Posts tagged ‘Testemunho de Fé’

23/09/2013

Rock in Rio termina com grito de “o mal permanece para sempre”


rock rioPastor dá seu testemunho a fãs de heavy metal

O grupo inglês de heavy metal Iron Maiden encerrou o festival Rock in Rio, que teve público total de 600 mil pessoas. Às 0h10 desta segundo, iniciou sua apresentação, que segundo o jornal Estado de São Paulo “parecia anunciar mesmo o Apocalipse”.

Na introdução surgiram imagens nos telões mostrando destruição de forças da natureza. Logo depois, apareceu Jesus Cristo em um crucifixo prestes a incendiar. O vocalista, Bruce Dickinson, instigava o público a cantar junto músicas conhecidas como “The number the beast”, cujo letra anuncia “Ai de vós, ó terra e mar/ Pois o demônio envia a besta com ódio/ Porque ele sabe que o tempo é curto/O ritual começou, o trabalho do satanás está feito/ 666, o número da besta/ Está havendo sacrifício esta noite”.

Durante mais de uma hora, a banda tocou acompanhada pelo seu famoso “mascote” Eddie, um morto-vivo que aparecia soltando fogo pelo crânio nos telões atrás do palco. Perto das duas da manhã, encerrou-se o Rock in Rio 2013 com o Iron Maiden anunciando na última música “O mal permanece para sempre/ O mal que os homens fazem permanece para sempre!/ Círculo de fogo, meu batismo de alegria parece terminar/ A sétima ovelha morta, o livro da vida está aberto diante de mim”.

Mas esse não foi o único momento de trevas no espetáculo. No final da noite de domingo, quem estava no palco era a banda Slayer. Segundo o site Globo.com “O inferno não é mais o mesmo, mas continua cozinhando como sempre. Sem o ídolos Jeff Hanneman (morto este ano), o Slayer aterrorizou os fãs no último dia de Rock in Rio neste domingo com o peso e a velocidade que se esperava”.

Entre as músicas mais conhecidas, estava “Disciple”, onde o vocalista grita “God hates us all” (Deus odeia a nós todos). O final da apresentação que teve o símbolo satanista do pentagrama no telão de fundo quase o tempo todo, foi com “Angel of Death”, que diz “Podre anjo da morte/ Voando livremente/ Monarca do reino dos mortos/ Infame sanguinário/ Anjo da morte”

Na quinta, 19, o Rock in Rio já havia mostrado uma noite de heavy metal, que teve invocação satânica e cruzes invertidas, durante uma “missa negra” do grupo Ghost BC.

Entre os presentes no Rock in Rio esses dias estava um pastor que pode contestar quem acredita que trata-se de algo inocente, apenas diversão musical. Ele sabe das implicações de se dedicar a esse tipo de invocação e o preço que elas trazem, pois quase teve sua vida destruída por elas.

Marcos Motolo, já foi considerado o maior fã do Iron Maiden no mundo, com 172 tatuagens. Ele estava no Rock in Rio para dar testemunho de sua transformação de rockeiro ateu em missionário. Ele traz em seu corpo inclusive o 666, em homenagem a canção “The number the beast”. Mas usa isso para pregar “Eu não acredito que nada que eu tenha venha me prejudicar de alguma forma. A Bíblia fala que nenhuma condenação existe quando a pessoa encontra Cristo. Por isso que você vê muito ex-matador, ex-traficante ou ex-roqueiro que vira pastor”. Conta ainda que 8 tatuagens já desapareceram sem cirurgia. Ele crê que as outras também sumirão. Em um de seus vídeos ele explica “Eu abro a Bíblia e Deus me revela o que aconteceu na vida de qualquer pessoa ali dentro… Desde minha conversão, o Senhor disse que ele ia me levar para os quatro cantos da Terra e, onde eu colocasse meus pés, as pessoas seriam transformadas pelo poder de Deus”.

Ele se converteu em 2005. Conheça seu testemunho

25/05/2013

Esposo de Eyshila conta como superou o vício de drogas



Esposo de Eyshila conta como superou o vício de drogasEsposo de Eyshila conta como superou o vício de drogas

O pastor Odilon Santos esteve participando do programa “Verdade Gospel” contando seu testemunho. Ele que é esposo da cantora Eyshila falou sobre o vício das drogas e como conseguiu vencê-lo.

Filho do pastor José Santos, já falecido, Odilon cresceu na igreja, mas se sentiu atraído pelo mundo e conheceu as drogas. Foram anos de dependência química até que ele buscou ajuda em Deus para superar e vencer o vício.

Ele já estava casado com Eyshila quando se afundou ainda mais nas drogas, chegando a pedir para que a cantora voltasse a morar com seus pais. Acreditando na promessa de Deus para sua vida, Eyshila não aceitou abandonar seu esposo.

“Eu não consigo me imaginar sem a minha esposa porque o que ela passou e o que ela guerreou para nós chegarmos até aqui hoje, eu não sei se outra pessoa iria aguentar”, disse o pastor Odilon emocionado ao lembrar do caso.

Hoje, Odilon está à frente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo no Largo do Bicão, que fica na Vila da Penha, no Rio de Janeiro. Sua história foi contada no clipe da música “Profetiza” que faz parte do novo CD da Eyshila, Jesus o Brasil te adora, lançado em 2012 pela Central Gospel Music.

Assista a entrevista:

13/12/2012

Evangélica Iris Abravanel mulher de Silvio Santos fala sobre novelas,o marido e religião


Iris Abravanel hoje evangélica, sempre testemunha da sua conversão pelo evangélico copeiro José, como fez na entrevista concedida a IstoÉ esta semana, ela comenta do seu trabalho como escritora, da novela carrossel elogiada por muitos, do seu marido, religião e o porque  começou a escrever quase aos 60 anos. Autora do sucesso “Carrossel” novela do SBT, Iris Abravanel relata durante a entrevista que após pedir confirmação da existência de Deus, em seguida o copeiro José veio até ela e revelou uma vontade de Deus em seu coração de dizer que Jesus a amava muito, foi então a confirmação e a sua conversão. Após se converter disse ter tido a primeira lição de Deus em sua vida, foi quando o copeiro quis lhe presentear com uma Bíblia dizendo  “Dona Íris, a senhora tem tudo. Esse é o melhor presente que eu posso lhe dar e a senhora não quer aceitar?!” Foi a primeira lição que tive. Como somos soberbos.

Istoé – Onde a sra. busca inspiração para escrever?

Íris Abravanel– Impossível escrever uma história e não colocar um pouco do que você viveu, de livros que leu, de filmes a que assistiu. Uma vez cortei um pouco o cabelo das meninas (filhas) achando que isso fortaleceria o cabelo delas. As quatro chegaram à escola com cabelos tipo tigelinha. Aí, voltaram para casa p. da vida. Revivi um pouco disso em “Carrossel”. Nessa novela, insisti em cenas que mostram as crianças mais distantes de computadores, games, e mais dispostas a criar brincadeiras.

Istoé – Coisas que a sra. fazia com as suas filhas?

Íris Abravanel – Sim. Então, você vê chapéu sendo feito com jornal e coisas do tipo, para despertar a criatividade delas. Mexer com fantasia da criança é sempre saudável. Quando somos pequenos, criamos um amigo imaginário e isso é positivo porque, assim, resolvemos conflitos, diferenciamos o bem e o mal. A gente está conseguindo passar coisas edificantes para a criançada. Fui professora durante cinco anos. Sempre gostei de trabalhar com criança. Por mim, eu teria dez filhos.

Istoé – Por que a sra. resolveu iniciar uma nova carreira perto dos 60 anos?

Íris Abravanel – Eu vinha percebendo a dificuldade do Silvio em contratar autores de novelas. Os melhores estavam na Globo ou na Record. E o contrato do SBT com a Televisa (emissora mexicana parceira do SBT) havia terminado. Aí, em um jantar, ele lamentava a dificuldade que vinha enfrentando. E eu disse: “E se eu escrever?” Na hora, eu pensava em resolver um problema dele. E acabei ganhando um problemão! Sofri preconceito no início. Muita gente dizia: “Ela vai ficar dois meses nessa e não vai aguentar, vai para o shopping”. Mas, como diz o Chaves (personagem de uma série televisiva mexicana), “não contavam com a minha astúcia”!

Istoé – Qual foi a reação do Silvio Santos?

Íris Abravanel – Quando perguntei ao Silvio o que achava de eu escrever novelas, ele me disse para ir em frente, mas para não retroceder depois. O nome da primeira novela, “Revelação”, foi o Silvio quem deu. Porque (eu fazer novela) seria uma revelação (risos). No começo, eu não era contratada pelo SBT. Trabalhei seis meses sem receber nada, até provar que eu seria capaz. Eu tinha um computador que não era de última, mas da primeira geração (risos). Eu fui montando a minha equipe com pessoas que conhecia. Éramos um exército de pernetas! Uma das colaboradoras, por exemplo, de professora de matemática passou a fazer cenas. Nós almoçávamos na minha casa. Foram seis meses de deserto, sem nenhum recurso. Hoje, sou funcionária do SBT. Tenho registro em carteira. Fazia pelo menos 30 anos que não tinha registro. Tive apenas um aumento, muito reivindicado, em cinco anos no SBT. Agora, com “Carrossel”, estou pensando em negociar de novo. Eu nunca tinha ido, por exemplo, sozinha ao SBT.

Istoé – E como foi a experiência?

Íris Abravanel – Cheguei na portaria um dia para uma reunião. Disse que eu me chamava Íris e tinha uma reunião marcada. Aí, me disseram: “Pois não, pode encostar ali do lado e aguardar.” E foi o que eu fiz. Fiquei ali aguardando até que a pessoa com quem eu ia falar avisou na portaria: “Vocês sabem quem é que está aí esperando?” Não sei bem o que aconteceu, ao certo, mas as portas se abriram e eu entrei (risos). E aí começou o respeito por mim, desde a portaria. Nunca falei “você sabe com quem está falando?” para alguém. Cada um no seu lugar, né? Logo depois, a minha equipe toda passou a ter crachá para entrar no SBT. Aí, não queriam dar um para mim, disseram que eu não precisaria. Eu chiei: “Como não preciso? Já fui barrada (risos)!” Aí, fui lá tirar foto e exigi crachá.

Istoé – Como foi iniciar uma carreira na empresa do marido?

Íris Abravanel – À medida que você vai se relacionando, as pessoas vão esquecendo quem está por trás de você e passam a enxergar o lado profissional. Algumas pessoas, quando veem que há coisas a serem modificadas no meu trabalho, ainda têm dificuldade de dizer isso para mim. Mas com o tempo a gente (ela e Silvio) vira doce de festa e as pessoas se acostumam com a nossa figura.

Istoé – Ainda consegue administrar a casa como fazia antes?

Íris Abravanel – Todos os nossos funcionários estão com a gente há mais de dez anos. Então, cada um já sabe o que fazer e eu não preciso ficar em cima. A coisa só muda quando a gente viaja. Aí, eu e o Silvio arregaçamos a manga. Eu faço a comida e o Silvio limpa a cozinha. Ele limpa a cozinha melhor do que eu. Limpa o fogão direitinho… Ele gosta de fritar bife. Tem o ponto da carne lá que ele gosta. E ele ama o Walmart, porque nesse supermercado tem de tudo.

Istoé – Gostou quando Silvio assumiu os cabelos grisalhos na tevê?

Íris Abravanel – Eu estou acostumada, porque, quando a gente viaja, ele está assim. Mas achei o máximo ele se mostrar do jeito que é de verdade. Sabe por que gosto do grisalho? Porque o tom de pele dele fica mais suave, bonito. Mas tenho a impressão de que ele voltou a pintar o cabelo por causa da opinião das pessoas também.

Istoé – O que aprendeu com o episódio do sequestro da sua filha Patrícia?

Íris Abravanel – Doía muito (quando a filha estava em poder do sequestrador, em 2001). É como se tivesse arrancado um pedaço de mim sem anestesia. Com o sequestro, aprendi a demonstrar mais amor, carinho, pelas pessoas enquanto elas estão ao nosso lado. Disseram que a Patrícia estava com síndrome de Estocolmo (quando a vítima passa a ter simpatia e até sentimento de amor ou amizade pelo seu agressor). Ela não teve síndrome nenhuma. Ela, naquele momento, enxergou a diferença da vida de dois jovens, a dela e a dele (sequestrador). Esse episódio não mudou nada em nossas vidas. Continuamos vivendo sem seguranças por perto, nada. Nossa maior segurança é Deus mesmo.

Istoé – A sra. é evangélica. Como se deu a sua conversão?

Íris Abravanel – Foi dentro da minha casa. Eu não sabia, mas todos os meus funcionários eram evangélicos. Fui convertida pelo copeiro de casa, o José. Ele se alfabetizou pela Bíblia e espalhava versículos pela casa. Eu olhava aquilo e achava legal, mas para o José. Em 8 de outubro de 1998, decepcionada com todas as outras religiões que havia experimentado, pedi para Deus que, se ele existisse, desse uma prova de sua existência. Estava em casa e pedi um café. O José me trouxe e logo foi dizendo: “Olha, dona Íris, ainda bem que a senhora me chamou. Eu estava lá no seu jardim e o meu Deus mandou eu te dizer que a senhora é muito amada por Jesus”. Comecei a chorar. Aí, ele me disse que todos os funcionários se reuniam para orar por mim e pela minha família. No dia seguinte, fui atrás de uma “Bíblia” para saber quem é Jesus. O José quis me dar a dele. E eu não quis. Aí, ele me disse: “Dona Íris, a senhora tem tudo. Esse é o melhor presente que eu posso lhe dar e a senhora não quer aceitar?!” Foi a primeira lição que tive. Como somos soberbos.

Istoé – Frequenta alguma denominação evangélica específica? A sra. tentou se converter ao judaísmo?

Íris Abravanel – Não sigo uma igreja específica. Nunca imaginava que um dia eu seria crente na vida. Mas, desde a conversão, eu me enfiava em qualquer garagem onde se falava de Jesus. Queria aprender. A primeira igreja em que estive foi a Assembleia de Deus. A segunda, a Congregação. Lembro que fui de saia e “Bíblia” na mão (risos). Mas não tentei me converter ao judaísmo. Eu nunca seria judia. As meninas (filhas) aprenderam hebraico e fizeram Bat Mitzvá, acho bacana. O Silvio é judeu, vai à sinagoga, mas ele está quase vendo que o Messias…quando a gente ora, o Silvio se sente muito bem. Às vezes, ele pede para a Patrícia orar.

Istoé – Como conheceu o Silvio?

Íris Abravanel – Eu o conheci em uma praia, no Guarujá (SP). Eu ainda dava aula e estava noiva. Tinha de 18 para 19 anos e ele o dobro da minha idade. Foi uma tragédia, porque, quando o meu pai soube, ficou doente. A gente começou uma amizade e demorou para a gente ficar junto. Eu me casei, antes, e o Silvio foi padrinho. Me separei depois de cinco anos. A família era contra eu me relacionar com homem de televisão.

Istoé – Quem de vocês dois foi mais tolerante em relação às idiossincrasias do companheiro?

Íris Abravanel – Eu era uma pessoa bem difícil, geniosa, meu ponto de vista tinha de prevalecer sempre, era teimosa. Hoje não. Como o Silvio, que também mudou, e hoje administra melhor o ciúme que ele sentia, por exemplo.

Istoé – A separação que vocês tiveram nos anos 1990 tinha a ver com o ciúme também?

Íris Abravanel -Sim. Eu me sentia sufocada. Ele era muito ciumento, de controlar passo a passo. Depois desse episódio, ele aprendeu a administrar melhor. Foi uma briga de foice, de gigantes, eu com estilingue e ele com um exército (advogados foram contratados por ambas as partes). Depois que reatamos (permaneceram separados por cerca de seis meses), eu disse a ele: “Agora, não me separo nunca mais. Você vai ter de me aguentar para o resto da sua vida”.

Fonte: Inforgospel

28/11/2012

Sara Sheeva pastora evangélica sugere texto do seu blog sobre o cristão e a música do mundo


A pastora Sara Sheeva em post no seu blog disse: “Eu JAMAIS voltarei a cantar músicas que não sejam de adoração a Deus.”, pela divulgação que uma pessoa que ela ama iria cantar músicas seculares. No seu Twitter, após a divulgação que a mesma pessoa anunciou que vai fazer uma turnê com o mesmo repertório, a pastora sugeriu a leitura do post. – Confira o texto e comente… Sara Sheeva por bom período de  sua via fez parte do grupo denominado “SNZ”, o qual fez muito sucesso cantando musicas que hoje são consideradas pela pastora e no meio evangélico como músicas seculares (não cristãs). O grupo “SNZ” se desfez e a então cantora Sara se converteu ao Senhor Jesus, se tornou pastora e tem trabalhado para edificação do Reino de Deus.

No artigo que ela pede para que seus seguidores no Twitter leia é enfática em afirmar que “ “Eu JAMAIS voltarei a cantar músicas que não sejam de adoração a Deus.” É uma decisão, não apenas profissional, mas espiritual e ministerial diz a pastora.

O que tem tocado aí dentro deste templo?

Alguns assuntos são muito delicados para se comentar, principalmente quando envolvem pessoas que amamos.
Aproveitando algumas notícias da mídia, e já respondendo as perguntas que estão me enviando a respeito, existe algo que vocês podem ter certeza sobre mim:

Eu JAMAIS voltarei a cantar músicas que não sejam de adoração a Deus.
É uma decisão, não apenas profissional, mas espiritual e ministerial.

Acredito no seguinte: podemos ter “amigos” no mundo, podemos andar no mundo, fazer a diferença, sermos a luz do mundo, etc… mas o mundo não pode andar DENTRO de nós.
Ou seja: Não podemos amar as coisas do mundo, os prazeres do mundo. Precisamos amar as PESSOAS do mundo.
Amar, nesse caso, significa sermos usados como instrumento de salvação para os perdidos.

Acredito que a música é algo ESPIRITUAL, é energia pura, algo sobrenatural. Acredito (e também tenho respaldo bíblico) que a música tem o poder de entrar dentro de nós e ministrar a nossa alma e o nosso espírito humano.
(Lembra de como Davi expulsou o espírito imundo de Saul ao ministrar louvor? 1 Samuel 16.23)

Nós somos o TEMPLO do Espírito Santo.
Então pergunte a você mesmo:
O que tem TOCADO aí dentro deste templo?
Dentro de mim só tocam os louvores de adoração ao nosso Deus! Nenhuma música profana ou de simples entretenimento toca dentro de mim.
Porque?
Porque EU SEI que DEUS NÃO CRIOU A MÚSICA PARA DAR PRAZER AO SER HUMANO (essa frase é do Pr.Cirilo), mas Deus criou a música para a adoração a Ele.

Acreditar nisso seria isso um tipo de “religiosidade”?
Não. Como eu sei que não?
Por causa da experiência prática da mudança nas minhas vontades.
Houveram muitos anos (após a minha conversão) que eu continuava com a prática de ouvir e cantar músicas que não eram de adoração a Deus, e enquanto eu não abandonei essa prática, muitas vontades malignas não me abandonavam, e muitas áreas da minha vida continuavam aprisionadas.
Posso testemunhar, e sei que muitos outros Cristãos podem testemunhar que, após deixarem a prática de ouvir músicas profanas, houve mudança em suas vontades, e em muitas áreas de suas vidas.

Precisamos ser um tipo de crente que, se Deus mandar deixarmos algo, deixamos NA HORA!

Precisamos ser um tipo de crente que “põe a mão no arado e não olha mais para trás…”

Porque quem põe a mão no arado e olha para trás (sente saudades do mundo) não é digno de Jesus.

Não foi fácil para mim, não foi fácil deixar certas músicas… Mas eu amo Jesus MAIS.
Eu amo Jesus MAIS do que qualquer prazer deste mundo.

Eu nasci na música do mundo. O preço de renúncia que eu paguei para poder servir ao Senhor foi alto. Por Jesus eu abandonei toda uma carreira. Eu não teria abandonado se Ele não tivesse pedido, e se deixar de obedecer não fosse algo que realmente pudesse comprometer minha caminhada em direção a eternidade.
Mesmo assim, sei que o preço que paguei não se compara com o preço que Ele pagou pela minha vida.
Por isso eu deixei tudo por Ele.
E deixaria de novo.

Lucas 9:62

“E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus.”

Traduzindo:

“Ninguém que começa a fazer a obra de Deus e fica com saudades do mundo, está capacitado para receber o reino de Deus.”

Por isso, quando alguém questiona (ou duvida que valha a pena) o nosso esforço em renunciar as coisas do mundo para seguir a Jesus, eu digo:

“Me mostre as tuas convicções, a tua teologia (ou até o teu ateísmo), que eu te mostro a mudança nas minhas vontades.”

Ser livre não é fazer o que quer, ser livre é conseguir querer o que Deus quer.
Ser livre é obedecer a Deus, e não ao diabo.

Paz, Pra.Sarah Sheeva – publicado em 28.10.12

Fonte: Inforgospel

05/11/2012

“Ex-gays” mostram que é possível mudar a homossexualidade


“Ex-gays” mostram que é possível mudar a homossexualidadeEm vários estados americanos é possível encontrar grupos de apoio para ex-gays. Os encontros secretos, frequentado quase exclusivamente por homens, servem para que eles troquem suas experiências na tentativa de serem aceitos pela sociedade.

Enquanto muitos religiosos defendem que é possível reverter a homossexualidade, médicos e cientistas atestam que não há nenhum método científico que comprovem que é possível um homossexual deixar a prática.

Na Califórnia o governador Jerry Brown proibiu por lei as chamadas “terapias de conversão sexual” indicadas por alguns psicólogos ou religiosos. Ao assinar o decreto Brown afirmou que “esta lei proíbe ‘terapias’ não científicas que levam os jovens à depressão e ao suicídio”.

Enquanto esses dois grupos discutem se é ou não possível se tornar um ex-gay, quem já decidiu trocar de sexualidade tenta agora encontrar uma nova forma de vida, muitos sonham em se casar e criar uma família com esposa e filhos, outros, porém preferem o celibato.

É nessas reuniões que eles encontram apoio para discutir dilemas comuns entre eles, os temas mais abordados são como evitar tentações para não voltar a ter relações com pessoas do mesmo sexo e como encontrar uma maneira de revelar o passado para suas novas parceiras.

Blake Smith, 58 anos, é um dos americanos que se classificam como ex-gay, antes de se assumir ele ficou casado por 17 anos com uma mulher, mas se separou por não resistir aos desejos de ter relações com outros homens.

Smith só conseguiu reverter esta situação depois de avaliar sua infância através de terapias feitas em grupos com nomes como “as pessoas podem mudar” e “jornada para a masculinidade”.

Hoje Blake está casado novamente com uma mulher e testemunha que conseguiu deixar de sentir atração física por pessoas do mesmo sexo. “Depois dos 50 anos, pela primeira vez consigo olhar para uma mulher e achá-la realmente gostosa.”

Outro ex-gay que aceitou falar ao The New York Times foi Cameron Michael Swain, 20 anos, filho de um pastor da Igreja dos Amigos Evangélicos do Sudoeste. O jovem que mora no condado de Orange, na Califórnia, conta que se esforçou para vencer os desejos homossexuais.

Ele até tentou a vida gay, “mas não me acomodei a ela”, diz Swain que resolveu encontrar uma alternativa. “Tem de haver um meio de curar esse mal”, disse ele quando passou a frequentar reuniões de grupos de apoio.

“Estou criando confiança no convívio com homens”, disse, “e isso aumenta minha confiança quando estou em companhia de mulheres”, testemunha o jovem que sempre sonhou em estar noivo ou casado com uma mulher.

Fonte: Folha de SP.

09/10/2012

Jogador Tinga conta seu testemunho na Igreja Batista da Lagoinha


Jogador Tinga conta seu testemunho na Igreja Batista da LagoinhaNesta segunda-feira (8) a Igreja Batista da Lagoinha recebeu o jogador Tinga, do Cruzeiro, que esteve ministrando para os presentes no culto “Enchendo a Bola”.

O armador esteve falando sobre sua conversando e sobre o que Deus tem feito em sua vida. O culto é voltado para jovens atletas, amadores ou profissionais que fazem parte do ministério Rede de Esportes da IBL.

Tinga iniciou sua carreira em 1997 e já participou de diversos times brasileiros e também no exterior. Em seu currículo consta o bicampeonato da Libertadores da América pelo Internacional (2006 e 2010), por este mesmo time ele participou de 160 partidas, marcando 20 gols.

O atleta também comemora quatro partidas com a camisa da seleção brasileira. Ainda no auge da carreira, Tinga passou a fazer parte do time do Cruzeiro, estando como armador da equipe desde maio deste ano.

Além do jogador, o culto também teve a participação especial da banda PraGod de Sabará. O culto “Enchendo a Bola” é liderado pelo pastor Roger Martins.

Fonte: Gospel Prime

25/08/2012

Condenado por liderar grupo de extermínio vira pastor e recebe liberdade


Open in new windowNa última quarta feira a Justiça de Taubaté concedeu a liberdade a Florisvaldo de Oliveira, 53, o cabo Bruno, condenado a 117 anos, quatro meses e três dias por ter comandado um grupo de extermínio na zona sul de São Paulo.

Oliveira foi preso em 1983, pelos crimes cometidos em 1980, e cumpria pena na penitenciária Dr. José Augusto Salgado, em Tremembé (SP). Na quarta feira a Justiça concedeu a ele o indulto pleno, o que significa que ele não precisará cumprir o restante da pena, que foi extinta.

De acordo com a Folha, o promotor Paulo José de Palma, explicou que o parecer foi dado com base em um decreto da Presidência da República de dezembro de 2011, que permite a libertação de presos que já tenham cumprido mais de 20 anos de prisão e que apresentem bom comportamento.

– Também pedi ao diretor [da penitenciária] uma declaração sobre a conduta prisional dele, e ele fez muitos elogios – destacou Palma.

Após ser preso em 1983, o ex-policial tentou fugir por três vezes, e foi recapturado pela última vez em 1991. Na penitenciária, ele tornou pastor, ajudou a construir uma capela e se casou com uma voluntária na evangelização dos presos.

O advogado Fábio Tondati Ferreira Jorge, que representa o ex-policial ressaltou a conversão do cabo Bruno como fator importante em sua recuperação.

– É lógico que ele tem algum receio [de que algo aconteça com ele devido aos crimes]. Mas ele é evangélico e acredita que essa situação é passado. Ele cometeu um erro e pagou pelo erro – afirmou o advogado que enfatiza que a decisão foi “completamente dentro da lei” e que um pedido anterior de indulto já havia sido feito em 2009, mas foi negado.

O advogado afirma ainda que o ex-policial é hoje um novo homem.

– É como ele diz: o cabo Bruno morreu faz anos. O que restou é o Florisvaldo – declarou.

Fonte: Gospel+

23/08/2012

História impactante de norte-americano ex-viciado e integrante de perigosa gangue.


Damien Jackson tem apenas 30 anos de idade, mas o que já vivenciou dá no mínimo enredo para um filme. Sim, “Deveria estar morto” (título do livro de Damien) é o que se pensa depois de ler sobre sua trajetória.

Sucesso nos Estados Unidos (EUA) e lançada este mês durante a 22ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, a obra já foi editada em inglês, francês, português e está sendo traduzida para o espanhol.

Viciado, traficante, cruel e frio são adjetivos pejorativos e impactantes que ele usa para definir seu comportamento na adolescência. O trabalho que ele vem desenvolvendo através do Youth Power Group em escolas, ruas e guetos no enfrentamento às drogas tem chamado a atenção de especialistas nos EUA; ele inclusive recebeu moções honrosas e elogios pelas palestras que realiza em escolas dando seu depoimento de vida e alertando sobre os perigos desse mal que assola a juventude.

Leia mais sobre Damien Jackson

Em visita ao Brasil, Damien esteve com a agenda cheia: participou de vários eventos, fez palestras e deu entrevistas. Domingo (19) esteve ao lado do bispo Edir Macedo em reunião em Santo Amaro, na capital paulista. “A história dele é magnífica, maravilhosa. Recordo que tive de tirá-lo de Atlanta porque logo que ele e o irmão se converteram, os bandidos queriam pegá-los; tivemos que removê-los. Ele fez parte da maior gangue dos Estados Unidos, mas Deus levanta do monturo o necessitado para fazê-lo assentado ao lado de príncipes, e hoje ele está assentado conosco, os príncipes de Deus”, destacou o bispo durante reunião no domingo (19).

Confira abaixo a entrevista concedida ao Portal Arca Universal e ao Jornal Folha Universal:

Repórter (R)Sabemos que o vício atinge todas as classes sociais, mas os jovens de classe baixa, moradores de comunidades, estão mais expostos e suscetíveis ao ingresso nos vícios. Você não tinha este perfil.

Damien Jackson (DJ) – As circunstâncias e o péssimo exemplo e desestrutura familiar me levaram às drogas. Aos 4 anos, já enfrentava a hostilidade e negligência dos meus próprios pais. Com essa idade, provei uma bebida alcoólica do copo da minha mãe, dada por ela. Mais tarde, aos 8, traguei o primeiro cigarro de maconha, oferecido por um tio. Por mais absurdo que pareça, eu gostei e prossegui fazendo o que meus pais faziam. Minha mãe bebia, meu pai usava drogas. Aquele era o exemplo, a referência que eu tinha.

R Mas você não era repreendido por eles? Não havia limites?

DJ – Vivia numa família desestruturada, cada um por si. Movido pela curiosidade, não resisti, continuei provando e gostando; mas vou contar isso com mais detalhes adiante.

R Sua família era desestruturada, mas com alto poder aquisitivo, certo?

DJ –Pois é, as raízes desse mal estão em todas as classes sociais. Até os 7 anos, morei em uma casa nada simples. Uma bela residência de seis quartos, localizada em um bairro nobre, com vários carros na garagem, empregadas, governanta e direito a passeios de limusine nos finais de semana. Uma boa vida norte-americana que contribuía para disfarçar a infelicidade da minha família.

Mãe mafiosa e pai homossexual

RQue ligação sua família tinha com a máfia?

DJ –Minha mãe fazia parte da poderosa máfia italiana e coordenava a venda de drogas em diversos pontos de Atlanta.

RE o seu pai?

DJ –Eraumpai ausente e pouco se importava com os filhos. Cresci rejeitado, meu pai nem sequer ficava em casa; mas quando estava, me batia sem motivo.

RMas por que tanta revolta dele em relação a você?

DJ –Era um homem problemático. Eu apanhava muito, levava surras dele, muitas vezes sem motivo.  Nossa situação piorou quando minha mãe precisou fugir por causa da perseguição da polícia. Deixamos a vida regalada para trás e passamos a viver em situação precária.

RDa mansão para a pobreza. Como foi esse período? 

DJ –Foi um período terrível, porque minha mãe, que era compreensiva e carinhosa, tornou-se agressiva. Se as referências familiares já não eram boas, perderam-se com uma revelação surpreendente. Um dia, após humilhar muito a minha mãe, meu pai admitiu que era homossexual. Contou que já se relacionara com mais de 2 mil homens. “Também tenho HIV”, confessou meu pai, saindo de casa logo depois.

RFoi nesse período que você enveredou nas drogas?

DJ –Após um período, minha mãe conseguiu se restabelecer e arranjou outro companheiro, que foi morar com ela. Ele não me aceitava e fez uma exigência: ou ele ou eu. E a minha mãe optou por ficar com ele. Fiquei desnorteado. Procurei meu pai para pedir ajuda e o que recebi foi desprezo, ele não quis saber de mim. Fui morar nas ruas e aí tudo começou.

RA rua foi o seu passaporte para a liberdade e o fim dos maus-tratos. E aí?

DJ –Sim, ganhei a liberdade e parei de apanhar, mas nesse período me aprofundei nos vícios da maconha, crack, ecstasy e analgésicos. Rapidamente percebi que teria que assumir a personalidade que as ruas e o vício impõem. Daí para ingressar no crime foi um passo.

Ganhando respeito das gangues

RQue artifícios você usou para conquistar espaço no crime? Era inexperiente, de classe média alta…

DJ –Tornei-me integrante de uma perigosa gangue que age em várias regiões dos Estados Unidos. Bem rápido tornei-me líder do grupo em Gwinett Dekalb, o bairro em que passei a morar. Os “Blood”, que significa “Sangue” em inglês, eram conhecidos pela violência. Arrombamentos, roubos, fraudes de cheques, aliciamento de mulheres para a prostituição, espancamento, estupros e mortes estavam entre as práticas da facção. Só não admitia que os membros de meu grupo estuprassem quem quer que fosse.

RMas foi logo aceito?

DJ –Conquistei meu espaço. Para sobreviver no crime, foi necessário demarcar o território, impor respeito aos criminosos e traficantes.

RNão havia medo, insegurança?

DJ –Vivia um conflito, porque não me conformava com o fato de ter me transformado naquela pessoa fria e cruel; eu detestava aquela realidade. Pouco a pouco, minha vida virou um inferno. Fui preso várias vezes.  Era odiado pelos bandidos e pela polícia, tentava me proteger deles da forma que podia.

RNão refletia que estava destruindo a sua vida?

DJ –Euodiava a minha vida.  Um dia fui me esconder na floresta, num lugar secreto, que poucos da minha gangue sabiam onde ficava. Ali, me droguei, bebi. Fui ficando deprimido e os pensamentos vinham como flashes do meu passado, das coisas ruins que praticara, e uma convicção maldita de que não havia jeito, de que o melhor era acabar com a minha vida. Apontei a arma em direção à minha cabeça. Pensava em dar fim àquele sofrimento ali.  Mas um “amigo” chegou bem na hora e desisti.

RQuando a sua “ficha” caiu?

DJ – A cada dia me sentia mais fraco de espírito, sem contar que jamais pensei que passaria dos 18 anos. Meu irmão, 3 anos mais velho que eu, também esteve lado a lado comigo nessa vida errada. Comecei a frequentar igrejas cristãs, mas era muito criticado, especialmente pelo modo de me vestir e o fato de viver o tempo todo drogado. Tinha muitas tatuagens.

RComo foi recebido na Igreja Universal?

DJ –Quando entrei pela primeira vez na Igreja Universal de Atlanta, encontrei o que realmente procurava e aprendi a lutar com Deus e a usar a fé de maneira inteligente. Recordo que nem mesmo as roupas chamativas que usava (vermelhas, cor da gangue da qual era membro) provocaram estranheza nos pastores e obreiros. Ao contrário, me trataram com tanto carinho, que até hoje estou lá, e como pastor, transmitindo a Palavra de Deus.

Fonte: Arca Universal

12/07/2012

Muçulmano se converte após sonhar com Jesus e lança DVD com testemunho


Muçulmano se converte após sonhar com Jesus e lança DVD com testemunho

Não é raro encontrar muçulmanos que tiveram sonhos com Jesus e passaram a se assumirem como cristãos. Ali é um deles e está lançando um DVD “More Than Dreams” [Mais que Sonhos] contando como isso aconteceu.

Em seu relato para o programa CBN News ele conta que há alguns anos ele estava fazendo uma peregrinação na Meca islâmica conhecida como Hajj para cumprir as exigências religiosas.

Em uma certa noite ele teve um sonho tão real que o fez mudar de religião. “Naquela noite eu vi Jesus em um sonho”, conta Ali. “Primeiro Jesus tocou a minha testa com o dedo. E depois de me tocar ele disse: ‘você me pertence’”, relembra.

Mas o sonho não parou por ai, “Ele então tocou acima de meu coração dizendo: ‘você foi salvo, siga-me. Você me pertence’”. Desse dia em diante Ali resolveu desistir da peregrinação para seguir a Jesus. Nesse DVD essa história foi dramatizada e somada aos relatos de outros muçulmanos.

De acordo com Tom Doyle do 3 Minitries os muçulmanos estão tendo cada vez mais sonhos com Jesus Cristo e optando em mudar de religião. “Talvez eles não tenham uma Bíblia, nem tenham um missionário em sua aldeia, mas eles vão receber a mensagem de Cristo de alguma forma”, diz ele.

Doyle e sua esposa, Joanna, trabalham como missionários no mundo muçulmano, e para contar sobre suas experiências ele está lançando o livro “Dreams and Visions: Is Jesus Awakening the Muslim World?” [Sonhos e Visões: Jesus está acordando o mundo muçulmano?].

O fenômeno sobre sonhos e visões começaram a ganhar destaque no mundo muçulmano na Indonésia. “Na igreja, se você perguntar quantas pessoas vieram a Cristo, 80% vai dizer: ‘Eu O vi em um sonho’”, alega uma mulher da Ásia Central em entrevista para a CBN News. Sua identidade não foi revelada por questões de segurança.

Outra testemunha, dessa vez um homem, conta que resolveu procurar a igreja depois de um sonho com Cristo. “No dia seguinte ao meu sonho eu decidi vir a Ele”, disse.

O apresentador do programa “Reflexões”, Hazem Farraj, atração transmitida via satélites para muçulmanos, conta que muitas vezes é contatado por telespectadores que falam sobre esses sonhos. “Teve uma senhora que me escreveu dizendo: ‘Eu liguei a televisão e lá estava você… as palavras que saíam da sua boca eram tão pacíficas que adormeci. Nesse sono acabei tendo uma visão de Jesus’”, relata o apresentador.

Essa telespectadora contou que nesse sonho Jesus lhe dizia que era o Filho de Deus. “Assim que eu olhei eu sabia que Cristo era o sacrifício”, relembra Farraj sobre o que a telespectadora lhe contara.

Doyle confessa que não é de uma hora para outra que um fiel do Islã se torna cristão, mas que essa experiência de sonhos e visões faz com que o muçulmano transpasse barreiras inerentes ao Islã.

 

Fonte: Gospel Prime/ O Verbo/ CBN

//

07/04/2012

Baby do Brasil revela que é sustentada por ofertas da igreja


A cantora Baby do Brasil, em entrevista ao jornalista Amaury Jr, da RedeTV!, afirmou que é do dinheiro das ofertas da igreja evangélica que se sustenta.

A cantora revelou ainda que sua primeira experiência na fé foi aos nove anos, quando teve uma visão com um anjo que lhe disse que tudo daria certo. Depos disso, ela sempre conversa com Deus ao menos uma vez por dia. Em sua visão Ele é tridimensional e o céu é a quarta dimensão.

Na entrevista, ela ainda contou que certa vez foi acordada por um homem dentro de casa, que ameaçava matá-la, e que chegou a pegar uma faca com a intenção de matá-lo, mas desistiu. Foi quando resolveu entregar sua vida a Deus, fazendo com que o sujeito ficasse sem se mover.“Tudo isso sem LSD, sem maconha, sem nada”, disse Baby.

Atualmente, Baby do Brasil faz shows como cantora gospel e se prepara para lançar um CD com um grupo americano. A entrevista vai ao ar nesta sexta-feira.

Fonte:  Verdades Gospel

%d blogueiros gostam disto: