Posts tagged ‘Senador Magno Malta’

28/11/2012

Magno Malta visita missionários presos no Senegal


Magno Malta visita missionários presos no SenegalOs missionários, José Dilson da Silva e Zeneide Novaes, receberam a visita do senador Magno Malta acompanhado dos deputados federais, Paulo Freire e Roberta Fonseca. A comitiva esteve na carceragem de Mbour, na África para ouvir a versão dos missionários presbiterianos sobre as acusações que mantem ambos presos.

José Dilson e Zeneide Novaes estão presos no Senegal há 15 dias sob acusação de recolher menores de ruas sem autorização do governo do Senegal. Eles foram presos no final de outubro por estarem evangelizando crianças muçulmanas.

Os missionários são membros do projeto assistencial Obadias, que retira menores de ruas em total estado de pobreza. Por telefone, Malta revelou que não há nenhum crime que possa manter os brasileiros presos, mas uma negligência do advogado que não registrou devidamente o estatuto do projeto evangélico na África.

“É difícil segurar lagrimas. São inocentes presos no cumprimento de uma nobre missão de paz”, disse Magno.

Pastor José Dilson e a missionária Zeneide foram ouvidos na presença do diretor do presídio. Ambos negaram o ter convertido um menor de idade ao cristianismo. “Com absoluta certeza, a questão religiosa é o motivo principal da prisão, já que a denúncia foi feita por um pai mulçumano”, explicou Magno.

Senador Malta também ficou estarrecido com as condições do presídio de Thiés, que tem capacidade para 400 presos e tem mais de 1200.

“Trata-se de uma crise política religiosa entre os Brasil e Senegal, mas a comitiva brasileira não deve colocar mais lenha na fogueira e buscar esperança no parlamento que será visitado nesta sexta-feira. A comoção entre os cristão em todo o mundo é grande e temos a responsabilidade de tirar os acusados da cadeia”, finalizou Magno Malta.

Fonte: Gospel prime

16/11/2012

Magno Malta se pronuncia em favor de missionários presos no Senegal


Magno Malta se pronuncia em favor de missionários presos no Senegal Magno Malta se pronuncia em favor de missionários presos no Senegal

Durante seu discurso no Senado na tarde desta terça-feira (13) o senador Magno Malta falou sobre os missionários presos no Senegal sob acusação de tráfico de crianças, desvio de menores e formação de quadrilha, isso porque os brasileiros José Dilson e Zenaide Moreira Novaes estavam evangelizando crianças muçulmanas.

Malta defende o trabalho dos missionários e entrou em contato com o embaixador do Senegal no Brasil que lhe garantiu que em seu país não há perseguição religiosa, mesmo tendo maioria da população muçulmana.

José Dilson e Zenaide Moreira foram presos na semana passada por trabalharem no projeto Obadias, que tem como objetivo resgatar crianças que vivem nas ruas e compartilhar o evangelho com estas.

Para tentar ajudar os missionários, Magno Malta estará viajando até o país africano na próxima semana acompanhado por uma comitiva parlamentar para pressionar as autoridades e acompanhar de perto este caso.

“Eu conheço esta família”, disse Malta que conhece o pai da missionária Zenaide, que são moradores da cidade de Nova Itapetinga, na Bahia, cidade onde o senador nasceu e cresceu.

Veja o vídeo com a declaração do senador:

20/09/2012

Magno Malta pode ser o relator do PL 122


Com a saída de Marta Suplicy (PT-SP) do Senado, para assumir o Ministério da Cultura, o senador Magno Malta (PR-ES) enviou um ofício para o presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Paulo Paim (PT-RS) para se tornar o relator do projeto de lei complementar 122/2006.

O senador capixaba é evangélico e sempre se posicionou contra o projeto que chegou a ser arquivado e só voltou a ser discutido com a eleição de Marta que se tornou a relatora do PLC.

Ao colunista do Poder Online, Malta teria explicado os motivos que o fizeram pedir a relatoria do projeto que criminaliza toda opinião contrária a homofobia.

“Primeiro, porque acho que ela caberia ao suplente da Marta, o vereador paulistano Antônio Carlos Rodrigues, que é do PR e evangélico como eu, mas não irá assumir no Senado. Depois, porque o Paulo Paim é pai e sogro de pastores evangélicos e tem o compromisso conosco de não favorecer a aprovação deste projeto”.

O substituto de Marta na relatoria desse projeto será definido nesta terça-feira (18) Marta indicou a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) indicada pelo Movimento LGBT. A coluna Poder Online acredita que Paim pode não aceitar a nomeação de Magno Malta por defender que o substituto seja nomeado pelo PT.

Fonte: Gospel Prime

08/08/2012

Magno Malta integrará comissão que analisa Novo Código Penal


Magno Malta integrará comissão que analisa Novo Código Penal

O presidente do Senado José Sarney anunciou os senadores que tomarão parte na comissão especial que analisará o anteprojeto do novo Código Penal. Entre os titulares está o presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família Brasileira, senador Magno Malta (PR/ES).

Os demais integrantes são Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP), Antonio Carlos Valadares (PSB/SE), Armando Monteiro (PTB/PE), Benedito de Lira (PP/AL), Clovis Fecury (DEM/MA), Eunício Oliveira (PMDB/CE), Jorge Viana (PT/AC), Pedro Taques (PDT/MT) e Ricardo Ferraço (PMDB/ES), este também da bancada capixaba.

O anteprojeto do novo Código Penal foi elaborado por uma comissão de juristas presidida pelo ministro do STJ Gilson Dipp, e incluiu diversas mudanças polêmicas, como a descriminalização do plantio e o porte de maconha para consumo e a ampliação das possibilidades do aborto legal.

No caso do aborto, além da permissão já vigente do procedimento no caso de risco de vida da gestante, em caso de estupro e no caso de fetos anencéfalos, a proposta amplia a possibilidade de que ele seja realizado por vontade da gestante até a 12ª semana mediante atestado médico ou psicólogo de que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade. “Só Deus pode tirar a chance de uma vida, seja como for o desígnio dele”, opinou Malta, segundo sua assessoria de imprensa.

Outra proposta controversa é a ortotanásia, ou a permissão para que os aparelhos de doentes terminais sejam desligados. “O juiz pode deixar de aplicar a pena avaliando as circunstâncias do caso, bem como a relação de parentesco ou os laços do agente com a vítima. É um tema que precisa ser revisto”, pontuou o senador da Frente Parlamentar Evangélica. A eutanásia, ou o adiantamento da morte em doentes terminais continua sendo crime, com penas de dois a quatro anos de prisão.

Outras mudanças previstas no anteprojeto são a criminalização da exploração dos jogos de azar; a intensificação da punição a motoristas embriagados e a inclusão de pena para o preconceito e discriminação por gênero, identidade e orientação sexual.

“Agora vamos ouvir os diversos segmentos organizados da sociedade civil e ampliar os debates, tem muita polêmica neste arranjo de intelectuais que não ouviram a comunidade. Eu mesmo tenho minhas considerações”, disse Malta, que tem feito críticas às propostas realizadas.

José Sarney (PMDB-AP) destacou, que apesar de possuir pontos positivos, o texto ainda deve ser aperfeiçoado. Ele explicou que apresentou o anteprojeto sem alterações, mas, por uma questão de “consciência e religião”, sente-se no dever de declarar seu posicionamento contrário a artigos que dispõem sobre aborto e drogas.

“A minha assinatura no projeto não significa que encampo todas as teses. Na realidade, o meu encaminhamento é uma função institucional como Presidente do Senado Federal”, esclareceu o presidente do Senado.

O texto do projeto está organizado em mais de 500 artigos, contra 356 do atual Código Penal. Segundo explicação do relator da comissão de juristas, o procurador da República Luiz Carlos Gonçalves, a maior quantidade de artigos ocorreu pela incorporação ao texto de aproximadamente 130 leis que abordam temas penais de forma autônoma.

Fonte: Gospel Prime

12/07/2012

‘Fala Malafaia’ deste domingo terá debate com Magno Malta e convidados


O programa ‘Fala Malafaia’ do próximo domingo (15) está imperdível! O pastor Silas receberá nomes importantes no cenário brasileiro, como os pastores Jabes Alencar, Abner Ferreira, Everaldo Pereira (vice-presidente nacional do PSC) e o senador da república Magno Malta.

Entre os temas discutidos, os participantes falarão sobre homofobia, prisão do pastor iraniano Youcef Nadarkhani, crescimento dos evangélicos no Brasil e proposta de reformulação do novo Código Penal.

‘Fala Malafaia‘ vai ao ar todos os domingos, a partir das 12h, na Bandeirantes. Não perca!

Fonte: Verdade Gospel

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10/11/2011

Dilma Rousseff e políticos oram ´Pai Nosso´ pela saúde de Lula


Dilma Rousseff e políticos oram ´Pai Nosso´ pela saúde de Lula

Nesta segunda-feira (7), os líderes partidários que estavam reunidos no Palácio do Planalto dedicaram um momento de oração pela saúde do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva que descobriu um câncer maligno na laringe e começou tratamento de quimioterapia.

O momento foi ideia do senador Magno Malta (foto) que pediu a todos os presentes que fizessem o oração do Pai Nosso. Até mesmo a presidente Dilma Rousseff participou do momento de oração.

Na semana passada uma declaração do governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que orações e a fé do povo brasileiro podem ajudar Lula a se recuperar dessa doença e logo no início da semana os representantes que estavam reunidos em Brasília aproveitaram para se unirem em oração em favor do presidente mais popular que o país já teve.


Fonte: Gospel Prime com informações Radar On-line
Foto: Site oficial do senador Magno Malta

24/06/2011

Senador evangélico Magno Malta recebe apoio de transexual


O senador evangélico Magno Malta (PR), depois de ter anunciado renunciar caso o PL 122 fosse aprovado, recebeu o apoio do vereador transexual do mesmo partido Moacir Selia.

Na semana passada, o senador Magno Malta (PR) anunciou que abriria mão do mandato caso “a criação de um terceiro sexo” fosse aprovada. Malta fez essa afirmação em referência ao projeto de lei 122, que criminaliza a discriminação motivada só pela orientação sexual ou identidade de gênero.

No material disponibilizado no site do senador encontra-se a seguinte declaração: “Em defesa dos valores agregados no coração da família brasileira, renunciarei meu mandato se o PL 122 for aprovada”.

Apesar de ser uma posição radical que incomodou a muitos, principalmente do grupo de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT), o vereador transexual “Moa”, como é chamado, saiu em defesa do colega partidário.

“Ele me respeita como eu sou. A forma que ele tem de ver o mundo é uma, a minha é outra, mas a convivência é feita com muito respeito”, afirmou ele segundo a Gazeta.

De acordo com a publicação, Moa, além de afirmar que as declarações de Magno não são ofensivas, disse também que o senador republicano é vítima de preconceito da sociedade e, principalmente, da comunidade LGBT.

“Os movimentos o discriminam muito mais. Apesar de estar na luta desde 1980 com minha transexualidade assumida, sofro discriminação dentro do grupo LGBT, só pelo fato de eu ser filiada ao PR”, disse Moa.

Magno Malta, através de sua assessoria de imprensa, declarou que Moa “é um travesti de muito respeito”. O vereador, que tem seu comportamento assumido há três anos, falou ainda que “ele [Magno Malta] já esteve” em sua casa e que “teve a oportunidade de conhecer um lar comandado por uma transexual”.

Na mesma entrevista Moa, o único transexual do Espírito Santo, criticou a decisão presidente Dilma Rousseff (PT) de cancelamento dos Kits contra homofobia nas escolas.

“Se a presidente Dilma tivesse vetado antes do caso Palocci, mostrando fundamentos, a comunidade LGBT teria ficado ao lado dela. Da forma com que aconteceu, vejo que Dilma virou as costas e ‘deu um tapa’ na cara de toda a categoria. Como ela só viu que havia algo errado agora?”

Alguns colegas de partido do senador Magno Malta apoiaram sua atitude, enquanto outros alegam que sua atitude foi somente porque ele, durante as articulações, já teria recebido algum sinal de que o projeto de lei não sairá do papel.

“Talvez o senador tenha tanta certeza de que esse projeto não será aprovado que fez essa proposta. Para dizer uma coisa dessas, é preciso ter muita certeza de que a coisa não vai dar certo”, sugeriu o deputado estadual José Esmeraldo (PR).

O Paulo Antenor, primeiro suplente de Magno, saiu em defesa do senador. “Serei o primeiro a defender que Magno não renuncie. Quero muito ser senador, mas não deste modo”, finalizou.

Fonte: The Christian Post

15/06/2011

Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122


Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122A Frente Parlamentar Evangélica anunciou essa semana que vai apoiar o projeto de lei 6418/2005, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que criminaliza a homofobia, mas sem interferir no discurso religioso que a condena.

É possível fazer com que a senadora Marta Suplicy, relatora do PL 122 e ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais) desistam do polêmico projeto e passam a apoiar esse novo texto que aguarda o parecer da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara sob relatoria da deputada federal Janete Rocha Pietá (PT-SP).

O texto do PL 6418 pune discriminação por orientação sexual no ambiente de trabalho, repartições públicas e comerciais ou quem incentiva práticas discriminatórias e, ainda, tipifica violência motivada por orientação sexual (entre outras) e criminaliza associações de pessoas que incitem violência – como os grupos neonazistas. Além de proibir qualquer referência ao nazismo – lei parecida com essa existe na França.

Leia o projeto 6418/2005:

PL 6418

CAPÍTULO I

DA DISPOSIÇÃO PRELIMINAR

Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação e preconceito de RAÇA, COR, RELIGIÃO, ORIENTAÇÃO SEXUAL, descendência ou origem nacional ou étnica.

Parágrafo único: Para efeito desta Lei, entende-se por discriminação toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha por objeto ou resultado anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício em igualdade de condições de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro campo da vida pública.

CAPÍTULO II

DOS CRIMES EM ESPÉCIE

Discriminação resultante de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Art. 2º. Negar, impedir, interromper, restringir ou dificultar por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica o reconhecimento, gozo ou exercício de direito assegurado a outra pessoa.

Pena – reclusão, de um a três anos.

§ 1° No mesmo crime incorre quem pratica, difunde, induz ou incita a discriminação ou preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica ou injuria alguém, ofendendo-lhe dignidade e o decoro, com a utilização de elementos referentes à raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Aumento da pena

§ 2º. A PENA AUMENTA-SE DE UM TERÇO SE A DISCRIMINAÇÃO É PRATICADA:

I – contra menor de dezoito anos;

II – por funcionário público no exercício de suas funções ou a pretexto de exercê-las;

III – através da fabricação, comercialização, distribuição, veiculação de símbolo, emblema, ornamento, propaganda ou publicação de qualquer natureza que negue o holocausto ou utilize a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo;

IV – ATRAVÉS DE MEIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, PUBLICAÇÕES DE QUALQUER NATUREZA E REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES – INTERNET;

IV – contra o direito ao lazer, à cultura, à moradia, à educação e à saúde;

V – contra a liberdade do consumo de bens e serviços;

VI – contra o direito de imagem;

VII – contra o direito de locomoção;

VIII – com a articulação de discriminação, baseada em gênero, contra a mulher.

Violência resultante de discriminação raça, cor, religião, orientação

sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

§3°. A pena aumenta-se da metade se a discriminação consiste na prática de:

I – lesões corporais (art. 129, caput, do Código Penal);

II – maus tratos (art. 136, caput, do Código Penal);

III – ameaça (art. 147 do Código Penal);

IV – abuso de autoridade (arts. 3º e 4º da Lei nº 4.898, de 09 de dezembro de 1965).

Homicídio qualificado, tortura, lesões corporais de natureza grave e lesão corporal seguida de morte

§4º Se o homicídio é praticado por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica aplica-se a pena prevista no art. 121, §2º do Código Penal, sem prejuízo da competência do tribunal do júri.

§ 5° Se a tortura é praticada pelos motivos descritos no parágrafo anterior, aplica-se a pena prevista no artigo 1° da Lei nº9.455/97.

§ 6° Em caso de lesão corporal de natureza grave, gravíssima e lesão corporal seguida de morte, motivadas pelas razões descritas no parágrafo 3° aplicam-se, respectivamente, as penas previstas no art. 129, §§ 1º, 2º e 3º do Código Penal, aumentadas de um terço.

Discriminação no mercado de trabalho

Art. 3° Deixar de contratar alguém ou dificultar sua contratação por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

§ 1º A pena aumenta-se de um terço se a discriminação se dá no acesso a cargos, funções e contratos da Administração Pública.

§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Atentado contra a identidade étnica, religiosa ou regional

Art. 4º Atentar contra as manifestações culturais de reconhecido valor étnico, religioso ou regional, por motivo de preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica.

Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.

Associação criminosa

Art. 5º Associarem-se 3 (três) ou mais pessoas, sob denominação própria ou não, com o fim de cometer algum dos crimes previstos nesta Lei:

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.

Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem financia ou de qualquer modo presta assistência à associação criminosa.

Discriminação Culposa

Art. 6° Se a discriminação é culposa:

Pena- detenção de seis meses a um ano.

Parágrafo único: Na discriminação culposa a pena é aumentada da metade se o agente não procura diminuir as conseqüências do seu ato.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 7º Os crimes previstos nesta Lei são inafiançáveis e imprescritíveis, na forma do art. 5º, XLII, da Constituição Federal.

Art. 8°. A concorrência de motivos diversos ao preconceito de raça, cor, religião, orientação sexual, descendência ou origem nacional ou étnica, não exclui a ilicitude dos crimes previstos nesta Lei.

Art. 9°. Nas hipóteses dos artigos 2º e 5º, o juiz pode determinar, ouvido o Ministério Público ou a pedido deste, ainda antes do inquérito policial, sob pena de desobediência:

I – o recolhimento imediato ou a busca e apreensão dos exemplares do material respectivo;

II – a cessação das respectivas transmissões radiofônicas ou televisivas;

III – a suspensão das atividades da pessoa jurídica que servir de auxílio à associação criminosa.

Parágrafo único. Constitui efeito da condenação, após o trânsito em julgado da decisão, a destruição do material apreendido e a dissolução da pessoa jurídica que servir de auxílio à associação criminosa.

Art. 11. São revogadas a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 e o artigo 140, § 3°, do Decreto-Lei n° 2.848, de 7 de dezembro de 1940 –Código Penal .

Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala da Comissão, em 10 de julho de 2007.

Deputada JANETE ROCHA PIETÁ

Relatora

Fonte: Gospel Prime / Mix Brasil

14/06/2011

Senador diz que renuncia se passar lei anti-homofobia


A declaração de que abandonará o Legislativo foi feita pelo próprio senador evangélico Magno Malta (foto) durante entrevista para a revista Comunhão.

No mandato anterior, durante mais de cinco anos, o senador Magno Malta (PR/ES) com convicção própria, lutou contra o projeto de lei 122/06 de autoria da ex-senadora Fátima Cleide (PT/RO), que visa tratar como crime a opinião divergente ao comportamento homoafetivo, conseguindo apoio para arquivá-lo no final da legislatura. Comum nas adversidades do campo político, o enfrentamento em defesa de princípios pessoais voltou à tona com a iniciativa da Senadora Marta Suplicy (PT/SP) de ressuscitar a polêmica que se dispõe a cercear o direito constitucional de liberdade de expressão. A PL 122 já voltou morta e sepultada, resumiu em poucas palavras o senador presidente da Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira.

Legitimando a ciência da formação das aspirações e convicto do dever de legislar em favor da grande maioria, Magno Malta, com consciência da responsabilidade das palavras, tornou público o mais nobre gesto de coragem de um homem público sério. Se o Projeto de Lei 122, que excita a criação de um terceiro sexo, for aprovado, com dignidade de cristão, renuncio do mandato de Senador da República.

Para o senador Magno Malta, criar castas, mudar costumes enraizados pela própria natureza e proteger a minoria com privilégios são fatos reais que ferem a justiça social em toda conjuntura. Preconceito é cegueira moral, não aceito nem a intolerância e conceito imparcial. Não estou legislando em causa própria, mas no mais legitimo dever de defender a família estruturada, o futuro de uma geração e de forma geral a vida na sua essência divina.

Legislar em causa própria, com preconceito e calúnia é grave e não faço e nem aceito. Vou interpelar judicialmente o deputado federal Jean Willis (PSOL/RJ) que tem declarado para a imprensa que sou de má fé ao relacionar homossexualismo com pedofilia. Nunca afirmei tal comparação. Pelo contrário, defendi o Vaticano mostrando a realidade dos fatos como comportamentos distintos e sem relação na grande maioria das vezes, revelou Magno Malta, eu presidiu a CPI da Pedofilia.
Por várias vezes na imprensa nacional e também durante o Seminário do Direito homoafetivo, realizado na Ufes, Jean Willis gravou a denúncia e foi imediatamente repudiado pelo senador Magno Malta.
Nunca afirmei tal relação. De minha boca não saiu tal declaração. Eu respeito à opção sexual de cada cidadão. No meu partido, temos o vereador Moacir Sélia, o Moa, um travesti de muito respeito. Fizemos campanha juntos, lado a lado. É meu amigo. Por isso, não fico calado só escutando sem agir olhando nos olhos da pessoa. É o eu vou fazer com o Deputado Jean, quero saber dele qual comprovação ele tem para afirmar que estou agindo de má fé, concluiu Magno Malta.

Segundo pesquisa encomendada recentemente pelo Ministério da Educação, a polêmica da homossexualidade incomoda 87% da população. A grande maioria não aceita mudanças radicais no comportamento da sociedade. A pauta hoje ficou restrita aos interessados e ao parlamento, a sociedade não foi ouvida e prefere manter o assunto também sepultado. Por isso, em defesa dos verdadeiros valores agregados no coração da família brasileira, renunciarei meu mandato se a PL 122 for aprovada. Finalizou Magno Malta.

Fonte: JusBrasil

02/06/2011

Marcelo Aguiar convoca brasileiros para Marcha da Família contra o PL 122 em Brasília


Marcelo Aguiar convoca brasileiros para Marcha da Família contra o PL 122 em BrasíliaO deputado federal Marcelo Aguiar (PSC-SP), membro da diretoria da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família, está convocando todos os brasileiros a participar da Marcha da Família que acontece nesta quarta-feira, 1º de junho, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.

A manifestação reunirá comitivas e delegações contra o PL 122 que criminaliza a homofobia e cria regras para a união estável de casais do mesmo sexo. O encontro também marcará manifestações contra o “kit anti-homofobia” e outros projetos que tramitam no Congresso.

“Temos uma preocupação constante com a defesa da família brasileira e, infelizmente, existem projetos em tramitação na Câmara dos Deputados que atacam os pilares da família. Iremos lutar contra qualquer tentativa de enfraquecimento das famílias e é esse o caso do PL 122”, explicou Marcelo Aguiar.

O Ato Público começa com uma reunião de lideres no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, às 9h e às 14 horas as comitivas estarão reunidas em frente ao Congresso para a Marcha da Família. Segundo o pastor Silas Malafaia, a manifestação servirá para esclarecer as famílias brasileiras da ameaça que representa o PL 122. “Não vamos aceitar mudança de comportamento imposta pela minoria. Não aceitaremos o cerceamento da liberdade de expressão, jamais iremos discriminar, mas nunca deixaremos de orientar que homossexualismo não é prática cristã”, explicou o pastor.

Fonte: Gospel Prime / Assessoria

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