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16/11/2012

Magno Malta se pronuncia em favor de missionários presos no Senegal


Magno Malta se pronuncia em favor de missionários presos no Senegal Magno Malta se pronuncia em favor de missionários presos no Senegal

Durante seu discurso no Senado na tarde desta terça-feira (13) o senador Magno Malta falou sobre os missionários presos no Senegal sob acusação de tráfico de crianças, desvio de menores e formação de quadrilha, isso porque os brasileiros José Dilson e Zenaide Moreira Novaes estavam evangelizando crianças muçulmanas.

Malta defende o trabalho dos missionários e entrou em contato com o embaixador do Senegal no Brasil que lhe garantiu que em seu país não há perseguição religiosa, mesmo tendo maioria da população muçulmana.

José Dilson e Zenaide Moreira foram presos na semana passada por trabalharem no projeto Obadias, que tem como objetivo resgatar crianças que vivem nas ruas e compartilhar o evangelho com estas.

Para tentar ajudar os missionários, Magno Malta estará viajando até o país africano na próxima semana acompanhado por uma comitiva parlamentar para pressionar as autoridades e acompanhar de perto este caso.

“Eu conheço esta família”, disse Malta que conhece o pai da missionária Zenaide, que são moradores da cidade de Nova Itapetinga, na Bahia, cidade onde o senador nasceu e cresceu.

Veja o vídeo com a declaração do senador:

20/09/2012

Magno Malta pode ser o relator do PL 122


Com a saída de Marta Suplicy (PT-SP) do Senado, para assumir o Ministério da Cultura, o senador Magno Malta (PR-ES) enviou um ofício para o presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Paulo Paim (PT-RS) para se tornar o relator do projeto de lei complementar 122/2006.

O senador capixaba é evangélico e sempre se posicionou contra o projeto que chegou a ser arquivado e só voltou a ser discutido com a eleição de Marta que se tornou a relatora do PLC.

Ao colunista do Poder Online, Malta teria explicado os motivos que o fizeram pedir a relatoria do projeto que criminaliza toda opinião contrária a homofobia.

“Primeiro, porque acho que ela caberia ao suplente da Marta, o vereador paulistano Antônio Carlos Rodrigues, que é do PR e evangélico como eu, mas não irá assumir no Senado. Depois, porque o Paulo Paim é pai e sogro de pastores evangélicos e tem o compromisso conosco de não favorecer a aprovação deste projeto”.

O substituto de Marta na relatoria desse projeto será definido nesta terça-feira (18) Marta indicou a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) indicada pelo Movimento LGBT. A coluna Poder Online acredita que Paim pode não aceitar a nomeação de Magno Malta por defender que o substituto seja nomeado pelo PT.

Fonte: Gospel Prime

14/06/2011

Senador diz que renuncia se passar lei anti-homofobia


A declaração de que abandonará o Legislativo foi feita pelo próprio senador evangélico Magno Malta (foto) durante entrevista para a revista Comunhão.

No mandato anterior, durante mais de cinco anos, o senador Magno Malta (PR/ES) com convicção própria, lutou contra o projeto de lei 122/06 de autoria da ex-senadora Fátima Cleide (PT/RO), que visa tratar como crime a opinião divergente ao comportamento homoafetivo, conseguindo apoio para arquivá-lo no final da legislatura. Comum nas adversidades do campo político, o enfrentamento em defesa de princípios pessoais voltou à tona com a iniciativa da Senadora Marta Suplicy (PT/SP) de ressuscitar a polêmica que se dispõe a cercear o direito constitucional de liberdade de expressão. A PL 122 já voltou morta e sepultada, resumiu em poucas palavras o senador presidente da Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira.

Legitimando a ciência da formação das aspirações e convicto do dever de legislar em favor da grande maioria, Magno Malta, com consciência da responsabilidade das palavras, tornou público o mais nobre gesto de coragem de um homem público sério. Se o Projeto de Lei 122, que excita a criação de um terceiro sexo, for aprovado, com dignidade de cristão, renuncio do mandato de Senador da República.

Para o senador Magno Malta, criar castas, mudar costumes enraizados pela própria natureza e proteger a minoria com privilégios são fatos reais que ferem a justiça social em toda conjuntura. Preconceito é cegueira moral, não aceito nem a intolerância e conceito imparcial. Não estou legislando em causa própria, mas no mais legitimo dever de defender a família estruturada, o futuro de uma geração e de forma geral a vida na sua essência divina.

Legislar em causa própria, com preconceito e calúnia é grave e não faço e nem aceito. Vou interpelar judicialmente o deputado federal Jean Willis (PSOL/RJ) que tem declarado para a imprensa que sou de má fé ao relacionar homossexualismo com pedofilia. Nunca afirmei tal comparação. Pelo contrário, defendi o Vaticano mostrando a realidade dos fatos como comportamentos distintos e sem relação na grande maioria das vezes, revelou Magno Malta, eu presidiu a CPI da Pedofilia.
Por várias vezes na imprensa nacional e também durante o Seminário do Direito homoafetivo, realizado na Ufes, Jean Willis gravou a denúncia e foi imediatamente repudiado pelo senador Magno Malta.
Nunca afirmei tal relação. De minha boca não saiu tal declaração. Eu respeito à opção sexual de cada cidadão. No meu partido, temos o vereador Moacir Sélia, o Moa, um travesti de muito respeito. Fizemos campanha juntos, lado a lado. É meu amigo. Por isso, não fico calado só escutando sem agir olhando nos olhos da pessoa. É o eu vou fazer com o Deputado Jean, quero saber dele qual comprovação ele tem para afirmar que estou agindo de má fé, concluiu Magno Malta.

Segundo pesquisa encomendada recentemente pelo Ministério da Educação, a polêmica da homossexualidade incomoda 87% da população. A grande maioria não aceita mudanças radicais no comportamento da sociedade. A pauta hoje ficou restrita aos interessados e ao parlamento, a sociedade não foi ouvida e prefere manter o assunto também sepultado. Por isso, em defesa dos verdadeiros valores agregados no coração da família brasileira, renunciarei meu mandato se a PL 122 for aprovada. Finalizou Magno Malta.

Fonte: JusBrasil

14/05/2011

“Houve um golpe” diz pastor sobre aprovação da união entre pessoas do mesmo sexo


“Houve um golpe” diz pastor sobre aprovação da união entre pessoas do mesmo sexoO pastor Daniel Sampaio da Igreja Batista Central do Barreiro, Belo Horizonte (MG) se manifestou sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal de aprovar a união estável entre pessoas do mesmo sexo.

Sampaio não utilizou os textos bíblicos que falam contra a homoafetividade para defender sua tese, apenas leu o capítulo de Isaias que denuncia que faz das trevas luz e da luz, trevas (Isaias 5:20) e citou o artigo sete Constituição Federal que fala sobre a família.

“Eu queria me manifestar publicamente porque houve um  golpe essa semana, houve uma manipulação da verdade, houve uma atropelo da Constituição,” defendeu o pastor.

Ele explica que o pedido da Defensoria Pública da União só poderia ser atendido pelo STF se antes houvesse uma mudança na Carta Magna que diz que a união estável só reconhecida entre um homem e uma mulher. “Se o guardião da Constituição abre brecha em relação a isso, então qualquer coisa pode ser feito aqui”.

Para o pastor a decisão do STF foi programada pelo Governo Federal. Ele lembra que o censo está sendo divulgado aos poucos e bem na semana da votação foi liberado a informação de que há 60 mil casais homossexuais no Brasil.

De acordo com o pastor esse número parece grande, mas frente aos 200 milhões de habitantes, os 120 mil homossexuais que possuem um relação estável representam apenas 0,6% da população brasileira.

Inconformado o pastor também fala do kit gay distribuído pelo Ministério da Educação (MEC) e convida seus ouvintes a reagirem contra esse golpe.

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