá sediar.

O religioso falou sobre as distorções da grande mídia para os projetos em que ele está envolvido. Ele chama isso de ‘desonestidade intelectual’. Os jornalistas nacionais, segundo Feliciano, são militantes da causa gay. Ele falou de todas as hostilidades pelas quais vem passando, como grupos LGBT que subiram no seu carro e mostraram o corpo nu para suas duas filhas. “Antes da liberdade sexual, o ser humano precisa de liberdade de consciência”, refletiu.

Segundo ele, há uma ditadura homossexual. “É sabido que a comunidade homossexual é uma comunidade que sofre muito. Eles sofrem preconceito sim. Mas, hoje, o preconceito é maior entre eles do que do lado de fora. Hoje todo mundo tem medo até de expor seu pensamento. Mas nem todos os direitos que eles conseguiram, são a cura da sua angústia. Não estou falando de cura da sua homossexualidade. Porque não tem cura. Porque isso é um fenômeno de comportamento. Mas a angústia interior. […] Eles [comunidade LGBT] buscam algo que não encontram nunca”.

Feliciano contou que já trabalhou na lavoura, como engraxate e depois atuou como vendedor de picolé. “Não tenho vergonha do meu passado. Pelo contrário, meu passado deu alicerce pro homem que sou hoje. Passo isso para minhas famílias”. O atual parlamentar discorreu sobre a importância de Ouriel de Jesus, que o consagrou pastor nos Estados Unidos (EUA).

Sobre o canal online Porta dos Fundos e o vídeo “Oh, meu Deus”, o deputado falou: “Esperei pra ver se tinha um humor inteligente. Geralmente, faz o humor com crítica, mas não tinha. Puro vandalismo! Para pegar a fé cristã das pessoas e jogar no lixo”.

Durante a entrevista, o pastor corrige o apresentador dizendo que seu nome não é Marcos, e sim Marco Feliciano. “É um só”, brincou ele. Assista a conversa abaixo.

16/09/2012

‘Lula é Deus’, declaração de Marta Suplicy causa polêmica


A infeliz comparação da ativista gay e senadora Marta Suplicy de que “Lula é Deus” causou polêmica nas redes sociais. A declaração foi feita nesta quarta-feira (12), nas vésperas de assumir o Ministério da Cultura.

“Lula é deus, eu sou quem faz e Dilma tem boa reputação”, declarou Marta Suplicy, referindo-se ao poder que ela acredita que o trio trará para o seu partido (PT) em busca da vitória nas eleições de 2012.  ”Assim, com a entrada do trio, vai dar certo. Eu combinei que iria entrar na hora e estou entrando”, acrescentou.

O pastor e deputado Marco Feliciano reagiu por meio de seu twitter, chamando a atitude da nova ministra de “arrogante”. Ele, que tem se envolvido nos conflitos entre ativistas gays e evangélicos, criticou fortemente a postura da nova ministra.

“Marta e suas heresias. A arrogância precede a queda”, escreveu no microblog. “Marta Suplicy, ativista gay assumida, ridiculariza sempre os q tem fé e agora diz q ‘Lula é deus’. Em q planeta? Afirmação + que estúpida!”, declarou o deputado.

“Trindade arrogante”, completou Feliciano referindo-se ao trio “Lula, Dilma e Marta”.

A senadora foi questionada se sua declaração teria algum tipo de sentimento de vingança por ter sido substituída na disputa para a prefeitura de São Paulo nestas eleições. Ela negou, mas admitiu que foi um momento triste para ela.

Marta Suplicy foi a pessoa-chave nas tentativas de implementar o “kit gay” nas escolas públicas e do projeto de lei (PL 122)que criminaliza a homofobia no país. O material foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff depois de pressão dos deputados evangélicos no início deste ano, mas o PL 122 ainda está pendente no Congresso.

Como ministra da Cultura, Marta pode tornar-se uma outra “dor de cabeça” para os cristãos evangélicos, de acordo com Marcos Feliciano. “Os evangélicos, que estavam ‘felizes’ com a aprovação de um projeto de lei que reconhece a música gospel como manifestação cultural, agora têm uma sensação de ‘tensão’ do que esperar de seu Ministério”, completou.

Fonte: The Christian Post

09/09/2012

Campanha mobiliza cristãos a não aceitarem o “voto de cajado”


A indicação de pastores tem muita influência no voto dos fiéis e esse tem sido um dos motivos que fazem com que muitos líderes religiosos aceitem negociar com candidatos políticos oferecendo esses votos como moeda de troca.

Enquanto a grande maioria não enxerga problemas nessas alianças, um grupo de cristãos resolveu protestar e alertar a todos sobre o voto de cabresto nas igrejas evangélicas.

O movimento surgiu nas redes sociais no dia 22 de agosto e por se tratar da relação entre pastores e ovelhas e a palavra “cabresto” foi substituída por “cajado” surgindo assim a campanha “Fale contra o voto de cajado”.

O secretário da Rede Fale, Caio Marçal, explica o principal motivo dessa campanha: “O papel dessa campanha é qualificar a participação da igreja evangélica na vida pública brasileira que hoje tem a imagem chagada por tantos escândalos que envergonham o testemunho cristão em nosso país ocasionado pelo mau uso da influência que alguns líderes religiosos”.

Quem desejar participar ou conhecer mais sobre essa mobilização pode acessar o site www.fale.org.br e enviar imagens, vídeos ou textos referentes a essa discussão. Além disso, os internautas serão encorajados a se posicionarem em oração clamando a Deus para que os fiéis tenham uma participação mais consciente nas eleições 2012.

“Queremos convocar o povo evangélico para também orar para esse tipo de abuso espiritual cesse e assim possamos resgatar o real sentido de uma fé bíblica e transformadora”, diz Caio.

Felipe Degani, integrante da Rede Fale do Estado do Rio de Janeiro, comenta uma matéria publicada no jornal O Globo de 19 de março deste ano que falava sobre a importância do voto evangélico dizendo que os principais candidatos à prefeitura do Rio de Janeiro buscariam apoio dos líderes religiosos.

“Naquele momento, ficou claro que o voto dos evangélicos é encarado como um componente decisivo nas eleições em nosso país e – pior – um componente negociado e manipulado por diversos interesses políticos, como um segmento qualquer”, disse.

Degani tem consciência política e sabe que essa influência exercida pelo pastor e seus interesses pode prejudicar na escolha de um novo representante do povo. “Propus a meus companheiros da Rede que levantássemos uma campanha que alcançasse as igrejas evangélicas, com o objetivo de conscientizar sobre a importância da política e sobre o jogo de interesses que interferem em nossos arraiais para legitimar o domínio de determinadas personagens que agem como ‘coronéis’”, afirma.

Fonte: Gospel Prime

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