Posts tagged ‘Testemunho’

23/09/2013

Rock in Rio termina com grito de “o mal permanece para sempre”


rock rioPastor dá seu testemunho a fãs de heavy metal

O grupo inglês de heavy metal Iron Maiden encerrou o festival Rock in Rio, que teve público total de 600 mil pessoas. Às 0h10 desta segundo, iniciou sua apresentação, que segundo o jornal Estado de São Paulo “parecia anunciar mesmo o Apocalipse”.

Na introdução surgiram imagens nos telões mostrando destruição de forças da natureza. Logo depois, apareceu Jesus Cristo em um crucifixo prestes a incendiar. O vocalista, Bruce Dickinson, instigava o público a cantar junto músicas conhecidas como “The number the beast”, cujo letra anuncia “Ai de vós, ó terra e mar/ Pois o demônio envia a besta com ódio/ Porque ele sabe que o tempo é curto/O ritual começou, o trabalho do satanás está feito/ 666, o número da besta/ Está havendo sacrifício esta noite”.

Durante mais de uma hora, a banda tocou acompanhada pelo seu famoso “mascote” Eddie, um morto-vivo que aparecia soltando fogo pelo crânio nos telões atrás do palco. Perto das duas da manhã, encerrou-se o Rock in Rio 2013 com o Iron Maiden anunciando na última música “O mal permanece para sempre/ O mal que os homens fazem permanece para sempre!/ Círculo de fogo, meu batismo de alegria parece terminar/ A sétima ovelha morta, o livro da vida está aberto diante de mim”.

Mas esse não foi o único momento de trevas no espetáculo. No final da noite de domingo, quem estava no palco era a banda Slayer. Segundo o site Globo.com “O inferno não é mais o mesmo, mas continua cozinhando como sempre. Sem o ídolos Jeff Hanneman (morto este ano), o Slayer aterrorizou os fãs no último dia de Rock in Rio neste domingo com o peso e a velocidade que se esperava”.

Entre as músicas mais conhecidas, estava “Disciple”, onde o vocalista grita “God hates us all” (Deus odeia a nós todos). O final da apresentação que teve o símbolo satanista do pentagrama no telão de fundo quase o tempo todo, foi com “Angel of Death”, que diz “Podre anjo da morte/ Voando livremente/ Monarca do reino dos mortos/ Infame sanguinário/ Anjo da morte”

Na quinta, 19, o Rock in Rio já havia mostrado uma noite de heavy metal, que teve invocação satânica e cruzes invertidas, durante uma “missa negra” do grupo Ghost BC.

Entre os presentes no Rock in Rio esses dias estava um pastor que pode contestar quem acredita que trata-se de algo inocente, apenas diversão musical. Ele sabe das implicações de se dedicar a esse tipo de invocação e o preço que elas trazem, pois quase teve sua vida destruída por elas.

Marcos Motolo, já foi considerado o maior fã do Iron Maiden no mundo, com 172 tatuagens. Ele estava no Rock in Rio para dar testemunho de sua transformação de rockeiro ateu em missionário. Ele traz em seu corpo inclusive o 666, em homenagem a canção “The number the beast”. Mas usa isso para pregar “Eu não acredito que nada que eu tenha venha me prejudicar de alguma forma. A Bíblia fala que nenhuma condenação existe quando a pessoa encontra Cristo. Por isso que você vê muito ex-matador, ex-traficante ou ex-roqueiro que vira pastor”. Conta ainda que 8 tatuagens já desapareceram sem cirurgia. Ele crê que as outras também sumirão. Em um de seus vídeos ele explica “Eu abro a Bíblia e Deus me revela o que aconteceu na vida de qualquer pessoa ali dentro… Desde minha conversão, o Senhor disse que ele ia me levar para os quatro cantos da Terra e, onde eu colocasse meus pés, as pessoas seriam transformadas pelo poder de Deus”.

Ele se converteu em 2005. Conheça seu testemunho

09/10/2012

Jogador Tinga conta seu testemunho na Igreja Batista da Lagoinha


Jogador Tinga conta seu testemunho na Igreja Batista da LagoinhaNesta segunda-feira (8) a Igreja Batista da Lagoinha recebeu o jogador Tinga, do Cruzeiro, que esteve ministrando para os presentes no culto “Enchendo a Bola”.

O armador esteve falando sobre sua conversando e sobre o que Deus tem feito em sua vida. O culto é voltado para jovens atletas, amadores ou profissionais que fazem parte do ministério Rede de Esportes da IBL.

Tinga iniciou sua carreira em 1997 e já participou de diversos times brasileiros e também no exterior. Em seu currículo consta o bicampeonato da Libertadores da América pelo Internacional (2006 e 2010), por este mesmo time ele participou de 160 partidas, marcando 20 gols.

O atleta também comemora quatro partidas com a camisa da seleção brasileira. Ainda no auge da carreira, Tinga passou a fazer parte do time do Cruzeiro, estando como armador da equipe desde maio deste ano.

Além do jogador, o culto também teve a participação especial da banda PraGod de Sabará. O culto “Enchendo a Bola” é liderado pelo pastor Roger Martins.

Fonte: Gospel Prime

07/10/2012

Quando Deus intervém, o milagre acontece


Quando Deus intervém, o milagre aconteceSer cristão no Uzbequistão não é fácil. A perseguição já atingiu níveis bastante graves; se pegos com uma Bíblia ou outros materiais cristãos, irmãos são presos, torturados e até mortos. Pela graça do Senhor, porém, a Portas Abertas tem recebido testemunhos de gratidão a Deus. Conheça um deles:

Em maio desse ano, a Portas Abertas publicou notícia de que a cristã Lena, de 60 anos, e seus parentes Ayoub e Latife tiveram problemas no Uzbequistão quando oficiais encontraram materiais cristãos na casa do pai de Ayoub.  A polícia o prendeu, assim como o irmão de Ayoub, e levou Lena para a delegacia, onde todos foram interrogados.  Depois disso, policiais saíram à procura de Ayoub, para prendê-lo também.

A tensão e o estresse dos encaminhamentos jurídicos do caso afetaram seriamente a saúde de Lena. Correram o mundo, diversos pedidos de oração por Ayoub, Latife e Lena, por todas estas dificuldades que eles enfrentaram. Pedidos de intercessão pelo advogado dos cristãos; sabedoria, saúde e força para a família e intervenção de Deus sobre o caso.

Ayoub recentemente enviou uma nota à Portas Abertas, com ótimas notícias:

“Em primeiro lugar, eu gostaria de expressar nossa gratidão a todos aqueles que oraram por nós durante este tempo de perseguições graves. Gostaria de compartilhar a boa notícia com vocês: Deus ouviu nossas orações!

Durante o primeiro processo que enfrentamos fomos multados por nossas atividades e tivemos de pagar cinco salários mínimos, o que equivale a cerca de 160 dólares americanos. Preocupamo-nos com o segundo processo judicial porque este seria baseado no direito penal e, portanto, muito mais grave e difícil para nós.

Nós ficamos totalmente maravilhados com a intervenção do Senhor, quando ouvimos que o segundo processo judicial tinha sido cancelado. Deus tinha amolecido o coração das pessoas que estavam no comando do nosso caso e, por algum motivo, eles decidiram encerrá-lo. Um dos parentes dos oficiais ficou gravemente doente, o que retardou significativamente o processo. Esse foi o motivo mais provável de terem cancelado o processo judicial.

Nós acreditamos que Deus estava no controle de cada dia. O que aconteceu foi um verdadeiro milagre para nós! Nunca ouvi falar de um caso como o nosso, onde os investigadores apenas pediram uma tradicional refeição de plov para ser servida, e encerraram o caso. Deus encorajou muito a nossa família e sentimos o seu apoio em oração.”

Fonte: Portas Abertas

25/08/2012

Condenado por liderar grupo de extermínio vira pastor e recebe liberdade


Open in new windowNa última quarta feira a Justiça de Taubaté concedeu a liberdade a Florisvaldo de Oliveira, 53, o cabo Bruno, condenado a 117 anos, quatro meses e três dias por ter comandado um grupo de extermínio na zona sul de São Paulo.

Oliveira foi preso em 1983, pelos crimes cometidos em 1980, e cumpria pena na penitenciária Dr. José Augusto Salgado, em Tremembé (SP). Na quarta feira a Justiça concedeu a ele o indulto pleno, o que significa que ele não precisará cumprir o restante da pena, que foi extinta.

De acordo com a Folha, o promotor Paulo José de Palma, explicou que o parecer foi dado com base em um decreto da Presidência da República de dezembro de 2011, que permite a libertação de presos que já tenham cumprido mais de 20 anos de prisão e que apresentem bom comportamento.

– Também pedi ao diretor [da penitenciária] uma declaração sobre a conduta prisional dele, e ele fez muitos elogios – destacou Palma.

Após ser preso em 1983, o ex-policial tentou fugir por três vezes, e foi recapturado pela última vez em 1991. Na penitenciária, ele tornou pastor, ajudou a construir uma capela e se casou com uma voluntária na evangelização dos presos.

O advogado Fábio Tondati Ferreira Jorge, que representa o ex-policial ressaltou a conversão do cabo Bruno como fator importante em sua recuperação.

– É lógico que ele tem algum receio [de que algo aconteça com ele devido aos crimes]. Mas ele é evangélico e acredita que essa situação é passado. Ele cometeu um erro e pagou pelo erro – afirmou o advogado que enfatiza que a decisão foi “completamente dentro da lei” e que um pedido anterior de indulto já havia sido feito em 2009, mas foi negado.

O advogado afirma ainda que o ex-policial é hoje um novo homem.

– É como ele diz: o cabo Bruno morreu faz anos. O que restou é o Florisvaldo – declarou.

Fonte: Gospel+

23/08/2012

História impactante de norte-americano ex-viciado e integrante de perigosa gangue.


Damien Jackson tem apenas 30 anos de idade, mas o que já vivenciou dá no mínimo enredo para um filme. Sim, “Deveria estar morto” (título do livro de Damien) é o que se pensa depois de ler sobre sua trajetória.

Sucesso nos Estados Unidos (EUA) e lançada este mês durante a 22ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, a obra já foi editada em inglês, francês, português e está sendo traduzida para o espanhol.

Viciado, traficante, cruel e frio são adjetivos pejorativos e impactantes que ele usa para definir seu comportamento na adolescência. O trabalho que ele vem desenvolvendo através do Youth Power Group em escolas, ruas e guetos no enfrentamento às drogas tem chamado a atenção de especialistas nos EUA; ele inclusive recebeu moções honrosas e elogios pelas palestras que realiza em escolas dando seu depoimento de vida e alertando sobre os perigos desse mal que assola a juventude.

Leia mais sobre Damien Jackson

Em visita ao Brasil, Damien esteve com a agenda cheia: participou de vários eventos, fez palestras e deu entrevistas. Domingo (19) esteve ao lado do bispo Edir Macedo em reunião em Santo Amaro, na capital paulista. “A história dele é magnífica, maravilhosa. Recordo que tive de tirá-lo de Atlanta porque logo que ele e o irmão se converteram, os bandidos queriam pegá-los; tivemos que removê-los. Ele fez parte da maior gangue dos Estados Unidos, mas Deus levanta do monturo o necessitado para fazê-lo assentado ao lado de príncipes, e hoje ele está assentado conosco, os príncipes de Deus”, destacou o bispo durante reunião no domingo (19).

Confira abaixo a entrevista concedida ao Portal Arca Universal e ao Jornal Folha Universal:

Repórter (R)Sabemos que o vício atinge todas as classes sociais, mas os jovens de classe baixa, moradores de comunidades, estão mais expostos e suscetíveis ao ingresso nos vícios. Você não tinha este perfil.

Damien Jackson (DJ) – As circunstâncias e o péssimo exemplo e desestrutura familiar me levaram às drogas. Aos 4 anos, já enfrentava a hostilidade e negligência dos meus próprios pais. Com essa idade, provei uma bebida alcoólica do copo da minha mãe, dada por ela. Mais tarde, aos 8, traguei o primeiro cigarro de maconha, oferecido por um tio. Por mais absurdo que pareça, eu gostei e prossegui fazendo o que meus pais faziam. Minha mãe bebia, meu pai usava drogas. Aquele era o exemplo, a referência que eu tinha.

R Mas você não era repreendido por eles? Não havia limites?

DJ – Vivia numa família desestruturada, cada um por si. Movido pela curiosidade, não resisti, continuei provando e gostando; mas vou contar isso com mais detalhes adiante.

R Sua família era desestruturada, mas com alto poder aquisitivo, certo?

DJ –Pois é, as raízes desse mal estão em todas as classes sociais. Até os 7 anos, morei em uma casa nada simples. Uma bela residência de seis quartos, localizada em um bairro nobre, com vários carros na garagem, empregadas, governanta e direito a passeios de limusine nos finais de semana. Uma boa vida norte-americana que contribuía para disfarçar a infelicidade da minha família.

Mãe mafiosa e pai homossexual

RQue ligação sua família tinha com a máfia?

DJ –Minha mãe fazia parte da poderosa máfia italiana e coordenava a venda de drogas em diversos pontos de Atlanta.

RE o seu pai?

DJ –Eraumpai ausente e pouco se importava com os filhos. Cresci rejeitado, meu pai nem sequer ficava em casa; mas quando estava, me batia sem motivo.

RMas por que tanta revolta dele em relação a você?

DJ –Era um homem problemático. Eu apanhava muito, levava surras dele, muitas vezes sem motivo.  Nossa situação piorou quando minha mãe precisou fugir por causa da perseguição da polícia. Deixamos a vida regalada para trás e passamos a viver em situação precária.

RDa mansão para a pobreza. Como foi esse período? 

DJ –Foi um período terrível, porque minha mãe, que era compreensiva e carinhosa, tornou-se agressiva. Se as referências familiares já não eram boas, perderam-se com uma revelação surpreendente. Um dia, após humilhar muito a minha mãe, meu pai admitiu que era homossexual. Contou que já se relacionara com mais de 2 mil homens. “Também tenho HIV”, confessou meu pai, saindo de casa logo depois.

RFoi nesse período que você enveredou nas drogas?

DJ –Após um período, minha mãe conseguiu se restabelecer e arranjou outro companheiro, que foi morar com ela. Ele não me aceitava e fez uma exigência: ou ele ou eu. E a minha mãe optou por ficar com ele. Fiquei desnorteado. Procurei meu pai para pedir ajuda e o que recebi foi desprezo, ele não quis saber de mim. Fui morar nas ruas e aí tudo começou.

RA rua foi o seu passaporte para a liberdade e o fim dos maus-tratos. E aí?

DJ –Sim, ganhei a liberdade e parei de apanhar, mas nesse período me aprofundei nos vícios da maconha, crack, ecstasy e analgésicos. Rapidamente percebi que teria que assumir a personalidade que as ruas e o vício impõem. Daí para ingressar no crime foi um passo.

Ganhando respeito das gangues

RQue artifícios você usou para conquistar espaço no crime? Era inexperiente, de classe média alta…

DJ –Tornei-me integrante de uma perigosa gangue que age em várias regiões dos Estados Unidos. Bem rápido tornei-me líder do grupo em Gwinett Dekalb, o bairro em que passei a morar. Os “Blood”, que significa “Sangue” em inglês, eram conhecidos pela violência. Arrombamentos, roubos, fraudes de cheques, aliciamento de mulheres para a prostituição, espancamento, estupros e mortes estavam entre as práticas da facção. Só não admitia que os membros de meu grupo estuprassem quem quer que fosse.

RMas foi logo aceito?

DJ –Conquistei meu espaço. Para sobreviver no crime, foi necessário demarcar o território, impor respeito aos criminosos e traficantes.

RNão havia medo, insegurança?

DJ –Vivia um conflito, porque não me conformava com o fato de ter me transformado naquela pessoa fria e cruel; eu detestava aquela realidade. Pouco a pouco, minha vida virou um inferno. Fui preso várias vezes.  Era odiado pelos bandidos e pela polícia, tentava me proteger deles da forma que podia.

RNão refletia que estava destruindo a sua vida?

DJ –Euodiava a minha vida.  Um dia fui me esconder na floresta, num lugar secreto, que poucos da minha gangue sabiam onde ficava. Ali, me droguei, bebi. Fui ficando deprimido e os pensamentos vinham como flashes do meu passado, das coisas ruins que praticara, e uma convicção maldita de que não havia jeito, de que o melhor era acabar com a minha vida. Apontei a arma em direção à minha cabeça. Pensava em dar fim àquele sofrimento ali.  Mas um “amigo” chegou bem na hora e desisti.

RQuando a sua “ficha” caiu?

DJ – A cada dia me sentia mais fraco de espírito, sem contar que jamais pensei que passaria dos 18 anos. Meu irmão, 3 anos mais velho que eu, também esteve lado a lado comigo nessa vida errada. Comecei a frequentar igrejas cristãs, mas era muito criticado, especialmente pelo modo de me vestir e o fato de viver o tempo todo drogado. Tinha muitas tatuagens.

RComo foi recebido na Igreja Universal?

DJ –Quando entrei pela primeira vez na Igreja Universal de Atlanta, encontrei o que realmente procurava e aprendi a lutar com Deus e a usar a fé de maneira inteligente. Recordo que nem mesmo as roupas chamativas que usava (vermelhas, cor da gangue da qual era membro) provocaram estranheza nos pastores e obreiros. Ao contrário, me trataram com tanto carinho, que até hoje estou lá, e como pastor, transmitindo a Palavra de Deus.

Fonte: Arca Universal

12/07/2012

MPF entra com ação que permite a ‘cura de gays’; Pr. Joide rasga o ‘verbo’


O Ministério Público Federal (MPF) deu entrada em ação civil pública para anular parte da resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe que profissionais prometam a cura da homossexualidade.

A ação, proposta por três procuradores do Rio de Janeiro, argumenta que a norma “impede que psicólogos atendam clinicamente homossexuais que desejam mudar a orientação sexual”. O pedido do MPF deixou ativistas de ‘direitos humanos indignados’.

“Retomar a discussão sobre a homossexualidade ser ou não uma doença é um absurdo do mesmo tipo que seria retomar a discussão sobre se o sol gira em torno da terra. Um dos procuradores, o Fábio Aragão é evangélico e está colocando o cargo dele a serviço da crença pessoal dele. Isso é um erro grave porque a Justiça deve ser laica”, afirmou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).

A resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, de março de 1999, se baseia na classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a OMS, a homossexualidade não é doença, distúrbio nem perversão. Portanto, não é passível de cura.

A ação, que teve o pedido de liminar rejeitado em 1ª e 2ª instância, afirma que o conselho permite que o psicólogo trate o “cidadão que deseja sair da heterossexualidade para tornar-se homossexual”.

O pedido do MPF argumenta que a resolução “viola tanto os direitos dos psicólogos quanto o direito daqueles que optarem pelo auxílio psicológico para resolver a angústia que traz a opção sexual que está seguindo em dado momento da vida”.

Semana passada, discussão do projeto legislativo do deputado João Campos (PSDB-GO) — que tenta derrubar a resolução do Conselho de Psicologia e liberar atendimento para quem queira mudar a orientação sexual — gerou tumulto no Congresso.

O tema, para muitos, significa misturar política com religião, pois Campos é da bancada evangélica. O pastor Joide Miranda, 47, defende o ponto de vista polêmico. Ex-travesti, hoje casado e pai de um menino, ele fundou em Cuiabá a Associação Brasileira de Ex-LGBTTs, que ajuda pessoas que “desejam deixar voluntariamente o estado da homossexualidade”.

“Deus restaurou minha identidade”

Pastor Joide Miranda entre sua mulher, Edna, e seu filho, Pedro: “Sou 100% heterossexual”

Em entrevista ao site do jornal O Dia, o pastor Joide Miranda contou sua história. Ele descreveu o que um homossexual deve fazer para deixar de sentir desejo por pessoas do mesmo sexo, disse como iniciou o romance com sua esposa, criticou ‘igrejas evangélicas GLS’ e fez alertas aos pais sobre os desenhos que as crianças assistem, citando o filme “Rio”.

(Assista também a entrevista que o Pr. Silas fez com o Pr. Joide Miranda: Fala Malafaia – Pr. Joide Miranda (ex-travesti) e não deixe de registrar o seu comentário no Verdade Gospel).

Leia a entrevista:

– Qual é o objetivo da ABexLGBTT?

Abrimos a associação para apoiar aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade. Eles não têm onde receber apoio e precisam de acompanhamento espiritual e psicológico. A entidade serve para mostrar a eles que há, sim, uma resposta. Atendo há mais de dez anos essas pessoas e tenho uma metodologia que não sai da Bíblia. Não sou psicólogo, sou um estudioso da Bíblia.

– A associação seria uma espécie de alternativa? O Conselho Federal de Psicologia possui uma resolução que proíbe tratar a homossexualidade como um transtorno.

A Organização Mundial da Saúde decretou que homossexualidade não é doença, mas, na verdade, eu sofri um transtorno egodistônico. Isso estava na Classificação Internacional de Doenças (CID) da psicologia, mas foi retirado. Precisei passar por uma psicóloga que conhecia e era evangélica. Hoje, se um indivíduo procurar uma clínica e disser que sofre de um transtorno egodistônico de sua identidade sexual, o profissional está proibido de atender. Existem muitas pessoas com esse tipo de transtorno que não querem vivenciar essa vida e sofrem.

O antes e o depois do pastor Joide Miranda

– O senhor rejeita, então, a ideia de que a pessoa nasce homossexual?

(Enfático) Eu também acreditava nisso, mas a homossexualidade é uma conduta aprendida. Quando você conhece Deus, percebe que ele é soberano em todas as coisas. Você acha que Deus ia errar justamente no homem a sua imagem e semelhança? Se ele quisesse que eu vivenciasse aquele estado em que estava, tinha me feito com uma vagina.

– Quando duas pessoas estão juntas, mesmo sendo do mesmo sexo, elas teoricamente se amam. Deus não é amor?

Um rapaz me disse uma vez que Deus estava no seu relacionamento. Se estivesse, ele iria fazer o rapaz sentir prazer no ânus, onde chega toda a sujeira do corpo? (Indignado) Que Deus é esse que faz um homem sentir prazer ao penetrar no ânus de outro homem?

– Mas é, de fato, possível deixar de ser gay?

Com certeza! Se não fosse, a Bíblia estaria mentindo. O problema da homossexualidade não está embaixo e, sim, na mente. Muitas pessoas que querem mudar dizem que não estão na prática do sexo, mas se masturbam pensando em homens. Como é que eles querem ser libertos? Quando você se masturba, força sua mente a trazer desejos pecaminosos. Ao invés de purificá-la, você está forçando-a se tornar mais pornográfica. É preciso restaurar a mente.

– E como fazer isso?

A restauração da mente só vem através da conversão. A pessoa precisa substituir aqueles desejos, comportamentos, amizades e a forma de falar. Na Epístola de São Paulo aos Romanos, no capítulo 12, versículo dois, a Bíblia diz: “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito”. Isso quer dizer que meu círculo de amizade tem que ser transformado, as coisas que assisto e que me levam a ter uma mente pornográfica têm que ser mudadas. Se quero ser restaurado na minha identidade sexual, tenho que encher minha mente das coisas de Deus.

– Mas isso deve levar um tempo…

“A restauração da mente só vem através da conversão”, disse Pr. Joide

Não é do dia para a noite. Precisa do esforço da pessoa. É isso o que muitas pessoas não conseguem entender. Elas falam que estão há muito tempo na igreja e os desejos continuam na mente. O que elas têm feito para que isso aconteça? Têm lido a Bíblia, têm buscado as coisas de Deus, têm caminhado com o senhor? As pessoas acham que Deus é uma fada madrinha e tem obrigação de fazer todas as coisas. Muitas coisas dependem exclusivamente de nós.

– Como foi essa mudança para o senhor?

Eu me vestia, falava e andava como uma mulher. Sentava e cruzava as pernas. Sentar de perna aberta foi um exercício, um esforço muito grande. Eu tinha o conhecimento da palavra, Deus estava no comando de todas as coisas, mas tive que lutar. Quando dou palestras, pergunto aos presentes se eles acham que foi fácil sentar de perna aberta e coçar o saco. Não foi, não! (ri) Um anjo não desceu dos céus e disse que eu tinha que coçar o saco. Eu me cobrava: “Joide, senta como homem! Coça o saco!” (ri) Quando existe o querer da pessoa, Deus age e opera.

– Essa atitude de mudança não pode soar como homofóbica? Não devemos amar igualmente os irmãos?

Amar, sim. Amo todo mundo. Amo os homossexuais, só não concordo com a prática do homossexualismo. É totalmente diferente.

– E, na sua opinião, o que leva uma pessoa a virar homossexual?

São vários fatores. O que mais vemos são abusos sexuais na infância. Temos também rejeição no ventre. Às vezes o pai sonha em ter um filho e, de repente, vem uma menina. Outro fator são os pais que suprem toda a necessidade material do lar, mas trabalham tanto que chegam em casa cansados para ouvir e brincar com os filhos. Há ainda as crianças sem referencial paterno, só materno. O menino quer brincar com boneca e a mãe não interfere. Leva ao psicólogo e ouve que não tem nada a ver e vai passar. Se formos olhar a infância, em 99% dos casos o estado da homossexualidade começou lá. O inimigo das nossas almas sempre age no início. É por isso que todos dizem que nasceram assim.

Pr. Silas Malafaia entrevistou o Pr. Joide Miranda e sua esposa no programa ‘Fala Malafaia’

– O senhor costuma dizer que a mídia faz apologia aos gays. Os pais devem ficar atentos à programação na TV?

A televisão traz uma péssima influência para as crianças. Quais são os filmes e desenhos que elas assistem hoje? Os pais não têm essa visão. Atarefados, largam os filhos em frente à TV. Pare e preste atenção. No filme “ Rio ”, por exemplo. Tem um buldogue fantasiado de Carmen Miranda! (Indignado) Onde já se viu um cachorro brabo usar biquíni e fantasia de Carmen Miranda? Também tem um barbudo, segurança do centro de recuperação de aves, que sai do armário de tanga e rebolando. ( assista às cenas do filme “Rio” citadas pelo pastor ) Qual é o objetivo? Saí do armário, declarei o que sou. Irmão, isso se chama mensagem subliminar! Os pais precisam estar atentos. O adulto não percebe, mas a criança, sim.

– Como foi sua infância? Como era a relação com seus pais?

Não tive uma boa relação com meu pai. Ele era alcoólatra, extremamente agressivo. Em frente a minha casa morava um advogado. Quando tinha seis anos, esse vizinho me levou para a casa dele e me molestou. Não houve penetração, mas fiquei machucado. Cheguei em casa chorando, mas tive medo de contar para meu pai. O advogado também me ameaçou, dizendo que ia me desmentir se eu contasse. Só que depois ele começou a me tratar bem. Eu ia para a casa dele e recebia carinho e balas. Comecei a ganhar desse homem o que não recebia do meu pai e ele começou a me molestar. Quando tinha sete anos, ele me levava para o motel, tocava em mim e pedia para eu fazer sexo oral. Ele fazia sexo oral em mim e se masturbava. Ainda me dava doces. Acabei ficando viciado nisso. Logo vieram brincadeiras com outros meninos…

– Seus pais não perceberam nada?

Eu me tornei uma criança muito agressiva. Parei de estudar e meus pais não perceberam nada. Sou o único homem de quatro filhos. Minha mãe não se preocupou tanto comigo, tomava mais conta das meninas. Minha casa também vivia em pé de guerra. Meu pai bebia, agredia minha mãe, me espancava e batia nas minhas irmãs. Foi nesse cenário que aos 12 anos assumi minha homossexualidade.

– Como ficou a relação com seus pais após isso?

Com meu pai já não tinha um bom relacionamento. A minha mãe sofreu e chorou muito. Amado, vou falar uma coisa: por mais que a mídia faça apologia ao homossexualismo e de que os pais têm que aceitar a opção de seus filhos, no fundo, nenhum pai aceita porque é um vazio dentro da alma. Todo pai sonha com a continuidade da família. A situação na minha família foi ficando insustentável porque o problema não era mais só com meu pai e, sim, também com minha mãe e minhas irmãs. Elas diziam que eu era uma vergonha e minha mãe dizia que não tinha me feito daquele jeito.

– E por que virou travesti?

Eu tinha 14 anos. Segui esse caminho por causa da situação em que me encontrava. Parei com meus estudos e saí de casa. Vi na esquina um grupo de travestis e percebi que eles entravam e saíam de dentro dos carros. Perguntei se eles ganhavam dinheiro naquela vida e ouvi que ganhavam muito. O diabo soprou no meu ouvido que aquela era uma forma de me vingar do meu pai porque ele vivia dizendo que eu não valia nada, que era um inútil. Fui provar para ele que ia ser alguém na vida.

– A prostituição te deu muito dinheiro?

Um travesti me levou para a esquina e ali comecei a ganhar dinheiro, ainda em Cuiabá. Fui ganhando cada vez mais e me disseram que no Rio teria mais lucro. No Rio, me disseram que em São Paulo ganharia mais. Segui pra lá, onde coloquei quatro litros e meio de silicone no meu quadril. Em São Paulo, conheci travestis com carro do ano, muito chiques. Perguntei onde eles ganhavam tanto dinheiro e me disseram que em Paris ganhava-se mais…

– E foi para a França?

Já fazia cinco anos que estava na prostituição, juntei uma quantia e viajei. Cheguei a retornar ao Brasil, mas não me adaptei. Voltei para a Europa e morei em Portugal, Espanha, Itália e Grécia. Em Barcelona, coloquei 380 ml de silicone no peito. Em Milão, conheci um italiano que dizia ser apaixonado por mim. Ele me levou para conhecer sua família, fomos morar juntos e deixei a prostituição.

– Como foi esse relacionamento?

Não há fidelidade nesse tipo de relação. Meus amigos não eram fiéis aos seus parceiros, como eu não era ao meu nem ele a mim. Esse é um aspecto que a mídia não mostra. Uma coisa é estar diante da sociedade, outra coisa é quando se encontra só. Na frente das pessoas, mostrávamos o glamour, todos bonitos e produzidos. Quando nos encontrávamos a sós na madrugada, questionávamos a vida miserável que estávamos vivendo. Muitos iam para as drogas e bebidas para disfarçar aquela hipocrisia. Olhava meus amigos gays e travestis na faixa de 50 e 60 anos e via como eles sofriam. Não tinham parceiros e aqueles que tinham era por causa do dinheiro. Eu pensava que, se não morresse naquele momento, aquilo ia acontecer comigo.

– Quando as coisas começaram a mudar?

Minha mãe aceitou Jesus e começou a falar que ele tinha uma obra para minha vida. Mas eu achava que não havia solução. Um dia, com mais de cinco anos de relacionamento com o italiano, flagrei uma traição dentro da minha casa. Fiquei muito abalado porque entendi que a beleza que eu tinha não adiantava nada. Voltei ao Brasil e fui à igreja após um convite da minha mãe. No culto, o Espírito Santo falou ao meu coração e entreguei minha vida a Jesus. Não foi fácil. Foram quatro anos de renúncia, sendo acompanhado por uma psicóloga. O meu interior estava todo bagunçado.

– Chegou a ter recaídas nesse período?

(Enfático) No primeiro ano, claro que tive! Só que nelas eu chorava, pedia socorro e procurava a pastora que me ajudava. Falava que não ia dar conta. Foi aí que Deus deu o discernimento para ela e fui viver na sua casa. Lá, tive uma injeção de fé.

– Como conheceu sua esposa?

Enquanto dava o meu testemunho em um ginásio. Dois meses depois, nos reencontramos. Ela foi à igreja onde eu frequentava e começamos a ficar amigos. Gostei tanto dela que, quando vinha a vontade de voltar ao passado, dizia que não podia decepcioná-la. Ela confiava demais em mim. Ainda éramos amigos e eu falava para a Edna chorando que não ia dar conta. Mas ela dizia que eu ia conseguir, sim. Olhava e pensava: essa menina é realmente minha amiga. Isso foi criando uma força.

– Na construção do relacionamento, foi fácil começar a desejar uma mulher?

Quando comecei a ter sentimentos pela minha esposa nem eu mesmo queria. Mas comecei a observar que era um sentimento diferente, algo que não tinha tido por ninguém. Minha mão suava, meu coração parecia que ia sair pela boca e me dava uma tremedeira. Depois entendi que estava apaixonado e que esse amor vinha do trono da glória de Deus. Quando ficamos noivos, sonhava, desejava e ansiava em tê-la nos meus braços. Posso dizer que casei virgem porque fazia uns quatro anos ou mais que não tinha relação com ninguém. Era um novo homem. A Edna não casou com um travesti e, sim, com um homem 100% heterossexual, restaurado na sua identidade sexual pelo poder do evangelho. Entre namoro, noivado e casamento já são mais de 17 anos.

– O senhor ainda conta com alguma ajuda psicológica?

Não preciso mais. Posso ver homem nu, de bunda de fora. Deus restaurou minha identidade e quando ele faz isso não há força maligna que faça você voltar atrás. Mas não fiquei com amnésia. Lembro do meu passado, as feridas foram cicatrizadas, mas estão aqui. Elas servem para cicatrizar as feridas expostas de outras pessoas.

– Qual é sua opinião sobre as igrejas evangélicas inclusivas, que aceitam gays?

As pessoas usam a Bíblia para satisfazer a vontade da carne. Elas não querem crucificar a carne, querem viver um cristianismo sem renúncia. O fato de as pessoas andarem com Jesus, falarem dele e abrirem igrejas não quer dizer que elas estão com Jesus. Esses pseudopastores fundam essas igrejas dizendo que Jesus é amor, mas ele também é justiça. É mais fácil achar que Jesus é só amor e viver no pecado. A crucificação dói e muitos não querem isso…

– Como o senhor pretende contar a sua história para seu filho daqui a alguns anos?

Com a maior naturalidade possível. Vou contar que o pai vivia na iniquidade e não conhecia Jesus. Quando o pai é amigo, conselheiro e explica, não tem confusão. Quero começar a conversar sobre sexualidade com meu filho aos cinco anos. Quando ele começar a ir à escola, vou falar para não deixar ninguém pegar na sua bunda. “Filho, não tem nada de (faz voz de criança) piu-piu”. Quando dou banho nele, brinco e falo: (engrossa a voz) “Tira o cacete pra fora, rapaz!” Se minha mãe me corrige, dizendo que não é cacete, respondo: (bravo) “Que negócio é esse da vovó dizer bilu? Bilu, o quê? É pinto, cacete, pau! (ri).

Fonte: O Dia

//

//

12/07/2012

Muçulmano se converte após sonhar com Jesus e lança DVD com testemunho


Muçulmano se converte após sonhar com Jesus e lança DVD com testemunho

Não é raro encontrar muçulmanos que tiveram sonhos com Jesus e passaram a se assumirem como cristãos. Ali é um deles e está lançando um DVD “More Than Dreams” [Mais que Sonhos] contando como isso aconteceu.

Em seu relato para o programa CBN News ele conta que há alguns anos ele estava fazendo uma peregrinação na Meca islâmica conhecida como Hajj para cumprir as exigências religiosas.

Em uma certa noite ele teve um sonho tão real que o fez mudar de religião. “Naquela noite eu vi Jesus em um sonho”, conta Ali. “Primeiro Jesus tocou a minha testa com o dedo. E depois de me tocar ele disse: ‘você me pertence’”, relembra.

Mas o sonho não parou por ai, “Ele então tocou acima de meu coração dizendo: ‘você foi salvo, siga-me. Você me pertence’”. Desse dia em diante Ali resolveu desistir da peregrinação para seguir a Jesus. Nesse DVD essa história foi dramatizada e somada aos relatos de outros muçulmanos.

De acordo com Tom Doyle do 3 Minitries os muçulmanos estão tendo cada vez mais sonhos com Jesus Cristo e optando em mudar de religião. “Talvez eles não tenham uma Bíblia, nem tenham um missionário em sua aldeia, mas eles vão receber a mensagem de Cristo de alguma forma”, diz ele.

Doyle e sua esposa, Joanna, trabalham como missionários no mundo muçulmano, e para contar sobre suas experiências ele está lançando o livro “Dreams and Visions: Is Jesus Awakening the Muslim World?” [Sonhos e Visões: Jesus está acordando o mundo muçulmano?].

O fenômeno sobre sonhos e visões começaram a ganhar destaque no mundo muçulmano na Indonésia. “Na igreja, se você perguntar quantas pessoas vieram a Cristo, 80% vai dizer: ‘Eu O vi em um sonho’”, alega uma mulher da Ásia Central em entrevista para a CBN News. Sua identidade não foi revelada por questões de segurança.

Outra testemunha, dessa vez um homem, conta que resolveu procurar a igreja depois de um sonho com Cristo. “No dia seguinte ao meu sonho eu decidi vir a Ele”, disse.

O apresentador do programa “Reflexões”, Hazem Farraj, atração transmitida via satélites para muçulmanos, conta que muitas vezes é contatado por telespectadores que falam sobre esses sonhos. “Teve uma senhora que me escreveu dizendo: ‘Eu liguei a televisão e lá estava você… as palavras que saíam da sua boca eram tão pacíficas que adormeci. Nesse sono acabei tendo uma visão de Jesus’”, relata o apresentador.

Essa telespectadora contou que nesse sonho Jesus lhe dizia que era o Filho de Deus. “Assim que eu olhei eu sabia que Cristo era o sacrifício”, relembra Farraj sobre o que a telespectadora lhe contara.

Doyle confessa que não é de uma hora para outra que um fiel do Islã se torna cristão, mas que essa experiência de sonhos e visões faz com que o muçulmano transpasse barreiras inerentes ao Islã.

 

Fonte: Gospel Prime/ O Verbo/ CBN

//

29/12/2011

Rodolfo Abrantes: Existe uma pressão para que eu volte a ser o que era


O programa Rock Estrada, exibido pela Multishow, acompanhou a vida de Rodolfo Abrantes. O que ele faz antes de tocar, como ele se prepara, a tensão do backstage e o testemunho de fé do cantor é retratado no episódio que foi ao ar na última sexta-feira, dia 23.

“Existe uma pressão para que eu volte a ser o que eu era antes”, diz o cantor no início da entrevista. “Muita gente acha que o cara aceita a Jesus, cai um raio na cabeça, no dia seguinte ele sai da banda e vira um cristão fevoroso”.

Rodolfo conta como foram os primeiros contatos com as ‘irmãs’ da igreja que frequentavam sua casa às segundas-feiras. “Na primeira reunião dessas eu fugi, fui para o Guarujá surfar porque não queria encontrar com os crentes”.

A vida do cantor começou a mudar quando, mesmo sem entender direito o que estava fazendo, fez uma oração entregando sua vida a Jesus.

“Tenho encontrado níveis de alegria e felicidade que nunca encontrei na grana, nunca encontrei nos discos de ouro, nunca encontrei nos grandes festivais”, exclama Rodolfo. “Meu chamado é anunciar esse Jesus que me salvou”.

Fonte: Guia-me

21/04/2011


Em entrevista descontraída, o missionário R. R. Soares diz que já foi muitas vezes ao Maracanã ver jogos do seu time, Flamengo.

Da infância, a descoberta da vocação pelo mistério, a primeira Igreja da Graça. Romildo Ribeiro Soares nasceu em 6 de dezembro de 1947, em Muniz Freire, no estado do Espírito Santo. De família muito pobre, teve que trabalhar desde a infância para ajudar a família.

Em abril de 1964, Soares chegou ao Rio de Janeiro com sua família e foram residir na casa de seu tio Aderbal em São Gonçalo. Após ler o livro de T. L. Osborn, intitulado Curai os enfermos, expulsai os demônios, ele sentiu ser chamado para o ministério, e desistiu do que antes fora o seu sonho, que era estudar Medicina, pois lhe tinha sido prometida uma bolsa de estudos no curso de Medicina na Universidade Patrice Lumumba, em Moscou, na Rússia.

Ele fundou a Igreja Internacional da Graça de Deus tendo inaugurado a primeira em 1980 na Rua Lauro Neiva, no Município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, da qual é líder. Casou-se com Maria Madalena, e geraram 5 filhos homens.

Apresenta o programa Show da Fé pelas redes Bandeirantes e CNT no período da noite, bem como pela RIT – Rede Internacional de Televisão. Além disso, conta, atualmente, com horários alugados nas madrugadas e fins de tarde da Band. Tornou-se o campeão de aparições na tevê ao ter um total de 100 horas por semana de programação nas emissoras de alcance nacional.

Empresas:

O missionário R.R. Soares é dono da Graça Artes Gráficas e Editora Ltda. (adquirida em 1983), da Graça Music (uma gravadora gospel), da Graça Editorial (uma editora) e da Graça Filmes, lançada em 2010 (distribuidora e em breve produtora de longas). Os outros, tais como, STB (Superior Technologies in Broadcasting), RIT, Nossa Rádio e Nossa TV (TV por assinatura), pertencem à Igreja Internacional da Graça de Deus.

Intimidade do Missionário RR Soares

Quais as cores de roupas, ternos que mais gosta?
Não tenho preferência de cores, gosto do azul, preto, marrom, branco e por ai vai.

Qual seu prato predileto?
Como desde angu com couve a qualquer coisa, sou bom de garfo.

Qual sua bebida favorita?
Água

Torce por algum time de futebol?
Sou Flamenguista, fui muito ao maracanã ver jogos do Flamengo, mas faz muito tempo que não acompanho futebol de perto, também tive a oportunidade de ver varias vezes o Garrincha jogar.

Onde é sua residência oficial?
No Rio de Janeiro, mas paro muito pouco tempo em casa, viajo muito. Sempre que possível também trago minha esposa junto em minhas viagens.

Tem alguma coisa em Boston que lhe chama atenção?
O que eu aprecio muito não só em Boston, mas em todo os USA é o respeito pela privacidade alheia, a individualidade da pessoa, acho isso fantástico. Entretanto contemplo muito cada vez que tenho a oportunidade de vir a Boston, ver os fieis da Igreja e pregar para a comunidade brasileira que vive aqui.

Qual seu tempo de ministério?
Já se vão mais 57 anos, salvando almas para Jesus.

Em quantos países tem a Igreja da Graça?
Estamos presentes em todos os continentes mais especificamente em 11 países.

Qual é a estimativa de membros da Igreja da Graça?
Hoje eu acredito estarmos em algo como 4 milhões de membros no mundo mais ou menos.

O Brasil tem o maior contingente de membros hoje. Quantas igrejas têm no Brasil?
Hoje já ultrapassamos mais de 3 mil igrejas no Brasil. Destas 1.200 são em São Paulo.

Os fieis da igreja tem curiosidade em saber: O Missionário Soares costuma fazer exercícios?
Sim, todos os dias pela manhã.

Um versículo especial na Bíblia, ou uma mensagem especial para os Brasileiros de MA?
Eu gosto muito de João 14:13 “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho”. Acho que ele combina bem com a realidade da nossa comunidade brasileira na região de Boston.

Fonte: Jornal.US

11/04/2011

História de fé nas telas dos cinemas


História de fé nas telas dos cinemas Soul Surfer, a história de vida inspiradora na surfista Bethany Hamilton, 21 anos, a jovem cristã que teve seu braço arrancado por um tubarão-tigre será aberta em mais de 2 mil cinemas hoje (8), em todo Canadá.

Largamente comercializado e baseado na sua história de fé, Soul Surfer é estrelado por Anna Sophia Robb Betânia; Dennis Quaid como seu pai, Tom, Helen Hunt como a mãe de Bethany, Cheri e Carrie Underwood como líder de jovens da igreja Sarah Hill.

Antes mesmo de estrear, o filme já recebeu algumas críticas positivas. O Orlando Sentinel observou que Soul Surfer é “o melhor filme baseado em fé, edificante, divertido e maravilhosamente interpretado. O viés religioso é tratado com leveza como você esperaria de um filme sobre surfistas. Bethany mostra sua fé e determinação diante de uma calamidade, ela altera as suas prioridades e dá propósito a sua vida”.

Bethany e seus pais queriam que a história fosse contada de sua maneira. “Eu e minha família nos mantivemos firmes no que queríamos mostrar no filme: nossa fé em Jesus Cristo”, disse ela ao jornal.

“Ele realmente é muito melhor do que eu esperava. Ficamos com medo, você nunca sabe o que Hollywood vai fazer quando chegar uma história verdadeira”, disse a jovem.

Bethany que se tornou um surfista de alto desempenho profissional sofreu o acidente em outubro 2003. Para as filmagens feitas no Havaí foi utilizado um dublê para todas as cenas depois do ataque.

O filme é baseado no livro Soul Surfer: A Verdadeira História de Fé, Família e Luta, é vendido em algumas livrarias cristãs.

Duas correntes cristãs têm promoções ligadas ao filme. LifeWay Christian Stores está oferecendo cupons de um bilhete de U$10 dólares para ver o filme ou um voucher de U$5 dólares para a compra do DVDs. Berean Christian Stores também incentiva aos consumidores a assistirem o filme.

Fonte: Charisma News

%d blogueiros gostam disto: