Posts tagged ‘processo’

14/12/2012

Bíblia em áudio dramatizada pode ser baixada gratuitamente


Bíblia em áudio dramatizada pode ser baixada gratuitamente Bíblia em áudio dramatizada pode ser baixada gratuitamente

A Biblie.is disponibilizou Bíblias em áudio em diversas línguas para serem baixadas gratuitamente. Nós, brasileiros, também ganhamos uma versão dramatizada do Novo Testamento que pode ser adquirida sem custos.

Interessados em poder ouvir a Palavra de Deus podem acessar site www.bible.is/audiodownloader e iniciar o processo escolhendo a versão em português que é a de Almeida Revista e Corrigida Áudio Drama.

Quem indica este download é o blogueiro Julio Severo que adianta: “Você vai ficar maravilhado ouvindo”.

Quem escolher pela “A Bíblia para Todos” estará recebendo um áudio do português de Portugal, por isto preste muita atenção.

“Encorajo fortemente todos a fazer o download do arquivo completo MP3 da versão do Novo Testamento”, disse Julio em seu blog.

Com a praticidade dos aparelhos como smartphones, tablets e mp3 fica bem fácil ouvir a Bíblia em qualquer lugar, independente do horário, sendo esta uma grande estratégia até de evangelismo.

Acesse o site do Bible.is e conheça mais sobre este projeto.

10/10/2012

Menina acusada de blasfêmia, no Paquistão, enfrenta novos processos legais


Menina acusada de blasfêmia, no Paquistão, enfrenta novos processos legaisEncaminhada para o tribunal juvenil, Rimsha ainda corre o risco de ser condenada a sete anos de prisão. O caso atraiu a atenção de órgãos da imprensa internacional por se tratar de uma menina portadora de Síndrome de Down que, possivelmente, foi acusada sob provas falsas, de blasfemar contra o Alcorão

A menina cristã Rimsha Masih, portadora de Síndrome de Down, passou o sábado, 6 de outubro, escondida, em meio a temores de que ela enfrentaria anos de prisão no Paquistão por “blasfêmia contra o Islã”, depois de testemunhas a terem exonerado, segundo expectadores do julgamento relataram.

Khalid Shahzad, diretor do Centro para Crianças Especiais Dorothea, da cidade de Lahore, disse à agência de notícias BosNewsLife que está preocupado com a situação de Rimsha, de 14 anos de idade.

“Três testemunhas que depuseram contra [o líder muçulmano] Hafiz Muhammed Khalid Chishti, afirmando que ele plantou provas para acusar a menina de blasfêmia e expulsar os cristãos do bairro, já retiraram o seu testemunho”, disse Shahzad, que acompanhou de perto o caso.

Chishti afirmou que a jovem cristã, detida em 16 de agosto, havia queimado páginas que continham versos do Alcorão, considerado um livro sagrado pelos muçulmanos.

Na semana passada, a BosNewsLife informou que um relatório interino da polícia considerou a moça “inocente” de blasfêmia, baseado em depoimentos de testemunhas.

Rimsha foi libertada, em setembro, sob fiança de um milhão de rúpias paquistanesas (equivalente a 10.600 dólares americanos), mas “se o caso contra Chishti for julgado improcedente por falta de provas, é possível que o processo contra a cristã avance”, explicou Shahzad.

Presa por quanto tempo?

“Um caso de blasfêmia poderia resultar na prisão de Rimsha por muitos anos”, alertou Khalid Shahzad. Desde que foi encaminhada para o tribunal juvenil, Masih enfrenta uma pena máxima de sete anos de prisão.

Se ela tivesse sido julgada como adulta, ela poderia ter sido condenada à prisão perpétua ou até mesmo enfrentar a pena de morte.

Houve relatos de que ela e sua família já haviam fugido para a Noruega. O Ministério de Relações Exteriores e autoridades de imigração, porém, não confirmaram essa informação.

A garota deixou claro que prefere permanecer no seu país, mas ativistas de direitos cristãos dizem que seria perigoso. “Mesmo que Rimsha não enfrente julgamento, ela nunca será capaz de retornar ao bairro onde morava”, acrescentou Farrukh H. Saif, diretor-executivo do grupo de direitos humanos World Vision In Progress, baseado no Paquistão.

Rimsha é inocente

Khalid Shahzad, cujo trabalho inclui uma escola para crianças com problemas mentais e um banco de alimentos para cerca de 200 viúvas cristãs, está convencido da inocência de Rimsha.

“Se Chishti não for punido por acusar falsamente uma menina com deficiência mental e menor de idade, este caso vai reforçar o clima crescente de impunidade com consequências graves a longo prazo, para a comunidade cristã”, alertou.

Os cristãos representam menos de cinco por cento da população de maioria muçulmana do Paquistão, de 180 milhões de pessoas, segundo várias estimativas.

Grupos da Igreja afirmam que cristãos têm sido cada vez mais alvo de militantes e seus apoiadores. Autoridades da União Europeia manifestaram preocupação com a situação e pediram ao Paquistão para combater as controversas leis de blasfêmia no país e aliviar as tensões.

Fonte: Portas Abertas

03/06/2011

Vítimas de pedofilia do clero processam Igreja Católica


Cerca de 80 vítimas de pedofilia por parte de elementos do clero na Bélgica apresentaram uma acusação contra a Santa Sé e altos responsáveis da Igreja Católica belga num tribunal de primeira instância em Gand, para exigirem indemnizações. As primeiras audiências deverão ser marcadas para Setembro.

Walter Van Steenbrugge, advogado das vítimas, salientou que o processo visa a «Santa Sé, sacerdotes belgas e outros religiosos», não sendo contra o Papa Bento XVI directamente dada a sua imunidade enquanto chefe de Estado do Vaticano.
No entanto, o sumo pontífice não foi esquecido: O Papa «nomeia os bispos que estão sob a sua autoridade, o que o torna responsável pelos seus erros», para além de que «não interveio pessoalmente nem deu instruções, o que permitiu que os abusos continuassem e se agravassem», disse Walter Van Steenbrugge em conferência de imprensa.
Recorde-se que em 2010, a Igreja Católica viveu um escândalo, quando o bispo de Bruges, Roger Vangheluwe, reconheceu ter cometido abusos sexuais e se demitiu em Abril de 2010. Neste processo são ainda visados o arcebispo André-Joseph Léonard e o cardeal Godfried Dannels por «não terem impedido os abusos».

Notícias Cristãs / Abola

30/05/2011

Estado americano processará pais que não levam os filhos ao médico por crer na “cura pela fé”


Estado americano processará pais que não levam os filhos ao médico por crer na “cura pela fé”

O estado americano de Oregon passará a punir os pais que não quiserem levar os filhos ao médico por crer em “cura pela fé”. Isso se a lei, que foi elaborada pelos parlamentares e já aprovada pelos Senadores, também for aceita pelos deputados.

O projeto de lei pretende invalidar a defesa jurídica de “cura pela fé”, defesa apresentada muitas vezes por pais que se justificam assim para explicar à justiça porque não levaram seus filhos ao médico antes que ele morresse.

Oregon tem cerca de 4 milhões de habitantes, nos últimos anos tem havido muitos casos de morte de crianças por motivo religioso, pois fiéis da seita Seguidores da Igreja de Cristo são orientados por pastores a não levarem seus filhos aos médicos e a hospitais “porque Deus providenciará a cura”.

Com a nova lei, esses religiosos não mais poderão, na Justiça, alegar que recorreram à cura pela fé e, no caso de morte, serão acusados de assassinato.

Esse projeto de lei ocorre no mesmo momento em que a Justiça tenta julgar o casal Timothy e Rebecca Wyland por maus-tratos. Eles se recusaram a levar ao médico sua filha de 18 anos com problema nos olhos. A moça acabou recebendo tratamento em decorrência de uma decisão judicial e assim se livrou de ficar cega.

No cemitério mantido pela seita há um grande número de lápides de crianças, fato que chama muita atenção.

Fonte: Gospel Prime /Paulopes

 

30/04/2011

Congregação Cristã no Brasil enfrenta escândalos e dissidências


Fundada em 1910 a Igreja Congregação do Brasil ocupava em 2000 o 6º lugar no ranking mundial em número de membros pentecostais, de acordo com a Pentecostalism Encyclopedia (Enciclopédia Pentecostal – uma publicação americana que monitora o crescimento dos pentecostais no mundo), mas hoje a denominação tem passado por um série de escândalos e dissidências que tem dividido e afastados seus fiéis.

A CCB evita qualquer tipo de contato com a A.D. Ao se referir a A.D – e também as demais igrejas evangélicas – a CCB utiliza o termo pejorativo de “primos”. Aos que decidem frequentar suas congregações, ordena que sejam novamente batizados e se submetam a regras rígidas de comportamento e de expressão social. Caso seja pego em prática de adultério, o membro é destituído de suas obrigações na Igreja e evita-se qualquer tipo de contato com ele – isso porque, segundo eles, o adultério é um pecado contra o Espírito Santo ao qual não existe possibilidade de perdão.

Interpretações como essas e outras mais são um dos motivos do surgimento de inúmeros grupos dissidentes da Congregação Cristã no Brasil, ainda na década de 50. A primeira ruptura de que se tem notícia ocorreu no alto escalão da CCB, com a saída do cooperador Aldo Ferreti que abdicou do seu cargo para fundar a Igreja Renovadora Cristã.

Nos anos seguintes novos grupos dissidentes surgiram da CCB, tais como:

Igreja Cristã Remanescente (fundada em 1967 pelo ancião Nilson Santos, em Telêmaco Borba, PR);

Congregação Cristã no Brasil Renovada (fundada em 1991 pelo ancião José Valério, em Goiás);

Congregação Cristã do Sétimo Dia (fundada em 1993 pelo ancião Luiz Bento Machado, em Santa Catarina);

Congregação Cristã Apostólica (fundada em 2001 pelo cooperador Antônio Silvério Pereira, em Aparecida de Goiás, GO. Surgiu de uma fusão da Congregação Cristã no Brasil com a Igreja Renovação Cristã);

Congregação Cristã Moriá (fundada em 2004 por Saulo Corcovado Macedo, em Mairinque, SP);

Além de dissidências, a CCB se vê às voltas por uma crise que vem se arrastando desde 2000 e que tem causado prejuízos incalculáveis à instituição. De um lado, há os que argumentam haver um “complô” contra o Conselho, enquanto outros dizem possuir evidências que comprovariam corrupção, homossexualismo e prostituição envolvendo o líder máximo da CCB, o ancião e ex – presidente mundial José Nicolau.

Afastado de sua função no final de 2000, Nicolau – que teria sido alvo de um processo judicial movido por Mário e Lúcio – teve sua credencial definitivamente cassada por ocasião de uma assembléia realizada entre os dias 09 e 13 de abril de 2001, quando Jorge Couri – até então vice – presidente da CCB – interveio para que Nicolau fosse de fato expulso da presidência e abrisse caminho para sua posse. O que de fato ocorreu. Concluído o processo contra José Nicolau, Couri foi empossado como o novo presidente da Congregação Cristã no Brasil e uma nova batalha judicial teve início.

Jorge Couri foi empossado presidente e José Nicolau seguiu impedido de exercer seu ministério. No entanto, passados alguns dias da posse de Couri, o motorista Sérgio – que segundo a circular teria se arrependido das acusações – procurou o ex-presidente para revelar os detalhes da conspiração criada por Couri e Jeremias Guido. Mesmo após as revelações do motorista, nada foi feito pela Comissão para reverter o quadro.

Há pelo menos 11 anos Couri segue na direção da CCB e enfrenta acusações de desvio de verbas – algo em torno de 20 milhões -, acobertamento de anciões e falsidade ideológica. Juntamente com Jeremias Guido e Sergio Anísio Soares Alves (o motorista), Couri é alvo de um processo impetrado na 8º Delegacia de São Paulo – IP 343/2008, com acusações de estelionato e crime contra a honra. Dois anos antes, o comerciante e membro da CCB de Piedade, José Aparecido da Cruz, foi acusado pelo Ministério Público de ter desviado R$ 19. 962 00 do setor de assistência social da Igreja. Casos como esse demonstram que a corrupção saiu do alto escalão da CCB para se alastrar pelas congregações, havendo até mesmo denúncias de estelionato envolvendo anciões do Japão e em outros países onde a instituição se faz presente (algo em torno de 80).

Além de processos judiciais, Couri também acumulou inimigos dentro e fora da CCB. Grupos reformistas, como a CCB a Verdade – um site criado por anciões que veicula denúncias contra o atual presidente e prega o retorno ao “primitivismo congregacional” – tem deflagrado uma crise sem precedentes dentro da instituição. Mudanças na liturgia – como a proibição de os membros darem glória a Deus nos cultos e a forma de coleta da oferta da piedade – também são motivos de desentendimentos e troca de acusações. Um dossiê completo sobre a crise na CCB pode ser visto no site ccbverdade.com.br e no Scribd.

Não por acaso, a crise vivida pela CCB ocorre em meio às comemorações do centenário – algo semelhante acontece na CGADB, com denúncias envolvendo os líderes da Assembleia de Deus do Belém, como favorecimento da família Bezerra da Costa e problemas nas contas da Convenção. Ambas as instituições fazem parte da chamada “onda Pentecostal” (termo utilizado pela imprensa e estudiosos do pentecostalismo) que demarcaram o início do Pentecostalismo no Brasil, lá pelos idos do começo do século XXI. Por triste coincidência, adentraram ao centenário em meio a uma crise sem precedentes e que promete abrir novas feridas nas duas principais representantes do pentecostalismo brasileiro – embora, como dissemos, existam inúmeras diferenças entre a irmandade e os assembleianos. No entanto, este é um tema para uma futura reflexão.

Com informações INPR Brasil

08/04/2011

Suspenso por compartilhar sua fé


 Suspenso por compartilhar sua fé

Um estudante americano resolveu processar sua ex-escola por ter sido suspenso das aulas por compartilhar sua fé. O caso aconteceu no ano passado quando Kenneth Dominguez, 16, foi disciplinado pela Gateway East High School, em San Diego e foi impedido de levar sua Bíblia para o campus.

De acordo com os advogados de Dominguez, o garoto era novo convertido, tinha entregado sua vida ao Senhor durante o feriado de Natal, em 2009 e quando voltou para a escola em janeiro, começou a falar sobre sua nova fé para seus amigos.

Um dia o diretor da escola chamou sua atenção dizendo que ele não tinha permissão para compartilhar sua fé por causa da “separação entre Igreja e Estado”.

Dominguez não tinha causado qualquer perturbação enquanto testemunhava sobre sua fé aos colegas. Ele não gritou ou sequer pregou em voz alta, e limitou seu discurso aos intervalos de almoço e corredores, nunca na sala de aula.

Nenhum aluno ou funcionário reclamou dele, de acordo com Brad Dacus, presidente e fundador do Pacific Justice Institute, que está representando o garoto.

Depois de ter sido advertido pelo diretor, Dominguez continuou a falar sobre sua fé e a levar sua Bíblia para a escola. Ele então foi avisado de que não poderia levar sua Bíblia para o campus também. Logo depois, ele recebeu uma suspensão de dois dias.

Em defesa do estudante, o advogado Michael J. Peffer, que dirige o escritório do PJI no sul da Califórnia, afirmou: “Nenhum aluno deve ser forçado a deixar sua fé e a Bíblia no portão quando entra no terreno da escola”.

Ao que parece casos como o de Dominguez é comum nas escolas públicas da Califórnia. Entre os mais de 4 mil pedidos de assistência jurídica recebidos só no ano passado, Dacus disse que muitos eram sobre questões de liberdade religiosa nas escolas públicas.

A escolar divulgou um comunicado em resposta ao processo: “O Conselho Diretivo e administrativo do Grossmont Union High School District apoia e defende a Constituição dos Estados Unidos, em especial as disposições da Primeira Emenda que protegem o livre exercício da religião e da liberdade de expressão. É também o firme compromisso da Grossmont Union High School District (GUHSD) prover um ambiente seguro e ordenado para todos os estudantes e funcionários.”

Fonte: Missões Portas Abertas

04/04/2011

Band é absolvida em ação movida por pastor


A Rede Bandeirantes e o repórter Sandro Barboza de Araújo foram absolvidos em um processo movido por David Miranda, fundador da Igreja Pentecostal Deus é Amor, por calúnia. decisão é 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Cabe recurso.
O pastor alegou  que se sentiu ofendido com a publicação de uma entrevista com o ex-contador da igreja, Guilhermino Filho Prado. Na entrevista, ele relatou que a instituição enviava dinheiro para o exterior não declarado e participava de um esquema de lavagem de dinheiro.
O relator, desembargador Luiz Ambra, lembrou que a emissora, o repórter e o ex-contador divulgaram informações fundadas em documentos que chegaram na Assembleia Legislativa e no Ministério Público. Eles serviram de base para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito. Posteriormente, o fundador da igreja foi indiciado pela Polícia Federal.

“Sempre em tese, há entendimento de que a verdade, em hipóteses tais, diz respeito à existência do documento com base na qual se esteja a raciocinar; este equivalerá à sua fonte, este é que deverá ser real”, destacou Ambra. Segundo ele, tanto os documentos são verdadeiros e motivaram a abertura de um inquérito policial para investigar a suposta prática. “Em situações dessa ordem, sequer direito de resposta tem sido admitido, através da Imprensa”, disse.
Guilhermino Filho Prado foi tesoureiro da Igreja Pentecostal Deus é Amor. Quando saiu, procurou autoridades para contar o suposto esquema no qual a instituição estaria envolvida. Posteriormente, procurou o Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita). Seguro, ele prestou depoimento na CPI do Narcotráfico na Alesp e no Ministério Público.
“Havia adminículos mais do que seguros e suficientes para que a Bandeirantes noticiasse os fatos respectivos. Tinha direito de fazê-lo, no livre exercício da atividade jornalística”, reforçou o julgador.
O desembargador afirmou que a Band tinha o direito de publicar os fatos e que se não publicasse as notícias estaria atuando fora de sua verdadeira função social. “Fazendo-o, estava a desempenhar regularmente seu mister, agia de acordo com suas finalidades, não respondia pela veracidade da notícia que se lhe repassara”, diz o acórdão. Dessa forma, ele isentou a emissora de comprovar a verdade.
O ex-contador também foi absolvido de indenizar David Miranda porque, segundo o desembargador, ele não teve qualquer intenção de se beneficiar com a publicação dos fatos. “Com as denúncias, só tinha a perder, precisou ser incluído no Provita”, pondera. Ele ainda completa que “qualquer um do povo tem direito (mesmo o dever) de comunicar à pública autoridade, quando o repute presente — ainda que sua convicção possa afinal se manifestar equivocada”.
“Assim não se entendesse, ninguém mais levaria ao conhecimento das autoridades ilícitos de que tivesse ciência, por temor das represálias que na sequência adviriam, caso não houvesse prova cabal dos mesmos; ou não lograsse ser demonstrada no curso do inquérito policial. O que não tem como ser aceito e já se decidiu em situação similiar.”
Participaram do julgamento os desembargadores Caetano Lagrasta e Salles Rossi.
Clique aqui para ler o Acórdão.

Fonte: Notícias Cristãs

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