Posts tagged ‘Testemunho de Vida’

23/09/2013

Rock in Rio termina com grito de “o mal permanece para sempre”


rock rioPastor dá seu testemunho a fãs de heavy metal

O grupo inglês de heavy metal Iron Maiden encerrou o festival Rock in Rio, que teve público total de 600 mil pessoas. Às 0h10 desta segundo, iniciou sua apresentação, que segundo o jornal Estado de São Paulo “parecia anunciar mesmo o Apocalipse”.

Na introdução surgiram imagens nos telões mostrando destruição de forças da natureza. Logo depois, apareceu Jesus Cristo em um crucifixo prestes a incendiar. O vocalista, Bruce Dickinson, instigava o público a cantar junto músicas conhecidas como “The number the beast”, cujo letra anuncia “Ai de vós, ó terra e mar/ Pois o demônio envia a besta com ódio/ Porque ele sabe que o tempo é curto/O ritual começou, o trabalho do satanás está feito/ 666, o número da besta/ Está havendo sacrifício esta noite”.

Durante mais de uma hora, a banda tocou acompanhada pelo seu famoso “mascote” Eddie, um morto-vivo que aparecia soltando fogo pelo crânio nos telões atrás do palco. Perto das duas da manhã, encerrou-se o Rock in Rio 2013 com o Iron Maiden anunciando na última música “O mal permanece para sempre/ O mal que os homens fazem permanece para sempre!/ Círculo de fogo, meu batismo de alegria parece terminar/ A sétima ovelha morta, o livro da vida está aberto diante de mim”.

Mas esse não foi o único momento de trevas no espetáculo. No final da noite de domingo, quem estava no palco era a banda Slayer. Segundo o site Globo.com “O inferno não é mais o mesmo, mas continua cozinhando como sempre. Sem o ídolos Jeff Hanneman (morto este ano), o Slayer aterrorizou os fãs no último dia de Rock in Rio neste domingo com o peso e a velocidade que se esperava”.

Entre as músicas mais conhecidas, estava “Disciple”, onde o vocalista grita “God hates us all” (Deus odeia a nós todos). O final da apresentação que teve o símbolo satanista do pentagrama no telão de fundo quase o tempo todo, foi com “Angel of Death”, que diz “Podre anjo da morte/ Voando livremente/ Monarca do reino dos mortos/ Infame sanguinário/ Anjo da morte”

Na quinta, 19, o Rock in Rio já havia mostrado uma noite de heavy metal, que teve invocação satânica e cruzes invertidas, durante uma “missa negra” do grupo Ghost BC.

Entre os presentes no Rock in Rio esses dias estava um pastor que pode contestar quem acredita que trata-se de algo inocente, apenas diversão musical. Ele sabe das implicações de se dedicar a esse tipo de invocação e o preço que elas trazem, pois quase teve sua vida destruída por elas.

Marcos Motolo, já foi considerado o maior fã do Iron Maiden no mundo, com 172 tatuagens. Ele estava no Rock in Rio para dar testemunho de sua transformação de rockeiro ateu em missionário. Ele traz em seu corpo inclusive o 666, em homenagem a canção “The number the beast”. Mas usa isso para pregar “Eu não acredito que nada que eu tenha venha me prejudicar de alguma forma. A Bíblia fala que nenhuma condenação existe quando a pessoa encontra Cristo. Por isso que você vê muito ex-matador, ex-traficante ou ex-roqueiro que vira pastor”. Conta ainda que 8 tatuagens já desapareceram sem cirurgia. Ele crê que as outras também sumirão. Em um de seus vídeos ele explica “Eu abro a Bíblia e Deus me revela o que aconteceu na vida de qualquer pessoa ali dentro… Desde minha conversão, o Senhor disse que ele ia me levar para os quatro cantos da Terra e, onde eu colocasse meus pés, as pessoas seriam transformadas pelo poder de Deus”.

Ele se converteu em 2005. Conheça seu testemunho

25/05/2013

Esposo de Eyshila conta como superou o vício de drogas



Esposo de Eyshila conta como superou o vício de drogasEsposo de Eyshila conta como superou o vício de drogas

O pastor Odilon Santos esteve participando do programa “Verdade Gospel” contando seu testemunho. Ele que é esposo da cantora Eyshila falou sobre o vício das drogas e como conseguiu vencê-lo.

Filho do pastor José Santos, já falecido, Odilon cresceu na igreja, mas se sentiu atraído pelo mundo e conheceu as drogas. Foram anos de dependência química até que ele buscou ajuda em Deus para superar e vencer o vício.

Ele já estava casado com Eyshila quando se afundou ainda mais nas drogas, chegando a pedir para que a cantora voltasse a morar com seus pais. Acreditando na promessa de Deus para sua vida, Eyshila não aceitou abandonar seu esposo.

“Eu não consigo me imaginar sem a minha esposa porque o que ela passou e o que ela guerreou para nós chegarmos até aqui hoje, eu não sei se outra pessoa iria aguentar”, disse o pastor Odilon emocionado ao lembrar do caso.

Hoje, Odilon está à frente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo no Largo do Bicão, que fica na Vila da Penha, no Rio de Janeiro. Sua história foi contada no clipe da música “Profetiza” que faz parte do novo CD da Eyshila, Jesus o Brasil te adora, lançado em 2012 pela Central Gospel Music.

Assista a entrevista:

25/08/2012

Condenado por liderar grupo de extermínio vira pastor e recebe liberdade


Open in new windowNa última quarta feira a Justiça de Taubaté concedeu a liberdade a Florisvaldo de Oliveira, 53, o cabo Bruno, condenado a 117 anos, quatro meses e três dias por ter comandado um grupo de extermínio na zona sul de São Paulo.

Oliveira foi preso em 1983, pelos crimes cometidos em 1980, e cumpria pena na penitenciária Dr. José Augusto Salgado, em Tremembé (SP). Na quarta feira a Justiça concedeu a ele o indulto pleno, o que significa que ele não precisará cumprir o restante da pena, que foi extinta.

De acordo com a Folha, o promotor Paulo José de Palma, explicou que o parecer foi dado com base em um decreto da Presidência da República de dezembro de 2011, que permite a libertação de presos que já tenham cumprido mais de 20 anos de prisão e que apresentem bom comportamento.

– Também pedi ao diretor [da penitenciária] uma declaração sobre a conduta prisional dele, e ele fez muitos elogios – destacou Palma.

Após ser preso em 1983, o ex-policial tentou fugir por três vezes, e foi recapturado pela última vez em 1991. Na penitenciária, ele tornou pastor, ajudou a construir uma capela e se casou com uma voluntária na evangelização dos presos.

O advogado Fábio Tondati Ferreira Jorge, que representa o ex-policial ressaltou a conversão do cabo Bruno como fator importante em sua recuperação.

– É lógico que ele tem algum receio [de que algo aconteça com ele devido aos crimes]. Mas ele é evangélico e acredita que essa situação é passado. Ele cometeu um erro e pagou pelo erro – afirmou o advogado que enfatiza que a decisão foi “completamente dentro da lei” e que um pedido anterior de indulto já havia sido feito em 2009, mas foi negado.

O advogado afirma ainda que o ex-policial é hoje um novo homem.

– É como ele diz: o cabo Bruno morreu faz anos. O que restou é o Florisvaldo – declarou.

Fonte: Gospel+

23/08/2012

História impactante de norte-americano ex-viciado e integrante de perigosa gangue.


Damien Jackson tem apenas 30 anos de idade, mas o que já vivenciou dá no mínimo enredo para um filme. Sim, “Deveria estar morto” (título do livro de Damien) é o que se pensa depois de ler sobre sua trajetória.

Sucesso nos Estados Unidos (EUA) e lançada este mês durante a 22ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, a obra já foi editada em inglês, francês, português e está sendo traduzida para o espanhol.

Viciado, traficante, cruel e frio são adjetivos pejorativos e impactantes que ele usa para definir seu comportamento na adolescência. O trabalho que ele vem desenvolvendo através do Youth Power Group em escolas, ruas e guetos no enfrentamento às drogas tem chamado a atenção de especialistas nos EUA; ele inclusive recebeu moções honrosas e elogios pelas palestras que realiza em escolas dando seu depoimento de vida e alertando sobre os perigos desse mal que assola a juventude.

Leia mais sobre Damien Jackson

Em visita ao Brasil, Damien esteve com a agenda cheia: participou de vários eventos, fez palestras e deu entrevistas. Domingo (19) esteve ao lado do bispo Edir Macedo em reunião em Santo Amaro, na capital paulista. “A história dele é magnífica, maravilhosa. Recordo que tive de tirá-lo de Atlanta porque logo que ele e o irmão se converteram, os bandidos queriam pegá-los; tivemos que removê-los. Ele fez parte da maior gangue dos Estados Unidos, mas Deus levanta do monturo o necessitado para fazê-lo assentado ao lado de príncipes, e hoje ele está assentado conosco, os príncipes de Deus”, destacou o bispo durante reunião no domingo (19).

Confira abaixo a entrevista concedida ao Portal Arca Universal e ao Jornal Folha Universal:

Repórter (R)Sabemos que o vício atinge todas as classes sociais, mas os jovens de classe baixa, moradores de comunidades, estão mais expostos e suscetíveis ao ingresso nos vícios. Você não tinha este perfil.

Damien Jackson (DJ) – As circunstâncias e o péssimo exemplo e desestrutura familiar me levaram às drogas. Aos 4 anos, já enfrentava a hostilidade e negligência dos meus próprios pais. Com essa idade, provei uma bebida alcoólica do copo da minha mãe, dada por ela. Mais tarde, aos 8, traguei o primeiro cigarro de maconha, oferecido por um tio. Por mais absurdo que pareça, eu gostei e prossegui fazendo o que meus pais faziam. Minha mãe bebia, meu pai usava drogas. Aquele era o exemplo, a referência que eu tinha.

R Mas você não era repreendido por eles? Não havia limites?

DJ – Vivia numa família desestruturada, cada um por si. Movido pela curiosidade, não resisti, continuei provando e gostando; mas vou contar isso com mais detalhes adiante.

R Sua família era desestruturada, mas com alto poder aquisitivo, certo?

DJ –Pois é, as raízes desse mal estão em todas as classes sociais. Até os 7 anos, morei em uma casa nada simples. Uma bela residência de seis quartos, localizada em um bairro nobre, com vários carros na garagem, empregadas, governanta e direito a passeios de limusine nos finais de semana. Uma boa vida norte-americana que contribuía para disfarçar a infelicidade da minha família.

Mãe mafiosa e pai homossexual

RQue ligação sua família tinha com a máfia?

DJ –Minha mãe fazia parte da poderosa máfia italiana e coordenava a venda de drogas em diversos pontos de Atlanta.

RE o seu pai?

DJ –Eraumpai ausente e pouco se importava com os filhos. Cresci rejeitado, meu pai nem sequer ficava em casa; mas quando estava, me batia sem motivo.

RMas por que tanta revolta dele em relação a você?

DJ –Era um homem problemático. Eu apanhava muito, levava surras dele, muitas vezes sem motivo.  Nossa situação piorou quando minha mãe precisou fugir por causa da perseguição da polícia. Deixamos a vida regalada para trás e passamos a viver em situação precária.

RDa mansão para a pobreza. Como foi esse período? 

DJ –Foi um período terrível, porque minha mãe, que era compreensiva e carinhosa, tornou-se agressiva. Se as referências familiares já não eram boas, perderam-se com uma revelação surpreendente. Um dia, após humilhar muito a minha mãe, meu pai admitiu que era homossexual. Contou que já se relacionara com mais de 2 mil homens. “Também tenho HIV”, confessou meu pai, saindo de casa logo depois.

RFoi nesse período que você enveredou nas drogas?

DJ –Após um período, minha mãe conseguiu se restabelecer e arranjou outro companheiro, que foi morar com ela. Ele não me aceitava e fez uma exigência: ou ele ou eu. E a minha mãe optou por ficar com ele. Fiquei desnorteado. Procurei meu pai para pedir ajuda e o que recebi foi desprezo, ele não quis saber de mim. Fui morar nas ruas e aí tudo começou.

RA rua foi o seu passaporte para a liberdade e o fim dos maus-tratos. E aí?

DJ –Sim, ganhei a liberdade e parei de apanhar, mas nesse período me aprofundei nos vícios da maconha, crack, ecstasy e analgésicos. Rapidamente percebi que teria que assumir a personalidade que as ruas e o vício impõem. Daí para ingressar no crime foi um passo.

Ganhando respeito das gangues

RQue artifícios você usou para conquistar espaço no crime? Era inexperiente, de classe média alta…

DJ –Tornei-me integrante de uma perigosa gangue que age em várias regiões dos Estados Unidos. Bem rápido tornei-me líder do grupo em Gwinett Dekalb, o bairro em que passei a morar. Os “Blood”, que significa “Sangue” em inglês, eram conhecidos pela violência. Arrombamentos, roubos, fraudes de cheques, aliciamento de mulheres para a prostituição, espancamento, estupros e mortes estavam entre as práticas da facção. Só não admitia que os membros de meu grupo estuprassem quem quer que fosse.

RMas foi logo aceito?

DJ –Conquistei meu espaço. Para sobreviver no crime, foi necessário demarcar o território, impor respeito aos criminosos e traficantes.

RNão havia medo, insegurança?

DJ –Vivia um conflito, porque não me conformava com o fato de ter me transformado naquela pessoa fria e cruel; eu detestava aquela realidade. Pouco a pouco, minha vida virou um inferno. Fui preso várias vezes.  Era odiado pelos bandidos e pela polícia, tentava me proteger deles da forma que podia.

RNão refletia que estava destruindo a sua vida?

DJ –Euodiava a minha vida.  Um dia fui me esconder na floresta, num lugar secreto, que poucos da minha gangue sabiam onde ficava. Ali, me droguei, bebi. Fui ficando deprimido e os pensamentos vinham como flashes do meu passado, das coisas ruins que praticara, e uma convicção maldita de que não havia jeito, de que o melhor era acabar com a minha vida. Apontei a arma em direção à minha cabeça. Pensava em dar fim àquele sofrimento ali.  Mas um “amigo” chegou bem na hora e desisti.

RQuando a sua “ficha” caiu?

DJ – A cada dia me sentia mais fraco de espírito, sem contar que jamais pensei que passaria dos 18 anos. Meu irmão, 3 anos mais velho que eu, também esteve lado a lado comigo nessa vida errada. Comecei a frequentar igrejas cristãs, mas era muito criticado, especialmente pelo modo de me vestir e o fato de viver o tempo todo drogado. Tinha muitas tatuagens.

RComo foi recebido na Igreja Universal?

DJ –Quando entrei pela primeira vez na Igreja Universal de Atlanta, encontrei o que realmente procurava e aprendi a lutar com Deus e a usar a fé de maneira inteligente. Recordo que nem mesmo as roupas chamativas que usava (vermelhas, cor da gangue da qual era membro) provocaram estranheza nos pastores e obreiros. Ao contrário, me trataram com tanto carinho, que até hoje estou lá, e como pastor, transmitindo a Palavra de Deus.

Fonte: Arca Universal

21/04/2011


Em entrevista descontraída, o missionário R. R. Soares diz que já foi muitas vezes ao Maracanã ver jogos do seu time, Flamengo.

Da infância, a descoberta da vocação pelo mistério, a primeira Igreja da Graça. Romildo Ribeiro Soares nasceu em 6 de dezembro de 1947, em Muniz Freire, no estado do Espírito Santo. De família muito pobre, teve que trabalhar desde a infância para ajudar a família.

Em abril de 1964, Soares chegou ao Rio de Janeiro com sua família e foram residir na casa de seu tio Aderbal em São Gonçalo. Após ler o livro de T. L. Osborn, intitulado Curai os enfermos, expulsai os demônios, ele sentiu ser chamado para o ministério, e desistiu do que antes fora o seu sonho, que era estudar Medicina, pois lhe tinha sido prometida uma bolsa de estudos no curso de Medicina na Universidade Patrice Lumumba, em Moscou, na Rússia.

Ele fundou a Igreja Internacional da Graça de Deus tendo inaugurado a primeira em 1980 na Rua Lauro Neiva, no Município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, da qual é líder. Casou-se com Maria Madalena, e geraram 5 filhos homens.

Apresenta o programa Show da Fé pelas redes Bandeirantes e CNT no período da noite, bem como pela RIT – Rede Internacional de Televisão. Além disso, conta, atualmente, com horários alugados nas madrugadas e fins de tarde da Band. Tornou-se o campeão de aparições na tevê ao ter um total de 100 horas por semana de programação nas emissoras de alcance nacional.

Empresas:

O missionário R.R. Soares é dono da Graça Artes Gráficas e Editora Ltda. (adquirida em 1983), da Graça Music (uma gravadora gospel), da Graça Editorial (uma editora) e da Graça Filmes, lançada em 2010 (distribuidora e em breve produtora de longas). Os outros, tais como, STB (Superior Technologies in Broadcasting), RIT, Nossa Rádio e Nossa TV (TV por assinatura), pertencem à Igreja Internacional da Graça de Deus.

Intimidade do Missionário RR Soares

Quais as cores de roupas, ternos que mais gosta?
Não tenho preferência de cores, gosto do azul, preto, marrom, branco e por ai vai.

Qual seu prato predileto?
Como desde angu com couve a qualquer coisa, sou bom de garfo.

Qual sua bebida favorita?
Água

Torce por algum time de futebol?
Sou Flamenguista, fui muito ao maracanã ver jogos do Flamengo, mas faz muito tempo que não acompanho futebol de perto, também tive a oportunidade de ver varias vezes o Garrincha jogar.

Onde é sua residência oficial?
No Rio de Janeiro, mas paro muito pouco tempo em casa, viajo muito. Sempre que possível também trago minha esposa junto em minhas viagens.

Tem alguma coisa em Boston que lhe chama atenção?
O que eu aprecio muito não só em Boston, mas em todo os USA é o respeito pela privacidade alheia, a individualidade da pessoa, acho isso fantástico. Entretanto contemplo muito cada vez que tenho a oportunidade de vir a Boston, ver os fieis da Igreja e pregar para a comunidade brasileira que vive aqui.

Qual seu tempo de ministério?
Já se vão mais 57 anos, salvando almas para Jesus.

Em quantos países tem a Igreja da Graça?
Estamos presentes em todos os continentes mais especificamente em 11 países.

Qual é a estimativa de membros da Igreja da Graça?
Hoje eu acredito estarmos em algo como 4 milhões de membros no mundo mais ou menos.

O Brasil tem o maior contingente de membros hoje. Quantas igrejas têm no Brasil?
Hoje já ultrapassamos mais de 3 mil igrejas no Brasil. Destas 1.200 são em São Paulo.

Os fieis da igreja tem curiosidade em saber: O Missionário Soares costuma fazer exercícios?
Sim, todos os dias pela manhã.

Um versículo especial na Bíblia, ou uma mensagem especial para os Brasileiros de MA?
Eu gosto muito de João 14:13 “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho”. Acho que ele combina bem com a realidade da nossa comunidade brasileira na região de Boston.

Fonte: Jornal.US

09/03/2011

Atletas de Cristo ganham almas pelo exemplo de vida


O diretor do Atletas de Cristo, Ricardo Ximenes, deu uma entrevista ao Christian Post dizendo que os atletas cristão têm várias oportunidades para falar do amor de Cristo. Os esportistas de várias modalidades, tanto profissionais quanto amadores, se unem em vários grupos locais, presentes em todo o Brasil e fora do Brasil e trabalham a conduta cristã e como podem ganhar pessoas através de testemunhos.

De acordo com o diretor há três oportunidades de usar o esporte para evangelizar. A primeira, explicou ele, é o testemunho que pode ser dado onde quer que seja, num treinamento ou num jogo. Já a segunda, “são os encontros em que os atletas promovem no meio de reunião deles, então ai eles podem orar, cantar … [o que faça parte de sua religião].”

Enquanto que a terceira, explica o diretor, “no alto nível do esporte, [eles] têm a oportunidade da mídia, para justamente em qualquer ‘deixa’ eles também consigam levar toda a gratidão ao que lhes deu fôlego… [falando de Deus].”

Durante as reuniões Ricardo dá sugestões “de comportamento para aqueles que possuem a oportunidade de proclamação do reino.” Ele dá o exemplo do jogador Kaká, dizendo que um grupo de jogadores nos Emirados Árabes recebeu a visita de um palestrante “para falar aos garotos, e que toda a palestra foi sobre a vida do jogador Kaká como exemplo de vida.”

Outro testemunho que Ricardo presenciou foi quando ele conheceu um atleta de Minas Gerais, jogador profissional de futebol, que se converteu através do testemunho dado por outro jogador, “apenas pelo seu comportamento.” O que prova como esse trabalho é importante para alcançar outras vidas.

Fonte: The Christian Post

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