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04/03/2011

Congregacionais do Brasil selam acordo e se unem


 

As duas denominações congregacionais, UNIÃO e ALIANÇA, têm experimentado um momento de reaproximação.

A União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (UIECB) se reuniu em sua 51ª Assembleia Geral, na cidade de Campina Grande, Paraíba. O conclave contou com mais de 700 delegados entre efetivos e visitantes. Há 26 anos a UIECB não realizava uma assembleia no Nordeste do país

A UIECB possui 415 igrejas, centenas de congregações e 50 campos missionários no Brasil e alguns em outros países da América Latina. Cerca de 76% das igrejas congregacionais estão situadas no sudeste, em especial no Rio de Janeiro.

Na ocasião, foi eleita a nova diretoria da Junta Geral, que administra a denominação: Presidente: Pr Osvaldo Lopes dos Santos; Vice-presidente: Pr Zefanias dos Santos Lima; 2º vice–presidente: Pr Josias Carvalho Pereira; 1º Secretário: Pr Márcio Carvalho Leal; 2º Secretário: Pr Aguinaldo Silva Duarte; 1º Tesoureiro: Pr Messias Paulo da Silva; 2º Tesoureiro: Pr Euribes de Almeida Viana. Foram eleitos também os membros do Conselho Fiscal: Relator: Pr Osvaldo Luiz Machado. Vogais: Pr Davi Gomes de Oliveira, Pr Gedilson José Reis da Silva, Pr Marcos Siqueira Moura e Pr Sebastião Carvalho Dutra.

A parte devocional da assembleia foi desenvolvida sob o tema “Reavivados para uma Grande Colheita”. Os presentes foram desafiados a experimentarem um reavivamento espiritual através de inspiradoras mensagens proferidas pelos preletores convidados: Pastor Aurivan Marinho, Presidente da Aliança das Igrejas Congregacionais do Brasil (outro grupo congregacional de origem Kalleyana) e do pastor presbiteriano Hernandes Dias Lopes. O louvor ficou a cargo de Levi Carvalho e Banda da cidade de Juazeiro, Bahia.

As duas denominações congregacionais, UNIÃO e ALIANÇA, têm experimentado um momento de reaproximação. A ocorrência da assembleia em Campina Grande foi de grande valor simbólico, pois na década de 1960 houve uma cisão entre os congregacionais devido à Renovação Espiritual que se espalhava pela nação e atingiu todas as denominações. Sendo que a formação da ALIANÇA ocorreu nessa cidade.

Nesta caminhada de reaproximação, as denominações firmaram, no ano de 2009, um acordo de Modus Vivendi. Um dos frutos deste acordo foi a realização da Primeira Cruzada Evangelística Congregacional, no dia 03 de fevereiro, no Parque do Povo, área central de Campina Grande. Mais de 3000 pessoas estiveram presentes e cerca de 60 entregaram suas vidas a Cristo. O fato mostrou que a unidade é possível e gera frutos.
Fonte: CPAD News

 

28/12/2010

Quais são as funções do marido e da esposa em uma família?


Apesar do fato de que o homem e a mulher são iguais em seu relacionamento com Cristo, as Escrituras listam funções específicas para cada um no casamento. O marido deve assumir a liderança no lar (1 Coríntios 11:3; Efésios 5:23). Essa liderança não deve ser ditatorial, condescendente ou uma liderança que trate sua esposa com ares de superioridade, mas deve ser de acordo com o exemplo de como Cristo lidera a Igreja. “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra” (Efésios 5:25-26). Cristo amou a Igreja (Seu povo) com compaixão, misericórdia, perdão, respeito e abnegação; assim também devem os maridos amar suas esposas.

As esposas devem se submeter à autoridade de seus maridos. “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos” (Efésios 5:22-24). Ser submissa não é apenas a responsabilidade de mulheres que têm maridos Cristãos. Não devemos nunca nos submeter aos nossos maridos se isso significa desobedecer a Deus; o relacionamento que temos com Ele deve ser mais importante (Deuteronômio 6:5). No entanto, pregar, implicar constantemente, reclamar e recusar-se a servir vai apenas levar um marido descrente para mais longe de Deus. Ao invés, mostrar ao seu marido o amor de Cristo com um comportamento que agrada a Deus, servi-lo e amá-lo, vai mostrar a esse marido um exemplo maravilhoso de como Cristo serviu e amou a igreja. Se uma mulher Cristã tem um marido incrédulo, ela não deve deixá-lo se ele ainda quer ficar com ela. Da mesma forma, se um marido Cristão tem uma esposa incrédula, ele não deve abandoná-la se ela ainda quer ficar com ele. No entanto, se o cônjuge incrédulo quer ir embora, não tem problema em deixá-lo partir (1 Coríntios 7:12-15).

Apesar das mulheres terem que se submeter aos seus maridos, a Bíblia também diz várias vezes como os maridos devem tratar suas esposas. O marido não deve agir como um ditador, mas deve mostrar respeito pela sua esposa e por suas opiniões. “Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja” (Efésios 5:28-29). “Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido” (Efésios 5:33). “Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não vos irriteis contra elas” (Colossenses 3:18-19). “Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações” (1 Pedro 3:7). Podemos ver por essas passagens que amor e respeito são características das funções dos maridos e das esposas. Se amor e respeito estão presentes no relacionamento, autoridade, liderança, amor e submissão não vão ser um problema para o marido ou para a sua esposa.

Quanto à divisão de responsabilidades no lar, a Bíblia instrui os maridos a providenciar por suas famílias. Isso significa que ele trabalha e ganha dinheiro suficiente para providenciar por todas as necessidades diárias da sua esposa e filhos. Falhar em fazer isso tem grandes consequências espirituais. “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel” (1 Timóteo 5:8). Um infiel é um incrédulo. Um homem que não se esforça para providenciar para a sua família não pode chamar-se de Cristão. Isso não significa que a esposa não pode ajudar em sustentar a família – Provérbios 31 demonstra que uma esposa que agrada a Deus com certeza pode fazer isso – mas providenciar para sua família não é sua responsabilidade principal – e sim do seu marido. Da mesma forma, o marido deve ajudar com as crianças e tarefas do lar (assim demonstrando amor por sua esposa). Provérbios 31 também deixa claro que o lar é para ser a área de influência e responsabilidade principal da mulher. Note que suas atividades empresariais não a atrapalham de preparar comida e vestimenta para os do seu lar (v.13-24). Mesmo se ela precisa ficar acordada até tarde e acordar cedo, sua família é muito bem cuidada. Esse não é um estilo de vida fácil para muitas mulheres – principalmente em civilizações ocidentais afluentes – e muitas mulheres estão cansadas e esgotadas por tentarem cumprir mais funções do que realmente devem. Quando isso ocorre, tanto o marido como a esposa devem em oração reorganizar suas prioridades e seguir as instruções da Bíblia para os seus papéis.

Conflitos sobre a divisão do trabalho no casamento provavelmente vão surgir, mas se o marido e a esposa são submissos a Cristo, esses conflitos vão ser poucos. Se um casal percebe que discussões sobre esse assunto são frequentes e rancorosos, ou se já se tornaram um padrão no casamento, o problema é um problema espiritual, e os dois devem se resubmeter à oração e submissão a Cristo primeiro, e então um ao outro, com uma atitude de amor e respeito.

Fonte: GotQuestions

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