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06/12/2012

Colunista da Veja critica postura ‘intolerante’ de militantes gays com Silas Malafaia em audiência pública


Reinaldo_AzevedoReinaldo Azevedo, jornalista e colunista da revista Veja publicou um artigo levantando a questão sobre a cura gay e a intolerância observada na audiência pública, realizada para debater o Projeto de Decreto Legislativo 234/11, na última quarta-feira, dia 28.

O decreto, de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), pretende revogar parte de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que impõe regras aos profissionais da área na relação com pacientes homossexuais.

De acordo com o colunista, participaram do encontro militantes de movimentos gays, representantes de igrejas cristãs e profissionais da área.

Para o colunista, o debate foi “um espetáculo grotesco. A intolerância mais rombuda, envergando as vestes da liberdade, gritou, injuriou, espezinhou, partiu para a baixaria”.

O colunista revela não ser a favor da hipótese de uma cura gay, já que não considera a homossexualidade uma doença. No entanto, ressalta que não acredita também ser uma opção: “sexualidade não é uma opção — se fosse, a esmagadora maioria escolheria o caminho da maior aceitação social (…)”, comentou.

Entre alguns trechos do projeto de lei que julga apropriados, ele cita alguns que “avança o sinal”, abrindo “as portas para a caça às bruxas”.

Reinaldo cita o trecho: “Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”; e “Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação em massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.

“Qual é o principal problema desses óbices?” questiona o colunista. Ele próprio conclui que, “cria-se um ‘padrão’ não definido na relação entre o psicólogo e a homossexualidade”.

Para ele, tais trechos são “tão estupidamente” subjetivos que se torna possível enquadrar qualquer profissional punindo-o com base no simples “achismo”, na mera opinião de um eventual adversário.

Com base em uma pesquisa, o colunista da Veja diz que não encontrou evidências de resolução parecida em nenhum lugar do mundo, considerando esta discussão no Brasil uma forma de “usar o discurso da liberdade para solapar a própria liberdade, não se dão a desfrutes dessa natureza”.

Ele cita como exemplo os governos da Califórnia e dos Estados Unidos que proibiram a terapia forçada de “cura” da homossexualidade em adolescentes, o que julga ser “muito diferente do que fez o conselho no Brasil”.

Intolerância

Reinaldo reafirma não acreditar na cura gay por não considerar a postura uma doença. Porém, ressalta que deve haver respeito no debate entre as pessoas com diferentes opiniões.

“O sentido de um evento assim é confrontar opiniões, é permitir que as várias vozes da sociedade se manifestem.”

Reinaldo faz uma crítica a posturas dos militantes gays que defendem a tolerância, mas que agiram com intolerância no pronunciamento do pastor Silas Malafaia. Segundo o jornalista, o associaram à “suástica nazi”. “Ei-la: esta é a intolerância dos tolerantes”.

“Cartazes de puro deboche e achincalhe eram exibidos enquanto ele emitia os seus pontos de vista; ele mal conseguia articular palavra sem que a tropa de choque do sindicalismo gay o interrompesse com vaias e apupos”, comentou Reinaldo.

Reinaldo ainda critica a postura do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que de acordo com ele estava “a comandar o espetáculo”. Para ele, o parlamentar que defende a tolerância aos homossexuais deveria inspirar a atitude de tolerância nos seus seguidores, oposto ao que observou.

“Custa a esse parlamentar – que fala em nome da tolerância – inspirar a tolerância naqueles que o seguem, para que ouçam com respeito os que divergem?”

“Se é inaceitável – e é – que um gay seja alvo de discriminação, objeto de deboche – por que estimular comportamento semelhante contra aqueles que consideram seus adversários?”

Fonte: The Christian Post

05/12/2012

CQC questiona Marco Feliciano e Silas Malafaia sobre a “cura gay”


CQC questiona Marco Feliciano e Silas Malafaia sobre a “cura gay” CQC questiona Marco Feliciano e Silas Malafaia sobre a “cura gay”

A repórter Monica Iozzi do programa CQC foi até Brasília para acompanhar a Audiência Pública sobre o projeto chamado de “cura gay” que aconteceu na semana passada reunindo profissionais da área de psicologia, parlamentares, líderes do movimento LGBT e alguns pastores, em especial o pastor Silas Malafaia.

Na reportagem do programa da Band que foi ao ar nesta segunda-feira (3) vemos que a repórter tentou falar com alguns deputados que participaram da reunião, entre eles alguns parlamentares evangélicos como Arolde de Oliveira e Marco Feliciano, questionando se é possível curar homossexuais e se é da mesma forma possível curar heterossexuais.

Ao comentar o caso, Feliciano disse que o psicólogo deve ter o direito de tratar de tudo o tipo de angustia do paciente, mas que não pode ser usado a palavra “cura”, pois o homossexualismo não é doença.

Ao falar com o pastor Silas Malafaia a repórter questionou os 165 assassinatos de homossexuais que foram identificados desde o início do ano de 2012.

“Morreram 50 mil pessoas assassinadas o índice que ela está dando é ínfimo. Você quer que eu te dê o número é 0,00152% dos homicídios”, disse ele bastante irritado com as perguntas da repórter.

Fonte: Gospel Prime

24/11/2012

Globo se aproxima dos Evangélicos tentando diminuir a aversão pela emissora – diz colunista


Os cristãos evangélicos, não numa totalidade, mas uma grande parte vêem os programas apresentados pela Rede Globo como, em alguns casos afrontas a fé cristã/evangélica. O colunista da Folha publica um post falando sobre este tema e aborda a tentativa da emissora em “aplacar a ira santa” se aproximando dos evangélicos.

Tony Góes, publicitário e colunista do jornal Folha de S. Paulo, disse em uma publicação que aproximação da TV Globo em relação aos líderes evangélicos seria para “aplacar a ira santa”.

Tony afirma que a aproximação da emissora com a comunidade evangélica seria um contra-ataque à Igreja Universal do Reino de Deus que controla a Record, que segundo ele, “não perde uma oportunidade para pintar a Globo como uma das sucursais do inferno na Terra”.

O colunista comenta que para “aplacar a ira santa”, a Globo transmitirá em dezembro mais uma edição do festival “Promessas”, de música gospel e que com sentido comercial, “recheou” o elenco de sua gravadora Som Livre com “astros do gospel”, já que estão entre os poucos que ainda costumam vender muito bem.

Com relação as reuniões que a cúpula da emissora tem realizado com lideranças evangélicas, estreitando laços com o segmento que não para de crescer no Brasil, Tony levanta a questão do sentido de tal aproximação.

“O que isto quer dizer? Que vai diminuir o número de personagens homossexuais nas novelas? Que as periguetes vão trocar os shorts minúsculos por mangas compridas e saias até o chão? Ou é só diplomacia?” questiona o colunista.

Para Tony, as reações serão diversas já que entre os evangélicos não há um pensamento unificado, “são muitas as correntes”, tornando uma situação para ele interessante de se acompanhar já que também observa que a “reação do resto da sociedade” tem mostrado “sinais de desconforto com a intromissão do conservadorismo religioso na vida comum – haja visto o resultado da eleições em São Paulo. Vem uma briga boa por aí”, Conclui Tony Góes.

Fonte: inforgospel

27/08/2012

Página Inicial » Mundo Cristão 26/08/2012 – 12:28 – Atualizado em 26/08/2012 – 16:36 Igreja Mundial vende “Fronha dos Sonhos” por R$ 91


Igreja Mundial vende “Fronha dos Sonhos” por R$ 91

Depois das toalhas “Se Tu Uma Benção” e das meias, a Igreja Mundial do Poder de Deus está vendendo a “Fronha dos Sonhos” para que os fiéis coloquem nos travesseiros de pessoas que estejam com problemas.

Na TV o apóstolo Valdemiro Santiago oferece o artigo que custa R$ 91 cada um. “Você vai vestir o travesseiro do drogado, do alcoólatra, do enfermo, do desempregado ou o seu”, diz ele prometendo milagres até mesmo para aqueles não conseguem dormir pensando nos problemas.

O valor da “Fronha dos Sonhos” teria dois significados, segundo o apóstolo Santiago, o primeiro deles seria uma referência ao Salmo 91, famoso por falar de proteção contra o mal. O segundo motivo é que os R$ 91 também significam as 91 colunas da nova Cidade Mundial que foi inaugurada nas últimas semanas na cidade do Rio de Janeiro.

“Qual é o seu maior sonho?”, questiona o líder religioso que oferece o produto para quem quer honrar a “obra de Deus com uma oferta simbólica” que fará com que os sonhos sejam realizados.

“Eu já sonhei muito na vida e meus sonhos se tornaram realidade e a cada dia os meus sonhos estão se tornando realidade e os seus também serão assim”, garante o líder.

Na fronha há o símbolo da IMPD e ainda a inscrição “Minha fé pelo meu maior sonho”, abaixo ainda encontramos os dizeres “Cidade Mundial”.

“Na verdade eles estão vendedo travesseiros, que não tem poder algum para transforma as vida, mas que pode ajudar o objetivo da mundial ser alcançados.

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