Posts tagged ‘sexo foro do casamento’

03/06/2011

Infidelidade é mais comum entre os neopentecostais, diz pesquisa


Infidelidade é mais comum entre os neopentecostais, diz pesquisaOs evangélicos neopentecostais são mais infiéis que os outros cristãos segundo a primeira etapa do estudo intitulado de “O Crente e o Sexo” que mostra dados sobre o comportamento sexual de evangélicos casados.

A pesquisa foi realizada pelo BEPEC – Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã – em parceria com a AKNA, fornecedora de uma das melhores plataformas de pesquisa online do mundo que ouviram 5.139 respostas por meio de questionário online.

No universo de mulheres que responderam a pesquisa apenas 11,96% afirmaram que já traíram seus esposos. Já entre os homens esse número é maior, 24,68% deles confessam que já traíram suas esposas.

Entre os grupos evangélicos, os neopentecostais são os que mais traem, representando 26,51%. Em seguida estão os batistas, com 22,47% de membros que já traíram seus cônjuges.

Entre os pentecostais 21,43% afirmam que já tiveram caso extraconjugal e os evangélicos que menos traíram foram os de igreja reformada (Presbiterianos, Episcopais, Anglicanos e etc) com 19,41%.

Da amostragem geral apenas 2% de todos os entrevistam disseram que ainda mantém uma relação fora do casamento. E 9% assinalaram que já manteve.

A pesquisa entre os evangélicos mostrou resultados parecidos com uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em 2009 que revelou que 21% dos homens brasileiros em relações estáveis mantêm relações sexuais com outros parceiros. Para as mulheres o resultado foi de 11%. Essa pesquisa foi feita com 8 mil pessoas sem distinguir a religião de cada um.

Fonte: Gospel Prime

16/02/2011

Portugueses protestam contra o crescente número aborto


Portugueses protestam contra o crescente número aborto Representantes de associações contra aborto concentraram-se nesta, sexta-feira, em frente à Assembléia da República de Portugal, em Lisboa, para exigir uma nova discussão sobre a lei da interrupção voluntária da gravidez.

Na escadaria da Assembleia da República, dezenas de jovens universitários se reuniram, vestindo-se de negro e com expressões de sofrimento. Eles traziam flores de papel colorido e fizeram um minuto de silêncio pelas vítimas do aborto, mencionando que “60 mil pessoas que não chegaram a nascer”.

Os jovens fazem parte da associação “Vida Universitária,” que defendem a vida e se manifestam contra os números espantosos de aborto em Portugal desde que a lei que permite o aborto foi aprovada há quatro anos.

“Não queremos ficar indiferentes, queremos mostrar o nosso horror perante estes números, são 60 mil pessoas que não nasceram nestes quatro anos e é preciso lembrá-los,” afirmou a jovem Inês Avelar Santos, porta-voz da associação.

Desta maneira, o grupo considera que depois de ter sido promulgada a lei que legaliza o aborto desde 2007, a questão tenha que ser reconsiderada e a lei modificada.

A associação divulgou também um manifesto onde se alega que o Estado já gastou mais de 100 milhões de euros para eliminar o número de crianças equivalente à população de Aveiro.

Segundo o manifesto, o governo também “cortou em quase todos os apoios sociais, como o abono de família; e o anunciado cheque bebê ficou na gaveta.”

“Milhares de mulheres vivem com graves dificuldades para sustentar os seus filhos. Mas uma mulher que aborte recebe, durante um mês, um subsídio de ‘maternidade’ correspondente a 100% do seu ordenado,” afirma o documento.

E ele acrescenta que “o Estado Social paga aborto, avião, táxi, hotel e subsídio com o dinheiro que usurpa dos bolsos de quem trabalha”.

Antônio Pinheiro Torres, um dos responsáveis da associação e secretário-geral da Federação Pela Vida, defende que a lei não existisse. Ele não concebe que “uma criança possa ser eliminada por seus pais não terem meios para poder sustentar”.

Fonte: Creio

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