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13/03/2019

A missionária sueca perseguida no Brasil, internada em hospício e ‘esquecida’ pela História


Frida Maria Strandberg Vingren morreu aos 49 anos, no dia 30 de setembro de 1940, na Suécia, nos braços da filha. Abatida, ela pesava 23 quilos.

Frida Maria Strandberg Vingren morreu aos 49 anos, no dia 30 de setembro de 1940, na Suécia, nos braços da filha. Abatida, ela pesava 23 quilos.

No decorrer dos cinco anos anteriores, entre idas e vindas em um hospital psiquiátrico de Estocolmo, a missionária sueca perdera quase 40 quilos. Ela fora internada pela primeira vez no dia 12 de janeiro de 1935, levada da estação central da cidade, quando tentava tomar um trem que a levaria para Portugal – de onde, acredita-se, pegaria um navio de volta para o Brasil.

Casada com o sueco que fundou, em Belém do Pará, a Assembleia de Deus, Frida se tornou uma das mais importantes lideranças da igreja no decorrer dos 15 anos em que esteve no Brasil. Ajudou a construir o ministério no Rio de Janeiro, comandava um jornal e pregava em praça pública.

Suas atribuições – muitas até então reservadas apenas aos homens –, entretanto, desagradaram pastores brasileiros e suecos, fizeram com que ela fosse perseguida e pressionada a voltar a seu país de origem, onde teve um fim trágico.

história da missionária passou décadas esquecida e, nos últimos anos, vem sendo resgatada tanto na Suécia quanto no Brasil. Foi tema de livro, de tese de doutorado e voltou a alimentar o debate – atual e ainda polêmico – sobre o papel da mulher na Assembleia de Deus, a maior religião pentecostal do país, com 12 milhões de fiéis.

Belém do Pará, onde tudo começou

Frida embarcou para Belém em 1917, aos 26 anos, enviada pela Igreja Filadélfia, uma denominação pentecostal baseada em Estocolmo.

Veio para juntar-se a Gunnar Vingren, que, sete anos antes, havia fundado a Assembleia de Deus no Brasil. Eles haviam se conhecido naquele mesmo ano, quando o missionário estava na Suécia para arrecadar fundos e visitar a família.

“Ele conta a ela sobre a missão e ela se apaixona pela ideia do Brasil”, diz Valéria Vilhena, pesquisadora da Universidade Metodista, que baseou o doutorado na vida da missionária e que lança neste ano um livro sobre sua história.

Frida, Gunnar e dois filhos

 chegou ao Brasil sete anos antes de Frida, em 1910; o casal teve seis filhos

Três meses depois de desembarcar no Norte do país, ela se casa com Gunnar, em uma cerimônia realizada pelo pastor sueco Samuel Nyström, que, ironicamente, se tornaria um de seus maiores antagonistas.

No início, Frida restringe seu trabalho aos serviços sociais da igreja, tradicionalmente entregues às mulheres. Cuidar dos filhos, zelar pelos órfãos, visitar os idosos e os doentes.

A jovem ia com frequência aos centros afastados que isolavam pacientes com hanseníase do restante da população – os chamados leprosários, que surgiram no Brasil naquela época –, diz Kajsa Norell, jornalista sueca autora de Halleljua Brasilien!, lançado em 2011, que conta a história do surgimento da Assembleia de Deus no Brasil.

O marido, missionário “por vocação”, na definição de Vilhena, estava constantemente viajando, buscando expandir o trabalho da igreja. A saúde frágil fazia com que ele quase sempre voltasse para casa doente. As particularidades da região que escolheu para pregar não ajudavam: pegou malária diversas vezes.

“Ele ficava muito tempo de cama”, diz o sociólogo Gedeon Freire de Alencar, autor de Matriz Pentecostal Brasileira: Assembleias de Deus, 1911-2011 e um dos primeiros a redescobrir a história de Frida, no início dos anos 2000.

Com o tempo, a missionária assume cada vez mais as atribuições de Gunnar em Belém. Talentosa, ela começa a traduzir os hinos da igreja sueca para o português. Canta, toca e começa a pregar.

“Ela transforma os boletins entediantes dos missionários (publicados nos jornais da igreja sueca) em histórias incríveis. Um dos textos conta sobre a prisão que ela visitava toda semana em Belém, que mantinha 200 garotos entre cinco e 20 anos de idade, alguns que estavam ali simplesmente por não terem pai”, conta Norell, que passou meses entre os arquivos da Igreja Filadélfia, mantidos em um castelo nas redondezas de Estocolmo.

Frida com presos

Direito de imagemACERVO CPAD-CEMPImage captionFrida na escola dominical em que lecionava, em uma prisão no Rio de Janeiro

Frida passa então a bater de frente com o pastor Samuel Nyström – à frente do jornal da Assembleia de Deus, batizado de Boa Semente –, que era radicalmente contra que as mulheres pudessem pregar.

Em sua correspondência com a liderança da igreja na Suécia, Nyström passa a reclamar da missionária em toda oportunidade que lhe aparece. “Nas cartas que escrevia a Lewi Pethrus (uma das maiores figuras do pentecostalismo sueco) o tom é de fofoca mesmo: ‘Hoje ela fez isso e isso, ontem foi isso e isso'”, afirma Norell.

Em 1924, com quatro filhos, o casal Frida e Gunnar decide então se mudar para o Rio de Janeiro para fundar um novo ministério. “Eles decidem sair de Belém porque a tensão já era insustentável”, ressalta Vilhena.

 

O ministério feminino no Rio de Janeiro

Na capital carioca, Frida expande seu trabalho. Torna-se a primeira mulher da religião a dirigir uma escola bíblica dominical, fundada em uma prisão, e inicia o jornal Som Alegre, através do qual passa a defender o ministério feminino.Frida

Seus textos citam com frequência trechos da Bíblia que, em sua visão, deixavam claro que as mulheres poderiam pregar, ensinar ou doutrinar.

O comportamento desagrada também pastores brasileiros, incluindo Paulo Leivas Macalão, gaúcho, de família abastada e com tradição militar, que estava à frente da Assembleia de Deus Madureira, hoje uma das maiores do país.

“Parte dos pastores da igreja no Rio de Janeiro já não queria se submeter a sueco pobre e semiletrado. A mulher, muito pior”, acrescenta Alencar.

Ele lembra que, no início do século 20, a Suécia era um país pobre, onde a igreja luterana era a religião oficial. Perseguidos, os pentecostais migraram especialmente para os Estados Unidos. Os que vieram para o Brasil escolheram Belém porque, na época, graças à riqueza gerada pela borracha, era uma das cidades mais ricas do país.

A convenção de 1930 e o ‘enquadramento’

As tensões culminam na convocação da primeira grande convenção da Assembleia de Deus, realizada no dia 12 de julho de 1930, em Natal (RN).

“O motivo da convocação foi Frida”, destaca Isael Araújo, pastor da Assembleia de Deus em Niterói e autor da biografia Frida Vingren, lançada em 2014.

No encontro, os pastores definiram as atividades que poderiam ser desempenhadas pelas mulheres na igreja. Elas não chegaram a ser expressamente proibidas, por exemplo, de pregar – mas a atribuição não estava na lista do que as religiosas “tão somente” poderiam fazer.

“Foi um enquadramento”, acrescenta Araújo, que foi chefe do Centro de Estudos do Movimento Pentecostal (CEMP) da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD). Em todo o processo, Gunnar ficou ao lado da esposa e defendeu o ministério feminino, mas foi voto vencido.

Nos meses que se seguiram, a situação ficou pior. Frida usou seu espaço no jornal da Assembleia para desafiar as decisões tomadas na convenção e para pedir que as mulheres não recuassem. “Um dos textos dessa época tinha como título ‘Deus nos convoca para a guerra’. Era uma demonstração direta de insubordinação”, diz Alencar.

Frida Strandberg Vingren

Direito de imagemACERVO CPAD-CEMPImage captionPressionada, Frida deixa o Brasil em 1932

O clima de conflito fica claro nas cartas trocadas entre os missionários e em outros

documentos da época: “Eles (os missionários brasileiros) precisam de homens. De preferência, com as mesmas qualidades de liderança como a de Frida e Adina (Nelson, esposa de Otto Nelson), mas do sexo masculino”, escreve o pastor A.P. Franklin no jornal da igreja na Suécia, chamado The Harald.

A situação escalou depois de um suposto caso de adultério de Frida com um brasileiro. Apesar de não haver uma confirmação documental do romance que a missionária teve com o rapaz, bem mais novo que ela, os indícios levam a crer que isso de fato aconteceu.

“Eu realmente acredito que seja verdade”, diz Norell, que entrevistou um dos filhos de Frida e algumas de suas netas enquanto escrevia o livro e que identificou o assunto em cartas enviadas à Suécia “por pessoas que não eram hostis a ela”.

O pastor que era ‘uma mistura de Edir Macedo com Silas Malafaia’

A situação fica insuportável no Brasil e, em de 1932, o casal, que na época tinha seis filhos, decide retornar à Suécia. Antes de partir, contudo, eles perdem a filha mais nova – e Gunnar morre pouco tempo depois de chegar à Europa.Frida e Gunnar (esq.) foram casados pelo pastor Samuel Nyström (dir.), que viveu no Brasil com a esposa, Lina (também na foto)

Direito de imagem’HALLELUJA, BRASILIEN!’/CORTESIA KAJSA NORELLImage captionFrida e Gunnar (esq.) foram casados pelo pastor Samuel Nyström (dir.), que viveu no Brasil com a esposa, Lina (também na foto)Frida quer retomar a vida de missionária, mas a liderança da igreja no Brasil não aprova seu retorno. Na Suécia, suas aspirações também são tolhidas por Lewi Pethrus, um dos maiores líderes da igreja pentecostal no país.

Inimigo poderoso, ele era “mistura de Edir Macedo com Silas Malafaia”, define o pastor Araujo. A comparação com o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, denominação neopentecostal, e com o pastor do ministério Vitória em Cristo, ligado à Assembleia de Deus, dá conta do espírito “empreendedor” de Pethrus e de sua postura muitas vezes polêmica.

Em 1964, Pethrus fundaria o partido democrata-cristão sueco – o Kristdemokraterna (KD) –, de centro-direita.

Diante dos reiterados pedidos de Frida, o líder afirma que seu trabalho no Brasil havia prejudicado a missão e dá-lhe um não definitivo.

Ela levanta então recursos por conta própria e decide ir para Portugal.

O hospício e o esquecimento

Detida na estação de trem de Estocolmo, ela já sai com uma camisa de força em direção ao hospital psiquiátrico.

A igreja lhe tira a guarda dos filhos e doa todos os seus pertences.

Para Kajsa Norell, é difícil dizer se, naquele momento, Frida realmente tinha algum tipo de doença psiquiátrica. “Ela estava esgotada, física e mentalmente, já tinha tido malária no Brasil e, provavelmente, sofria de alguma doença na tireoide”.

Em nenhum dos prontuários médicos, contudo, há o diagnóstico de que ela sofria de algum distúrbio mental.

Frida Strandberg Vingren

Direito de imagemACERVO CPAD-CEMPImage captionFrida morreu aos 49 anos

Durante sua pesquisa, a autora percebeu “alguma coisa estranha” nos olhos de Frida. Quanto mais recente a fotografia, mais saltados eles pareciam. A partir dos registros médicos da missionária, especialistas concluíram que ela tinha possivelmente hipertireoidismo – doença que provavelmente a matou.

Para o pastor Araújo, o conflito direto com as maiores lideranças da igreja está entre as razões para o ‘esquecimento’ de Frida. Ele nega que a biografia, publicada pela editora da Assembleia de Deus, seja uma ação de reparação à missionária.

“Gunnar Vingren, o pioneiro da igreja, já tinha uma biografia. A esposa, ainda não. Não quis fazer uma biografia crítica, porque não sou sociólogo”, justifica.

Ele diz ter se deparado com a história quando trabalhava no Dicionário do Movimento Pentecostal, em 2007, e viajou à Suécia em 2008. Os diários de Gunnar e parte do acervo que estava com a família, incluindo fotos, hoje se encontram no Brasil.

Na Suécia, a Igreja Filadélfia foi confrontada com a trajetória de Frida quando o livro de Kajsa Norell foi lançado.

“Aquilo era uma novidade completa para nós”, diz Gunnar Swahn, que foi secretário de missões da Igreja Filadélfia até recentemente, quando se aposentou. “Foi horrível o que fizeram com ela. Muita gente ficou chocada com a forma como ela foi tratada pelas antigas lideranças”.

O livro, ele acrescenta, se soma a outras obras publicadas nos últimos anos na Suécia que revelam traços e atitudes polêmicas de Lewi Pethrus, em relação ao qual a igreja tem hoje uma postura crítica. “Digamos que ele não é idolatrado pelos fiéis, apesar de ainda ser uma figura importante”.

Igreja Filadélfia, em Estocolmo

Direito de imagemSIMEON HAGSTRÖM/CORTESIAImage captionA Igreja Filadélfia, que mandou Frida para o Brasil, tem hoje visão bastante crítica em relação a Lewi Pethrus, um dos maiores líderes da denominação e poderoso inimigo da missionária

Questionado sobre as mulheres, se elas hoje podem ser pastoras, ele se apressa: “Ah, sim! Nós gostamos de pensar que somos uma igreja progressista.”

A BBC News Brasil não teve retorno da Assembleia de Deus Belém sobre o pedido de entrevista e não conseguiu contato com a Assembleia de Deus Madureira, no Rio de Janeiro.

A Assembleia de Deus e as mulheres

As mulheres têm ganhado cada vez mais espaço dentro das Assembleias de Deus no Brasil, diz Alencar. Essa tendência, contudo, é bastante assimétrica nas diferentes regiões do país, justamente pelas características da religião.

Ao contrário da Igreja Católica, bastante hierarquizada, sua estrutura é congregacional. “É como se fosse uma democracia direta”, compara o sociólogo. Cada congregação define suas liturgias, “tem lugar que aceita mulher, tem lugar que não aceita”.

Em 2005, ele exemplifica, o pastor Manoel Ferreira – filiado ao PSC e presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil – Ministério de Madureira (Conamad) –, ao consagrar Jairo Manhães como pastor, acabou consagrando, sem aviso prévio, sua esposa, Cassiane – “cantora gospel de sucesso e milionária”.

Depois disso, afirma Alencar, todas as esposas de pastores do ministério de Madureira também foram ordenadas como pastoras. “Já a minha igreja, a Betesda, consagra pastoras desde 1994”, ele acrescenta.

Fonte: BBC Brasil

12/01/2016

Faleceu o Pr. Gilberto Malafaia, pai do Pr. Silas Malafaia


Pr. Gilberto e irmã Albertina completariam em 2015 quase sete décadas de casamento

Pr. Gilberto e irmã Albertina completariam em 2015 quase sete décadas de casamento

Faleceu na madrugada desta terça-feira (12), aos 95 anos de idade, o pastor Gilberto Malafaia, fundador da Igreja Assembleia de Deus em Jacarepaguá (IADJ). O velório será hoje partir às 19h, no templo da IADJ, localizado na Rua André Rocha, 890, Taquara (RJ).

O culto fúnebre está marcado para esta quarta-feira (13), a partir das 9h e o sepultamento será às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap.

Breve histórico

Gilberto Gonçalves Malafaia nasceu em 10 de janeiro de 1921 na cidade de Castro Alves, Bahia. Mudou-se para o Rio de Janeiro onde serviu a Marinha do Brasil por 25 anos. Formou-se em Pedagogia tornando-se um exímio educador.

Fundador da Igreja Assembleia de Deus em Jacarepaguá seu ministério foi marcado pelo amor as almas perdidas, submissão a Palavra de Deus e excelência no Ensino Bíblico.

Era casado com a professora Albertina Malafaia há sessenta e sete anos e deixa seis filhos, 18 netos e 14 bisnetos.

Fonte: Biografia Pastor Gilberto Malafaia    

29/10/2015

IURD e IMPD se unem no apoio a CPMF


IURD e IMPD se unem no apoio a CPMFO bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, e Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, já discutiram e se ameaçaram publicamente várias vezes. Quando a IMPD começou a tirar fiéis da IURD, começou uma acirrada campanha para desmoralizar o apóstolo, especialmente nos programas de TV e nos sites ligados a Macedo.

Contudo, agora esses dois rivais estão vivendo um tempo de aliança. Ambos estão juntos com o governo petista, defendendo a aprovação da CPMF. Claro, desde que as igrejas fiquem isentas.

A imagem que marcou essa união, que deve ser apenas temporária, é do encontro da presidente Dilma com o senador Marcelo Crivella (PRB/RJ), ao lado do deputado federal Francisco Floriano (PR/RJ). Ambos são líderes das “alas evangélicas” de seus respectivos partidos, que formam a base aliada do governo petista. Ao mesmo tempo Crivella é bispo licenciado da Universal e Floriano é pastor da Igreja Mundial.

De acordo com o jornalista Lauro Jardim, em sua coluna do jornal O Globo, essa composição dos grupos políticos de Macedo e Santiago gera “ciumeira” em outros líderes evangélicos, que não foram chamados.

No início do mês, diversos pastores e líderes denominacionais foram a Brasília se encontrar com Dilma e “garantir” a previsão da Constituição Federal de isenção tributária para todos os templos religiosos.  Na ocasião, a presidente garantiu aos líderes que os templos evangélicos, católicos, espíritas e de todas as demais religiões não serão tributados caso a CPMF seja aprovada no Congresso.

Além de representantes da IURD e IMPD, estavam o bispo Geraldo Tenuta, da Igreja Renascer em Cristo; Pastores Samuel e Abner Ferreira, da Assembleia de Deus Madureira, Juanribe Pagliarin, da Paz e Vida.

Publicamente, o único líder que se manifestou contra a CPMF foi o pastor Silas Malafaia, que ameaçou denunciar em seu programa todos os deputados evangélicos que votarem a favor da CPMF.

“O deputado evangélico que apoiar essa porcaria eu vou dizer o nome no meu programa e vou pedir para que os evangélicos não votem mais neles”, afirma. “Eu sou contra beneficiar as religiões”, afirma Malafaia. “Chega, o que passar disso [imunidade tributária da Constituição] é palhaçada!”.

Obs: é engraçado ver pastores que não une para pregar a palavra de Deus, mas para apoiar o governo a criar mais imposto para punir, o povo com altos impostos. Os mesmo deveriam esta reunido para ajudar outras igrejas que estão trabalhando para tirar viciados do craque, das ruas. Poderiam criar centro de tratamento para os que vivem com pessoas viciadas…

29/10/2015


Imagem redimensionadaDeputados apresentaram nesta segunda-feira (26) recursos para levar o projeto do Estatuto da Família (PL 6583/13) à votação no Plenário da Câmara. A proposta foi aprovada em comissão especial no último dia 8 e, por tramitar em caráter conclusivo, seguiria diretamente para o Senado.

A deputada Erika Kokay (PT-DF) e o deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), no entanto, conseguiram as assinaturas necessárias para solicitar a análise do projeto em Plenário. Não há prazo para essa votação e quem define a data é o presidente da Câmara. Em caso de aprovação do recurso, o Plenário da Câmara terá de votar o estatuto. Já em caso de rejeição do recurso, o estatuto seguirá para o Senado.

O texto causa polêmica por definir família como o núcleo formado a partir da união entre um homem e uma mulher. Erika Kokay argumenta que o estatuto deixa de contemplar vários arranjos familiares presentes no Brasil, como a união entre pessoas do mesmo sexo, já reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Imagem redimensionada“Esse estatuto define uma lógica de família que exclui as demais e as joga no limbo do processo de discriminação. Com o recurso, é suspenso o poder conclusivo e, enquanto ele não for apreciado, o projeto não caminha para o Senado. Penso que a Câmara, na sua maioria, não vai concordar com um projeto que é obscurantista e inconstitucional, porque o Supremo já decidiu sobre isso”, afirmou a deputada.

Na apresentação dos recursos de Erika Kokay e Jean Willys, nesta segunda-feira, vários representantes de movimentos sociais, principalmente LGBTs, fizeram manifestação na Câmara, com palavras de ordem e cartazes em que classificam o Estatuto da Família de “discriminatório”, “homofóbico”, “machista”, “patriarcal” e “inconstitucional”.

O Estatuto da Família foi aprovado na comissão especial com o apoio maciço das bancadas religiosas, sobretudo a evangélica.

Expectativa de aprovação

O relator da matéria, deputado Diego Garcia (PHS-PR), afirmou que o recurso para apreciação em Plenário já era esperado e não deve reverter a tendência de aprovação do texto na Câmara. “Estamos muito bem seguros de que o texto apreciado no Plenário também será aprovado com grande maioria. É uma oportunidade de a sociedade brasileira saber o que cada parlamentar pensa a respeito de todos os ataques que a família vem sofrendo no dia a dia”, disse.

O estatuto também trata de direitos da família e das diretrizes das políticas públicas voltadas para valorização e apoio à “entidade familiar”. O projeto cria ainda os Conselhos da Família, que seriam órgãos permanentes e autônomos com poder para auxiliar na elaboração de políticas públicas, além de acompanhar e fiscalizar sua implementação.

Íntegra da proposta:

PL-6583/2013

Fonte: Agência Câmara Notícias

21/10/2015

Silas Malafaia ironiza reabertura de processo por homofobia.


pastor Silas Malafaia comentou a reabertura do processo por homofobia movido contra ele pelo Ministério Público por ocasião de seu discurso contra a ofensa de ativistas gays a símbolos católicos durante a Parada Gay de 2011 em São Paulo (SP).

Imagem redimensionadaO processo, que havia sido extinto pelo juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, agora foi reaberto pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região com pedido do MP para que o pastor se retrate durante o programa Vitória em Cristo, e que seja emitida uma liminar para que a TV Bandeirantes seja proibida de veicular novamente comentários considerados “homofóbicos”.

Malafaia comentou a decisão e afirmou novamente que está havendo uma distorção do que ele disse à época: “Todos nós sabemos que o movimento gay sobrevive da manipulação de notícias sempre tentando incriminar aqueles que se opõem às suas práticas. O presidente da ABGLT, Tony Reis, fez uma denúncia contra mim no Ministério Público Federal dizendo que eu estava incentivando a Igreja Católica a bater nos homossexuais. Na sua denúncia ele diz que falei o seguinte: “A Igreja tem que baixar o porrete nos homossexuais para esses caras aprenderem a ter vergonha”. Vou provar a mentira inescrupulosa que modificou o teor da minha fala”, escreveu, em seu site.

De acordo com o pastor, os ativistas gays “deturpam dizendo que eu incentivei a espancá-los para que criem vergonha”.

Malafaia acrescentou ainda que o procurador responsável pelo processo, Jefferson Aparecido Dias, demonstra não compreender a variedade de significados das expressões da Língua Portuguesa no vocabulário popular: “O juiz titular da 24ª Vara Federal, Dr. Victorio Giuvio Neto, mandou extinguir o processo pelo absurdo das acusações. O procurador recorreu e reabriu o caso na segunda instância. Estou desconfiado que o procurador não entende nada de expressão idiomática”, ironizou.

Fonte: Gospel +

22/04/2015

Pastor Silas Maláfaia deixa Pedro Bial nervoso, e detona programa da Globo


https://i2.wp.com/otvfoco.com.br/audiencia/wp-content/uploads/2015/04/NaMoral1-750x327.jpgO pastor Silas Malafaia criticou a gravação do programa “Na Moral” da qual participou no último sábado (18). O líder da Igreja Vitória em Cristo chegou a questionar a parcialidade de Pedro Bial, e os ânimos se alteraram.

Inicialmente, o pastor havia sido convidado para participar da atração que contaria somente com a presença de Jean Wyllys e Jô Soares. No entanto, no dia da gravação, o deputado federal não pôde comparecer . Mas o que causou indignação em Malafaia, foi a desproporcionalidade do debate. Ele ‘contra’ três: Jô Soares, Silvio de Abreu, e a desembargadora Maria Berenice Dias (ativista gay).

O clima esquentou durante a gravação, e segundo Malafaia, Pedro Bial ficou nervoso: “O pau cantou, o couro comeu, o couro comeu! O apresentador até alguma hora chegou a perder o equilíbrio, ficou muito nervoso porque eu questionei a parcialidade dele”, disse o pastor. “Não foi um debate democrático”, completou o líder da Igreja Vitória em Cristo.

Silas Malafaia ainda disse que Jô Soares foi o que mais lhe tratou bem. Já Silvio de Abreu e Maria Berenice “partiram na toda”.

O líder da Igreja Vitória em Cristo ainda disse estar preocupado com a edição que será feita com o programa que contou com duas horas de gravação. Malafaia finalizou dizendo que espera que a atração não venha a ser exibida de maneira tendenciosa, e que tem todo o programa gravado em áudio.

A edição do “Na Moral” com a participação do Pastor Silas Malafaia será exibida na madrugada desta quinta para sexta-feira (24), à 1h da manhã, logo após o festival “Luz, Câmera 50 anos”.

Confira o vídeo em que Malafaia fala sobre a gravação do “Na Moral”:

Fonte: TV Foco
veja neste endereço o Vídeo.
01/10/2013

Quem crê em Deus também pode ficar depressivo, diz Silas Malafaia


Quem crê em Deus também pode ficar depressivo, diz Silas MalafaiaO pastor Silas Malafaia escreveu em sua coluna “Pastor Silas Responde”, no site VERDADE GOSPEL, que um cristão pode sim ter depressão. A doença tem atingido cada vez mais pessoas nas últimas décadas e não faz distinção de idade, classe social, sexo ou religião.

“A depressão é um problema endógeno (bioquímico e emocional) que altera a forma como a pessoa enxerga a si própria e os outros, interpreta a realidade e manifesta suas emoções”, explica o pastor que é formado em psicologia.

Na explicação de Silas Malafaia a depressão é um problema bioquímico e emocional que pode ser causado por diversas situações. Os sintomas principais são o humor rebaixado, angústia, tristeza, sensação de vazio e a redução da capacidade de sentir satisfação.

“Assim, alguém em estado depressivo normalmente não tem vontade de fazer nada e pode ver-se dominado por desânimo, apatia, desesperança, sentimentos de perda e fracasso, falta de energia ou impaciência para realizar até as tarefas mais simples, como tomar banho, ver televisão ou comunicar-se com alguém”, diz.

Na visão do pastor uma pessoa que crê em Deus pode sim ficar deprimida e esse estado pode até mesmo prejudicar sua fé. “A pessoa deprimida fica triste e apática, e pode deixar de orar, de ler a Bíblia, de ir à igreja, e até ser levada a pensar que Deus a abandonou.”

Malafaia adverte para os religiosos que têm mania de espiritualizar tudo e, sem saber as causas da depressão, acabam dizendo que a doença é obra satânica. “Sendo o homem é uma unidade psicossomática, tem um corpo, uma alma e um espírito, que estão intrinsecamente interligados. Por isso, doenças emocionais e espirituais podem acarretar enfermidades físicas, e vice-versa.”

“Nem toda enfermidade mental ou emocional é causada por culpa ou por espíritos malignos. É preciso investigar cada caso, para averiguar a causa do problema e buscar o tratamento mais adequado”, ensina o pastor.

Como psicólogo, Silas Malafaia indica que as pessoas depressivas precisam procurar ajuda de médicos psiquiatras e também de terapeutas para poder se recuperar. “Quanto antes ela identificar o problema e buscar uma solução, mais rápido será a saída do túnel escuro da depressão.”

20/09/2013

Rachel Sheherazade defende Feliciano e condena beijo gay durante culto. Assista!


 

Rachel Sheherazade defende Feliciano e condena beijo gay durante culto. Assista!A apresentadora do SBT Brasil Rachel Sheherazade voltou a defender o pastor Marco Feliciano nesta quarta (18).

Em mais uma de suas análises sobre acontecimentos do momento, no quadro “Opinião”, ela falou sobre o protesto com beijo gay durante o Glorifica Litoral, no último domingo. O culto tinha como pregador o pastor Feliciano, que pediu a prisão das jovens.

“Isso aqui não é a casa da mãe joana, é a casa de Deus”, disse Feliciano. A polícia tirou as duas do meio da multidão de evangélicos que participava do evento. Joana Palhares e sua namorada, Yunka Mihura, não se conformaram. Alegam que foram agredidas pelos policias e anunciaram que pretendem processar o deputado.

O caso teve grande repercussão entre os evangélicos. O pastor Marco Feliciano desabafou no Twitter dizendo que só “fazem isso contra evangélicos porque somos pacatos, de paz…”. Silas Malafaia também criticou a atitude das ativistas e disse que as jovens mereciam ser presas.

A opinião de Shererazade foi muito comentada nas redes sociais na noite de hoje. Em outras ocasiões ela já deixou claro que não vê problemas em ser criticada por ter uma postura diferente da imprensa em geral. “Nem todo conservadorismo é ruim. É diferente de ser retrógrado.”

Em outras ocasiões, disse que os ateus “não sabem o que dizem” e chamou de “intolerantes” os defensores do Estado laico, mas também já denunciou falsos profetas que vendem prosperidade nas igrejas. A jornalista sempre defendeu a liberdade religiosa e de pensamento, como a própria Constituição Federal garante aos brasileiros.

Seu comentário no quadro de hoje foi:

“Há muita confusão ou desinformação quando se discute a liberdade de expressão. Como qualquer outra garantia constitucional, não é um direito ilimitado, nem, em nome dela, pode-se atropelar outros direitos como a liberdade religiosa e a proteção aos locais de culto e suas liturgias.

Liberdade de expressão não é salvo conduto para o desrespeito. Não garante o direito de afrontar, insultar, ofender…
Se nas ruas, o beijo entre duas mulheres (ou entre dois homens) já não ofende a moral pública, num culto religioso ainda é afronta, irreverência.

Há dois mil anos, Cristo não tolerou os vendilhões no templo, e os expulsou, ensinando que há hora e lugar para tudo. Inclusive para os protestos.

As meninas erraram o foro. Deveriam ter se manifestado na Câmara Federal, que é a casa dos deputados. O culto religioso é a casa de Deus”.

Assista:

 

19/12/2012

lições de vida e de liderança marcaram 4ª Eslavec


Foram quatro dias de estudo da Palavra de Deus e mais de 12 horas de mensagens que promoveram avivamento espiritual, capacitação e instrução para pastores, obreiros e jovens vocacionados. A cada ano a Eslavec se consolida como referência em treinamento de líderes evangélicos no Brasil. Mais de 4 mil pessoas de diversas denominações participaram do evento, que terminou na noite desta sexta-feira (14), em Águas de Lindoia (SP).

Os preletores ministraram lições de vida e de liderança na programação. Primeiro a pregar, o pastor Silmar Coelho baseou sua mensagem na experiência do povo israelita durante o exílio no Egito, registrado em Jeremias 29.4, para ensinar aos participantes a serem produtivos, independente da situação em que se encontrem.

“O segredo nessas situações é continuar vivendo, ir em frente porque a vitoria é de quem não desiste mesmo na adversidade”, disse o pastor sobre o tema ‘Nada dá errado quando Deus está no controle’.

Depois de ministrar sobre avivamento em duas ocasiões, o bispo T.D Jakes trouxe aos líderes e jovens presentes ensinos sobre liderança que podem ser aplicados nas igrejas, nas famílias e nos negócios. Ele falou sobre as características do líder e a influência que ele exerce sobre a vida de seus liderados, usando como exemplo dois grandes líderes da Bíblia: Moisés e Josué.

Noite impactante

O bispo norte-americano T. D. Jakes foi o preletor da noite de encerramento. Mas antes de T. D. Jakes iniciar a sua mensagem, o pastor Silas Malafaia agradeceu pela contribuição que o pregador deu à Igreja brasileira em sua primeira viagem ao país. “Ele veio ao Brasil para nos abençoar. Há centenas de lugares aonde ele poderia ir, mas o Espírito Santo o dirigiu para cá”, disse o pastor Silas a T. D. Jakes, que foi aplaudido de pé pela multidão.

Emocionado, o bispo declarou que estava sem palavras diante da receptividade e calor dos brasileiros. “Cresci em um lugar pequeno no Estado da Virgínia. Quando Deus me chamou para pregar não imaginava que me levaria a tantas partes do mundo. Volto para os Estados Unidos e todas as vezes que encontrar um brasileiro lembrarei do que aconteceu aqui”.

Uma das marcas desta 4ª Eslavec foi o derramamento de uma unção especial sobre a juventude. “O Senhor tem levantado profetas e sacerdotes da próxima geração. Este é o momento da virada, chegou o tempo de vocês, chegou a sua hora”, declarou o bispo contagiando toda a juventude, num momento de total rendição.

Brasileiros de 26 Estados, mais o Distrito Federal, participaram do evento. Outros vieram do Japão, Costa Rica, Argentina, Paraguai, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Suíça, Portugal e Nepal.

O pastor Yukio Yassaka, da Missão Shekinah, em Chiba, cidade a 30 minutos de Tóquio, no Japão, foi um dos selecionados para participar do evento com hospedagem e alimentação custeadas pela Avec. “É a primeira vez que participo da Eslavec. Saio daqui maravilhado. Nosso objetivo é aplicar o que aprendemos no campo missionário entre os japoneses e os brasileiros”, declarou o pastor.

Pela primeira vez no evento, Rosângela Rodrigues, do Ministério Família de Deus, em de Unaí (MG), elogiou a organização, a qualidade e o propósito do evento. “Todo pastor deveria participar juntamente com a sua liderança porque é um evento que investe no ensino da Palavra de Deus”.

Ocuparam o púlpito da Eslavec os pastores Silas Malafaia, Elizete Malafaia, Walmir Cohen, Silmar Coelho, Coty, Marco Antonio Peixoto e a missionária Edméia Williams. Paralelo ao evento na grande tenda montada na Praça Burle Max, a pastora Elizete Malafaia promoveu dois dias da Conferência de Mulheres Vitoriosas, reunindo cerca de 1.300 mulheres no Hotel Monte Real.

O evento teve ainda muita música gospel com os cantores Nani Azevedo, Eyshila, Jotta A, Rachel Malafaia, Raquel Mello, Danielle Cristina, Jozyanne, Dayan de Alencar, e Marquinhos Menezes e Lilian.

O pastor Silas Malafaia anunciou que a 5ª Eslavec deverá acontecer em Fortaleza, e já convidou o bispo T.D. Jakes para retornar ao país para a programação, que deverá ser em novembro de 2013.

Fonte: Verdade Gospel

06/12/2012

Contagem regressiva para a 4ª Escola de Líderes; participe!


A Associação Vitória em Cristo (Avec) trabalha a todo vapor na organização da 4ª Escola de Líderes. O evento, que será realizado na próxima semana, em Águas de Lindoia (SP), espera reunir cerca de 5 mil pessoas. “A Eslavec foi criada com o objetivo de ajudar, contextualizar e contribuir para um melhor desempenho da liderança evangélica brasileira”, declara o pastor Silas Malafaia a respeito dos propósitos de Deus em promover a escola de treinamento.

A edição 2013 da Eslavec terá como preletores os pastores Silas e Elizete Malafaia, Walmir Cohen, Coty, Marco Antônio Peixoto, Silmar Coelho, a missionária Edméia Willians, e o bispo norte-americano T. D. Jakes. Assim como em anos anteriores, a pastora Elizete Malafaia conduzirá uma programação especial para as mulheres.

A programação da Eslavec também prevê a participação dos cantores Danielle Cristina, Dayan Alencar, Eyshila, Jotta A, Jozyanne, Marquinhos Menezes e Lilian, Nani Azevedo, Rachel Malafaia e Raquel Mello na ministração dos louvores.

A Associação Vitória em Cristo selecionou três mil pessoas que ganharam o direito de participar do evento com hospedagem e pensão completa pagas pela Avec. São 650 casais de pastores, totalizando 1300 pessoas; 700 pastores ou pastoras, desacompanhados, e 1000 jovens com vocação ministerial entre 18 e 25 anos.

Evento atrai congressistas brasileiros e estrangeiros 

Em 2011, a Eslavec levou para Foz do Iguaçu, no Paraná, congressistas de diversos estados brasileiros como Bahia, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo, e até da Bélgica e dos Estados Unidos. A pastora da Igreja Missão Mundial Servos, na cidade baiana de Luís Eduardo Magalhães, Pâmela Cristina da Silva, de 20 anos, participou pela primeira vez. Ela elogiou o investimento da Avec no crescimento da Igreja de Cristo por meio da capacitação de líderes. “É um projeto muito ousado, e interessante, reunir, em um só lugar, pastores e obreiros de diversas denominações. Valeu a pena viajar quase 36 horas para estar aqui”, comentou a pastora.

Ainda existem vagas para quem deseja participar. Para se inscrever, entre em contato com a Central de Atendimento (21) 2187-7000 ou acesse o site da Avec e escolha o seu pacote de hospedagem, com todas as despesas já incluídas. Adquira também seu voo com a TAM VIAGENS pelo telefone 0300-210-1122 .

Confira a programação:

Abertura: 11/12 (terça-feira) às 19h;

Encerramento: 14/12 (sexta-feira) às 19h;

Retorno dos congressistas para suas cidades: 15/12 (sábado), logo após o café da manhã.

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