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21/09/2012

Bilionário transformou sua empresa em “agência missionária”


Bilionário transformou sua empresa em “agência missionária”
As lojas Hobby Lobby são parte de uma cadeia de varejo que soma 500 lojas de artesanato e artes em 41 estados norte-amercianos. Seu diferencial é que são liderados por uma família cristã. Fundada em uma garagem na cidade de Oklahoma, em 1972, a família Green só começou a Hobby Lobby depois de conseguir um empréstimo para abrir a sua primeira loja.

Green disse que sentia como um estranho ao entrar em varejo, pois seus pais eram pastores e ele cresceu achando que seria um também. No entanto, ele acredita que encontrou uma maneira de exercer seu ministério por meio de sua empresa.

“A Hobby Lobby sempre foi uma ferramenta para o trabalho do Senhor. Para mim e minha família, contribuir é igual a ministério, que é igual ao Evangelho de Jesus Cristo”, disse o CEO e fundador da empresa, David Green. “Nós sabemos que temos sido abençoados pela graça de Deus e acredito que é porque nós escolhemos viver nossas vidas e para operar nossos negócios de acordo com a Sua Palavra e nós somos muito gratos por isso”.

Na verdade, David Green insiste que Deus é o verdadeiro dono dos bilhões de dólares que a família possui. Atuando como um bom discípulo, Green se tornou o maior benfeitor evangélico do mundo, com planos de fazer doações sem precedentes quando seu testamento for aberto.

Perguntado pela revista Forbes sobre os segredos para o crescimento de sua empresa, o empresário de 70 anos de idade, evita qualquer crédito pessoal. Ele também não elogia seus executivos ou seus mais de 22.000 empregados, nem mesmo seus clientes, que vão consumir mais de US$ 3 bilhões em produtos de artesanato somente este ano. “Se você tem alguma coisa ou se eu tenho alguma coisa, é porque nos foi dada por nosso Criador”, diz Green.

“Então, desde o início eu aprendi a dizer: ‘Olha, isso é seu, Deus. É todo seu. Eu vou dar a você”.

Ele deve saber do que está falando, afinal está em 79 º lugar na nossa lista dos 400 americanos mais ricos, com um patrimônio pessoal estimado de US$ 4,5 bilhões. Mas o que poucos sabem é que ele atualmente é o maior doador individual para causas evangélicas dos Estados Unidos e provavelmente um dos 3 maiores do mundo.

“Só sei que Deus é o dono”, explica Green. ”Como faço para separar as coisas? Bem, é de Deus na igreja e é meu aqui? Eu tenho um propósito na igreja, mas eu não tenho um propósito aqui? Você não pode ter um sistema de crença no domingo e não vivê-lo durante os outros seis dias da semana.”, ensina.

Há muito poucos membros entre o ranking dos 400 da Forbes que falam sobre religião e trabalho. Green explica que seu “império” é uma grande organização missionária, o equivalente ao maior bazar de igreja do mundo. A cadeia Hobby Lobby investe quase metade do total de seus lucros em uma longa lista de ministérios evangélicos. Embora não divulgue o montante doado, a Forbes estima que ao longo de sua vida ele já doou mais de 500 milhões de dólares.

A riqueza da família Green sustenta dezenas de igrejas e universidades cristãs. Tudo começou em 1999, quando ele comprou o edifício de um antigo hospital na cidade de Little Rock, Arkansas, por US$ 600.000, reformou e doou para uma igreja. Desde então, comprou mais de 50 propriedades a um custo estimado de 300 milhões de dólares. Mas não é qualquer ministério que ele ajuda.

Ele contata constantemente a igreja ou projeto cristão que lhe procura, e só preenche os cheques após uma cuidadosa verificação doutrinária, que inclui perguntas sobre o nascimento virginal de Cristo. Até mesmo o conhecido pastor Rick Warren precisou passar pelo crivo pessoal de Green antes de receber uma propriedade de 170 hectares em agosto passado, que a igreja Saddleback usará como local de retiros.

A influência de Green, no entanto, é mais sentida nos investimentos nas universidades cristãs em todo o país que vem sofrendo com a crise financeira e teológica que os Estados Unidos atravessam nos últimos anos. A oferta mais vultuosa foi de US$ 70 milhões em 2007 para a Oral Robert, considerada por ele uma “universidade saudável.”

Traduzido da Forbes

Fonte: Gospel Prime

19/09/2012

Mãe de Justin Bieber revela que fé a impediu de abortar o filho cantor


Mãe de Justin Bieber revela que fé a impediu de abortar o filho cantor

Pattie Mallette, 37,  ficou mundialmente conhecida por ser mãe do astro pop Justin Bieber.  Ela teve um passado muito triste. Entre os 5 e os 10 anos de idade, Pattie sofreu abuso sexual de seu padrasto. Ela nunca contou isso a ninguém. Anos mais tarde, começou a usar as drogas, o álcool e o sexo uma forma de esquecer sua dor.

Ela acabou saindo de casa quando tinha 15 anos. “Eu vivia uma vida de pecado, drogas, álcool e roubos”, lembra. Pattie só voltou a ter uma vida normal depois de tentar cometer um suicídio e ter se convertido.

Tinha apenas 17 anos quando engravidou de seu primeiro e único filho, Justin. Ela passou por uma depressão profunda, mas decidiu assumir os riscos de ser uma mãe solteira. “Como mãe solteira, às vezes eu dizia: ‘Não tenho ideia de como vou alimentar Justin’”, explicou.

Naquele período sombrio de sua vida, ela se agarrou a sua fé e decidiu ter o bebê. “Eu sabia que não podia fazer isso”, disse ela em entrevista ao programa Today with Kathie Lee. “Eu só sei que precisava tê-lo”, contou durante a viagem pelos EUA para promover o seu livro de memórias Nowhere But Up: The Story of Justin Bieber’s Mom.

A mensagem que deseja passar com o livro é simples: “Não importa onde você se encontra hoje. Quebrado, machucado, ferido, ou envergonhado. Se Deus pôde me ajudar a encontrar o caminho, eu sei que Ele pode fazer o mesmo por você”, explica.

Quando Justin tinha apenas 14 anos, seus vídeos no YouTube foram descobertos e ele quase imediatamente ficou famoso. Ela e o filho mudaram-se de Ontário, no Canadá, para Atlanta, nos Estados Unidos.

Hoje com 18 anos, Bieber é considerado pela revista Forbes como a terceira celebridade “mais poderosa do mundo”. Ele já vendeu mais de 12 milhões de álbuns desde 2009 e tem mais de 27 milhões de seguidores no Twitter.

Mas a fama do filho não mudou a postura de fé de Pattie Mallette. Ela fez uma declaração surpreendente no programa de entrevistas de Ellen Degeneres na TV americana, nesta terça-feira, 18.

Ela confessou estar há 15 anos sem fazer sexo por conta de um voto que fez quando tinha 21 anos, só voltaria a ter relações sexuais quando se casasse. “Honestamente, estou cumprindo esta promessa de forma séria”, disse Pattie. “Lembro-me bem quando a fiz. Escrevi num pedaço de papel e tenho uma testemunha. Isso é muito importante para mim. Não vou furar agora”.

Focada na carreira do filho, ela diz não se arrepender de suas decisões, tomadas com base em sua fé. Ao falar sobre seu filho, Pattie disse: “Ele tem um coração enorme. Eu não mereço nem um pouco disso, depois de tudo o que eu fiz. É apenas a bondade de Deus.”

Com informações Christian Post e EGO

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