Posts tagged ‘Senador Marcelo Crivella’

25/08/2012

Filha do ministro Crivella sofre sequestro relâmpago após sair de culto


Déborah Crivella, filha do senador e atual ministro da Pesca e Agricultura, Marcelo Crivella, disse que o sequestrador chorou ao ouvir música do cantor Thalles Roberto.

Déborah Crivella, filha do senador e atual ministro da Pesca e Agricultura, Marcelo Crivella, sofreu um sequestro relâmpago após sair de um culto da Igreja Universal do Reino de Deus, nesta quarta-feira. Segundo ela, o sequestrador chorou ao ouvir música gospel.

De acordo com informações da Polícia Civil, o sequestro relâmpago começou por volta das 16 horas quando o criminoso obrigou Déborah Crivela a dirigir, da 408 Sul até a região de Chácaras da Ceilândia, cerca de 35 quilômetros de distância do local da abordagem. Segundo a delegada Mabel Faria “ela conseguiu fugir pulando do carro”.

A arquiteta de 30 anos ainda comentou em seu Twitter que o sequestrador chorou ao ouvir música evangélica, que ela pediu para deixar tocar enquanto ela dirigia o carro com o sequestrador do lado.

“Hoje durante o meu sequestro, pedi para o bandido para eu ligar suas músicas… ele foi ouvindo e chorando”, disse ela, em conversa com o cantor gospel Thalles Roberto.

“O cara apontou a arma para mim… e a única coisa que eu soube fazer na hora foi gritar: você tá amarrado em nome de Jesus! Na minha vida você não toca!” escreveu ela sobre os detalhes no microblog.

A filha do ministro foi socorrida por moradores da região e levada para a 1ª Delegacia de Polícia, onde prestou depoimento ainda na quarta-feira.

Segundo o marido dela, que não quis ter o nome divulgado, ela está bem apesar de ter saltado do carro.

“Agora já estou bem. Jesus me livrou de todo mal. O meu Deus é grande e poderoso”, confirmou Deborah pelo Twitter.

O carro, celular e outros pertences foram levados pelo criminoso, que continua foragido.

“Por enquanto estou sem o celular. Vão-se os anéis, mas ficam os dedos”, disse.

Segundo a Secretaria de Segurança, na semana passada aconteceram 16 sequestros-relâmpagos no DF.

Fonte: The Christian Post

24/06/2011

Senador evangélico Magno Malta recebe apoio de transexual


O senador evangélico Magno Malta (PR), depois de ter anunciado renunciar caso o PL 122 fosse aprovado, recebeu o apoio do vereador transexual do mesmo partido Moacir Selia.

Na semana passada, o senador Magno Malta (PR) anunciou que abriria mão do mandato caso “a criação de um terceiro sexo” fosse aprovada. Malta fez essa afirmação em referência ao projeto de lei 122, que criminaliza a discriminação motivada só pela orientação sexual ou identidade de gênero.

No material disponibilizado no site do senador encontra-se a seguinte declaração: “Em defesa dos valores agregados no coração da família brasileira, renunciarei meu mandato se o PL 122 for aprovada”.

Apesar de ser uma posição radical que incomodou a muitos, principalmente do grupo de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT), o vereador transexual “Moa”, como é chamado, saiu em defesa do colega partidário.

“Ele me respeita como eu sou. A forma que ele tem de ver o mundo é uma, a minha é outra, mas a convivência é feita com muito respeito”, afirmou ele segundo a Gazeta.

De acordo com a publicação, Moa, além de afirmar que as declarações de Magno não são ofensivas, disse também que o senador republicano é vítima de preconceito da sociedade e, principalmente, da comunidade LGBT.

“Os movimentos o discriminam muito mais. Apesar de estar na luta desde 1980 com minha transexualidade assumida, sofro discriminação dentro do grupo LGBT, só pelo fato de eu ser filiada ao PR”, disse Moa.

Magno Malta, através de sua assessoria de imprensa, declarou que Moa “é um travesti de muito respeito”. O vereador, que tem seu comportamento assumido há três anos, falou ainda que “ele [Magno Malta] já esteve” em sua casa e que “teve a oportunidade de conhecer um lar comandado por uma transexual”.

Na mesma entrevista Moa, o único transexual do Espírito Santo, criticou a decisão presidente Dilma Rousseff (PT) de cancelamento dos Kits contra homofobia nas escolas.

“Se a presidente Dilma tivesse vetado antes do caso Palocci, mostrando fundamentos, a comunidade LGBT teria ficado ao lado dela. Da forma com que aconteceu, vejo que Dilma virou as costas e ‘deu um tapa’ na cara de toda a categoria. Como ela só viu que havia algo errado agora?”

Alguns colegas de partido do senador Magno Malta apoiaram sua atitude, enquanto outros alegam que sua atitude foi somente porque ele, durante as articulações, já teria recebido algum sinal de que o projeto de lei não sairá do papel.

“Talvez o senador tenha tanta certeza de que esse projeto não será aprovado que fez essa proposta. Para dizer uma coisa dessas, é preciso ter muita certeza de que a coisa não vai dar certo”, sugeriu o deputado estadual José Esmeraldo (PR).

O Paulo Antenor, primeiro suplente de Magno, saiu em defesa do senador. “Serei o primeiro a defender que Magno não renuncie. Quero muito ser senador, mas não deste modo”, finalizou.

Fonte: The Christian Post

15/06/2011

Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122


Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122A Frente Parlamentar Evangélica anunciou essa semana que vai apoiar o projeto de lei 6418/2005, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que criminaliza a homofobia, mas sem interferir no discurso religioso que a condena.

É possível fazer com que a senadora Marta Suplicy, relatora do PL 122 e ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais) desistam do polêmico projeto e passam a apoiar esse novo texto que aguarda o parecer da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara sob relatoria da deputada federal Janete Rocha Pietá (PT-SP).

O texto do PL 6418 pune discriminação por orientação sexual no ambiente de trabalho, repartições públicas e comerciais ou quem incentiva práticas discriminatórias e, ainda, tipifica violência motivada por orientação sexual (entre outras) e criminaliza associações de pessoas que incitem violência – como os grupos neonazistas. Além de proibir qualquer referência ao nazismo – lei parecida com essa existe na França.

Leia o projeto 6418/2005:

PL 6418

CAPÍTULO I

DA DISPOSIÇÃO PRELIMINAR

Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação e preconceito de RAÇA, COR, RELIGIÃO, ORIENTAÇÃO SEXUAL, descendência ou origem nacional ou étnica.

Parágrafo único: Para efeito desta Lei, entende-se por discriminação toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha por objeto ou resultado anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício em igualdade de condições de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro campo da vida pública.

CAPÍTULO II

DOS CRIMES EM ESPÉCIE

Discriminação resultante de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Art. 2º. Negar, impedir, interromper, restringir ou dificultar por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica o reconhecimento, gozo ou exercício de direito assegurado a outra pessoa.

Pena – reclusão, de um a três anos.

§ 1° No mesmo crime incorre quem pratica, difunde, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica ou injuria alguém, ofendendo-lhe dignidade e o decoro, com a utilização de elementos referentes à raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Aumento da pena

§ 2º. A PENA AUMENTA-SE DE UM TERÇO SE A DISCRIMINAÇÃO É PRATICADA:

I – contra menor de dezoito anos;

II – por funcionário público no exercício de suas funções ou a pretexto de exercê-las;

III – através da fabricação, comercialização, distribuição, veiculação de símbolo, emblema, ornamento, propaganda ou publicação de qualquer natureza que negue o holocausto ou utilize a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo;

IV – ATRAVÉS DE MEIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, PUBLICAÇÕES DE QUALQUER NATUREZA E REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES – INTERNET;

IV – contra o direito ao lazer, à cultura, à moradia, à educação e à saúde;

V – contra a liberdade do consumo de bens e serviços;

VI – contra o direito de imagem;

VII – contra o direito de locomoção;

VIII – com a articulação de discriminação, baseada em gênero, contra a mulher.

Violência resultante de discriminação raça, cor, religião, orientação

sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

§3°. A pena aumenta-se da metade se a discriminação consiste na prática de:

I – lesões corporais (art. 129, caput, do Código Penal);

II – maus tratos (art. 136, caput, do Código Penal);

III – ameaça (art. 147 do Código Penal);

IV – abuso de autoridade (arts. 3º e 4º da Lei nº 4.898, de 09 de dezembro de 1965).

Homicídio qualificado, tortura, lesões corporais de natureza grave e lesão corporal seguida de morte

§4º Se o homicídio é praticado por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica aplica-se a pena prevista no art. 121, §2º do Código Penal, sem prejuízo da competência do tribunal do júri.

§ 5° Se a tortura é praticada pelos motivos descritos no parágrafo anterior, aplica-se a pena prevista no artigo 1° da Lei nº9.455/97.

§ 6° Em caso de lesão corporal de natureza grave, gravíssima e lesão corporal seguida de morte, motivadas pelas razões descritas no parágrafo 3° aplicam-se, respectivamente, as penas previstas no art. 129, §§ 1º, 2º e 3º do Código Penal, aumentadas de um terço.

Discriminação no mercado de trabalho

Art. 3° Deixar de contratar alguém ou dificultar sua contratação por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

§ 1º A pena aumenta-se de um terço se a discriminação se dá no acesso a cargos, funções e contratos da Administração Pública.

§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Atentado contra a identidade étnica, religiosa ou regional

Art. 4º Atentar contra as manifestações culturais de reconhecido valor étnico, religioso ou regional, por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Associação criminosa

Art. 5º Associarem-se 3 (três) ou mais pessoas, sob denominação própria ou não, com o fim de cometer algum dos crimes previstos nesta Lei:

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem financia ou de qualquer modo presta assistência à associação criminosa.

Discriminação Culposa

Art. 6° Se a discriminação é culposa:

Pena- detenção de seis meses a um ano.

Parágrafo único: Na discriminação culposa a pena é aumentada da metade se o agente não procura diminuir as conseqüências do seu ato.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 7º Os crimes previstos nesta Lei são inafiançáveis e imprescritíveis, na forma do art. 5º, XLII, da Constituição Federal.

Art. 8°. A concorrência de motivos diversos ao preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica, não exclui a ilicitude dos crimes previstos nesta Lei.

Art. 9°. Nas hipóteses dos artigos 2º e 5º, o juiz pode determinar, ouvido o Ministério Público ou a pedido deste, ainda antes do inquérito policial, sob pena de desobediência:

I – o recolhimento imediato ou a busca e apreensão dos exemplares do material respectivo;

II – a cessação das respectivas transmissões radiofônicas ou televisivas;

III – a suspensão das atividades da pessoa jurídica que servir de auxílio à associação criminosa.

Parágrafo único. Constitui efeito da condenação, após o trânsito em julgado da decisão, a destruição do material apreendido e a dissolução da pessoa jurídica que servir de auxílio à associação criminosa.

Art. 11. São revogadas a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 e o artigo 140, § 3°, do Decreto-Lei n° 2.848, de 7 de dezembro de 1940 –Código Penal .

Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala da Comissão, em 10 de julho de 2007.

Deputada JANETE ROCHA PIETÁ

Relatora

Fonte: Gospel Prime / Mix Brasil

14/06/2011

Senador diz que renuncia se passar lei anti-homofobia


A declaração de que abandonará o Legislativo foi feita pelo próprio senador evangélico Magno Malta (foto) durante entrevista para a revista Comunhão.

No mandato anterior, durante mais de cinco anos, o senador Magno Malta (PR/ES) com convicção própria, lutou contra o projeto de lei 122/06 de autoria da ex-senadora Fátima Cleide (PT/RO), que visa tratar como crime a opinião divergente ao comportamento homoafetivo, conseguindo apoio para arquivá-lo no final da legislatura. Comum nas adversidades do campo político, o enfrentamento em defesa de princípios pessoais voltou à tona com a iniciativa da Senadora Marta Suplicy (PT/SP) de ressuscitar a polêmica que se dispõe a cercear o direito constitucional de liberdade de expressão. A PL 122 já voltou morta e sepultada, resumiu em poucas palavras o senador presidente da Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira.

Legitimando a ciência da formação das aspirações e convicto do dever de legislar em favor da grande maioria, Magno Malta, com consciência da responsabilidade das palavras, tornou público o mais nobre gesto de coragem de um homem público sério. Se o Projeto de Lei 122, que excita a criação de um terceiro sexo, for aprovado, com dignidade de cristão, renuncio do mandato de Senador da República.

Para o senador Magno Malta, criar castas, mudar costumes enraizados pela própria natureza e proteger a minoria com privilégios são fatos reais que ferem a justiça social em toda conjuntura. Preconceito é cegueira moral, não aceito nem a intolerância e conceito imparcial. Não estou legislando em causa própria, mas no mais legitimo dever de defender a família estruturada, o futuro de uma geração e de forma geral a vida na sua essência divina.

Legislar em causa própria, com preconceito e calúnia é grave e não faço e nem aceito. Vou interpelar judicialmente o deputado federal Jean Willis (PSOL/RJ) que tem declarado para a imprensa que sou de má fé ao relacionar homossexualismo com pedofilia. Nunca afirmei tal comparação. Pelo contrário, defendi o Vaticano mostrando a realidade dos fatos como comportamentos distintos e sem relação na grande maioria das vezes, revelou Magno Malta, eu presidiu a CPI da Pedofilia.
Por várias vezes na imprensa nacional e também durante o Seminário do Direito homoafetivo, realizado na Ufes, Jean Willis gravou a denúncia e foi imediatamente repudiado pelo senador Magno Malta.
Nunca afirmei tal relação. De minha boca não saiu tal declaração. Eu respeito à opção sexual de cada cidadão. No meu partido, temos o vereador Moacir Sélia, o Moa, um travesti de muito respeito. Fizemos campanha juntos, lado a lado. É meu amigo. Por isso, não fico calado só escutando sem agir olhando nos olhos da pessoa. É o eu vou fazer com o Deputado Jean, quero saber dele qual comprovação ele tem para afirmar que estou agindo de má fé, concluiu Magno Malta.

Segundo pesquisa encomendada recentemente pelo Ministério da Educação, a polêmica da homossexualidade incomoda 87% da população. A grande maioria não aceita mudanças radicais no comportamento da sociedade. A pauta hoje ficou restrita aos interessados e ao parlamento, a sociedade não foi ouvida e prefere manter o assunto também sepultado. Por isso, em defesa dos verdadeiros valores agregados no coração da família brasileira, renunciarei meu mandato se a PL 122 for aprovada. Finalizou Magno Malta.

Fonte: JusBrasil

14/06/2011

Senado realiza sessão especial para comemorar os 100 anos da Assembleia de Deus no Brasil


Senado realiza sessão especial para comemorar os 100 anos da Assembleia de Deus no BrasilO Senado fez uma sessão especial na manhã desta segunda-feira, 13, para comemorar o centenário das Igrejas Evangélicas da Assembleia de Deus no Brasil, data celebrada no dia 18 de junho.

A solicitação para essa sessão foi feita pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) que protocolou um requerimento para reconhecer a importância da Assembleia de Deus no país.

“Tal comemoração constituirá singelo reconhecimento do Senado a essa organização secular, que não se limita a prestar essencial assistência religiosa, mas que também atua de forma valorosa em várias causas sociais, principalmente aquelas desenvolvidas em prol dos mais desfavorecidos”, disse Crivella em seu requerimento solicitando a sessão especial.

Dia 18 completa 100 anos que os missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren fundaram a Assembleia de Deus no Brasil. Hoje ela é a maior denominação evangélica do país, com mais de 20 milhões de membros.

Fonte: Gospel Prime / Agência Senado

11/06/2011

Esposa de Edir Macedo e a de R.R. Soares também têm passaporte diplomático


Ester Bezerra, mulher de bispo Edir Macedo, e Maria Madalena Bezerra, do pastor Romildo Soares, o R.R. Soares, também têm passaporte diplomático – elas são irmãs. Os quatro vão ter de devolver o documento até 15 de agosto, conforme pedido da AGU (Advocacia-Geral da União) ao Itamaraty em relação aos 68 passaportes especiais concedidos em caráter excepcional.

Os portadores de passaporte diplomático obtêm tratamento diferenciado nos aeroportos e alfândegas, como dispensa da revista e, em consequência, são poupados das filas, muitas vezes enormes. O documento é concedido gratuitamente pelo Itamaraty. O cidadão comum tem de pagar R$ 156,07.

A rigor, os passaportes diplomáticos somente poderiam ser concedidos a funcionários do governo ou a autoridades que viajam em missão oficial representando o Brasil.

Macedo, o líder da Igreja Universal, e a sua mulher desfrutam do privilégio há anos. O Itamaraty não divulga exatamente há quanto tempo. Soares, da Igreja da Graça de Deus, e sua mulher obtiveram o documento recentemente, no final de 2010 ou início deste ano. Os dois pastores possuem modernos aviões.

Por interferência do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), o Senado solicitou ao Itamaraty o passaporte diplomático para R.R. Soares e sua mulher no dia 21 de dezembro. Antes disso, Crivella já tinha obtido informalmente do governo a certeza da concessão do documento. Ele é sobrinho de Soares e de Macedo.

Pressionado pela imprensa, o governo aprovou no começo deste ano nova lei para concessão de passaportes especiais. Agora, entre outras medidas, os nomes dos portadores do documento terão de ser publicados no Diário Oficial.

Na lista dos 68 privilegiados, há dois integrantes do alto escalão da Igreja Católica, além de familiares do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fonte: Paulo Lopes

02/06/2011

Lei não pode criar “terceiro sexo”, diz Magno Malta em marcha em Brasília


O senador Magno Malta (PR-ES) disse nesta quarta-feira (1), durante manifestação em frente ao Congresso Nacional contra a aprovação do projeto de Lei da Câmara (PLC) 122, que criminaliza a homofobia, que o Senado não tem poder para criar “um terceiro sexo” por meio de legislação.“Se Deus criou macho e fêmea, não vai ser o Senado que vai criar um terceiro sexo com uma lei” disse. “É preciso que eles [homossexuais] entendam que o anseio grotesco de uma minoria não vai se fazer engolir”, afirmou.

O evento, batizado de Marcha pela Família, foi organizado pelo pastor Silas Malafaia e reuniu diversos parlamentares contrários ao projeto de lei em cima de carros de som – entre eles os deputados federais João Campos (PSDB-GO), Ronaldo Fonseca (PR-DF), Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Anthony Garotinho (PR-RJ), e os senadores Marcelo Crivella (PR-RJ) e Walter Pinheiro (PT-BA). A PM estimou em até 20 mil pessoas os presentes na Marcha pela Família.

Garotinho se manifestou contra a aprovação do projeto. “Eles [os participantes da marcha] amam a todas as pessoas, só que não concordam com o pecado de algumas”, disse.

Em oposição ao evento,um grupo de integrantes de movimentos ligados a causas homossexuais fez uma espécie de contra-marcha à Marcha Pela Família. Eles se reuniram em frente à Catedral de Brasília às 15h e seguiram até o Congresso, no mesmo local onde ocorria a Marcha pela Família.

A polícia formou um cordão de isolamento para evitar conflitos entre os dois grupos. Um contingente de 110 policiais foi deslocado para o local para acompanhar o evento.

Ainda assim, os dois grupoos se hostilizaram. Os defensores do projeto de lei chamaram os integrantes da Marcha pela Família de “nazistas” e “fascistas”. O deputado Jair Bolsaro rebateu as acusações. “Eles são ridículos. Até o que eles falam é ridículo”, afirmou.

Os manifestantes que defendem o PLC 22 carregavam faixas e entoavam palavras de ordem em favor de uma “família plural”. Muitos se vestiram de roxo. A manifestação foi organizada pela internet, mas muitos chegaram ao local sem saber que havia um evento organizado.

“Eu viria de qualquer jeito, independentemente de ter um evento organizado ou não”, disse Cristiano Ferreira, 35, servidor público. Ele vive há 3 anos com um companheiro e defende o projeto de lei. “O Estado é público e laico, e por isso não pode privilegiar o pensamento de uma religião para defender uma legislação”, afirmou.

Fonte: G1

24/05/2011

Magno Malta anuncia debates sobre projeto que criminaliza a homofobia


O senador Magno Malta (PR-ES) informou em Plenário nesta terça-feira (24) que a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) vai realizar audiências públicas para discutir o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/06, da ex-deputada Iara Bernardi, que criminaliza a homofobia. O projeto altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor.

Para Magno Malta, é preciso “discutir tudo, saber o que o país pensa”. Ele propôs que sejam convocados para a audiência pública representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Confederação Islâmica, além de “budistas, bombeiros, anônimos, artistas, evangélicos e católicos”.
– Não podemos engolir uma história de uma meia dúzia barulhenta que decide as coisas e acha que vai suplantar a família brasileira nos seus interesses – afirmou o parlamentar, ressaltando que está em discussão não um credo religioso, mas o interesse das famílias.
O representante capixaba disse que no dia 1º de junho será realizada uma grande marcha em Brasília, com pessoas de toda parte do Brasil, “para dizer que a família brasileira não está dormindo diante de uma minoria barulhenta”.
O senador disse ter, por várias vezes, pedido uma audiência com o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, mas que o ministro “não respeita parlamentar, não respeita a base do governo, não atende líder de governo, não retorna telefonema”. Para ele, o ministro se comportou como fosse um dos “deuses do Olimpo”.
– A arrogância precede a ruína. Mas aí, quando o ‘bicho pega’, todo mundo vira gente boa – afirmou o parlamentar.
Magno Malta pediu agora a ajuda do líder do governo no Senado Federal, senador Romero Jucá (PMDB-RR), para conseguir uma audiência com o ministro da Educação, Fernando Haddad, no intuito de discutir o que chamou de “kit homossexual” que será distribuído nas escolas brasileiras. Disse ter chamado para acompanhá-lo na audiência os senadores Pedro Taques (PDT-MT), Blairo Maggi (PR-MT), Sérgio Petecão (PMN-AC), Demóstenes Torres (DEM-GO), que são da frente da família,
– Sabe o que vai acontecer? O estado agora quer desfazer tudo aquilo o que a família ensina em casa. Na verdade, não é criar consciência: este kit homossexual que está sendo pronto, para distribuição nas escolas, vai fazer das nossas escolas verdadeiras academias de homossexuais – declarou.
O senador informou ainda que em seu estado uma menina de 17 anos tentou beijar a boca de uma criança de 11 anos de idade, depois da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Notícias Cristãs com informações da Agência Senado

20/05/2011

Senador Marcelo Crivella sugere texto alternativo ao PLC 122/06


Nesta quarta-feira, 18, o senador Marcelo Crevella (PRB-RJ) fez um discurso informando que apresentou para a senadora Marta Suplicy (PT-SP) um texto alternativo para o projeto de lei 122/2006 que criminaliza a homofobia.

O texto de Crivella tem o objetivo de buscar o consenso e foi apresentado também a religiosos e ativistas pelos direitos dos homossexuais.

A nova proposta criminalizaria a violência, o preconceito e a discriminação contra os homossexuais sem agredir o direito de sacerdotes, pastores, padres e ministros religiosos de expressarem seu pensamento e dizer que, em sua visão, o homossexualismo é pecado. Desde que suas palavras não ofendam ou criem qualquer tipo de incitação ao ódio ou que cause violência.

Crivella também entende que o projeto, que está atualmente em análise na Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa (CDH), que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados, impõe uma mordaça aos religiosos.

“O PLC 122/06 já naufragou porque quer dar direitos a uns destruindo o direito dos outros, afetando cláusulas pétreas da Constituição federal”, disse o senador.

Fonte: Gospel Prime /Senado

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