Posts tagged ‘Teologia’

20/05/2012

Silas Malafaia desafia blogueiros a provarem erros teológicos em sua pregação


O pastor Silas Malafaia usou a parte final de seu programa na TV Band de ontem (19) para fazer um desafio aos sites e blogs que costumam criticá-lo. Embora reconheça que existem muitos sites e blogs cristãos que apresentam noticias sérias, afirmou que alguns pertencem a “bandidos travestidos de evangélicos”.

O desafio é bastante simples, trata-se de uma mensagem gravada em um culto especial que realizou com a igreja que pastoreia, Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro. Ele reuniu as pessoas na Arena HSBC para pregar o sermão intitulado “Uma vida de prosperidade”.

Os vídeos do culto serão apresentados no programa que Malafaia conduz aos sábados ao meio-dia na Band.  Dividido em duas partes, eles irão ao ar nos dias dois e nove de junho. O pedido de Malafaia aos seus “caluniadores” é que assistam a mensagem e postem em seus sites os erros teológicos da mensagem.

Negando que defende a teologia da prosperidade como muitos dizem, o pastor acredita que os críticos terão de concordar que sua perspectiva de prosperidade “tem tudo a ver com a Bíblia”. No final, arrematou dizendo que se não encontrarem erros devem “ver se eu estou lá na esquina”.

Malafaia não citou nomes, nem fez menção dos endereços dos sites, apenas tratou de forma genérica o que ele considera uma perseguição ao seu ministério. Não é a primeira vez que ele se queixa publicamente do que é escrito sobre ele na internet. Por ocasião do lançamento do seu site de noticias, Verdade Gospel, ele usou argumentos semelhantes e disse que  “muitos portais evangélicos de notícias divulgam informações sem apurar por completo as informações, sem ouvir os dois lados dos fatos. Apenas republicam o que está repercutindo na internet. Claro que existem exceções. Senti, então, o desejo de criar um portal comprometido com a verdade e a ética cristã”.

Fonte:Gospel Prime

03/05/2011

Começa a 38ª Conferência da Sepal, confira mais informações


 Começa a 38ª Conferência da Sepal, confira mais informações

Começou hoje, 2, a 38º Conferência da Sepal, tida como a conferência teológica mais importante e séria do Brasil que reunirá até o dia 6 de maio mais de 2 mil pastores de América Latina, Estados Unidos e Europa para discutir sobre assuntos essenciais da vida e do ministério de líderes eclesiásticos.

O evento acontece em Águas de Lindoia (SP) devido ao calibre dos palestrantes está sendo considerada a edição mais importante dos últimos 20 anos. Entre eles estarão Richard Foster (autor de livros como “A Celebração da Disciplina” e presidente do movimento Renovare), Dr. Russell Shedd, Hernandes Dias Lopes, Ronaldo Lidório, Abe Huber e o Walter McAlister, Bispo Primaz da Igreja Cristã Nova Vida).

Bispo Walter McAlister foi convidado pela organização devido à repercussão que seu livro “O Fim de Uma Era” tem tido entre as mais sérias lideranças evangélicas do Brasil, o que já lhe rendeu convites para integrar a seleta comitiva brasileira que participou da Conferência de Lausanne, na África do Sul, e para integrar a diretoria da recém-criada Aliança Cristã Evangélica Brasileira (ACEB).

Algumas palestras serão transmitidas via internet pelo site do evento (www.sepal.org.br), mediante o pagamento de uma taxa e após a Conferência os DVDs de todas as ministrações estarão disponíveis para compra também no site da Sepal.

Fonte: Gospel Prime

07/04/2011

Conheça um pouco mais sobre a vida de John Wesley


John Wesley nasceu em 1703 e sua infância foi fortemente influenciada por sua mãe, uma mulher rígida e piedosa. Seu pai era um homem difícil de se agradar. Sua mãe acreditava que os desejos das crianças deviam ser subjugados e que eles deveriam ser disciplinados quando não se comportassem. John era o décimo quarto filho. Ele teria morrido em um incêndio em Epworth Rectory se não tivesse sido arrancado das chamas por um vizinho. Na época tinha sete anos e depois disso sua mãe o lembrou várias vezes que ele era “um tição colhido do fogo”. Mais tarde ele teve a certeza de que tinha sido poupado por um propósito, servir a Deus.

Samuel, o pai de John, era um erudito, que por muitos anos trabalhou em uma obra monumental sobre o livro de Jó. Um pregador severo, para não dizer implacável, uma vez exigiu que uma adúltera andasse nas ruas em sua vergonha. Ele também forçou o casamento de uma de suas filhas depois que ela tentou fugir com um homem que não era o escolhido de seu pai. Com seu pai e sua mãe, John Wesley desenvolveu excelentes hábitos de estudo e também se acostumou com o sofrimento físico.

John Wesley foi para Charterhouse School em 1714, para Christ Church College, em 1720, e em 1726 foi eleito membro na Lincoln College em Oxford. Depois de ser pastor auxiliar em Wroote, Lincolnshire, de 1727 a 1729, ele voltou à Oxford não apenas para continuar seus estudos, mas também para começar a viver uma vida mais devota e santa. Muitos outros jovens brilhantes tinham um curriculum como o de Wesley, mas poucos tinham a sua dedicação. Ele dominava pelo menos sete idiomas e desenvolveu uma visão verdadeiramente abrangente em todas as áreas da investigação. Quando ele voltou de Wroote para Oxford, ele assumiu a liderança de um grupo chamado Holy Club (Clube Santo), iniciado por seu irmão Charles. Lá era onde eles reforçavam a fé através do estudo das Escrituras e buscavam a santidade na vida de cada membro.

O Clube Santo fazia muito mais do que refletir e orar. Eles iam às prisões levar a palavra de salvação aos prisioneiros. Embora eles fossem ridicularizados por seus companheiros de Oxford, de seu grupo de uma classe social mais baixa saíram homens que se tornaram importantes para aquele tempo, particularmente os irmãos Wesley, além de George Whitefield. O modo de vida de John Wesley exigia jejuns periódicos, encontros regulares para estudo e auto-avaliação pessoal. Somente muito tempo depois foi que ele percebeu que seu grupo seguia mais a letra do que o espírito do cristianismo.

Em 1735 grandes mudanças atingiram John e Charles Wesley. O seu pai morreu e ambos foram para a colônia da Georgia, nos Estados Unidos, com a bênção e encorajamento de sua mãe. Lá foi uma prova para John, que entendeu que realmente não gostava muito dos índios e sua rigidez não era muito apreciada pelas pessoas da Georgia. Mas importante que isto, foi o contato de John na sua viagem com um pequeno grupo de morávios. Estes homens e mulheres destemidamente cantavam hinos durante terríveis tempestades no mar, ao mesmo tempo em que o próprio Charles se desesperava. Isso o fez querer conhecer mais sobre a fé que eles demonstravam ter. Em 1737 ele retornou à Inglaterra.

Devemos apreciar a humildade de John Wesley, pois ele podia ser crítico o bastante consigo mesmo para parar suas atividades religiosas naquele momento e pensar que era um ministro experiente demais para examinar sua falta de fé. Peter Boehler, um morávio, deu-lhe a chave – pregar a fé até que ele a tivesse, e então ele pregava a fé. John Wesley lutou com sua falta de fé até 24 de maio, uma quarta-feira, em 1738, no famoso encontro de Aldersgate, foi quando ele teve uma conversão, uma profunda e inconfundível experiência de fé. Seu “coração foi estranhamente aquecido”. Então seu verdadeiro trabalho começou.

Como tinha uma mente brilhante e aberta, John Wesley ainda conseguia retirar os melhores recursos das melhores mentes do seu tempo. William Law, por exemplo, foi seu professor, amigo e mentor por vários anos; mas Wesley achou que um ingrediente importante estava faltando no programa de Law para uma vida devota. Os discípulos de Platão conseguiram comunicar a Wesley uma estrutura intelectual que era mais espiritual do que material, mas os hábitos mentais de Wesley estavam moldados mais pelo modelo de análise de Newton do que pelo platonismo. Os morávios eram o mais perto de uma síntese de todos os elementos que ele desejava e pôde encontrar. Ele até mesmo visitou Herrnhut para saber como sua comunidade trabalhava. Mas algo estava faltando lá, como em todo lugar, e em 1740, ele e seus seguidores romperam com os morávios, mas não antes que ele tivesse aprendido a pregar sermões ao ar livre, o que veio a ser mais tarde uma parte essencial de seu ministério.

John Wesley tinha 37 anos de idade quando começou a viajar e pregar. Ele freqüentemente exagerava o número daqueles que vinham ouvi-lo. Muitas vezes, as mesmas pessoas que precisaram de sua ajuda eram as mesmas que mais o perseguiam. Ele pregava em púlpitos até que eles fossem fechados para ele, e ele então pregava nos campos abertos. Ele pregava três vezes por dia, começando às 5 da manhã, uma vez que os trabalhadores poderiam parar para ouvi-lo enquanto andavam para o trabalho.

Algumas vezes ele andava 60 milhas (mais de 90 quilômetros) por dia a cavalo. As condições do tempo não importavam; ele fazia seu programa e o cumpria, não importavam as dificuldades. Ele fugia de uma multidão zangada pulando num lago gelado, nadava para fora dele e continuava a pregar novamente. E tinha uma certa habilidade de trazer as pessoas hostis para o seu lado.

Em 1741 foi para Gales do Sul, para o norte da Inglaterra em 1742, Irlanda em 1747, e Escócia em 1751. No total, foi à Irlanda quarenta e duas vezes e à Escócia vinte e duas vezes. Ele retornou à algumas cidades várias vezes. Houve ocasiões em que ele retornava anos depois de sua última visita e registrava que a pequena sociedade que ele ajudara ainda estava intacta e fiel. Ele examinava cada membro de cada sociedade pessoalmente para buscar crescimento espiritual e de fé. As sociedades então formadas proviam a organização local para seu movimento.

O que Wesley pregava? Santidade, honestidade, salvação, boas relações familiares, vários outros temas, mas acima de tudo a fé em Cristo. Ele não pedia aos seus ouvintes para deixarem suas igrejas, mas para continuarem indo nelas. Ele lhes deu o refrigério espiritual que eles não achavam. Quando suas décadas de provação produziram décadas de triunfo, as multidões aumentaram. Ricos e pobres vinham para ouvi-lo falar. Ele desenvolveu redes de assistentes leigos. Suas exortações para viver perfeitamente em amor hoje parecem duras, mas considere os efeitos em suas congregações. Os xingamentos nas fábricas pararam, os homens e as mulheres começaram a se preocupar com vestimentas limpas e simples, extravagâncias como chá caro e vícios como o gim foram deixados por seus seguidores, vizinhos deram um ao outro ajuda mútua através das sociedades.

Wesley ensinou tanto pelo exemplo como pelos seus sermões. Ele publicou muitos de seus textos para serem usados em devocionais e direcionou o lucro para projetos, como um local de ajuda para os pobres. Sua vida pessoal estava além de reprovação. Ele traduziu hinos, interpretou as Escrituras, escreveu centenas de cartas, discipulou centenas de homens e mulheres e manteve em seus diários um registro da energia investida, que dificilmente tem um rival na história ocidental. Sua maneira de falar na linguagem do homem comum teve um impacto imensurável no surgimento do inglês moderno, assim como os hinos de Charles Wesley tiveram um grande impacto na música com suas muitas canções sem mencionar a poesia da subseqüente era Romântica.

Mas o impacto dos Wesleys nas classes mais baixas foi além de afetar seus hábitos de vida e modo de falar. John Wesley proveu uma estrutura religiosa que era local e pessoal, bem como fortemente moral. Sua teologia não tirava a liberdade e o direito de ninguém, pois qualquer um podia achar a graça de Deus para resistir ao diabo e ser salvo, se tão somente buscasse e recebesse. As sociedades que ele formou preservaram em seus estudos o foco na fé – uma fé que também levou a uma maneira de lidar com a realidade da vida das classes mais pobres. A religião não era só para os ricos, mas Wesley também não estava pregando uma revolta contra o anglicanismo.

O anglicanismo de John Wesley era muito forte, embora os púlpitos anglicanos tornassem-se totalmente fechados para ele. Só quando tinha oitenta e um anos ele permitiu uma pequena divisão entre seus seguidores e a igreja nacional. Tendo já enviado muitos homens à América, em 1784 ele ordenou mais pessoas para este esforço missionário e, porque “ordenação é separação”, efetivamente começou uma nova igreja. O conservadorismo dele era tanto político como religioso. Ele publicou uma carta aberta às colônias americanas, aconselhando-as a permanecerem leais à Grã-Bretanha, logo antes da Revolução Americana. Ele não tolerava nenhuma conversa sobre agitação civil na Inglaterra.

Muito se tem discutido acerca de que outras forças estavam trabalhando na Inglaterra além de Wesley e uns outros poucos pregadores. Por exemplo, a Revolução Industrial que estava vindo progrediu mais rápido na Inglaterra do que em qualquer outro lugar, dando aos homens novos tipos de trabalho; a justiça do Sistema de Paz e o sistema de governo com um Primeiro-Ministro eram únicos na sua forma e deram muito mais poder do que era possível em qualquer outro lugar à classe média local e os grandes problemas que poderiam de outra forma causar revolução, simplesmente não estavam presentes na Inglaterra depois de 1750. Ainda assim sem Wesley e seus seguidores como poderia o ateísmo, tal como existia entre os camponeses franceses, ser evitado e como poderia uma classe inferior oprimida e dominada pelos vícios, ter esperança?

John Wesley morreu em 2 de março de 1791, cerca de três anos depois que seu irmão Charles morreu. Até seus últimos anos, ele colocou a mesma frase de abertura em seu diário, como fazia a cada ano no seu aniversário, agradecendo a Deus por sua longa vida e sua contínua boa saúde, afirmando que sermões pregados de manhã logo cedo e muita atividade ao ar livre o mantiveram em forma para a obra de Deus. Desde o momento em que ele tornou-se livre de influências, exceto a de Deus, ele teve cinqüenta anos de serviço constante e fez um bem imensurável à Inglaterra através da perseverança, resistência e fé. Seu legado não se limitou ao seu século ou país, mas sobrevive até hoje na fé de milhões em várias igrejas ao redor do mundo.

A seguinte frase foi escrita em seu diário em 28 de junho de 1774:

Sendo hoje meu aniversário, o primeiro dia do septuagésimo segundo ano, eu estava pensando como posso ter a mesma força que tinha trinta anos atrás? Que a minha visão esteja consideravelmente melhor agora e meus nervos mais firmes do que eram antes? Que eu não tenha nenhuma enfermidade da velhice, e não tenha mais aquelas que tive na juventude? A grande causa é, o bom prazer de Deus, que faz o que lhe agrada. Os meios principais são: meu constante levantar às quatro da madrugada, por cerca de cinqüenta anos; o fato de geralmente pregar às cinco da manhã, um dos exercícios mais saudáveis do mundo; o fato de que nunca viajo menos, por mar ou terra, do que 4500 milhas (mais de 6.750 km) por ano.

Fonte: Cristianismo Hoje

16/03/2011

Conselho Nacional de Educação nega recurso e mantém descredenciamento de faculdade de Teologia


Decisão da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, publicada nesta terça-feira, 15, no Diário Oficial da União, rejeitou o recurso contra o descredenciamento da Faculdade de Teologia de Boa Vista (FATEBOV, de Roraima) no Ministério da Educação (MEC). Ao comentar o fato, o diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, Lourenço Stelio Rega, explicou que a faculdade “ficou conhecida por oferecer integralização de crédito em “parcerias” com diversos seminários, inclusive com a FATEBOM (da zona sul de São Paulo). A decisão, que ainda precisa da homologação do Ministro, reflete a forma como o MEC vem tratando o assunto de acordo com a legislação educacional vigente”.
Segundo Lourenço, nessas “parcerias”, os alunos da integralização de crédito são tidos como frequentantes das aulas na própria sede de quem oferece a integralização. “Os dados pessoais do aluno são como que “maquiados” no seu prontuário para indicar isso. Diversos seminários, inclusive alguns batistas estão praticando essa forma”, denuncia o diretor, para, em seguida, afirmar que há exceções: “a nossa Faculdade, como outras faculdades já reconhecidas, têm sido solicitadas a oferecer esse tipo de parceria para diversos seminários ainda não credenciados e temos rejeitado isso, por entendermos que não estaremos cumprindo a legislação e que não teríamos condições éticas de sustentar uma prática dessa forma”.
A Faculdade de Teologia de Boa Vista é uma instituição particular, fundada pelo Conselho de Ministros do Evangelho das Igrejas Evangélicas das Assembleias de Deus em 2001.

Baixe a íntegra da decisão do Conselho Nacional de Educação sobre o descredenciamento da FATEBOV.

Fonte: Notícias Cristãs /  SOMA

11/03/2011

Pesquisa americana revela o que líderes evangélicos pensam sobre o final dos tempos


A Associação Nacional dos Evangélicos (NAE sigla em inglês) realizou uma pesquisa com seu conselho de diretores, que incluí os Diretores Executivos das denominações e representantes de um vasto leque de organizações evangélicas sobre suas crenças escatológicas.

Sobre essa teologia do fim dos tempos, 65% dos líderes evangélicos se identificam com o pré-milenismo que acredita que Jesus Cristo irá retornar à Terra e então reinar com seus seguidores por 1.000 anos.

Outros 13% dos entrevistados são amilenistas, isso é, que acreditam que o reino milenar não literal de Cristo está acontecendo agora enquanto Cristo reina à direita do Pai.

Já 4% acredita que a segunda vinda de Cristo que irá ocorrer depois do período de 1.000 anos durante o qual as nações irão progressivamente estar convertidas ao Cristianismo, teologia que é chamada de pós-milenista. E 16% entretanto, identifica-se com a teologia final “outros” tempos.

Porém os pré-milenistas discordam quanto ao período do arrebatamento, se os Cristãos irão subir e unir-se a Jesus durante ou depois do período de tribulação – que vem antes do retorno de Cristo.

Dadas as várias visões sobre o fim dos tempos, a Open Bible Churches, uma associação de Igrejas Evangélicas Pentecostais Carismáticas, alterou sua Declaração de Fé para dar aos ministérios e constituintes uma liberdade maior nos ensinamentos escatológicos.

A declaração de fé da Open Bible Chuches sobre a segunda vinda de Cristo afirma simplesmente: “Nós acreditamos que a segunda vinda de Cristo será pessoal, visível e triunfante”.

Fonte: Gospel Prime / The Christian Post

10/02/2011

Faecad terá pós-graduação em Ciências da Religião


Faecad terá pós-graduação em Ciências da Religião A Faculdade Evangélica de Tecnologia, Ciências e Biotecnologia da CGADB (Faecad) lança em abril o programa de pós-graduação em Ciências da Religião, área do conhecimento que investiga de forma sistemática, baseada em estrutura multidisciplinar, os aspectos do fenômeno religioso através de ciências, como Filosofia, Antropologia, História, Psicologia e Teologia. O curso terá duração de 18 meses (360h.).

O objetivo do curso superior de aperfeiçoamento é atender profissionais da educação, da teologia (com diploma reconhecido pelo MEC) e demais graduados de quaisquer áreas ou graduandos que cursem o último ano de formação (ou o último semestre do curso de integralização em Teologia), em regime especial. Após a conclusão, os alunos recebem o Título de Especialista em Ciências da Religião.

A coordenadora do lato sensu em Ciências da Religião é a professora Lília Dias Marianno, Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo e Mestre em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. O conteúdo programático será lecionado pelos professores doutores em Teologia – Antonio Carlos Ribeiro, Nelson Célio e Levy da Costa Bastos; pelos professores mestres em Ciências da Religião – Lília Dias Mariano, Fábio Py Almeida e Cléber Diniz Torres. Todos os professores do programa são pesquisadores do campo das Ciências da Religião com títulos de Mestre ou Doutor reconhecidos pelo MEC.

As disciplinas abordadas no curso serão Epistemologia e Metodologia da Pesquisa Científica, Introdução às Ciências da Religião, Fenomenologia da Religião, História das Religiões, Filosofia da Religião, Sociologia da Religião, Antropologia da Religião, Psicologia da Religião, Geografia das Religiões, Prática em Pesquisa de Campo, Mito, Rito e Símbolo no Texto Sagrado, Coexistência Religiosa, Fundamentos/Habilitação Ensino Religioso (eletiva), Orientação de Monografia e TCC.

Serviço:
Valores, dias e horários: A taxa de inscrição promocional é de 50,00 e a mensalidade 300,00. As aulas serão ministradas às segundas-feiras e quartas-feiras das 18h30 às 22h.

A FAECAD está localizada na Avenida Vicente de Carvalho, 1083, Vila da Penha – Rio de Janeiro – RJ. Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (21)3015-1000, ou pelo e-mail secretaria@faecad.com.br



Fonte: Faecad / CPADNews

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